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Rapidinhas do Professor Jorge Câmara

  1. Campo Maior não é curral eleitoral, nem propriedade do prefeito! A derrota vergonhosa do filho do prefeito nas urnas não dá a ninguém o...

domingo, 13 de abril de 2014

COTAS RACIAIS (por Jacob Fortes).




Pautadas por discordâncias, de um lado, e assentimento, de outro, as cotas raciais estão permanentemente em voga. Conceitualmente, as cotas são vagas que se reservam em instituições públicas ou privadas, (vestibulares ou concursos) e têm o propósito de amortizar dívida histórica do Brasil para com os negros.


Efetivamente, a dívida é fato incontroverso; não foi resgatada por inteiro. Afinal, durante séculos o Brasil fez do escravismo a sua principal bandeira. Bandeira tão amada pelo polo senhorial quanto odiada pelos pregoeiros da liberdade. Manter na detenção mão de obra escrava era negócio dos mais promissores para a sociedade escravista que reinou no período colonial. Por meio do pujante comércio de escravos os senhores da Casa Grande aprovisionavam a Senzala de mão de obra necessária ao cultivo de terras pródigas; onde brotavam gigantescas e luxuriantes plantações, mormente cana de açúcar. Essa a principal razão por que o Brasil foi o último país do mundo a conceder alvará de soltura à mão de obra escrava; só o fez por causa das fortes pressões da Inglaterra. A classe senhorial resistiu o quanto pôde a todas as ideias e tentativas libertárias, sobretudo a partir do século XVIII quando sopraram fortes as primeiras emanações ideológicas que negavam legitimidade ao regime cativo. Essas emanações, de boa semente, demarcaram o lento processo de demolição do regime escravocrata.  Esse passado escravista faz pesar sobre o Brasil enorme dívida social; os negros são detentores de haveres de grande monta. Isso é tão razoável quando induvidoso. Entretanto, as cotas parecem miúdas demais para servirem de moeda de pagamento de avultada dívida. De tão miúdas fazem lembrar racionamento. Racionamento, por essência, tem caráter paliativo, não peremptório. Não é justo que a dívida seja quitada aos moldes dos haveres lançados, em pingas, nos cadernos de merceeiros.


Mas a ideia de saudar, a conta-gotas, dívidas para com a raça negra parece bastante antiga. Exemplificativamente, vejamos: a primeira generosidade dos fautores da escravidão para dissimular as marcas físicas e psicológicas do açoite, surgiu em 1871, (obviamente depois de pressões internacionais), quando se tornaram libertos todos os filhos de escravas nascidos a partir da promulgação da Lei do Ventre Livre. Posteriormente, em 1885, sobreveio a Lei dos Sexagenários, que assegurou liberdade aos escravos com mais de 60 anos. Claro. Esgotados no eito escravista já haviam perdido a serventia. Sequentemente, em 1888, surge a Lei Áurea que tornou extinta a escravidão no Brasil. Embora a manumissão tenha-se verificado no papel, o negro permaneceu sojigado pela dependência econômica, circunstância que reduziu a aparatosa lei Áurea em simples norma de adorno. Ainda para suavizar as expiações horrendas, criou-se, mais tarde, uma manobra eufêmica por meio da qual a odiosa segregação passou a chamar-se preconceito de cor ou preconceito de raça.

Agora, na esteira dos lenitivos, surgem as cotas, simulacros de manchões, que acodem a poucos. Todavia, “o racismo não é uma entidade personificada por uma só pessoa ou grupo de pessoas”. O Brasil inteiro é multirracial. Sendo assim, benefícios que forem ofertados ao povo deveriam ocorrer de modo isonômico, não desigualmente como evidenciado pelas cotas. Estas, diga-se, assumem o caráter de favor a grupos, circunstância que conspira contra a igualdade de oportunidades. A igualdade de oportunidade é da essência do regime democrático, é princípio constitucional basilar. Nisto merece louvores o princípio fayoliano: “o interesse particular subordina-se ao geral”.


Supondo que as exceções se expandam a outros setores, futebol, por exemplo, situações estapafúrdias haveriam de surgir. No futebol, onde a distância para se bater um pênalti é de nove metros, se o batedor tiver pele negra essa distancia haveria de ser reduzida. Imagine o imbróglio, imagine o cipoal de leis, decretos, resoluções etc., para disciplinar essas insólitas exceções. Favorecer ou desfavorecer por causa da cor da pele são circunstâncias à míngua de amparo porque a Magna Carta assegura igualdade a todos, sem distinção de nenhuma natureza. As cotas, que pressupõe tutela, além de denegar os méritos inerentes à raça negra ainda faz crer que os negros precisam de pares de andas o que não é verdade. Essa proteção impertinente exprime desonra a uma raça cuja ascendência está recheada de heróis. Sob o arrimo da coragem e do talento esses heróis, insurretos, se notabilizaram pelas suas bravuras em favor da liberdade da sua gente: João Mulungu, José Cabrinha, Dragão do Mar, Gangazuma, Zumbi dos Palmares, Adão, Nuno, Ambrósio, Manuel Jurema e vintenas de outros.


