sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Brasil é o primeiro em violência contra a mulher

BRASIL CONCENTROU 40% DOS FEMINICÍDIOS DA AMÉRICA LATINA EM 2017



Agência Brasil - A cada dez feminicídios cometidos em 23 países da América Latina e Caribe em 2017, quatro ocorreram no Brasil. Segundo informações da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), ao menos 2.795 mulheres foram assassinadas na região, no ano passado, em razão de sua identidade de gênero. Desse total, 1.133 foram registrados no Brasil. 
O levantamento também ranqueia os países a partir de um cálculo de proporção. Nessa perspectiva, quem lidera a lista é El Salvador, que apresenta uma taxa de 10,2 ocorrências a cada 100 mil mulheres, destacada pela Cepal como "sem paralelo" na comparação com o índice dos demais países da região. 
Em seguida aparecem Honduras (5,8), Guatemala (2,6) e República Dominicana (2,2) e, nas últimas posições, exibindo as melhores taxas, Panamá (0,9), Venezuela (0,8) - também com uma base de 2016, e Peru (0,7). Colômbia (0,6) e Chile (0,5) também apresentam índices baixos, mas têm uma peculiaridade, que é o fato de contabilizarem somente os casos de feminicídio perpetrado por parceiros ou ex-parceiros das vítimas, chamado de feminicídio íntimo.
Leia a matéria na íntegra AQUI

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Lideranças femininas debatem papel da mulher em tempos de ameaça aos direitos humanos


Enfrentar o medo, ser resistência, participar das decisões políticas, ocupar espaços, fazer parte do cenário político e das decisões de Estado. É isso que querem as mulheres.  É esse o caminho que defendem as lideranças femininas que participaram, na Comissão de Direitos Humanos do Senado (CDH), de audiência pública para debater a situação das mulheres na atual conjuntura.
“O Brasil vive um momento trágico. Um momento de morte lenta da democracia. Num momento como esses, quem morre primeiro são os direitos humanos”. A reflexão da ex-ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres, Eleonora Menicucci, é o resumo do debate.
Menicucci destacou que vivemos um momento em que o medo de se manifestar e de se mobilizar cresce entra a população. Para a presidenta da CDH, senadora Regina Sousa (PT-PI), o medo precisa ser enfrentado. “A gente não pode se encolher, ou estaremos contribuindo, de alguma forma, com essa loucura que se instalou”, resumiu.
O medo, segundo as participantes do debate, paralisa. Impede o avanço.  Avanço como o que ocorreu no Piauí, onde, antes mesmo da aprovação da Lei do Feminicídio, já estava em funcionamento a primeira Delegacia do Brasil voltada a atender e elucidar assassinatos de meninas, mulheres, travestis e transexuais. A subsecretária de segurança pública do estado Eugênia Nogueira do Rego Monteiro Villa falou da importância de dar respostas à violência contra as mulheres.
Eugênia também falou da Central de Flagrantes Metropolitana de Gênero, que atende 24 horas por dia em Teresina, onde o crime mais comum é a ameaça e onde o olho sobre a realidade local é o que define a forma de atuação.
Maria José da Silva, secretária da Mulher e dos Direitos Humanos de Alagoas disse que quem luta por direitos humanos precisa resistir às ameaças que se delineiam. Segundo ela, para isso é necessário que se conheça o Texto Constitucional. “Temos a obrigação de cuidar dos povos tradicionais”, disse ela, referindo-se a indígenas e quilombolas.
Guerreiras
Representante dos povos ciganos, Elisa Costa, da Associação Internacional Maylê Sara Kalí também falou de resistência.
Primeira mulher indígena do País a ser eleita para um cargo de deputada no País, a advogada Joênia Batista de Carvalho, ou Joênia Wapichana (Rede/RR), como prefere ser chamada, sempre esteve identificada com as causas dos povos indígenas. “Eu, que já fui impedida de entrar no Congresso, tenho a missão de levar a voz das mulheres indígenas para a Câmara”, disse.
Ainda falando em medo, a deputada eleita disse que é preciso trazer mais mulheres para os espaços políticos. “A gente precisa criar mais mulheres guerreiras. Nós temos esse papel”, resumiu.
No encerramento, Eleonora Menicucci, a mesma que falou em momento trágico no início do encontro, falou de esperança. “Esperança do verbo esperançar, não do esperar”, brincou.  Para a ex-ministra, cabe às mulheres que lutam ou já lutaram, seguir na mesma missão. Ou, como ela disse, “ não podemos olhar a banda passar; precisamos fazer parte da banda, tocar a banda, porque não existe democracia sem direitos humanos; porque sem direitos humanos, o que há é estado de exceção”.
Foto: Felipe Nagô

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

JÁ NÃO ERA SEM TEMPO


As Audiências Públicas é um mecanismo que ajuda na construção das necessidades da cidadania. Participar é uma forma de estamos externando nossas preocupações.

