Postagem em destaque

BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudanç...

Mostrando postagens com marcador campo maior. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador campo maior. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais

A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudança no comando da Câmara Municipal.

À boca miúda, a informação que circula nos meios políticos é de que o atual presidente da Casa, vereador Wellington Sena, poderá ser substituído pelo líder do governo municipal no Legislativo, Benício Barros.

A movimentação estaria relacionada à eleição da Mesa Diretora que havia reconduzido Wellington Sena à presidência. O processo foi questionado judicialmente e a eleição acabou anulada, abrindo espaço para uma nova disputa pelo comando da Câmara.

Nos bastidores, as apostas já começaram. Uma eventual candidatura de Benício Barros representaria uma mudança importante na correlação de forças dentro do Legislativo municipal.

Também circulam especulações de que Wellington Sena teria perdido espaço político junto ao prefeito João Félix nos últimos meses. Até o momento, porém, essa informação deve ser tratada como bastidor político, e não como fato oficialmente confirmado.

O que chama atenção é que, se a mudança realmente acontecer, ela poderá ser interpretada como mais um sinal de alteração na composição do grupo político ligado ao prefeito.

Há ainda quem faça comparações com movimentos políticos anteriores envolvendo aliados da administração municipal, inclusive situações em que pessoas próximas ao grupo foram deslocadas de determinadas posições para outras funções estratégicas.

Mas, por enquanto, o cenário é de especulação. A pergunta é: Wellington Sena continuará no comando da Câmara ou Benício Barros será o escolhido para assumir a presidência?

A resposta poderá revelar muito mais do que simplesmente quem ocupará a cadeira de presidente. Poderá mostrar quem realmente tem força política dentro da base do prefeito João Félix.

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Sindserm de Campo Maior — sindicato ou sala de espera do poder?

Bernadete Silva Presid SINDSERM

Em Campo Maior, uma pergunta incômoda começa a se impor: quem está sendo verdadeiramente defendido pelo Sindserm? Os servidores ou os interesses do poder de plantão?

Sindicato que se preza não pode viver de afagos ao prefeito. Sua função é cobrar, fiscalizar e enfrentar o Executivo quando os direitos dos trabalhadores estiverem em jogo. Quando o silêncio aparece justamente nos momentos em que a categoria espera uma voz firme, a sociedade tem todo o direito de perguntar: onde está a independência sindical?

E é nesse contexto que a atuação da presidente do Sindserm, professora Bernadete Silva, merece ser colocada sob escrutínio público. Não estamos afirmando que exista submissão ao prefeito João Félix. Estamos perguntando se a postura adotada pela direção sindical não transmite aos servidores a incômoda sensação de proximidade excessiva com o Palácio da Prefeitura.

Porque sindicato não pode ser governo paralelo, muito menos extensão do governo. Sindicato que perde a capacidade de contrariar o prefeito perde também parte da razão de existir. A entidade sindical precisa ter coragem para elogiar quando a gestão acerta, mas, sobretudo, para cobrar quando a administração erra.

A pergunta que fica para a presidente Bernadete Silva é direta: se amanhã o servidor precisar enfrentar a Prefeitura para defender um direito legítimo, o Sindserm estará ao lado do trabalhador, ainda que isso signifique confrontar o prefeito João Félix? Essa resposta não precisa vir apenas em discurso. Deve aparecer nas ações.

Porque, em democracia, proximidade com o poder não é crime. Dependência, se comprovada, seria incompatível com a missão sindical. E quando a independência de uma entidade começa a ser questionada pelos próprios representados, não cabe silêncio: cabe transparência. O servidor merece saber se tem um sindicato disposto a enfrentar o poder — ou apenas uma entidade disposta a conversar com ele.


 

segunda-feira, 6 de julho de 2026

BR-343: A RODOVIA QUE DIVIDE CAMPO MAIOR E COLOCA VIDAS EM RISCO

Acidente que marcou a 100ª morte em rodovias federais no Piauí

    Campo Maior cresceu, mas a BR-343 continua sendo uma barreira perigosa que separa a cidade em duas partes. Todos os dias, milhares de pessoas atravessam essa rodovia para trabalhar, estudar, fazer compras, buscar atendimento de saúde ou resolver questões em órgãos públicos. Cada travessia representa um risco que já se tornou parte da rotina da população.

