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BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudanç...

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais

A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudança no comando da Câmara Municipal.

À boca miúda, a informação que circula nos meios políticos é de que o atual presidente da Casa, vereador Wellington Sena, poderá ser substituído pelo líder do governo municipal no Legislativo, Benício Barros.

A movimentação estaria relacionada à eleição da Mesa Diretora que havia reconduzido Wellington Sena à presidência. O processo foi questionado judicialmente e a eleição acabou anulada, abrindo espaço para uma nova disputa pelo comando da Câmara.

Nos bastidores, as apostas já começaram. Uma eventual candidatura de Benício Barros representaria uma mudança importante na correlação de forças dentro do Legislativo municipal.

Também circulam especulações de que Wellington Sena teria perdido espaço político junto ao prefeito João Félix nos últimos meses. Até o momento, porém, essa informação deve ser tratada como bastidor político, e não como fato oficialmente confirmado.

O que chama atenção é que, se a mudança realmente acontecer, ela poderá ser interpretada como mais um sinal de alteração na composição do grupo político ligado ao prefeito.

Há ainda quem faça comparações com movimentos políticos anteriores envolvendo aliados da administração municipal, inclusive situações em que pessoas próximas ao grupo foram deslocadas de determinadas posições para outras funções estratégicas.

Mas, por enquanto, o cenário é de especulação. A pergunta é: Wellington Sena continuará no comando da Câmara ou Benício Barros será o escolhido para assumir a presidência?

A resposta poderá revelar muito mais do que simplesmente quem ocupará a cadeira de presidente. Poderá mostrar quem realmente tem força política dentro da base do prefeito João Félix.

terça-feira, 25 de agosto de 2026

MESMO ADVERTIDO, PREFEITO CONTINUA TRANSFORMANDO PREFEITURA EM PALANQUE PARA PROMOÇÃO PESSOAL


João Félix já foi questionado pelo Ministério Público e pela Justiça sobre o uso da comunicação oficial para autopromoção, mas a prática continua levantando suspeitas em meio ao projeto eleitoral do filho.

    O prefeito de Campo Maior, João Félix de Andrade Filho, parece não ter aprendido a lição. Mesmo depois de advertências e questionamentos do Ministério Público do Piauí sobre a utilização das redes sociais e da estrutura pública para promoção pessoal, o gestor continua sendo alvo de críticas pela forma como a máquina da Prefeitura é utilizada na divulgação de ações administrativas.

    O problema é simples: Prefeitura não é propriedade particular, e rede social oficial não pode funcionar como palanque político. Quando obras, programas e ações públicas passam a ser acompanhados constantemente da imagem e do discurso de quem administra, surge uma pergunta inevitável: onde termina a informação institucional e onde começa a propaganda pessoal?

    A situação ganha ainda mais importância no momento em que o filho do prefeito, Dogim Félix, busca espaço eleitoral. Para críticos da administração, a intensa exposição do grupo político ligado ao prefeito em eventos e ações públicas pode acabar criando uma estrutura de promoção permanente, justamente utilizando meios que deveriam servir exclusivamente à população.

    O Ministério Público já entrou em cena em situações anteriores envolvendo esse tipo de prática, e novas denúncias e apurações mantêm o assunto em evidência. A pergunta que fica é direta: até quando a estrutura paga com o dinheiro do contribuinte continuará sendo confundida com instrumento de promoção política de uma família? Campo Maior precisa de comunicação pública, não de propaganda disfarçada de informação oficial.

domingo, 16 de agosto de 2026

PATRIMÔNIO DOS “PATRIOTAS” DISPARA — E FICA A PERGUNTA: COMO?



Uma lista que circula nas redes sociais chama atenção para a evolução do patrimônio declarado por políticos ligados ao campo bolsonarista entre eleições anteriores e 2026.

Os números impressionam. Sóstenes Cavalcante aparece com patrimônio declarado de cerca de R$ 4,9 mil para R$ 600 mil, uma variação superior a 12 mil por cento. Nikolas Ferreira teria passado de R$ 36,8 mil para R$ 3,9 milhões. Gustavo Gayer, de R$ 43 mil para mais de R$ 908 mil. Carlos Jordy aparece com crescimento de mais de 800%, enquanto Gilvan da Federal teria aumentado seu patrimônio em aproximadamente 741%.

Na lista também aparecem Flávio Bolsonaro, com crescimento de 370%, Jair Renan Bolsonaro, com 345%, e outros nomes do mesmo campo político.