Para resgatar a dívida que o país tem com os seguimentos marginalizados, compostos na sua esmagadora maioria, por negros e mestiços, nada mais apropriado, mais completo, mais altivo, mais dignificante, do que os governos oferecerem escolas públicas, completas, regulares e de qualificação profissional. Somente a qualificação permitirá a todos competir em pé de igualdade. Se os negros não estão suficientemente preparados para concorrer a vagas nos vestibulares ou nos concursos públicos, é porque os governos não lhes oferecem ensino que lhes assegurem cabedal necessário ao enfrentamento das adversidades. Qualificar é libertar, é fornecer recursos para a superação. A falta de escola pública de qualidade prejudica não apenas os negros, mas os brasileiros pobres de um modo geral. Ainda que o anseio universal seja a igualdade não se pode desconhecer que a desigualdade permeia toda a Criação. Portanto, é irrelevante arguir desigualdade, mas igualdade de oportunidades é algo que se impõe como indispensável a todos.


É preciso inumar em cova profunda o critério de se estabelecer desigualdade pela cor da pele. Isso fica para colonizadores, hábeis preadores de índios, cujas ações, do alto das suas donatarias, se pautavam, mais das vezes, por mandonismo truculento. As cotas são um modo disfarçado de realçar um racismo que ficou num passado distante. Elas se prestam, senão para viciar, para constranger.


Acordem-se os sonolentos, pois “já raiou a liberdade no horizonte do Brasil”. O regime democrático nacional, mesmo que pálido de decálogo cívico, infelizmente, não comporta prerrogativas fundadas na cor da pele. Urge que sejam avaliadas todas as clarividências para que, removidas as divergências e as insensibilidades, prevaleça a obviedade: a raça negra merece o principal: escolas públicas de boa qualidade e não o secundário: cotas. Para a valorosa raça negra as cotas, favores de ocasião, exprimem algo que não lhe assenta à dignidade; não honra o seu real merecimento. Elas depõem contra quem recebe e, mais ainda, contra os governos, pois atestam a incapacidade do poder público de ofertar ensino de qualidade. A raça negra prefere a moeda suada, não a achada.

sábado, 12 de abril de 2014

Pré-candidatura de W. Dias será lançada em maio, afirma Regina

A pré-candidatura do senador Wellington Dias ao Governo do Piauí é unanimidade dentro do Partido dos Trabalhadores, contrariando outras disputas quando o partido mantinha forte divergência quanto ao assunto.

No próximo dia 10 de maio, em um café da manhã numa grande casa de eventos de Teresina, serão apresentados os candidatos das chapas majoritária e proporcional, onde Wellington é pré-candidato na disputa pelo Palácio de Karnak, hoje governado por um ex-aliado.

Regina Sousa
A presidente do Diretório Estadual da sigla, Regina Sousa, afirmou que trata-se encontro estatutário, evento previsto no Estatuto do partido e que tem como finalidade a preparação da candidaturas.

Deverão ser apresentados os nomes de 17 inscritos para a vaga de deputado estadual e sete para deputado federal. 
 

“Os que já estão com mandato se inscreveram para disputar a reeleição, menos Jesus Rodrigues, que abriu mão da candidatura, mas existem uns candidatos novos ainda não conhecidos, como Oscar Procópio, de Floriano, que pretende disputar uma vaga na Assembleia”, disse Regina Sousa.
 

Dilma reforça importância da educação em evento em Porto Alegre

"11 de Abril de 2014

Brasília, 11/04/2014 – “A educação é um dos caminhos para tornar permanente a conquista de cada um de nós no Brasil”. A declaração foi dada pela presidenta da República, Dilma Rousseff, nesta sexta-feira (11), durante cerimônia de formatura de mil alunos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), em Porto Alegre (RS). 
 
“Por isso esse esforço imenso em fazer 8 milhões de matrículas no Pronatec até 2014”, destacou Dilma ao falar da importância do ensino técnico para o desenvolvimento do país. “Quanto mais estudo nossa população tiver, mais sua família viverá melhor, mais o Brasil precisa disso para poder crescer, para ser uma nação mais rica, realizando seu potencial imenso”, afirmou.
 