    É inadmissível que um trecho urbano com fluxo tão intenso de veículos e pedestres ainda não disponha de uma estrutura mínima de segurança. A instalação de semáforos em pontos estratégicos, faixas de travessia adequadas e outras medidas de engenharia de trânsito são providências que merecem ser analisadas com urgência pelos órgãos competentes. Esperar que novas tragédias aconteçam para agir é uma postura que a sociedade não pode aceitar.

    Também é legítimo cobrar uma atuação mais firme das autoridades e dos representantes políticos na defesa desse interesse coletivo. Cabe aos gestores públicos, parlamentares e demais instituições competentes dialogar com os órgãos responsáveis pela rodovia e buscar soluções concretas. A população espera iniciativas efetivas, e não apenas manifestações de pesar após cada acidente.

    Até quando Campo Maior continuará convivendo com essa insegurança? Quantas vidas ainda serão perdidas ou marcadas por sequelas permanentes antes que medidas eficazes sejam adotadas? A BR-343 não pode continuar sendo uma fronteira de medo. Proteger quem atravessa essa rodovia diariamente é uma obrigação do poder público e um compromisso que precisa sair do discurso e se transformar em ação.

terça-feira, 30 de junho de 2026

Projeto Mente em Foco leva atendimento a crianças em Campo Maior


O projeto Mente em Foco inicia atividades em Campo Maior com foco em crianças de 3 a 10 anos com comportamentos atípicos relacionados ao desenvolvimento.

A iniciativa exige cadastro no CadÚnico e oferece avaliação inicial por equipe multidisciplinar especializada.

Após triagem, os casos que atendem aos critérios são encaminhados para avaliação com neuropediatra, responsável pelo diagnóstico final.

O projeto não realiza renovação de laudos nem ajustes de medicação, atuando exclusivamente na triagem inicial e encaminhamento.

A ação conta com apoio institucional do deputado Franzé Silva, que tem atuação voltada à pauta da inclusão e do neurodesenvolvimento infantil.

O diagnóstico precoce transforma vidas. Iniciativas como essa não resolvem tudo, mas abrem portas importantes para famílias que muitas vezes não sabem por onde começar. Cuidar da infância é investir no futuro.

domingo, 28 de junho de 2026

MPF investiga possível propaganda antecipada em festas patrocinadas por prefeituras, Campo Maior é alvo

Acima da Lei
Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria Regional Eleitoral no Piauí, instaurou procedimento para investigar possíveis casos de abuso de poder político e propaganda eleitoral antecipada durante os festejos realizados nos municípios de Campo Maior e Oeiras, em ano pré-eleitoral. 

Segundo a reportagem, o objetivo da investigação é verificar se a estrutura administrativa e os recursos públicos estariam sendo utilizados para favorecer pré-candidaturas, partidos ou grupos políticos por meio de eventos custeados pelo poder público.

O procurador regional eleitoral do Piauí, Kelston Lages, destacou que a legislação não impede a continuidade das ações administrativas e da realização de eventos públicos, mas estabelece limites rigorosos para evitar o uso da máquina pública em benefício eleitoral. De acordo com ele, a atuação dos gestores deve respeitar o princípio da igualdade de oportunidades entre os futuros candidatos.

A legislação elMPF investiga possível propaganda antecipada em festas patrocinadas por prefeituras UFCl brasileira proíbe a utilização de bens, serviços e estruturas públicas para promoção pessoal de agentes políticos ou para influenciar o eleitorado antes do período oficial de campanha. A jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral prevê punições nos casos em que fique caracterizado abuso de poder político, promoção pessoal irregular ou propaganda eleitoral antecipada.

Até o momento, a investigação possui caráter preliminar e não representa reconhecimento de irregularidades ou responsabilização de quaisquer gestores ou agentes públicos. Eventuais conclusões dependerão da análise das provas e do devido processo legal pelos órgãos competentes.

terça-feira, 10 de março de 2026

Vergonha pública: prefeitura ignora estrada que leva à Penitenciária de Campo Maior

Importante via de acesso intrafegável
Foto: 

A situação da estrada que dá acesso à Penitenciária Regional de Campo Maior tem causado revolta entre motoristas e moradores da região. Como mostram as imagens, o trecho está tomado por lama e grandes poças d’água, tornando a passagem praticamente intrafegável, principalmente após as chuvas. Quem precisa trafegar pelo local enfrenta riscos, atrasos e muita dificuldade para chegar ao destino.