Vamos participar.





Mais um interessante trabalho na área de leitura

Foto: Crédito Portal Surgiu.com.br
O professor de língua portuguesa da rede municipal de Educação, Rosielson Soares de Sousa, juntamente com os alunos-pesquisadores Carlos Daniel Sousa de Oliveira, Geraldo Sousa de Oliveira Neto, Monnik Vieira de Carvalho e Vitor Hugo Vieira Ramalho, apresentam nesta sexta-feira, 9, o trabalho O Camponês e o Texto de Campanha Sanitária: (Des)Aplicações da Linguagem Científica, durante o V Seminário de Pesquisa em Educação, Pobreza e Desigualdade Social promovido pela Universidade Federal do Tocantins (UFT), campus de Palmas, a partir das 15 horas.
O trabalho tem como importante diferencial pedagógico a participação dos alunos do 7º ano da Escola de Tempo Integral Luiz Nunes de Oliveira, localizada em Buritirana, e apresenta os resultados de uma pesquisa científica em linguagem realizada de maio a outubro de 2018 no projeto de assentamento (PA) Entre Rios. A construção didático-pedagógica aconteceu por meio de reuniões dos pesquisadores (professor e alunos) para estudos teóricos e pesquisa de campo.
Leia a matéria na Íntegra

domingo, 11 de novembro de 2018

Quem é o pai desta criança?

AVISO DE LICITAÇÃO
TOMADA DE PREÇOS Nº. 048/2018
PROCESSO Nº. 139/2018
O ESTADO DO PIAUI, através da Coordenadoria de Desenvolvimento Social e Lazer-CDSOL/PI dá ciência a todos os interessados que realizará a abertura de licitação na modalidade Tomada de Preços regida pela Lei Federal nº. 8.666/93 e suas alterações, conforme discriminação a seguir. OBJETO:contratação de empresa para execução dos serviços de 4.202 m² de Pavimentação em paralelepípedo nas Ruas Projetadas 1, 2, 3 e 4 do Povoado Jatobazinho, nas ruas Santa Maria e Projetada 06, zona urbana do Município de Jatobá do Piauí-PI. ABERTURA DAS PROPOSTAS : 27/11/2018 às 11:00. TIPO : MENOR PREÇO. REGIME: EMPREITADA POR PREÇO UNITÁRIO. FONTE DE RECURSO : 00. VALOR ESTIMADO:R$ 481.064,87. Local : Rua David Caldas, nº. 134, 3º andar, Centro. Aquisição do edital e acesso a todas as informações na Rua David Caldas, nº. 134, 3º andar, Centro, e-mail:cplcdsol@gmail.com, devendo o licitante fornecer cd-r ou pendrive onde será gravado o edital e seus anexos.
CAROLINE LACERDA MARQUES
Presidente da Comissão de Licitação
SIMONE PEREIRA DE FARIAS ARAÚJO
Coordenadora de Desenvolvimento Social e Lazer do Estado do Piauí

Professora boa de leitura é premiada pelo MEC

Tâmara - Foto Facebook

Fico feliz quando vejo o Piauí sendo destaque nacional. Quando o destaque é para um professor, fico mais feliz ainda. Mesmo maltratados pelo governo, muitos colegas não baixam a cabeça e sonham com uma educação ideal e fazem as coisas acontecerem.

A professora de Língua Portuguesa do Instituto Federal de Picos (IFPI), Tâmara Milhomem, ficou em segundo lugar no concurso Ideias inovadoras em educação e trabalho, promovido pelo Ministério da Educação (MEC), com o projeto O clube de leitura na biblioteca “viva”. Ele trata de conexões entre a realidade aumentada e a literatura clássica
Nove países foram que falam a Língua Portuguesa foram envolvidos pelo MEC nesse concurso com o objetivo de incentivar a geração de ideias, a criatividade e a inovação na educação profissional, além de compartilhar esses conhecimentos entre lusófonos.
Segundo Tamara, o projeto clube de leitura na biblioteca “viva” surgiu inicialmente com a iniciativa de “clubinho do livro”. “Em 2011, um colega reclamou que os alunos apresentavam dificuldade de interpretação, a partir daí tivemos a ideia de um clube do livro, onde leiamos um livro por mês com a turma”, explicou.
A evolução do pequeno clubinho do livro para o projeto que foi premiado no concurso internacional do MEC aconteceu quando a professora passou para o doutorado em Linguística Aplicada na Universidade Federal de Mina Gerais (UFMG). ” Durante esse período, conheci a tecnologia de realidade aumentada e decidi aliar esse recurso a um projeto já implantado por mim no IFPI, o ‘clube de leitura'”, afirmou Tâmara.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Pastor ex-gay é contra sindicato de homossexuais. Intolerância, loucura ou NA?