Também presente na ocasião, o ministro da Educação, Henrique Paim, destacou o esforço do governo para viabilizar políticas como o Pronatec. “É fundamental que tenhamos eventos como esse para que possamos reconhecer pessoas que se esforçam e conquistam o caminho da educação”.
 
Paim ainda ressaltou o compromisso do governo com a educação integral, desde a creche à pós-graduação. “Estamos fazendo um grande investimento na educação infantil do Brasil, que é o começo de tudo”. 
 
Pronatec - Criado em 2011, o programa, monitorado pela Casa Civil da Presidência da República, tem o objetivo de expandir, interiorizar e democratizar a educação profissional e tecnológica. A iniciativa já possui 6,3 milhões de estudantes matriculados em todo país. A ação oferta cursos gratuitos nas escolas públicas federais, estaduais e municipais, nas unidades de ensino do Senai, Senac, Senar, Senat, e também em instituições privadas de ensino superior e de educação profissional técnica de nível médio. "

Crédito da matéria: http://www.casacivil.gov.br/

Seminário discute implantação do Método APAC no Piauí

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Foi realizado nos dias 4, 5 e 6 de abril o Seminário que discutiu a implantação do Método APAC na comarca de Campo Maior, Piauí. Promovido por meio de parceria entre a Corregedoria-Geral de Justiça do Estado do Piauí, a Secretaria de Estado da Justiça, Prefeitura de Campo Maior, a Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados (FBAC) e a Diocese de Campo Maior, contou com a presença de mais de 300 pessoas durante os 3 dias do evento.
O juiz auxiliar da Presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Luiz Carlos Rezende e Santos, do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF), abriu o evento com a palestra Método APAC. 
O inspetor de metodologia Wellington Silva falou aos presentes sobre os 12 Elementos Fundamentais do Método, expansão das APACs pelo país e pelo mundo, sobre o papel da FBAC, além de emocionar a todos com seu belo testemunho de vida.
Participaram ainda do evento, o Corregedor Geral de Justiça do Piauí, Francisco Antonio Paes Landim, o prefeito Paulo Martins, secretários e vereadores municipais, associações, empresários e representantes de várias entidades religiosas. O seminário objetivou atrair o envolvimento da sociedade, esclarecer a metodologia e consolidar o comprometimento de Campo Maior e do Piauí no processo de concepção e instalação da APAC.

A matéria foi publicada no último dia 7 de abril no site http://www.fbac.org.br/


quinta-feira, 10 de abril de 2014

País precisa de novo modelo para educação pública, dizem especialistas

A necessidade de se definir um novo modelo para educação pública no Brasil foi defendida nesta quarta-feira (9), no Senado, em audiência pública da Comissão Especial de Financiamento da Educação. Os especialistas do setor que participaram da discussão divergiram sobre como deveria ser esse novo modelo, mas concordaram que o sistema atual não oferece qualidade de ensino suficiente para que o país dê um salto de desenvolvimento.

A comissão foi criada ano passado para buscar soluções que aumentem os recursos disponíveis para educação pública por todo o país. Para os convidados do debate desta quarta, os critérios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), responsável por distribuir entre estados e municípios recursos destinados constitucionalmente à educação, fazem com que o repasse de verbas seja desigual, o que acaba prejudicando a qualidade geral do ensino.

Segundo o professor da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Fernando Rezende, o Fundeb não é capaz de corrigir disparidades regionais. Em sua opinião, é preciso “discutir a única reforma que foi esquecida nos últimos 20 anos: a reforma orçamentária”. Rezende ressaltou que não há como conseguir mais recursos para a educação, uma vez que o orçamento federal está cada vez mais apertado. A saída seria reformular as destinações já existentes.

As críticas ao Fundeb foram compartilhadas por André Amorim Alencar, representante da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Entre os problemas do fundo, ele destacou o fato de que somente o número de alunos matriculados nas escolas é levado em consideração na partilha de recursos  e não a qualidade do ensino da instituição.

domingo, 6 de abril de 2014

Voo entre Teresina e Parnaíba já é realidade



A empresa aérea Azul já está operando o trecho Teresina-Parnaíba desde o último sábado (05), quando fez sua primeira viagem comercial.

No vôo comercial estava o Senado Wellington Dias e vários políticos do Partido dos Trabalhadores. Wellington quis fazer essa primeira viagem da Azul para observar a reação das pessoas, principalmente dos parnaibanos que tanto lutaram pela concretização desse sonho.

Durante sua visita à Parnaíba, Wellington Dias, que disputará as próximas eleições pleiteando a vaga de governador do Piauí, falou sobre as alianças e formações de chapa antes das convenções partidárias, que acontecem em junho deste ano. 

