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Geraldo Paz: a direita de Campo Maior e a defesa de Joãozinho Félix
Quem representa a direita em Campo Maior? A pergunta ganha novos contornos quando se observa a trajetória do vereador Geraldo Paz, uma d...
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
Geraldo Paz: a direita de Campo Maior e a defesa de Joãozinho Félix
Sindserm de Campo Maior — sindicato ou sala de espera do poder?
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| Bernadete Silva Presid SINDSERM |
Em Campo Maior, uma pergunta incômoda começa a se impor: quem está sendo verdadeiramente defendido pelo Sindserm? Os servidores ou os interesses do poder de plantão?
Sindicato que se preza não pode viver de afagos ao prefeito. Sua função é cobrar, fiscalizar e enfrentar o Executivo quando os direitos dos trabalhadores estiverem em jogo. Quando o silêncio aparece justamente nos momentos em que a categoria espera uma voz firme, a sociedade tem todo o direito de perguntar: onde está a independência sindical?
E é nesse contexto que a atuação da presidente do Sindserm, professora Bernadete Silva, merece ser colocada sob escrutínio público. Não estamos afirmando que exista submissão ao prefeito João Félix. Estamos perguntando se a postura adotada pela direção sindical não transmite aos servidores a incômoda sensação de proximidade excessiva com o Palácio da Prefeitura.
Porque sindicato não pode ser governo paralelo, muito menos extensão do governo. Sindicato que perde a capacidade de contrariar o prefeito perde também parte da razão de existir. A entidade sindical precisa ter coragem para elogiar quando a gestão acerta, mas, sobretudo, para cobrar quando a administração erra.
A pergunta que fica para a presidente Bernadete Silva é direta: se amanhã o servidor precisar enfrentar a Prefeitura para defender um direito legítimo, o Sindserm estará ao lado do trabalhador, ainda que isso signifique confrontar o prefeito João Félix? Essa resposta não precisa vir apenas em discurso. Deve aparecer nas ações.
Porque, em democracia, proximidade com o poder não é crime. Dependência, se comprovada, seria incompatível com a missão sindical. E quando a independência de uma entidade começa a ser questionada pelos próprios representados, não cabe silêncio: cabe transparência. O servidor merece saber se tem um sindicato disposto a enfrentar o poder — ou apenas uma entidade disposta a conversar com ele.
domingo, 2 de agosto de 2026
Cultura do campo, amizade e valorização das raízes marcam encontro na Fazenda Jenipapo
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| Humberto Filho |
A tradição do homem do campo voltou a ganhar destaque em um vídeo publicado nas redes sociais, registrando uma animada pega do boi realizada na Fazenda Jenipapo, propriedade do agropecuarista Humberto Filho, conforme informado pelos organizadores do encontro.
As imagens mostram homens, mulheres, jovens e crianças, reunidos em um ambiente de confraternização, compartilhando um café tradicional antes de seguir para a atividade. Na mesa, alimentos típicos da culinária nordestina, como o cuscuz, reforçam a identidade cultural do campo e a hospitalidade característica do povo piauiense.
O vídeo acompanha momentos da pega do boi, prática tradicional que reúne vaqueiros e admiradores da cultura rural. Mais do que uma demonstração de habilidade e coragem, a atividade representa um patrimônio cultural transmitido entre gerações, preservando costumes que fazem parte da história do interior do Piauí.
O cenário da Fazenda Jenipapo evidencia a força da pecuária e das tradições sertanejas, onde o trabalho no campo convive com momentos de integração entre famílias, amigos e apaixonados pela vida rural.
Em uma época marcada pela rapidez das redes sociais, registros como esse mostram que as verdadeiras riquezas do interior continuam sendo a simplicidade, a amizade e o respeito às tradições. A pega do boi, o café compartilhado e a convivência entre os participantes revelam valores que permanecem vivos e fortalecem a identidade cultural da região.
Mais do que um simples registro, o vídeo representa um convite para que as novas gerações conheçam e valorizem manifestações que fazem parte da memória e da história do povo sertanejo.
O Blog do Professor Jorge Câmara parabeniza todos ao agropecuarista Humberto Filho pela preservação dessas tradições, reconhecendo que eventos como esse ajudam a manter viva a cultura do campo e o orgulho das raízes piauienses.
sábado, 1 de agosto de 2026
BRASIL TEM A PRIMEIRA MULHER TRANS A ASSUMIR O CARGO DE PROMOTORA

Fabi Diniz, a primeira promotora trans do Brasil
O Amazonas parte na frente
Um momento considerado histórico para o sistema de Justiça brasileiro. O Ministério Público do Estado do Amazonas empossou a advogada e professora Fabi Diniz de Queiroz Pilate como promotora de Justiça substituta. Com a posse, ela passa a ser a primeira mulher trans a ocupar o cargo de promotora de Justiça no Brasil.
