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Avanço histórico: lei fortalece povos de matrizes africanas e marca vitória contra a intolerância religiosa

          Em um cenário ainda marcado por preconceitos e desafios históricos, uma importante conquista traz esperança e reafirma a força da ...

segunda-feira, 23 de março de 2026

Avanço histórico: lei fortalece povos de matrizes africanas e marca vitória contra a intolerância religiosa



          Em um cenário ainda marcado por preconceitos e desafios históricos, uma importante conquista traz esperança e reafirma a força da resistência cultural no Brasil. A AMPMA Brasil manifestou publicamente seu agradecimento pela aprovação de um projeto de lei voltado à valorização e proteção das comunidades tradicionais de matrizes africanas.
       A iniciativa, considerada um marco para os povos de terreiro, representa mais do que um avanço jurídico: simboliza o reconhecimento de uma luta ancestral, construída ao longo de gerações que resistiram à marginalização, à invisibilidade e à intolerância religiosa.
        Segundo a articulação, a caminhada dessas comunidades sempre foi permeada por desafios, ataques e discriminações. Ainda assim, a fé, a ancestralidade e a resistência têm sido pilares fundamentais na manutenção de suas tradições e identidades culturais. Nesse contexto, cada conquista legal ganha um significado coletivo profundo, funcionando como um passo firme rumo a uma sociedade mais justa e respeitosa.
       O projeto aprovado demonstra sensibilidade política e compromisso com a diversidade cultural brasileira. Ao reconhecer e valorizar as práticas, saberes e territórios dos povos de matrizes africanas, a legislação contribui para combater o racismo religioso — uma realidade ainda presente em diversas regiões do país.
          A AMPMA Brasil reforça que ações como essa não apenas garantem direitos, mas também fortalecem a autoestima e a dignidade de milhares de pessoas que mantêm viva uma herança cultural essencial para a formação do Brasil.
          Mais do que um gesto institucional, a aprovação da lei é um recado claro: não há espaço para intolerância em uma sociedade que se pretende democrática. E, enquanto houver resistência, haverá também avanço.
          A luta continua — agora mais fortalecida, com a certeza de que dias melhores são construídos com coragem, compromisso e respeito às raízes do povo brasileiro.

quinta-feira, 12 de março de 2026

Câmara sob influência? Promessa de sucessão e suposta subserviência política acendem alerta em Campo Maior

Wellington Sena - nada de fiscalizar o amigo prefeito
Foto: Redes Sociais

A transparência na administração pública não é favor, é obrigação. Quando um cidadão solicita documentos como balancetes da Câmara Municipal ou da Prefeitura, a autoridade pública tem o dever de apresentar essas informações dentro do prazo estabelecido pela Lei de Acesso à Informação, que garante até 20 dias para resposta, podendo chegar a 30 em casos justificados.

O dinheiro administrado pelo poder público pertence à população. Por isso, qualquer tentativa de dificultar o acesso a informações públicas fere o princípio da transparência previsto na Constituição Federal de 1988 e enfraquece o papel fiscalizador do Poder Legislativo.

Nesse cenário, chama atenção a postura do vereador Wellington Sena. Em vez de exercer com independência o seu papel de fiscalizador, o parlamentar tem sido apontado por setores da sociedade como alguém que estaria a serviço do prefeito Joãozinho Félix, deixando de atuar como parceiro da população para assumir uma posição de subserviência política.

Comentários de bastidores indicam ainda que o prefeito teria prometido ao presidente da Câmara apoio para que ele seja seu sucessor na eleição de 2028. Se confirmada, essa articulação política levanta preocupações sobre a autonomia do Legislativo e sobre o futuro administrativo do município.

