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LIXO EM CAMPO MAIOR: EMPRESA SOFRE SANÇÃO DE TRÊS ANOS E POPULAÇÃO TEME NOVA CRISE NA COLETA!

     Campo Maior volta a enfrentar uma preocupação séria com a coleta de lixo! O Tribunal de Contas do Estado do Piauí fixou em três anos o ...

sexta-feira, 9 de outubro de 2026

LIXO EM CAMPO MAIOR: EMPRESA SOFRE SANÇÃO DE TRÊS ANOS E POPULAÇÃO TEME NOVA CRISE NA COLETA!


    Campo Maior volta a enfrentar uma preocupação séria com a coleta de lixo! O
Tribunal de Contas do Estado do Piauí fixou em três anos o prazo da declaração de inidoneidade da empresa Resíduos Ambiental Ltda., contratada pela Prefeitura para realizar os serviços de limpeza urbana.
    O contrato, no valor de mais de cinco milhões e seiscentos mil reais, tem vigência prevista até dezembro de 2026. A decisão do Tribunal levanta uma pergunta urgente: quais serão os efeitos dessa sanção sobre o serviço de coleta de lixo em Campo Maior?
    E a preocupação não para por aí! Moradores relatam insatisfação com a coleta e apontam ruas e localidades que não estariam sendo atendidas adequadamente. São reclamações que precisam ser verificadas, mas que exigem respostas da administração municipal.
    Agora, cabe ao prefeito João Félix explicar como está sendo fiscalizado o contrato, quais penalidades estão previstas para eventuais falhas e que providências serão adotadas para evitar uma nova crise no recolhimento dos resíduos.
    A decisão do TCE não significa, automaticamente, a interrupção do contrato. Mas a população precisa de garantias de continuidade e qualidade do serviço.
    Afinal, Campo Maior não pode ficar à espera de uma nova crise do lixo para descobrir quais providências a Prefeitura deveria ter tomado!

terça-feira, 29 de setembro de 2026

Nova Central de Diagnóstico amplia acesso a exames e fortalece atendimento de saúde em Campo Maior

Líder Polítrico Paulo Martins

A inauguração da nova Central de Diagnóstico de Campo Maior representa um importante avanço na área da saúde do município, especialmente pela ampliação do acesso da população a exames e procedimentos diagnósticos. A estrutura é resultado da união de esforços entre o Governo do Estado e o Governo Federal, com impacto direto na qualidade e na agilidade do atendimento.

Presente à solenidade, o líder político Paulo Martins destacou justamente esse aspecto. Segundo ele, a nova central contribui para descentralizar os serviços de saúde, reduzindo a necessidade de deslocamento dos moradores de Campo Maior para Teresina em busca de exames de maior complexidade.

“Essa nova central é um divisor de águas. Ela evita que nossa população precise se deslocar até Teresina para fazer exames de alta complexidade, descentralizando o atendimento e trazendo diagnósticos rápidos perto de casa”, afirmou Paulo Martins.

Na prática, a chegada da Central de Diagnóstico significa mais proximidade entre o serviço público de saúde e o cidadão. A realização de exames no próprio município pode facilitar o acesso, diminuir deslocamentos e contribuir para que médicos tenham mais rapidez na obtenção de informações necessárias ao diagnóstico e ao acompanhamento dos pacientes.

Durante a inauguração, Paulo Martins também ressaltou o conjunto de obras e investimentos estaduais e federais destinados a Campo Maior. Para o líder político, os investimentos representam uma ampliação da estrutura de atendimento e reforçam a importância da parceria entre os diferentes níveis de governo.

Mais do que uma nova estrutura física, a Central de Diagnóstico traz consigo uma perspectiva importante: melhorar o atendimento da população por meio do acesso mais próximo aos exames, fortalecendo a rede pública de saúde e oferecendo aos campo-maiorenses a possibilidade de realizar procedimentos que antes exigiam deslocamentos para outros centros.

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

NINGUÉM PEGOU O CORONAVÍRUS! BOI DESAFIA VAQUEIROS E TERMINA COMO O GRANDE VENCEDOR NA FAZENDA JENIPAPO

Boi Coronavírus - Uma lenda
Uma verdadeira multidão acompanhou, ontem, na Fazenda Jenipapo, em Campo Maior, a tradicional soltura do boi Coronavírus, em um evento que reuniu mais de duas mil pessoas e colocou à prova a coragem e a habilidade dos vaqueiros.

