terça-feira, 25 de outubro de 2022

"A origem do mito bíblico que foi utilizado para 'justificar' racismo"


Mais do que nunca, os dias atuais têm mostrado a cara torpe do racismo e do preconceito religioso que vigora no Brasil.

Todos os dias, os meios de comunicação narram casos de racismo e intolerância religiosa em todos os cantos do país. Mesmo com uma legislação ampla e robusta que trata dos crimes que se revelam nesse viés, vê-se que aumentam assustadoramente a violação de direitos tão fundamentais ao ser humano.

Percebe-se uma sociedade preconceituosa, raivosa, incapaz de ver no outro seu semelhante.

Garimpamos interessante matéria da BBC-Brasil sobre as origens de tão sinistros crimes, principalmente contra os adeptos das Religiões de Matriz Africana, alvo preferido da ignorância e da estupidez de quem se acha senhor da verdade.

Vale a pena conferir a matéria de tão conceituado meio de comunicação, que traz as origens de tão repugnante crime,

Confira a matéria em BBC-Brasil e veja que podemos mudar certos tipos de comportamentos que machucam tantas pessoas diariamente.

segunda-feira, 24 de outubro de 2022

A quem interessar possa

 Nos últimos anos, temos uma avalanche de desinformação veiculadas pela imprensa oficial ou chapa branca quanto ao Piso Nacional dos Professores. Todo início de ano, Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação têm que fazer uma grande mobilização para se fazer entender que o Piso Nacional dos Professores é uma Lei, e como tal deve ser cumprida. No Piauí, as últimas mobilizações sempre são infrutíferas. O Governo piauiense "deita e rola" sobre a categoria.

O jogo sujo do Governo, de jogar a população contra a categoria é grande. Sem contar com as notícias nacionais que deturpam a Lei.

Reproduzo, aqui, matéria do Portal CNN Brasil, que dá um panorama de como é que funciona a Lei, quais as obrigações das esferas de governo e o que conseguimos até hoje.

Vale a pena ler o post.


Fatos Primeiro: fala de Bolsonaro sobre piso salarial dos professores precisa de contexto

Em 2021, o reajuste foi de 33,24%

O presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, chega para debate do segundo turno realizado pelo Grupo Bandeirantes, em parceria com a TV Cultura, o portal UOL e o jornal Folha de S. Paulo, nos estúdios da Band em São Paulo, na noite deste domingo (16)
O presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, chega para debate do segundo turno realizado pelo Grupo Bandeirantes, em parceria com a TV Cultura, o portal UOL e o jornal Folha de S. Paulo, nos estúdios da Band em São Paulo, na noite deste domingo (16)WERTHER SANTANA/ESTADÃO CONTEÚDO

Gabriela GhiraldelliLuana Cataldida CNN


O presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, disse, em entrevista ao Jornal da Difusora, do Maranhão, em 15 de outubro, que seu governo deu o maior reajuste da história para professores.

O aumento salarial foi concedido após dois anos sem reajuste. Na maioria dos casos, as mudanças no piso são custeadas pelos municípios e estados, apesar de a lei ser sancionada pelo governo federal.

PUBLICIDADE
O que Bolsonaro disse

No nosso governo, houve o maior reajuste da história dos professores, 33%.

Reajuste piso salarial dos professores

A lei n° 11.738 estabelece um piso salarial para os profissionais do magistério público da educação básica para jornadas de 40 horas semanais e prevê reajustes para janeiro de cada ano. A lei foi sancionada em 2008 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e, portanto, a série histórica teve início em 2009, quando o valor do piso foi de R$ 950,00.

Entre 2010 e 2020, o reajuste oscilou. O maior foi concedido em 2012: 22,22%. O menor foi dado em 2019: 4,17%. Em 2021, no entanto, não houve reajuste, em decorrência dos efeitos da pandemia. Após dois anos com o mesmo piso salarial, o aumento foi de 33,24% em 2022.

  • 2010 – 7,86%
  • 2011 – 15,84%
  • 2012 – 22,22%
  • 2013 – 7,97%
  • 2014 – 8,32%
  • 2015 – 13,01%
  • 2016 – 11,36%
  • 2017 – 7,64%
  • 2018 – 6,82%
  • 2019 – 4,17%
  • 2020 – 12,84%

Dois anos sem reajuste

O valor do piso salarial estabelecido em 2022 foi definido após um estudo técnico e jurídico do Ministério da Educação. Foi mantido o critério previsto pela lei, que estabelece que o reajuste obedeça ao percentual de crescimento do valor que a pasta investe em cada aluno dos anos iniciais do ensino fundamental urbano. A quantia é definida pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

No início do ano, após o reajuste ser aprovado, entidades ligadas a prefeitos se manifestaram de forma contrária, como a da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP). Em nota, a organização afirmou que a arrecadação tributária excepcional de 2021 foi uma consequência da pandemia e não deveria servir de parâmetro.

“A recuperação da atividade econômica, frente à queda de 2020, combinada à aceleração inflacionária para um patamar de dois dígitos, fez com que a arrecadação tributária, de 2021, apresentasse um desempenho excepcional, muito acima do previsto, ou mesmo do realizado, em anos anteriores. Trata-se de um resultado obtido em função do momento atípico da pandemia. Justamente por isso não se pode tomar esta variação extraordinária como referência para o reajuste do piso, pois há baixíssima possibilidade desse desempenho da receita se repetir no médio prazo”, disse a FNP.

Reajuste zero em 2021

Entre 2020 e 2021, durante a pandemia, o custo aluno do Fundeb ficou negativo, por isso o reajuste foi zero em 2021.

A lei não define um limite mínimo ou máximo para o reajuste. Dessa maneira, prevalece o critério definido na lei 11.494 de 2007, do antigo Fundeb, que foi tornado permanente na Lei 14.113 de 2020.

Caso um município ou estado comprove incapacidade de arcar com os custos do reajuste, a lei prevê que a União complemente o valor. Até hoje, isso não ocorreu.

Bom dia! Estamos de volta!!!

Depois de uma longa jornada sem postar nenhuma informação, tento hoje retomar o que mais gosto de fazer: oferecer recursos de leitura de informações para que as pessoas possam analisar e, assim, formar seu juízo de valor.

Meu receio nesse tempo de silêncio foi devida à enxurrada de informações desencontradas, descontextualizadas, sabe lá Deus, com que propósitos. Informações eivadas de sentimento de ódio, de opressão, de mentiras. Assim, achei prudente analisar essas informações, formar meu juízo de valor sobre elas e não provocar nenhum motivo de discórdia com meus leitores. 

Vi que recentemente estão fazendo uma pesquisa profunda quanto às postagens realizadas por mim, Não sei com que interesse ou objetivo. Se para pesquisa de temas, obrigado pela consideração; se para procurar falhas em minha linha de pensamento, lamento muito.

Todas as postagens que faço, quer sobre educação, saúde, entretenimento ou POLÍTICA, faço dentro de um contexto do momento e que pode variar de acordo com o tempo ou as novas necessidades. 

Até hoje  não escondi ou excluí nenhuma informação postada, mesmo aquelas que ora possam parecer contraditórias. Não é mudar de opinião sobre determinados temas ou pessoas, trata-se da avaliação de um momento temporal.

Assim, espero nesse meu retorno, continuar firme na minha formação política, profissional e moral.