Dizendo-se que já foi gay, o pastor e deputado estadual Sargento Isidoro do PSC, "cutucou onça com vara curta". A cantora Daniela Mercury rasgou o verbo e apresentou queixa na polícia contra o pastor.

"Puta, endemoniada, louca", foram os adjetivos que o deputado-pastor-policial usou em um vídeo contra Daniela. O parlamentar divino teria se irritado com a cantora que teria afirmado ser Jesus gay. O deputado afirma que a cantora está com "problema de psiquiatra" e desrespeita os símbolos sagrados ao dizer que Jesus é gay, fazendo "sindicato da viadagem".

O controverso político não poupou adjetivos contra Mercury. Em um vídeo de um pouco mais de três minutos, Isidório "mete a lenha" num ataque "celestial". O ataque teria sido motivado pelas críticas feitas por Daniela Mercury dias antes pelo cancelamento, pelo governo de Pernambuco, da apresentação da peça "O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu", no Festival de Inverno de Garanhuns, onde Jesus seria interpretado por uma atriz transexual. Em show no mesmo evento, em 21 de julho, ela classificou a decisão de censura e "ignorância absurda".

A cantora nega ainda que tenha dito que Jesus é gay e alega que foram feitas montagens com o vídeo de suas críticas para forjar a comparação. "Não era uma manifestação religiosa e sim uma fala indignada contra a censura artística de uma peça teatral."
O advogado criminalista Ricardo Sidi, que representa a cantora, apresentou a queixa no último dia 1º, na 1ª Vara do Sistema dos Juizados Especiais Criminais do Fórum de Nazaré, na Bahia. O documento alega injúria com causa de aumento de pena por ter sido praticada na internet, o que leva a atingir mais pessoas.
Segundo Daniela, o vídeo repercutiu nas redes sociais do pastor e de apoiadores dele, além de canais do YouTube. "Hoje, mais de 3 meses depois da divulgação, ainda sou agredida diariamente pela situação que ele criou. As pessoas não vão procurar a verdade. Acreditam no que chega no WhatsApp delas. E o que chegou e se propagou foi a fala do deputado porque foi produzida para tal fim."

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Você acha que a população é responsável pela limpeza pública?

Foto: ASCOM/PMCM

"Prefeitura de Campo Maior precisa dos esforços de todos para manter a cidade limpa"

O site da Prefeitura de Campo Maior, traz publicação pedindo ajuda à população para manter a cidade limpa. Você concorda com esse pedido? Ele é justo? Deixar a cidade limpa é uma obrigação de todos?

Segundo a Prefeitura, a semana é para se refletir sobre a questão do lixo. "Usando o velho jargão, bastante conhecido, e de autor desconhecido, o de que "Cidade Limpa Povo Educado", vale a pena refletirmos esta semana sobre a limpeza pública intensificada nas ruas da cidade pela Prefeitura de Campo Maior nos quase 20 bairros, que abrigam os 33.524 mil habitantes, que residem na área urbana, segundo o último Censo do IBGE - em 2010, e revisado constantemente, para novas adequações".

É muito comum ouvirmos nas rodas de conversas que a cidade está suja, que tem muito lixo nas ruas. Mesmo com a coleta do lixo, "a Prefeitura tem honrado o fiel calendário de passar duas vezes - em dias alternados, de casa em casa, utilizando um transporte público - para recolher o lixo doméstico, na esperança de deixar os domicílios livres de entulhos que possam atrair insetos, desencadeadores de doenças, quando a sujeira é lançada nas proximidades, dos imóveis". Então, o lixo colocado em várias esquinas da cidade é, ainda, a nossa falta de consciência ecológica e de civismo e respeito pelos outros.

Parece às vezes até engraçado ler matéria solicitando da população mais respeito para com o próximo. "Uns cuidam, zelam, acondicionam o lixo de forma adequada, aguardando os transportes recolher de casa em casa, enquanto outros saem jogando por onde passam, na porta da própria casa, tanto na frente das residências como no fundo, além das laterais de terrenos, como também nas proximidades das casas de vizinhos". Não é brincadeira da Prefeitura, não. Está lá no site.

E agora? Será se somos responsáveis pela limpeza pública ou devemos deixar apenas à cargo da Prefeitura?

Confira a matéria na íntegra AQUI