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quarta-feira, 4 de junho de 2025

PL 1.234/2025: Um retrocesso disfarçado de "liberdade" - Quando a montanha pari a serpente

    
Crédito da Charge: 
abrasco.org.br

O projeto "Liberdade Vacinal", do deputado Capitão Alberto (PL-PI), avança no Congresso como uma ameaça à saúde pública. Ao tornar a vacinação não obrigatória para acesso a escolas e serviços públicos, a proposta ignora décadas de evidências científicas e coloca em risco especialmente crianças e populações vulneráveis.
    Apoiado por grupos antivacina, o PL 1.234/2025 despreza pareceres técnicos de instituições como a Fiocruz, que alertam para o perigo do retorno de doenças erradicadas. A justificativa de "liberdade individual" esconde uma irresponsabilidade coletiva: vacinas são um pacto social, não uma escolha ideológica.
    A aprovação na CCJ, sem debate amplo com a comunidade científica, revela o viés ideológico da proposta. Enquanto países avançados reforçam campanhas de imunização, o Brasil caminha na contramão, incentivado por um discurso negacionista que já mostrou seus resultados trágicos durante a pandemia. Liberdade, sem responsabilidade, é apenas um nome bonito para o caos.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Unidades de Saúde de Campo Maior estão preparadas para a vacinação contra febre amarela

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Marcelo Miranda acompanha vacinação contra a febre amarela

A Secretaria de Saúde de Campo Maior alerta à população da necessidade de procurar os postos de saúde do município para a imunização contra a febre amarela.

Autoridades brasileiras de saúde estão preocupadas com a verificação de epidemia da doença em várias partes do país. Para que isso não ocorra em Campo Maior, o Secretário Marcelo Miranda, afirmou que as unidades básicas de saúde se encontram preparadas para aplicar as doses da vacina.

"Devem se vacinar pessoas que querem atualizar o cartão de vacina e principalmente as que irão viajar para esses locais que estão em alerta ou com casos da doença no Brasil", afirmou Miranda.

O esquema vacinal contra a febre amarela é de uma dose aos noves meses de idade com reforço aos quatro anos. Para pessoas de 2 a 59 anos, a recomendação é de duas doses.

Fonte: ASCOM PMCM/Valdamir Alvarenga