Quando a fiscalização enfraquece e os interesses políticos se sobrepõem ao interesse público, quem corre o risco é a população. Campo Maior precisa de transparência, independência entre os poderes e compromisso real com o bem coletivo. Só assim o município evita entrar em uma situação administrativa ainda mais crítica.


terça-feira, 10 de março de 2026

Vergonha pública: prefeitura ignora estrada que leva à Penitenciária de Campo Maior

Importante via de acesso intrafegável
Foto: 

A situação da estrada que dá acesso à Penitenciária Regional de Campo Maior tem causado revolta entre motoristas e moradores da região. Como mostram as imagens, o trecho está tomado por lama e grandes poças d’água, tornando a passagem praticamente intrafegável, principalmente após as chuvas. Quem precisa trafegar pelo local enfrenta riscos, atrasos e muita dificuldade para chegar ao destino.

O problema se agrava porque essa não é uma estrada qualquer. A via garante acesso direto à Penitenciária Regional de Campo Maior, à unidade da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e também a diversas propriedades rurais da região. Diariamente, produtores, trabalhadores, servidores e veículos de serviço utilizam o trecho, o que torna ainda mais grave o abandono da via.

Apesar da importância da estrada e do intenso fluxo de veículos, a prefeitura parece fazer de conta que o problema não é de sua responsabilidade. Enquanto o poder público ignora a situação, quem sofre é a população que precisa enfrentar buracos, lama e atoleiros para conseguir passar pelo local.

Moradores e usuários da estrada cobram uma solução urgente. A recuperação do trecho é uma necessidade básica para garantir segurança e mobilidade. O que se espera é que a prefeitura deixe a indiferença de lado e tome providências antes que a situação piore ainda mais

quinta-feira, 5 de março de 2026

MP ACIONA PREFEITURA DE SIGEFREDO PACHECO POR FALTA DE TRANSPARÊNCIA EM QUASE R$ 4,7 MILHÕES

Prefeito Murilo Bandeira
Foto: Arquivo Revista Veja

A gestão do prefeito Murilo Bandeira (PT), em Sigefredo Pacheco, agora está sob o peso de uma ação civil pública que pode abrir uma verdadeira caixa-preta. O promotor Maurício Gomes de Souza ingressou com pedido de liminar contra o município, exigindo que a prefeitura crie imediatamente, no Portal da Transparência, uma área específica para detalhar cada centavo oriundo de emendas parlamentares.

A ação foi protocolada no último dia 24 de fevereiro, na 2ª Vara da Comarca de Campo Maior, e mira diretamente a falta de clareza na divulgação de recursos públicos. Segundo o Ministério Público do Estado do Piauí, o município recebeu 11 emendas parlamentares em apenas dois anos, totalizando R$ 4.698.790,00. O valor é robusto: R$ 2.100.000,00 referentes a seis emendas de 2024 e mais R$ 2.598.790,00 destinados ao ano de 2025.

O problema? Não há informações claras sobre onde e como esse dinheiro foi aplicado. Para o Ministério Público, a ausência de detalhamento fere o princípio da transparência e impede que a população exerça o controle social — direito básico em qualquer democracia.

Quando quase cinco milhões de reais circulam sem vitrine pública adequada, a pergunta ecoa nas ruas: onde está o dinheiro das emendas? A liminar pedida pelo MP pode obrigar a prefeitura a abrir os números. E, se abrir, a população finalmente poderá saber se os recursos chegaram onde realmente deveriam chegar — na melhoria da vida do povo.

domingo, 1 de março de 2026

BOMBA EM CAMPO MAIOR: TCE BLOQUEIA CONTAS DA PREFEITURA POR FALTA DE PRESTAÇÃO DE CONTAS


Campo Maior amanheceu sob clima de choque após o Tribunal de Contas do Estado do Piauí determinar o bloqueio imediato das contas da Prefeitura, por graves irregularidades na prestação de contas do exercício de 2025. A decisão monocrática atinge diretamente a gestão do prefeito João Félix de Andrade Filho e expõe uma situação alarmante. 
Segundo o TCE, a administração municipal deixou de enviar documentos, informações e relatórios obrigatórios, impedindo a fiscalização dos gastos públicos. A omissão fere princípios básicos da transparência, levanta suspeitas e coloca em risco o correto uso do dinheiro do povo. Diante da gravidade, o conselheiro relator Abelardo Pio Vilanova e Silva determinou o bloqueio total das movimentações financeiras do município, como forma de proteger o erário e evitar possíveis danos irreparáveis aos cofres públicos. 
A população agora cobra respostas urgentes. Serviços podem ser afetados, pagamentos suspensos e obras paralisadas, enquanto cresce a indignação popular diante de mais um escândalo administrativo que mancha a imagem da gestão municipal.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