É importante deixar claro: declaração de patrimônio, por si só, não significa irregularidade ou crime. Os valores são informados pelos próprios candidatos à Justiça Eleitoral, e podem decorrer de salários, investimentos, empresas, imóveis, heranças, valorização de ativos ou outras fontes legais. O TSE disponibiliza essas informações justamente para permitir que a sociedade acompanhe a evolução patrimonial dos candidatos.

Você acredita?

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Geraldo Paz: a direita de Campo Maior e a defesa de Joãozinho Félix



    Quem representa a direita em Campo Maior? A pergunta ganha novos contornos quando se observa a trajetória do vereador Geraldo Paz, uma das lideranças políticas mais experientes do município. Ligado ao campo da centro-direita e com influência na estrutura partidária do PL local, Geraldo ocupa hoje um espaço político que merece ser analisado com atenção.
    O ponto que chama atenção, entretanto, é sua forte e praticamente incondicional ligação política com o prefeito Joãozinho Félix. Geraldo Paz tem sido um dos defensores mais firmes da administração municipal, adotando uma postura de sustentação do governo na Câmara. E isso levanta uma questão legítima: até onde vai a identidade ideológica e onde começa a fidelidade ao grupo político que controla a Prefeitura?
    Não há nada de errado em um vereador apoiar o prefeito. O problema surge quando a defesa política se sobrepõe ao papel constitucional de fiscalizar o Executivo. Vereador não foi eleito apenas para elogiar ou defender o prefeito; foi escolhido também para cobrar, questionar e representar os interesses da população.
    Por isso, o caso Geraldo Paz é emblemático para entender a direita campomaiorense. É uma direita independente, com projeto próprio, ou uma direita integrada ao grupo político de Joãozinho Félix? A resposta não está apenas no partido ao qual o vereador está ligado, mas principalmente em sua atuação política, seus votos, seus discursos e na relação que mantém com o poder municipal.
    No fim, a questão que fica para o eleitor é simples: Geraldo Paz representa uma direita com autonomia para fiscalizar o prefeito ou uma direita cuja principal missão é defender o prefeito? Essa diferença pode parecer pequena, mas, em política, ela diz muito sobre quem realmente representa o eleitor.




Sindserm de Campo Maior — sindicato ou sala de espera do poder?

Bernadete Silva Presid SINDSERM

Em Campo Maior, uma pergunta incômoda começa a se impor: quem está sendo verdadeiramente defendido pelo Sindserm? Os servidores ou os interesses do poder de plantão?

Sindicato que se preza não pode viver de afagos ao prefeito. Sua função é cobrar, fiscalizar e enfrentar o Executivo quando os direitos dos trabalhadores estiverem em jogo. Quando o silêncio aparece justamente nos momentos em que a categoria espera uma voz firme, a sociedade tem todo o direito de perguntar: onde está a independência sindical?

E é nesse contexto que a atuação da presidente do Sindserm, professora Bernadete Silva, merece ser colocada sob escrutínio público. Não estamos afirmando que exista submissão ao prefeito João Félix. Estamos perguntando se a postura adotada pela direção sindical não transmite aos servidores a incômoda sensação de proximidade excessiva com o Palácio da Prefeitura.

Porque sindicato não pode ser governo paralelo, muito menos extensão do governo. Sindicato que perde a capacidade de contrariar o prefeito perde também parte da razão de existir. A entidade sindical precisa ter coragem para elogiar quando a gestão acerta, mas, sobretudo, para cobrar quando a administração erra.

A pergunta que fica para a presidente Bernadete Silva é direta: se amanhã o servidor precisar enfrentar a Prefeitura para defender um direito legítimo, o Sindserm estará ao lado do trabalhador, ainda que isso signifique confrontar o prefeito João Félix? Essa resposta não precisa vir apenas em discurso. Deve aparecer nas ações.

Porque, em democracia, proximidade com o poder não é crime. Dependência, se comprovada, seria incompatível com a missão sindical. E quando a independência de uma entidade começa a ser questionada pelos próprios representados, não cabe silêncio: cabe transparência. O servidor merece saber se tem um sindicato disposto a enfrentar o poder — ou apenas uma entidade disposta a conversar com ele.


 

domingo, 2 de agosto de 2026

Cultura do campo, amizade e valorização das raízes marcam encontro na Fazenda Jenipapo

Humberto Filho

A tradição do homem do campo voltou a ganhar destaque em um vídeo publicado nas redes sociais, registrando uma animada pega do boi realizada na Fazenda Jenipapo, propriedade do agropecuarista Humberto Filho, conforme informado pelos organizadores do encontro.