Depois da soltura, começou a correria. Durante aproximadamente uma hora, os vaqueiros perseguiram o boi pelos campos da fazenda, numa disputa marcada por adrenalina, velocidade e muita emoção. Mas, desta vez, o boi levou a melhor: ninguém conseguiu derrubar e pegar o Coronavírus.

Agropecuarista e liderança política
Humberto Filho

O evento, promovido pelo agropecuarista Humberto Filho, também foi marcado pela receptividade aos participantes. Teve muita comida, acolhimento e uma grande estrutura para receber vaqueiros, famílias e visitantes que chegaram de diferentes lugares para acompanhar a tradição.

Mais do que uma disputa, a pega do boi representa a preservação da cultura do vaqueiro e da tradição das fazendas de gado do Piauí. Uma manifestação cultural que atravessa gerações e continua mobilizando multidões.

E depois da poeira levantada pela corrida, foi hora de festa. A animação ficou por conta da banda Xenhennem, encerrando um domingo de tradição, cultura, confraternização e muita vaquejada.

Na Fazenda Jenipapo, ontem, ficou a história: mais de dois mil espectadores, dezenas de vaqueiros e um boi que ninguém conseguiu pegar. Desta vez, o Coronavírus escapou de todos!



terça-feira, 15 de setembro de 2026

SIGEFREDO PACHECO : MPPI INVESTIGA CONTRATAÇÕES SEM CONCURSO NA PREFEITURA

Prefeito Murilo Bandeira
Foto: Rede Social

O Ministério Público do Piauí instaurou um inquérito civil para apurar possíveis irregularidades na contratação de pessoal pela Prefeitura de Sigefredo Pacheco.

O procedimento tem como investigado o prefeito Murilo Bandeira e busca esclarecer se houve contratação de servidores sem concurso público, além de verificar quais funções foram preenchidas e quais critérios foram utilizados pela administração municipal.

A investigação deverá reunir documentos e outras informações para esclarecer as circunstâncias das contratações.

O Ministério Público também poderá verificar se as contratações se enquadram nas hipóteses previstas pela legislação para admissão temporária de pessoal.

Trata-se de uma investigação, e os envolvidos terão direito de apresentar suas explicações e se defender.

O caso recoloca em discussão a necessidade de transparência na contratação de servidores e o respeito às regras que disciplinam o ingresso no serviço público.


segunda-feira, 31 de agosto de 2026

BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais

A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudança no comando da Câmara Municipal.

À boca miúda, a informação que circula nos meios políticos é de que o atual presidente da Casa, vereador Wellington Sena, poderá ser substituído pelo líder do governo municipal no Legislativo, Benício Barros.

A movimentação estaria relacionada à eleição da Mesa Diretora que havia reconduzido Wellington Sena à presidência. O processo foi questionado judicialmente e a eleição acabou anulada, abrindo espaço para uma nova disputa pelo comando da Câmara.

Nos bastidores, as apostas já começaram. Uma eventual candidatura de Benício Barros representaria uma mudança importante na correlação de forças dentro do Legislativo municipal.

Também circulam especulações de que Wellington Sena teria perdido espaço político junto ao prefeito João Félix nos últimos meses. Até o momento, porém, essa informação deve ser tratada como bastidor político, e não como fato oficialmente confirmado.

O que chama atenção é que, se a mudança realmente acontecer, ela poderá ser interpretada como mais um sinal de alteração na composição do grupo político ligado ao prefeito.

Há ainda quem faça comparações com movimentos políticos anteriores envolvendo aliados da administração municipal, inclusive situações em que pessoas próximas ao grupo foram deslocadas de determinadas posições para outras funções estratégicas.

Mas, por enquanto, o cenário é de especulação. A pergunta é: Wellington Sena continuará no comando da Câmara ou Benício Barros será o escolhido para assumir a presidência?

A resposta poderá revelar muito mais do que simplesmente quem ocupará a cadeira de presidente. Poderá mostrar quem realmente tem força política dentro da base do prefeito João Félix.

terça-feira, 25 de agosto de 2026

MESMO ADVERTIDO, PREFEITO CONTINUA TRANSFORMANDO PREFEITURA EM PALANQUE PARA PROMOÇÃO PESSOAL


João Félix já foi questionado pelo Ministério Público e pela Justiça sobre o uso da comunicação oficial para autopromoção, mas a prática continua levantando suspeitas em meio ao projeto eleitoral do filho.