EMPRÉSTIMO MILIONÁRIO, CONTAS REPROVADAS E SUSPEITAS ELEITORAIS: CAMPO MAIOR À BEIRA DE UM ESCÂNDALO

Quando a política aperta, surge o empréstimo. E quem paga é o povo

A Câmara Municipal de Campo Maior vive um momento explosivo com a tramitação de dois projetos de lei que autorizam a Prefeitura a contrair mais de R$ 17 milhões em empréstimos. Em meio a um cenário de desconfiança, revolta popular e ausência total de transparência, cresce o temor de que esse endividamento não tenha apenas finalidade administrativa, mas interesses políticos ocultos, especialmente diante da proximidade das eleições.

A atual gestão do prefeito João Félix está sob investigação do Ministério Público do Piauí, além de acumular um histórico alarmante: as contas dos anos de 2022, 2023 e 2024 foram desaprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado. Outras apurações seguem em curso, lançando ainda mais sombras sobre a lisura da administração. Mesmo assim, o prefeito insiste em pedir um volume gigantesco de recursos, sem apresentar planejamento detalhado, estudos técnicos ou garantias claras de aplicação responsável.

Nos bastidores políticos, cresce a suspeita de que o empréstimo possa estar sendo articulado para viabilizar uma campanha eleitoral milionária e desesperada, com o objetivo de impulsionar a candidatura do filho do prefeito a deputado estadual. Embora ainda não haja comprovação formal, o contexto levanta questionamentos graves e inevitáveis: por que tamanha pressa? Por que tanto dinheiro em um momento de instabilidade fiscal? E por que justamente às vésperas do calendário eleitoral?

O risco é imenso: endividar Campo Maior por décadas, empurrando para as próximas gerações uma conta impagável, enquanto interesses eleitorais imediatos podem estar sendo priorizados. Diante desse cenário, cresce a expectativa por uma postura firme dos vereadores de oposição — Hamilton Segundo, Devan Eugênio, Jacinta Bandeira Hagá, Conceição Lima e Zacarias — para barrar esse possível desmando. O momento exige coragem, responsabilidade e compromisso com o povo, para impedir que o município seja transformado em moeda de troca política.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Qual será o golpe da vez do João Bode?


A imagem que circula nos bastidores da política piauiense, com João Félix, seu filho Dogim e o governador Rafael Fonteles, no Palácio de Karnak, acendeu um alerta e levantou fortes questionamentos sobre uma possível aproximação com o governo estadual. O encontro causa estranheza, já que João é bolsonarista declarado e comanda uma bancada de sete vereadores de direita, que fazem oposição dura tanto ao governador quanto ao presidente Lula.

O que chama atenção é: o que, de fato, João pode oferecer politicamente? Em 2022, Rafael venceu em Campo Maior com quase quatro mil votos de maioria, provando que o PT nunca precisou do prefeito para vencer eleições no município. Além disso, o governador não consultou o diretório municipal do Partido dos Trabalhadores para saber se havia interesse nessa aproximação, o que ampliou ainda mais o clima de desconforto entre militantes e lideranças locais.

Joel Rodrigues em Campo Maior conta com
Humberto Filho

Nos bastidores, lembra-se que a ligação anterior de João com o Progressistas rendeu as únicas obras de cinco anos de gestão, como alguns calçamentos, a reforma do mercado público e a reforma da orla do açude, sem impacto estrutural capaz de justificar alianças políticas tão contraditórias. A trajetória do prefeito é marcada por mudanças constantes de lado, sempre guiadas por conveniência, o que lhe rendeu a fama de político instável e pouco confiável.