Indagado sobre seu possível vice, onde nomes como o de José Hamilton, ex-prefeito de Parnaíba, Iracema Portella, deputada federal  e Margareth Coelho, deputada estadual, aparecem como opções, Dias é categórico e diz que “todas as opções são fortes, mas que tudo será resolvido próximo ao prazo estipulado pela justiça eleitoral. Todos os nomes são de extrema importância, e quem for escolhido vai agregar grande valor ao estado do Piauí”.   

terça-feira, 1 de abril de 2014

Pesquisa revela que estudante brasileiro é ruim de reciocínio



Brasil ficou em 38° lugar entre 44 países

A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou nesta terça-feira (1°) o resultado do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), que pela primeira vez avaliou a capacidade de estudantes de 15 anos do mundo inteiro para resolver problemas de matemática aplicados à vida real. O Brasil ficou em 38° lugar, em um total de 44 países.

O resultado mostrou ainda que só 2% dos alunos brasileiros conseguiram resolver problemas de matemática mais complexos. Entre os estrangeiros este número chegou a 11%.

No caso do Brasil, os meninos tiveram desempenho melhor que as meninas no teste. Os rapazes somaram 436 pontos contra 412 das moças.

Os últimos da lista foram Uruguai, Bulgária e Colômbia. Os países líderes são todos asiáticos: Cingapura, Coreia do Sul e Japão.

Para chegar a este resultado, a avaliação incluiu perguntas em que o aluno tinha de, hipoteticamente, manusear um aparelho de MP3 player, e ainda, comprar bilhetes em uma estação de trem em um máquina.

Em uma das perguntas, por exemplo, o estudante tinha de selecionar no MP3 o estilo rock, no volume 4, usando poucos cliques e sem nenhum botão 'reset'.

As habilidades não cognitivas foram testadas pela primeira pelo Pisa que é um exame reconhecido mundialmente por avaliar o desempenho dos estudantes em matemática, ciências e leitura. O Pisa é aplicado a cada três anos em alunos de 15 anos, faixa etária em que concluem o ciclo básico de ensino.

O último resultado foi divulgado em dezembro. Nas três disciplinas o Brasil teve desempenho abaixo entre os países da OCDE. Em matemática ficou em 58º lugar (foram 65 países analisados), foi o 55º em leitura e 59º em ciências.

Crédito da matéria:
cidadeverde.com
 

Bom dia da mentira

Tudo começou quando o rei da França, Carlos IX, após a implantação do calendário gregoriano, instituiu o dia primeiro de janeiro para ser o início do ano. Naquela época, as notícias demoravam muito para chegar às pessoas, fato que atrapalhou a adoção da mudança da data por todos.

Antes dessa mudança, a festa de ano novo era comemorada no dia 25 de março e terminava após uma semana de duração, ou seja, no dia primeiro de abril. Algumas pessoas, as mais tradicionais e menos flexíveis, não gostaram da mudança no calendário e continuaram fazer tal comemoração na data antiga. Isso virou motivo de chacota e gozação, por parte das pessoas que concordaram com a adoção da nova data, e passaram a fazer brincadeiras com os radicais, enviando-lhes presentes estranhos ou convites de festas que não existiam.Tais brincadeiras causaram dúvidas sobre a veracidade da data, confundindo as pessoas, daí o surgimento do dia 1º de abril como dia da mentira.

Aproximadamente duzentos anos mais tarde essas brincadeiras se espalharam por toda a Inglaterra e, consequentemente, para todo o mundo, ficando mais conhecida como o dia da mentira. Na França seu nome é “Poisson d’avril” e na Itália esse dia é conhecido como “pesce d’aprile”, ambos significando peixe de abril. No Brasil, o primeiro Estado a adotar a brincadeira foi Pernambuco, onde uma informação mentirosa foi transmitida e desmentida no dia seguinte. “A Mentira”, em 1º de abril de 1848, apresentou como notícia o falecimento de D. Pedro, fato que não havia acontecido.

Walt Disney criou uma versão para o clássico infantil Pinóquio, dando ênfase à brincadeira, mostrando para a criançada o quanto mentir pode ser ruim e prejudicial para a vida das pessoas. Ziraldo, um escritor brasileiro da literatura infanto-juvenil, também conta histórias sobre as mentiras, através do tão famoso personagem, o Menino Maluquinho. Em "O Ilusionista", Maluquinho descobre o mal provocado por roubar, fingir e mentir.

Pregar mentiras nesse dia é uma brincadeira saudável, porém o respeito e o cuidado devem ser lembrados, para que ninguém saia prejudicado, afinal, a honestidade é a base para qualquer relacionamento humano.