O problema se agrava porque essa não é uma estrada qualquer. A via garante acesso direto à Penitenciária Regional de Campo Maior, à unidade da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e também a diversas propriedades rurais da região. Diariamente, produtores, trabalhadores, servidores e veículos de serviço utilizam o trecho, o que torna ainda mais grave o abandono da via.

Apesar da importância da estrada e do intenso fluxo de veículos, a prefeitura parece fazer de conta que o problema não é de sua responsabilidade. Enquanto o poder público ignora a situação, quem sofre é a população que precisa enfrentar buracos, lama e atoleiros para conseguir passar pelo local.

Moradores e usuários da estrada cobram uma solução urgente. A recuperação do trecho é uma necessidade básica para garantir segurança e mobilidade. O que se espera é que a prefeitura deixe a indiferença de lado e tome providências antes que a situação piore ainda mais

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

EMPRÉSTIMO MILIONÁRIO, CONTAS REPROVADAS E SUSPEITAS ELEITORAIS: CAMPO MAIOR À BEIRA DE UM ESCÂNDALO

Quando a política aperta, surge o empréstimo. E quem paga é o povo

A Câmara Municipal de Campo Maior vive um momento explosivo com a tramitação de dois projetos de lei que autorizam a Prefeitura a contrair mais de R$ 17 milhões em empréstimos. Em meio a um cenário de desconfiança, revolta popular e ausência total de transparência, cresce o temor de que esse endividamento não tenha apenas finalidade administrativa, mas interesses políticos ocultos, especialmente diante da proximidade das eleições.

A atual gestão do prefeito João Félix está sob investigação do Ministério Público do Piauí, além de acumular um histórico alarmante: as contas dos anos de 2022, 2023 e 2024 foram desaprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado. Outras apurações seguem em curso, lançando ainda mais sombras sobre a lisura da administração. Mesmo assim, o prefeito insiste em pedir um volume gigantesco de recursos, sem apresentar planejamento detalhado, estudos técnicos ou garantias claras de aplicação responsável.

Nos bastidores políticos, cresce a suspeita de que o empréstimo possa estar sendo articulado para viabilizar uma campanha eleitoral milionária e desesperada, com o objetivo de impulsionar a candidatura do filho do prefeito a deputado estadual. Embora ainda não haja comprovação formal, o contexto levanta questionamentos graves e inevitáveis: por que tamanha pressa? Por que tanto dinheiro em um momento de instabilidade fiscal? E por que justamente às vésperas do calendário eleitoral?

O risco é imenso: endividar Campo Maior por décadas, empurrando para as próximas gerações uma conta impagável, enquanto interesses eleitorais imediatos podem estar sendo priorizados. Diante desse cenário, cresce a expectativa por uma postura firme dos vereadores de oposição — Hamilton Segundo, Devan Eugênio, Jacinta Bandeira Hagá, Conceição Lima e Zacarias — para barrar esse possível desmando. O momento exige coragem, responsabilidade e compromisso com o povo, para impedir que o município seja transformado em moeda de troca política.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Qual será o golpe da vez do João Bode?


A imagem que circula nos bastidores da política piauiense, com João Félix, seu filho Dogim e o governador Rafael Fonteles, no Palácio de Karnak, acendeu um alerta e levantou fortes questionamentos sobre uma possível aproximação com o governo estadual. O encontro causa estranheza, já que João é bolsonarista declarado e comanda uma bancada de sete vereadores de direita, que fazem oposição dura tanto ao governador quanto ao presidente Lula.

O que chama atenção é: o que, de fato, João pode oferecer politicamente? Em 2022, Rafael venceu em Campo Maior com quase quatro mil votos de maioria, provando que o PT nunca precisou do prefeito para vencer eleições no município. Além disso, o governador não consultou o diretório municipal do Partido dos Trabalhadores para saber se havia interesse nessa aproximação, o que ampliou ainda mais o clima de desconforto entre militantes e lideranças locais.

Joel Rodrigues em Campo Maior conta com
Humberto Filho

Nos bastidores, lembra-se que a ligação anterior de João com o Progressistas rendeu as únicas obras de cinco anos de gestão, como alguns calçamentos, a reforma do mercado público e a reforma da orla do açude, sem impacto estrutural capaz de justificar alianças políticas tão contraditórias. A trajetória do prefeito é marcada por mudanças constantes de lado, sempre guiadas por conveniência, o que lhe rendeu a fama de político instável e pouco confiável.

