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domingo, 27 de dezembro de 2015

Inclusão social, sim; a única forma de se ir ao longe.

Voltas e meia nos deparamos com críticos ácidos do sistema de cotas, do Bolsa Família, dos programas educacionais desenvolvidos pelo Governo Federal, aí se encontra o ENEM. 

Vi muito intelectual (vendedor de livros e empresário da educação)  bradarem contra um sistema que torna todos iguais. 

Mais o motivo da minha lavra hoje anão é discutir o contraditório. Como entusiasta do ENEM desde a sua primeira edição em 1998, percebi que o mesmo se tornaria um meio de mudar o critério do vestibular, muito mais de "bizus" que de discernimento.

No último dia 22 do mês em curso, o Portal G1 postou em sua coluna Educação, a seguinte manchete: "Brasileiros contam como é usar as notas do ENEM para estudar em Portugal. 

A matéria me deu  fôlego novo. Entusiasmo para continuar lutando pela mudança de mentalidade de muitos educadores que estão perdendo uma oportunidade ímpar de marcarem sua trajetória na educação pública.

Convido você a ler comigo a matéria no seguinte endereço: 

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