Diante disso, cresce a avaliação de que João Félix age mais uma vez por oportunismo, tentando se reposicionar conforme o vento político. Para muitos, trata-se de mais um capítulo de uma longa história de traições, que lança dúvidas sobre a real utilidade dessa aproximação para o governo estadual e para o futuro político de Campo Maior.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

FAMÍLIA FÉLIX VAI FICAR DESEMPREGADA

Família Félix usa e abusa do Poder

ESCÂNDALO NAS URNAS: PREFEITO USA MÁQUINA PÚBLICA PARA ELEGER O PRÓPRIO FILHO, DIZ JUSTIÇA ELEITORAL

A Justiça Eleitoral detonou um verdadeiro terremoto político ao reconhecer que a Prefeitura de Campo Maior foi usada como instrumento eleitoral para favorecer a candidatura de Dogival Vidal dos Reis Neto, filho do prefeito João Félix de Andrade Filho. A sentença é clara: houve abuso de poder político, desvio de finalidade e uso descarado de bens públicos para fins familiares e eleitorais

Segundo a decisão, veículos oficiais e até máquinas da prefeitura cruzaram limites municipais para servir à campanha em Jatobá do Piauí. Carros da Assistência Social e da Saúde, esta última comandada pela própria mãe do candidato, foram flagrados em eventos, visitas e ações de pré-campanha, sem qualquer autorização formal. Para o juiz, a prefeitura virou extensão do patrimônio da família

A defesa até tentou minimizar, dizendo que eram “meras irregularidades administrativas”, mas a Justiça não comprou a versão. O magistrado foi direto: não se tratou de apoio institucional, mas de uso político da máquina pública, com confissão dos fatos e provas robustas reunidas pelo Ministério Público Eleitoral

O desfecho é pesado: inelegibilidade por oito anos para Dogival Neto, João Félix e outro aliado, além da cassação do registro de candidatura e envio do caso ao Ministério Público para apuração de improbidade e crime de responsabilidade. O recado foi dado: quem transforma prefeitura em comitê eleitoral pode até mandar por um tempo, mas acaba respondendo na Justiça

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Quem Vigia o Dinheiro de Campo Maior?

CAIC - Imagem de arquivo PMCM

Campo Maior começou 2026 com cifras milionárias entrando nos cofres municipais, mas a população segue no escuro sobre como esse dinheiro está sendo usado. Somente em janeiro, a Prefeitura recebeu R$ 19.023.295,54, um volume expressivo que exigiria transparência absoluta. O que se vê, porém, é silêncio e falta de prestação de contas.

Na educação, a situação é ainda mais grave e preocupante. Do total arrecadado, R$ 13.402.398,03 vieram do Fundeb, recurso carimbado para garantir ensino de qualidade e valorização dos profissionais.Sem dados claros, cresce a desconfiança sobre o destino desse dinheiro.

A pergunta que ecoa nas ruas é simples: quem fiscaliza mês a mês o Fundeb?
Como confiar na fiscalização se a Prefeitura está aparelhada por parentes do prefeito? Os conselhos municipais, que deveriam vigiar e cobrar, parecem existir apenas no papel, sem autonomia nem força. Viraram peças decorativas de um sistema fechado.

Conselhos de Saúde e Educação são dirigidos por pessoas sem voz, presas à dependência de contratos e prestações de serviço. Quem deveria fiscalizar acaba refém, calado pelo medo de retaliações. Sem conselhos livres, o dinheiro público fica sem guardião.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Medo da verdade? Justiça vira escudo para esconder denúncias em Campo Maior

Imagem IA

O prefeito de Campo Maior, João Félix de Andrade, aparece no centro de mais um episódio que preocupa quem acredita em democracia e liberdade de expressão. Em vez de responder às denúncias que vêm sendo feitas contra sua administração, a reação foi tentar calar o crítico usando a Justiça. Isso não soa como defesa da honra, mas como intimidação. Gestor público tem obrigação de dar explicações ao povo, não de criar medo para silenciar vozes incômodas.

A decisão que impede o influenciador Sérgio Pereira e o cumprimento de mandadto de busca e a apreensão do aparelho celular, de se aproximar do prefeito, da prefeitura e até da rua onde ele mora parece mais um teatro político do que uma medida necessária. Enquanto se discute distância em metros, ninguém responde ao que realmente interessa. A estratégia parece clara: tirar o foco das denúncias e jogar a atenção da população para uma polêmica fabricada, cheia de barulho e “lacração”.