Diante disso, cresce a avaliação de que João Félix age mais uma vez por oportunismo, tentando se reposicionar conforme o vento político. Para muitos, trata-se de mais um capítulo de uma longa história de traições, que lança dúvidas sobre a real utilidade dessa aproximação para o governo estadual e para o futuro político de Campo Maior.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Medo da verdade? Justiça vira escudo para esconder denúncias em Campo Maior

Imagem IA

O prefeito de Campo Maior, João Félix de Andrade, aparece no centro de mais um episódio que preocupa quem acredita em democracia e liberdade de expressão. Em vez de responder às denúncias que vêm sendo feitas contra sua administração, a reação foi tentar calar o crítico usando a Justiça. Isso não soa como defesa da honra, mas como intimidação. Gestor público tem obrigação de dar explicações ao povo, não de criar medo para silenciar vozes incômodas.

A decisão que impede o influenciador Sérgio Pereira e o cumprimento de mandadto de busca e a apreensão do aparelho celular, de se aproximar do prefeito, da prefeitura e até da rua onde ele mora parece mais um teatro político do que uma medida necessária. Enquanto se discute distância em metros, ninguém responde ao que realmente interessa. A estratégia parece clara: tirar o foco das denúncias e jogar a atenção da população para uma polêmica fabricada, cheia de barulho e “lacração”.

E denúncias não faltam. Nepotismo, terceirização no lugar de concurso público, uso de máquinas da prefeitura em propriedade particular, falta de transparência nas emendas PIX, contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas, desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal e suspensão de processos seletivos. Para piorar, a Câmara de Vereadores segue em silêncio absoluto, e a imprensa local recebe altos valores, mas pouco questiona ou cobra explicações.

O povo também tem o direito de perguntar: existe ou não influência sobre membros da polícia piauiense sendo usada para sustentar esse tipo de ação? Essa dúvida nasce justamente da falta de clareza. Protestar contra esse tipo de intimidação é defender o direito de denunciar e fiscalizar. Quem governa deve satisfação ao povo. Campo Maior merece verdade, respeito e transparência — não medo, silêncio e cortina de fumaça.

sábado, 17 de janeiro de 2026

A pior imagem da semana nas redes sociais

Foto: Julio César - Redes Sociais
Onde a natureza pede respeito,
o ser humano responde com abandono.

A imagem registrada no topo da Serra de Santo Antônio, em Campo Maior, causa náuseas e revolta. O que deveria ser um espaço de contemplação e respeito à natureza transforma-se em cenário de descaso e irresponsabilidade. O lixo espalhado revela uma prática inaceitável, capaz de estarrecer qualquer visitante de bom senso e comprometer a beleza e o valor simbólico desse patrimônio natural.

Fica a pergunta inevitável: qual o interesse de alguém em abandonar, no ponto mais alto da serra, o lixo que produziu? Esse gesto vai além da falta de educação ambiental; é um ataque direto à memória, à identidade e à história coletiva do povo campomaiorense. Preservar a Serra de Santo Antônio não é opção, é dever moral e cívico de todos que usufruem desse espaço.

Diante desse cenário, é urgente que a preservação deixe de ser apenas discurso. Educação ambiental, fiscalização efetiva e investimento em infraestrutura precisam caminhar juntos. A instalação de câmeras de segurança surge como medida necessária para coibir, identificar e responsabilizar quem degrada. Nosso patrimônio exige respeito hoje, para que continue existindo amanhã.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Raimundo Pereira: Um Ano de Saudade e Legado na História Política de Campo Maior

um ano, Campo Maior e o norte do Piauí se despediam de Raimundo Pereira, líder político que deixou um legado marcante na história da região. Foi um dos responsáveis pela introdução do Partido dos Trabalhadores no norte do estado, com atuação decisiva em Campo Maior, onde ajudou a consolidar as bases do partido.

Dedicado, conciliador e comprometido com o diálogo, Raimundo Pereira teve papel fundamental na organização e na estruturação do PT em Campo Maior. Sua liderança foi marcada pela capacidade de unir pessoas, formar quadros políticos e fortalecer a militância, sempre guiado por princípios democráticos e sociais.

