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quarta-feira, 12 de abril de 2017

Qual o caminho das mães-meninas brasleiras?

Todos os dias professores de todo o Brasil, especialmente os que militam nas redes públicas, são submetidos a desafios. Nem sempre se está preparado para superar as dificuldades da sala de aula, da escola, ou até mesmo da família do estudante.

A gravidez precoce é comum na vivência da sala de aula, e como ela um dos motivos da evasão escolar, que leva para baixo os índices de grande parte das escolas.

A UOL Educação tem matéria bastante interessante sobre o tema gravidez na adolescência. As meninas-mães brasileiras - de lavra da advogada e mestre em administração pública Priscila Cruz - faz uma reflexão bastante interessante quanto ao assunto que tanto incomoda a escola e sua comunidade.

As meninas-mães brasileiras

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Racismo: adolescentes são apreendidos por ataques na web contra Preta Gil

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Preta Gil aciona polícia contra ataques de racismo na internet - Foto Purepeople.com
Dois adolescentes foram apreendidos na última terça-feira (1), durante uma operação da Polícia Civil de Sorocaba, no interior de São Paulo, acusados de terem publicado mensagens racistas contra Preta Gil, em julho deste ano.

A ação foi resultado do cumprimento de mandados de busca e apreensão em três locais do município, determinados pela Justiça do Rio de Janeiro - onde a cantora prestou queixa após ter sido vítima de ataques pelas redes sociais.

100 perfis foram identificados após a quebra de sigilo do Facebook. "Destes perfis, dois eram de Sorocaba. É uma menina de 15 anos e um adolescente de 14. Foram vistas nas páginas deles as mensagens principais ofensivas de caráter racista quanto a cor e etnia", explicou o delegado Marcelo Carriel.

Além dos jovens, que vão ter que esclarecer a motivação para o crime e responder por ato infracional por crime de injúria, a operação apreendeu computadores e celulares em cidades de 10 estados. Tudo foi encaminhado para a perícia.

Para quem não se lembra, a filha de Gilberto Gil compartilhou em sua página pessoal no Instagram parte das mensagens e garantiu que registraria o caso na Delegacia de Crimes de Informática.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Especialista defende controle dos pais sobre acesso à internet

   
Heloiza Prado: a maior parte das ações devem ser voltadas aos familiares
       Ainda sobre as tecnologias tão fáceis e agradáveis aos nossos jovens - e até mesmo à idades mais avançadas - por mais que elas sejam úteis e necessárias nos dias atuais, não podemos deixar de analisar o lado negativo que ela traz em seu bojo.

     Muitas são as crianças, adolescentes e jovens, que diariamente sofrem algum tipo de agressão sexual através das redes sociais e aplicativos maliciosos. Quantos não são os casos noticiados diariamente sobre estupros e mortes de crianças que foram aliciadas através desses adoráveis aparelhos conectados ao mundo e à pessoas de má índole?

Confira AQUI matéria na íntegra da discussão sobre o assunto.

sábado, 21 de março de 2015

UNICEF é contra a redução da maioridade penal

O tema da redução da maioridade penal vem ocupando importantes espaços no debate na pauta da escalada da violência brasileira. Muitas são as opiniões e todas divergentes. O próprio Congresso nacional vem se esquivando do debate, que acontece de forma individual.

A ONUBrasil, lançou nesta semana nota com sua posição quanto ao tema.

Veja na íntegra:

Com o mandato de acompanhar a implementação da Convenção sobre os Direitos da Criança, da ONU, o UNICEF se declara contra a redução da maioridade penal.

Primeiro porque a redução da maioridade penal está em desacordo com o que foi estabelecido na própria Convenção, na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Segundo porque essa é uma decisão que, além de não resolver o problema da violência, penalizará uma população de adolescentes a partir de pressupostos equivocados.

No Brasil, os adolescentes são hoje mais vítimas do que autores de atos de violência. Dos 21 milhões de adolescentes brasileiros, apenas 0,013% cometeu atos contra a vida. Na verdade, são eles, os adolescentes, que estão sendo assassinados sistematicamente. O Brasil é o segundo país no mundo em número absoluto de homicídios de adolescentes, atrás da Nigéria. Hoje, os homicídios já representam 36,5% das causas de morte, por fatores externos, de adolescentes no País, enquanto para a população total correspondem a 4,8%.