As imagens mostram homens, mulheres, jovens e crianças, reunidos em um ambiente de confraternização, compartilhando um café tradicional antes de seguir para a atividade. Na mesa, alimentos típicos da culinária nordestina, como o cuscuz, reforçam a identidade cultural do campo e a hospitalidade característica do povo piauiense.

O vídeo acompanha momentos da pega do boi, prática tradicional que reúne vaqueiros e admiradores da cultura rural. Mais do que uma demonstração de habilidade e coragem, a atividade representa um patrimônio cultural transmitido entre gerações, preservando costumes que fazem parte da história do interior do Piauí.

O cenário da Fazenda Jenipapo evidencia a força da pecuária e das tradições sertanejas, onde o trabalho no campo convive com momentos de integração entre famílias, amigos e apaixonados pela vida rural.

Em uma época marcada pela rapidez das redes sociais, registros como esse mostram que as verdadeiras riquezas do interior continuam sendo a simplicidade, a amizade e o respeito às tradições. A pega do boi, o café compartilhado e a convivência entre os participantes revelam valores que permanecem vivos e fortalecem a identidade cultural da região.

Mais do que um simples registro, o vídeo representa um convite para que as novas gerações conheçam e valorizem manifestações que fazem parte da memória e da história do povo sertanejo.

O Blog do Professor Jorge Câmara parabeniza todos ao agropecuarista Humberto Filho pela preservação dessas tradições, reconhecendo que eventos como esse ajudam a manter viva a cultura do campo e o orgulho das raízes piauienses.

sábado, 1 de agosto de 2026

BRASIL TEM A PRIMEIRA MULHER TRANS A ASSUMIR O CARGO DE PROMOTORA

Fabi Diniz, a primeira promotora trans do Brasil
O Amazonas parte na frente

Um momento considerado histórico para o sistema de Justiça brasileiro. O Ministério Público do Estado do Amazonas empossou a advogada e professora Fabi Diniz de Queiroz Pilate como promotora de Justiça substituta. Com a posse, ela passa a ser a primeira mulher trans a ocupar o cargo de promotora de Justiça no Brasil.

A cerimônia aconteceu em Manaus e reuniu autoridades, representantes do Ministério Público, familiares e convidados. Fabi é natural de Paranaíba, em Mato Grosso do Sul, formou-se em Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e construiu uma trajetória de quase dez anos de atuação ligada ao Ministério Público, entre estágios e assessoria jurídica, até conquistar a aprovação em concurso público.

Para o Ministério Público do Amazonas, a posse representa um marco de inclusão e diversidade, ampliando a presença de grupos historicamente sub-representados em cargos de destaque na administração pública. Além do simbolismo, Fabi e os demais promotores empossados reforçarão a atuação da instituição em diferentes comarcas do estado, trabalhando na defesa da ordem jurídica, dos direitos da sociedade e da democracia.

A conquista também reacende o debate sobre igualdade de oportunidades e demonstra que o acesso aos cargos públicos deve ser definido pela capacidade, pelo mérito e pela aprovação em concurso, princípios fundamentais do serviço público brasileiro.

segunda-feira, 6 de julho de 2026

QUEM DIRIA? O ANTIGO CULPADO AGORA VIROU COMPANHEIRO!

Foto da falta de caráter
Imagem by Campo Maior em Foco

Campo Maior acaba de assistir a uma daquelas cenas que mostram como a política pode dar voltas surpreendentes. João Félix e Professor Ribinha passaram anos em campos opostos, trocaram críticas duras em campanhas eleitorais e protagonizaram disputas acirradas pelo comando da cidade. Em 2020, Ribinha foi derrotado nas urnas após uma gestão marcada por conflitos internos e questionamentos administrativos. Agora, os dois aparecem lado a lado, em uma aproximação que chama a atenção de aliados, adversários e, principalmente, do eleitor.

O mais curioso é que João Félix construiu grande parte de sua trajetória política criticando o PT e as administrações petistas em Campo Maior, frequentemente atribuindo a elas problemas enfrentados pelo município. A nova aliança muda o discurso e revela que, na política, antigos adversários podem se tornar parceiros quando os interesses convergem.

Mais do que uma fotografia de ocasião, esse movimento já é interpretado por muitos como parte das articulações para as eleições futuras. E fica a reflexão: em Campo Maior, as disputas parecem mudar de endereço, mas o jogo político continua sempre em movimento. Ao eleitor, cabe observar, comparar discursos e tirar suas próprias conclusões sobre o que realmente mudou — e o que continua exatamente igual.