E denúncias não faltam. Nepotismo, terceirização no lugar de concurso público, uso de máquinas da prefeitura em propriedade particular, falta de transparência nas emendas PIX, contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas, desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal e suspensão de processos seletivos. Para piorar, a Câmara de Vereadores segue em silêncio absoluto, e a imprensa local recebe altos valores, mas pouco questiona ou cobra explicações.

O povo também tem o direito de perguntar: existe ou não influência sobre membros da polícia piauiense sendo usada para sustentar esse tipo de ação? Essa dúvida nasce justamente da falta de clareza. Protestar contra esse tipo de intimidação é defender o direito de denunciar e fiscalizar. Quem governa deve satisfação ao povo. Campo Maior merece verdade, respeito e transparência — não medo, silêncio e cortina de fumaça.

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Pelas Beiradas do Poder: A Manobra do Prefeito João Félix que Racha o MDB e Mira o Espaço Petista

Imagem IA

O MDB de Campo Maior volta ao centro de uma crise política ruidosa e estratégica, marcada por movimentos que soam mais como imposição do que como construção coletiva. A provável entrega do diretório municipal ao filho do prefeito — bolsonarista convicto e figura sem trânsito em campos democráticos — expõe uma guinada que afronta a história do partido e amplia as fissuras internas.

Nos bastidores, é público e notório que o prefeito mantém ligação direta com o senador Ciro Nogueira, o que reforça a desconfiança generalizada sobre qualquer alinhamento real ao governador Rafael Fonteles. Poucos acreditam em voto ou apoio sincero ao projeto estadual petista. Impedido de acessar o PT pela porta da frente, o prefeito adota a velha tática de ocupar espaços pelas beiradas, infiltrando-se em áreas mdbistas, petistas e de aliados, com o objetivo claro de hegemonizar o poder local a qualquer custo.

Nesse cenário, lideranças tradicionais e emergentes do MDB vivem um momento de incerteza. A vereadora Jacinta Bandeira, com o jovem Dr. Ribamar Bandeira iniciando trajetória política; Raimundo Parente, Paiva, Marcos Paulo, Sérgio Pereira, Klinsmann, Júnior Lustosa, Fernando Miranda, Cristina da Saúde e outros quadros históricos observam, com cautela, a descaracterização do partido e a perda de protagonismo coletivo.

Outro ponto sensível é o atropelamento político do líder Humberto Filho, que alimentava a pretensão legítima de compor como vice na chapa de Paulo Martins nas eleições de 2024. Alijado do processo, Humberto foi direto ao afirmar que não acompanha as atuais pretensões do MDB, evidenciando o racha interno. Enquanto isso, o ex-vereador Antônio Wilson Andrade, que ainda manda de fato no partido, perde fôlego após a derrota eleitoral. O resultado é um MDB fragilizado, usado como instrumento de um projeto pessoal que mira, sem disfarces, a ocupação do espaço petista em Campo Maior.

sábado, 17 de janeiro de 2026

A pior imagem da semana nas redes sociais

Foto: Julio César - Redes Sociais
Onde a natureza pede respeito,
o ser humano responde com abandono.

A imagem registrada no topo da Serra de Santo Antônio, em Campo Maior, causa náuseas e revolta. O que deveria ser um espaço de contemplação e respeito à natureza transforma-se em cenário de descaso e irresponsabilidade. O lixo espalhado revela uma prática inaceitável, capaz de estarrecer qualquer visitante de bom senso e comprometer a beleza e o valor simbólico desse patrimônio natural.

Fica a pergunta inevitável: qual o interesse de alguém em abandonar, no ponto mais alto da serra, o lixo que produziu? Esse gesto vai além da falta de educação ambiental; é um ataque direto à memória, à identidade e à história coletiva do povo campomaiorense. Preservar a Serra de Santo Antônio não é opção, é dever moral e cívico de todos que usufruem desse espaço.