Mais do que dirigente partidário, Raimundo foi uma referência humana e política. Sua trajetória foi marcada pela coerência, pela defesa das causas populares e pela crença na política como instrumento de transformação e justiça social, permanecendo viva na memória de todos que com ele conviveram.

Em memória de sua vida e de sua contribuição histórica, será celebrada a missa de um ano de falecimento neste dia 15, às 19 horas, na Catedral de Santo Antônio, reunindo familiares, amigos e companheiros de luta.

domingo, 4 de janeiro de 2026

Qual é o santo de João Félix Filho? Porque a lei, ao que tudo indica, não é

Que santo protegeria o senhor João Félix Filho diante do volume de críticas e questionamentos que cercam sua gestão? A pergunta circula em Campo Maior como provocação política e síntese do descontentamento popular. Não há fé que suspenda a lei nem crença que substitua a obrigação de governar com responsabilidade. O cargo público não concede imunidade moral nem jurídica.

A Lei de Responsabilidade Fiscal é clara e vale para todos os gestores. O próprio Tribunal de Contas do Estado tem apontado, de forma reiterada, o descumprimento dessa legislação pela Prefeitura de Campo Maior. Não se trata de opinião, mas de registros oficiais. Ignorar esses alertas é brincar com o dinheiro público e com a paciência da população.

"Quem não cumpre a Lei é criminoso" - 
diz Sérgio Pereira

Nesse contexto, a fala de Sérgio Pereira ganha centralidade no debate. Ao chamar o prefeito de criminoso, ele se refere ao não cumprimento da lei, ao desrespeito às normas que regem a administração pública. Não é ataque pessoal nem retórica vazia, mas uma denúncia política dura, amparada na ideia de que governar fora da lei também é uma forma de crime contra o interesse coletivo.

O que agrava o cenário é a postura de deboche diante das críticas e dos questionamentos. Governar exige seriedade, diálogo e prestação de contas, não ironia. Campo Maior não precisa de santos nem de blindagens simbólicas. Precisa de um gestor que respeite a lei, ouça a população e responda pelos próprios atos.


sábado, 20 de dezembro de 2025

Por que em Altos há Prazo e em Campo Maior há Silêncio? Dois Pesos, Duas Medidas do Ministério Público?

Prefeito de Campo Maior não realiza concurso público para manter o Nepotismo
Imagem redes sociais


A cada nova denúncia ou reclamação popular em Campo Maior, cresce a sensação de que o prefeito João Félix recebe um tratamento diferenciado por parte dos órgãos de controle. As exigências que lhe são direcionadas parecem sempre brandas, sem prazos definidos e marcadas por uma morosidade que contrasta com o rigor aplicado a outros gestores. Essa postura levanta um questionamento inevitável: por que o chefe do Executivo municipal não é cobrado com a mesma firmeza e urgência?

Somam-se a isso práticas que afrontam os princípios da moralidade e da impessoalidade na administração pública. O nepotismo na prefeitura é notório, com cargos estratégicos concentrados nas mãos de parentes diretos do prefeito. São essas mesmas funções que autorizam compras, conduzem licitações, atestam recebimentos e liberam pagamentos, formando uma estrutura fechada, pouco transparente e extremamente preocupante.

Enquanto isso, o número de contratados cresce a cada dia, sem que a população receba explicações claras sobre critérios, necessidade ou impacto financeiro dessas contratações. A ausência de transparência alimenta desconfianças e reforça a percepção de descontrole administrativo, agravada pela falta de respostas rápidas às demandas da sociedade.

Mais alarmante ainda é o silêncio que envolve todo esse cenário. O Sindicato dos Servidores Municipais, que deveria se posicionar diante dessas irregularidades, mantém uma postura inexplicável de omissão. Diante desse quadro, Campo Maior precisa exigir igualdade na fiscalização, respeito ao dinheiro público e compromisso real com a legalidade. A democracia não combina com privilégios nem com dois pesos e duas medidas.

domingo, 14 de dezembro de 2025

É hoje, 20 de dezembro, Kabral, Bibi Maior e Raio Musical em grande momento no Vivenda Bar e Bistrô


 

Mais um grande evento no melhor "point" da cidade - Vivenda Bar e Bistrô. No próximo sábado, 20 de dezembro, Kabral e Bibi Maior anima a noite em grande show com a companhia de Raio Musical. Será uma noite inesquecível.

Pablo, Neto Produções e Lukas assinam a organização do evento.