    O prefeito de Campo Maior, João Félix de Andrade Filho, parece não ter aprendido a lição. Mesmo depois de advertências e questionamentos do Ministério Público do Piauí sobre a utilização das redes sociais e da estrutura pública para promoção pessoal, o gestor continua sendo alvo de críticas pela forma como a máquina da Prefeitura é utilizada na divulgação de ações administrativas.

    O problema é simples: Prefeitura não é propriedade particular, e rede social oficial não pode funcionar como palanque político. Quando obras, programas e ações públicas passam a ser acompanhados constantemente da imagem e do discurso de quem administra, surge uma pergunta inevitável: onde termina a informação institucional e onde começa a propaganda pessoal?

    A situação ganha ainda mais importância no momento em que o filho do prefeito, Dogim Félix, busca espaço eleitoral. Para críticos da administração, a intensa exposição do grupo político ligado ao prefeito em eventos e ações públicas pode acabar criando uma estrutura de promoção permanente, justamente utilizando meios que deveriam servir exclusivamente à população.

    O Ministério Público já entrou em cena em situações anteriores envolvendo esse tipo de prática, e novas denúncias e apurações mantêm o assunto em evidência. A pergunta que fica é direta: até quando a estrutura paga com o dinheiro do contribuinte continuará sendo confundida com instrumento de promoção política de uma família? Campo Maior precisa de comunicação pública, não de propaganda disfarçada de informação oficial.

domingo, 16 de agosto de 2026

PATRIMÔNIO DOS “PATRIOTAS” DISPARA — E FICA A PERGUNTA: COMO?



Uma lista que circula nas redes sociais chama atenção para a evolução do patrimônio declarado por políticos ligados ao campo bolsonarista entre eleições anteriores e 2026.

Os números impressionam. Sóstenes Cavalcante aparece com patrimônio declarado de cerca de R$ 4,9 mil para R$ 600 mil, uma variação superior a 12 mil por cento. Nikolas Ferreira teria passado de R$ 36,8 mil para R$ 3,9 milhões. Gustavo Gayer, de R$ 43 mil para mais de R$ 908 mil. Carlos Jordy aparece com crescimento de mais de 800%, enquanto Gilvan da Federal teria aumentado seu patrimônio em aproximadamente 741%.

Na lista também aparecem Flávio Bolsonaro, com crescimento de 370%, Jair Renan Bolsonaro, com 345%, e outros nomes do mesmo campo político.

É importante deixar claro: declaração de patrimônio, por si só, não significa irregularidade ou crime. Os valores são informados pelos próprios candidatos à Justiça Eleitoral, e podem decorrer de salários, investimentos, empresas, imóveis, heranças, valorização de ativos ou outras fontes legais. O TSE disponibiliza essas informações justamente para permitir que a sociedade acompanhe a evolução patrimonial dos candidatos.

Você acredita?

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Geraldo Paz: a direita de Campo Maior e a defesa de Joãozinho Félix



    Quem representa a direita em Campo Maior? A pergunta ganha novos contornos quando se observa a trajetória do vereador Geraldo Paz, uma das lideranças políticas mais experientes do município. Ligado ao campo da centro-direita e com influência na estrutura partidária do PL local, Geraldo ocupa hoje um espaço político que merece ser analisado com atenção.
    O ponto que chama atenção, entretanto, é sua forte e praticamente incondicional ligação política com o prefeito Joãozinho Félix. Geraldo Paz tem sido um dos defensores mais firmes da administração municipal, adotando uma postura de sustentação do governo na Câmara. E isso levanta uma questão legítima: até onde vai a identidade ideológica e onde começa a fidelidade ao grupo político que controla a Prefeitura?
    Não há nada de errado em um vereador apoiar o prefeito. O problema surge quando a defesa política se sobrepõe ao papel constitucional de fiscalizar o Executivo. Vereador não foi eleito apenas para elogiar ou defender o prefeito; foi escolhido também para cobrar, questionar e representar os interesses da população.
    Por isso, o caso Geraldo Paz é emblemático para entender a direita campomaiorense. É uma direita independente, com projeto próprio, ou uma direita integrada ao grupo político de Joãozinho Félix? A resposta não está apenas no partido ao qual o vereador está ligado, mas principalmente em sua atuação política, seus votos, seus discursos e na relação que mantém com o poder municipal.
    No fim, a questão que fica para o eleitor é simples: Geraldo Paz representa uma direita com autonomia para fiscalizar o prefeito ou uma direita cuja principal missão é defender o prefeito? Essa diferença pode parecer pequena, mas, em política, ela diz muito sobre quem realmente representa o eleitor.