A cerimônia aconteceu em Manaus e reuniu autoridades, representantes do Ministério Público, familiares e convidados. Fabi é natural de Paranaíba, em Mato Grosso do Sul, formou-se em Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e construiu uma trajetória de quase dez anos de atuação ligada ao Ministério Público, entre estágios e assessoria jurídica, até conquistar a aprovação em concurso público.
Para o Ministério Público do Amazonas, a posse representa um marco de inclusão e diversidade, ampliando a presença de grupos historicamente sub-representados em cargos de destaque na administração pública. Além do simbolismo, Fabi e os demais promotores empossados reforçarão a atuação da instituição em diferentes comarcas do estado, trabalhando na defesa da ordem jurídica, dos direitos da sociedade e da democracia.
A conquista também reacende o debate sobre igualdade de oportunidades e demonstra que o acesso aos cargos públicos deve ser definido pela capacidade, pelo mérito e pela aprovação em concurso, princípios fundamentais do serviço público brasileiro.
segunda-feira, 6 de julho de 2026
QUEM DIRIA? O ANTIGO CULPADO AGORA VIROU COMPANHEIRO!
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| Foto da falta de caráter Imagem by Campo Maior em Foco |
Campo Maior acaba de assistir a uma daquelas cenas que mostram como a política pode dar voltas surpreendentes. João Félix e Professor Ribinha passaram anos em campos opostos, trocaram críticas duras em campanhas eleitorais e protagonizaram disputas acirradas pelo comando da cidade. Em 2020, Ribinha foi derrotado nas urnas após uma gestão marcada por conflitos internos e questionamentos administrativos. Agora, os dois aparecem lado a lado, em uma aproximação que chama a atenção de aliados, adversários e, principalmente, do eleitor.
O mais curioso é que João Félix construiu grande parte de sua trajetória política criticando o PT e as administrações petistas em Campo Maior, frequentemente atribuindo a elas problemas enfrentados pelo município. A nova aliança muda o discurso e revela que, na política, antigos adversários podem se tornar parceiros quando os interesses convergem.
Mais do que uma fotografia de ocasião, esse movimento já é interpretado por muitos como parte das articulações para as eleições futuras. E fica a reflexão: em Campo Maior, as disputas parecem mudar de endereço, mas o jogo político continua sempre em movimento. Ao eleitor, cabe observar, comparar discursos e tirar suas próprias conclusões sobre o que realmente mudou — e o que continua exatamente igual.
BR-343: A RODOVIA QUE DIVIDE CAMPO MAIOR E COLOCA VIDAS EM RISCO
terça-feira, 30 de junho de 2026
Projeto Mente em Foco leva atendimento a crianças em Campo Maior
O projeto Mente em Foco inicia atividades em Campo Maior com foco em crianças de 3 a 10 anos com comportamentos atípicos relacionados ao desenvolvimento.
segunda-feira, 29 de junho de 2026
R$ 4,5 milhões em shows: valor poderia financiar milhares de benefícios sociais em Campo Maior
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| Prefeito João Félix Crédito: redes sociais (IA) |
Levantamento realizado a partir de contratos disponíveis no Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI) aponta que a Prefeitura de Campo Maior destinou aproximadamente R$ 4,56 milhões para a contratação de atrações musicais entre 2025 e 2026. Os contratos foram realizados por meio de inexigibilidade de licitação, modalidade prevista em lei para a contratação de artistas.
O valor chama atenção quando comparado a programas de assistência social. Com os mesmos recursos, seria possível conceder um benefício de R$ 600 para cerca de 7.600 famílias durante um mês ou distribuir aproximadamente 18.240 cestas básicas de R$ 250 para famílias em situação de vulnerabilidade.
Por outro lado, especialistas destacam que eventos públicos também movimentam a economia local, beneficiando comerciantes, ambulantes, hotéis e restaurantes, além de gerar empregos temporários e incentivar o setor cultural.
Ainda assim, a comparação reacende o debate sobre as prioridades na aplicação dos recursos públicos, especialmente em municípios que ainda enfrentam desafios nas áreas de saúde, assistência social e infraestrutura.