Não perca.






domingo, 7 de dezembro de 2025

O Maior Golpe da História: Joãozinho Félix Engana o Povo das Casas Outra Vez!

Prefeito cria fake sobre construção de casas



Na eleição de 2020, Joãozinho Félix prometeu o impossível: garantir 2.000 casas com recursos que, na prática, jamais estavam assegurados. A promessa, que deveria ter sido alvo de uma ação mais enérgica do Ministério Público Eleitoral, já revelava sinais claros de propaganda irregular e enganação deliberada. Ainda assim, o então candidato seguiu adiante, amparado por um discurso sedutor e pela confiança de uma população que acreditou na palavra do futuro gestor.

Já no exercício do mandato — e impulsionado pela eleição do próprio filho como deputado estadual — o prefeito levou a farsa a outro patamar. Criou um suposto “cadastro municipal” para moradias, com direito a uso intenso de todas as mídias possíveis: rádios, jornais, televisão e redes sociais pessoais, inclusive aquelas impulsionadas por aliados pagos para promover sua imagem. A manobra, recheada de propaganda, alimentou novamente o sonho da casa própria, mas terminou em frustração e revolta. Nada saiu do papel.

Agora, com o governo federal liberando imediatamente a construção de 250 casas por meio da Caixa Econômica, a verdade finalmente aparece. Os recursos não eram do município, não eram fruto de articulação do prefeito — e muito menos promessa cumprida de Joãozinho Félix. Mesmo assim, ele tenta pegar carona na conquista federal, como se a política habitacional fosse mais uma de suas realizações. Trata-se de mais um capítulo no longo histórico de manipulações do gestor.

É preciso destacar ainda o alinhamento bolsonarista do prefeito, cuja prática política replica o velho padrão de bravatas, fake news e anúncios grandiosos sem lastro na realidade. A população merece respeito, transparência e seriedade — e não sucessivas ilusões criadas para fins eleitorais. O episódio das casas escancara um método: prometer, enganar e culpar outros quando a verdade aparece. Resta ao povo não esquecer e cobrar responsabilidade de quem transformou esperança em propaganda vazia.




 

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

STJ DETONA prefeitos que usam redes pessoais para se promover!

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) reforçou um entendimento que tem impacto direto na comunicação das prefeituras: usar perfis pessoais para divulgar programas, obras ou serviços públicos pode configurar promoção pessoal ilícita. A decisão se apoia no Artigo 37 da Constituição Federal, que determina que a publicidade institucional deve ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, sendo vedada qualquer forma de autopromoção.

O tribunal alerta que a prática pode resultar em ações de Improbidade Administrativa, especialmente quando servidores, equipes de comunicação ou recursos públicos são utilizados para alimentar contas privadas. O caso do ex-prefeito João Doria (SP) é um exemplo citado para ilustrar os riscos desse tipo de conduta.

Diante disso, o Ministério Público tem expedido recomendações preventivas, orientando prefeitos e gestores a utilizarem apenas canais oficiais da administração municipal para divulgar ações governamentais. Para os órgãos de controle, essa separação é fundamental para garantir transparência, moralidade e respeito ao princípio da impessoalidade.

A medida busca impedir que ações públicas sejam transformadas em ferramenta de promoção política, preservando o interesse coletivo e evitando vantagens indevidas. A discussão reacende o debate sobre os limites entre comunicação institucional e pessoal. Qual sua opinião sobre essa proibição?


Fonte: STJ

segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Até quando a Curva dos Canudos será a “Curva da Morte”?

Mais uma vítima da "curva da morte"

Até quando a Curva dos Canudos, na PI-114, continuará sendo conhecida como a “Curva da Morte”? A cada semana, novos registros de acidentes reforçam um cenário que já ultrapassou o limite da casualidade: caminhões tombam, ônibus clandestinos viram, carros derrapam, motociclistas perdem o controle. Famílias inteiras se desfazem em um trecho que deveria ligar cidades, mas tem se tornado ponte para tragédias anunciadas.

Nos últimos meses, manchetes se repetem como um eco de descaso: caminhão com frangos tomba, jovem morre ao visitar a família no Natal, ônibus clandestino capota, motorista fica preso nas ferragens, cinco pessoas envolvidas, três em estado grave. São vidas ceifadas, histórias interrompidas e estatísticas que crescem diante da indiferença do poder público.