Diante desse cenário, é urgente que a preservação deixe de ser apenas discurso. Educação ambiental, fiscalização efetiva e investimento em infraestrutura precisam caminhar juntos. A instalação de câmeras de segurança surge como medida necessária para coibir, identificar e responsabilizar quem degrada. Nosso patrimônio exige respeito hoje, para que continue existindo amanhã.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Você Sabe Que As Contas de 2022, 2023 e 2024 Da Gestão João Féliz Foram Reprovadas Pelo TCE?

Arquivo Redes Sociais

A reprovação da prestação de contas dos anos de 2022, 2023 e 2024 da administração João Félix de Andrade Filho não é um mero detalhe técnico: é a prova concreta de uma gestão marcada pela irresponsabilidade, pela afronta à lei e pelo completo descompromisso com o dinheiro público. Ignorar limites fiscais, descumprir obrigações constitucionais e acumular irregularidades não pode ser tratado como erro administrativo, mas como negligência deliberada, que compromete a credibilidade institucional do município.

Os principais motivos são:  Despesas com pessoal acima do limite permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (59,11 % da receita corrente líquida); Descumprimento da aplicação mínima obrigatória em educação, incluindo a não compensação de valores não aplicados em exercícios anteriores. Não aplicação do percentual mínimo de recursos do FUNDEB em despesas de capital. Descumprimento de metas fiscais previstas na Lei de Diretrizes Orçamentárias. Deficiências na governança previdenciária e falta de recursos suficientes para honrar obrigações do RPPS.

O mais revoltante é o deboche com que a legislação parece ter sido tratada, como se os órgãos de controle fossem figurantes e não fiscalizadores. A repetição das falhas, a demora no envio de informações e o desprezo pelas normas revelam uma gestão que zombou da legalidade e subestimou a inteligência da população, apostando na impunidade. O resultado é um rastro de desordem administrativa que envergonha o município e penaliza diretamente o cidadão.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Raimundo Pereira: Um Ano de Saudade e Legado na História Política de Campo Maior

um ano, Campo Maior e o norte do Piauí se despediam de Raimundo Pereira, líder político que deixou um legado marcante na história da região. Foi um dos responsáveis pela introdução do Partido dos Trabalhadores no norte do estado, com atuação decisiva em Campo Maior, onde ajudou a consolidar as bases do partido.

Dedicado, conciliador e comprometido com o diálogo, Raimundo Pereira teve papel fundamental na organização e na estruturação do PT em Campo Maior. Sua liderança foi marcada pela capacidade de unir pessoas, formar quadros políticos e fortalecer a militância, sempre guiado por princípios democráticos e sociais.

Mais do que dirigente partidário, Raimundo foi uma referência humana e política. Sua trajetória foi marcada pela coerência, pela defesa das causas populares e pela crença na política como instrumento de transformação e justiça social, permanecendo viva na memória de todos que com ele conviveram.

Em memória de sua vida e de sua contribuição histórica, será celebrada a missa de um ano de falecimento neste dia 15, às 19 horas, na Catedral de Santo Antônio, reunindo familiares, amigos e companheiros de luta.

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Mais um sucesso no Vivenda

 


No próximo sábado mais um grande evento no Vivenda Bar e Bistrô com a assinatura do promotor de eventos Pablo Yure, que está surpreendendo com.mais essa grande atração.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Silêncio comprado: Câmara vira cercadinho da Prefeitura e empurra impostos goela abaixo do contribuinte

Sessão silenciosa no cercadinho da Prefeitura:
decisões que pesam no bolso do povo aprovadas sem debate

A Câmara Municipal de Campo Maior já não é mais a Casa do Povo, mas um verdadeiro cercadinho da Prefeitura, onde tudo entra e sai com autorização do Executivo. Em vez de debate, silêncio. Em vez de fiscalização, obediência. Enquanto a população enfrenta dificuldades, os vereadores parecem mais preocupados em não contrariar o poder de plantão.

Na calada da noite, projetos que mexem diretamente no bolso do contribuinte são aprovados sem explicação e sem transparência. Alterações no Código Tributário passam como se fossem detalhes técnicos, quando, na prática, significam mais cobrança e menos fôlego para o cidadão comum. O povo paga, mas não é ouvido.

