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Qual é o santo de João Félix Filho? Porque a lei, ao que tudo indica, não é

Q ue santo protegeria o senhor João Félix Filho diante do volume de críticas e questionamentos que cercam sua gestão? A pergunta circula em ...

domingo, 4 de janeiro de 2026

Qual é o santo de João Félix Filho? Porque a lei, ao que tudo indica, não é

Que santo protegeria o senhor João Félix Filho diante do volume de críticas e questionamentos que cercam sua gestão? A pergunta circula em Campo Maior como provocação política e síntese do descontentamento popular. Não há fé que suspenda a lei nem crença que substitua a obrigação de governar com responsabilidade. O cargo público não concede imunidade moral nem jurídica.

A Lei de Responsabilidade Fiscal é clara e vale para todos os gestores. O próprio Tribunal de Contas do Estado tem apontado, de forma reiterada, o descumprimento dessa legislação pela Prefeitura de Campo Maior. Não se trata de opinião, mas de registros oficiais. Ignorar esses alertas é brincar com o dinheiro público e com a paciência da população.

"Quem não cumpre a Lei é criminoso" - 
diz Sérgio Pereira

Nesse contexto, a fala de Sérgio Pereira ganha centralidade no debate. Ao chamar o prefeito de criminoso, ele se refere ao não cumprimento da lei, ao desrespeito às normas que regem a administração pública. Não é ataque pessoal nem retórica vazia, mas uma denúncia política dura, amparada na ideia de que governar fora da lei também é uma forma de crime contra o interesse coletivo.

O que agrava o cenário é a postura de deboche diante das críticas e dos questionamentos. Governar exige seriedade, diálogo e prestação de contas, não ironia. Campo Maior não precisa de santos nem de blindagens simbólicas. Precisa de um gestor que respeite a lei, ouça a população e responda pelos próprios atos.