É impossível naturalizar o inaceitável. É urgente questionar: quantas vidas ainda serão necessárias para que medidas concretas sejam tomadas? O trecho exige, há anos, intervenção séria — seja por readequação do traçado, instalação de defensas, reforço da sinalização, redutores de velocidade ou fiscalização permanente. O que não se pode mais fazer é deixar o tempo decidir o destino dos que passam por ali.

A sociedade clama, as famílias choram e o asfalto testemunha um histórico que não pode continuar. A Curva dos Canudos não pode ser lembrada como sinônimo de morte. É hora de transformar luto em ação, dor em responsabilidade e descaso em solução.

Que o poder público, enfim, trate desse assunto com a urgência que ele exige — antes que novas manchetes repitam o que já sabemos de cor: mais um acidente na PI-114. Mais uma vida perdida. Mais uma tragédia que poderia ter sido evitada.

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

QUANDO O PODER IGNORA A PRÓPRIA RESPONSABILIDADE

Joãozinho Félix no deboche
Foto: Instagran 

É cada vez mais evidente a sensação de que não há cerca que contenha a cobiça atribuída ao prefeito Joãozinho Félix. As críticas que circulam na cidade apontam para um gestor que, segundo moradores, age como se estivesse acima da lei, tomando decisões arbitrárias e, muitas vezes, desrespeitando princípios básicos da administração pública. As denúncias que surgem — envolvendo suposto nepotismo, contratações questionáveis e condutas pouco transparentes — alimentam a percepção de descaso com a coisa pública.

Enquanto isso, a Câmara Municipal permanece silenciosa. A base de apoio do prefeito, beneficiada politicamente, parece fechar os olhos para o que deveria investigar. Essa omissão fragiliza a democracia local e reforça a impressão de que fiscalizar o Executivo virou mera formalidade.

Nossa comunidade não pode naturalizar práticas que, segundo diversos apontamentos, desrespeitam a ética e o interesse coletivo. É urgente cobrar transparência, responsabilidade e limites. Um gestor eleito para servir não pode transformar a gestão em território sem lei. Quando o poder cala e os representantes se omitem, é a sociedade inteira que perde.

terça-feira, 11 de novembro de 2025

Festival da Arte Capoeira transforma vidas e celebra a cultura em Campo Maior

Foto: Redes Sociais Abadá Capoeira

A ABADÁ Capoeira realiza, nos dias 04, 05 e 06 de dezembro, o Festival Cultural da Arte Capoeira, em Campo Maior (PI). O evento promete reunir apresentações culturais, rodas de capoeira, música e muita emoção, destacando a força da arte e da tradição brasileira. Sob a supervisão do Mestre Camisa e organização do Professor Marcos Roberto (Instrutor Régua), o festival marca também a cerimônia de troca de cordas de crianças e adolescentes participantes dos projetos socioeducativos da instituição.

Mais do que uma celebração, o encontro representa um importante momento de valorização da identidade cultural e da formação cidadã. A capoeira, com sua mistura de ritmo, movimento e história, tem transformado a vida de dezenas de jovens, promovendo disciplina, respeito e inclusão social. O festival reafirma o compromisso da ABADÁ Capoeira com a educação, a cultura e o futuro da juventude campomaiorense.


sábado, 27 de setembro de 2025

Campo Maior poderia ser destino, mas continua sendo promessa

    
Todas as imagens são de sites públicos

    Neste Dia Mundial do Turismo, cabe refletir sobre os caminhos e descaminhos dessa atividade em Campo Maior. O município, detentor de vasta riqueza natural, histórica e cultural, ainda está muito aquém de suas potencialidades turísticas. As administrações que se sucederam, ora ignoraram os inúmeros nichos existentes, ora se fecharam aos reclames da população que, há tempos, reivindica investimentos e planejamento estruturado para o setor.
    Recentemente, um seminário promovido pelo IFPI local e pelo Conselho Regional de Administração reuniu representantes do poder público e da iniciativa privada para discutir turismo e hotelaria. A iniciativa é louvável, mas precisa se transformar em ações concretas, que impulsionem o desenvolvimento da cidade e gerem oportunidades para a comunidade.
    O turismo não é apenas lazer; é economia, geração de emprego e fortalecimento da identidade cultural. Campo Maior merece sair da condição de promessa para se tornar referência no cenário turístico piauiense. O momento é de união e coragem política para transformar potencial em realidade.