Quando o assunto é benefício para quem ocupa mandato, a agilidade impressiona. A chamada verba de suporte parlamentar foi aprovada sem debate, sem constrangimento e sem qualquer esforço para justificar a prioridade. No cercadinho da Prefeitura, a unanimidade surge rápido quando o interesse é próprio.

Esse comportamento revela uma Câmara submissa, que abdica do papel de fiscalizar para atuar como extensão do Executivo. Quem deveria defender o contribuinte prefere proteger privilégios. E assim, Campo Maior segue com um Legislativo calado, cercado e distante do povo que diz representar.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Muito Dinheiro, Pouca Educação: Os R$ 70 Milhões que Não Chegam à Sala de Aula

“Enquanto mais de R$ 70 milhões do FUNDEB entram nos cofres do município, o prefeito e a secretária de Educação seguem sob questionamentos sobre a aplicação dos recursos e a falta de fiscalização efetiva.”

Os números do FUNDEB em Campo Maior são expressivos e inquietantes. Em 2025, o município recebeu R$ 70.531.823,11, com meses que ultrapassaram a marca dos R$ 10 milhões, como fevereiro (R$ 11.659.803,04) e março (R$ 10.788.400,27). Diante de valores tão elevados, qualquer discurso de falta de recursos soa frágil e pouco convincente.

Mesmo com esse volume financeiro, os problemas estruturais da educação persistem, indicando desperdício e prioridades distorcidas. Com mais de setenta milhões de reais, seria possível promover avanços reais na valorização dos profissionais, na infraestrutura escolar e na qualidade do ensino. A distância entre o dinheiro recebido e os resultados percebidos escancara falhas graves na gestão.

Nesse cenário, a postura do Conselho Municipal do FUNDEB é preocupante. Criado para fiscalizar, o órgão permanece silencioso diante de cifras milionárias. A ausência de posicionamentos públicos firmes enfraquece o controle social e alimenta a sensação de que ninguém está olhando com rigor para a aplicação desses recursos.

Também chama atenção a inércia do sindicato que representa os trabalhadores em educação. Diante de repasses tão vultosos e de demandas históricas não atendidas, o silêncio é ensurdecedor. Quando milhões circulam sem fiscalização efetiva e sem pressão institucional, quem perde é a escola pública e a sociedade. Em Campo Maior, os valores são claros; a responsabilidade, nem tanto.

domingo, 4 de janeiro de 2026

Qual é o santo de João Félix Filho? Porque a lei, ao que tudo indica, não é

Que santo protegeria o senhor João Félix Filho diante do volume de críticas e questionamentos que cercam sua gestão? A pergunta circula em Campo Maior como provocação política e síntese do descontentamento popular. Não há fé que suspenda a lei nem crença que substitua a obrigação de governar com responsabilidade. O cargo público não concede imunidade moral nem jurídica.

A Lei de Responsabilidade Fiscal é clara e vale para todos os gestores. O próprio Tribunal de Contas do Estado tem apontado, de forma reiterada, o descumprimento dessa legislação pela Prefeitura de Campo Maior. Não se trata de opinião, mas de registros oficiais. Ignorar esses alertas é brincar com o dinheiro público e com a paciência da população.

"Quem não cumpre a Lei é criminoso" - 
diz Sérgio Pereira

Nesse contexto, a fala de Sérgio Pereira ganha centralidade no debate. Ao chamar o prefeito de criminoso, ele se refere ao não cumprimento da lei, ao desrespeito às normas que regem a administração pública. Não é ataque pessoal nem retórica vazia, mas uma denúncia política dura, amparada na ideia de que governar fora da lei também é uma forma de crime contra o interesse coletivo.

O que agrava o cenário é a postura de deboche diante das críticas e dos questionamentos. Governar exige seriedade, diálogo e prestação de contas, não ironia. Campo Maior não precisa de santos nem de blindagens simbólicas. Precisa de um gestor que respeite a lei, ouça a população e responda pelos próprios atos.