Mais de 33 mil brasileiros entre 12 e 18 anos foram assassinados entre 2006 e 2012. Se as condições atuais prevaleceram, outros 42 mil adolescentes poderão ser vítimas de homicídio entre 2013 e 2019.
As vítimas têm cor, classe social e endereço. Em sua grande maioria, são meninos negros, pobres, que vivem nas periferias das grandes cidades.

Estamos diante de um grave problema social que, se tratado exclusivamente como caso de polícia, poderá agravar a situação de violência no País.

O UNICEF é contra qualquer forma de violência, incluindo a praticada por adolescentes.
Porém, o sistema atual de medidas socioeducativas precisa ser aperfeiçoado para responder aos atuais desafios do País. Só assim o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase) poderá garantir a responsabilização dos adolescentes autores de ato infracional e, ao mesmo tempo, a sua integração na sociedade.

É perturbador que um país como o Brasil esteja tão preocupado em priorizar a discussão sobre punição de adolescentes que praticam atos infracionais registrados ocasionalmente, quando torna-se tão urgente impedir assassinatos brutais de jovens cometidos todos os dias.

O UNICEF reitera seu papel de contribuir com a implementação do que foi estabelecido na Convenção sobre os Direitos da Criança e de ajudar o País a encontrar soluções efetivas para o problema da violência, especialmente a que afeta crianças e adolescentes.

Gary Stahl

Representante do UNICEF no Brasil

Brasília, 18 de março de 2015

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Aids: meninas entre 13 e 19 anos são as mais infectadas

É estarrecedora a divulgação de pesquisa de várias instituições que defendem as mulheres: aumentam os casos de AIDS em meninas entre 13 e 19 anos. Os dados representam um aumento maior que entre os meninos. A vulnerabilidade das adolescentes brasileiras preocupa organizações feministas, que pedem políticas de prevenção específicas.

A Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (Cedaw, na sigla em inglês) da Organização das Nações Unidas (ONU), fez o alerta no relatório publicado nesta sexta-feira (12) e que contou com a participação de 13 movimentos que lutam pelos direitos das mulheres no país.

Segundo os dados da pesquisa, a infecção está associada em sua maioria ao sexo não consentido, ou seja, os casos de estupros, que representam um risco maisor, cerca de 50%. Dado a essa informação, organizações de defesa das mulheres pedem que o governo produza dados que incluam a violência sexual em seus levantamentos sobre Aids.

O relatório de monitoramento da Cedaw também alerta para o aumento da incidência de sífilis no país. A pesquisa informa que a prevalência da doença em mulheres em trabalho de parto ou pós-parto é quatro vezes maior que a da infecção pelo HIV, devido ao “pré-natal de baixa qualidade e deficiência na formação médica”.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Aumenta em 60% número de estudantes que entram na universidade aos 17 anos



Entre tantas incertezas da época da adolescência, Thiago Machado da Costa, aos 16 anos, tinha uma convicção. “Eu queria fazer o curso de física”, recorda. Ainda faltavam quatro meses para concluir o 3º ano do ensino médio, quando ele passou no vestibular do meio do ano da Universidade de Brasília (UnB). Para garantir a matrícula na instituição, Thiago tinha que apresentar o diploma de conclusão da escola. Fez um teste no colégio que estudava e, assim, provou que estava pronto para entrar no ensino superior. Hoje, aos 22 anos, ele terminou o mestrado em licenciatura em física há um mês e afirma que está longe de ser reconhecido como um garoto de altas habilidades. “Sou o resultado do esforço dos meus pais e da minha vontade”, afirma.

A presença de universitários precoces como Thiago é uma tendência crescente nas instituições de ensino superior do Brasil. Segundo dados do Ministério da Educação (MEC), a quantidade de jovens que ingressaram aos 17 anos aumentou 60%, entre 2009 e 2012. O levantamento foi feito pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a pedido do Correio, com base nos censos escolares do ensino superior em que foram consideradas as faixas etárias dos calouros.

A tendência de ingresso cada vez mais precoce na universidade pode ser percebida na família de Thiago. O irmão do meio, Cássio Matheus Machado da Costa, 20 anos, também garantiu uma vaga na Faculdade de Turismo da UnB, antes de completar o 3º ano do ensino médio. No entanto, para ser aceito no curso, teve mais dificuldades de conseguir o diploma de conclusão da escola. Desde dezembro de 2010, o Conselho de Educação do Distrito Federal impede que as escolas façam provas de avanço escolar para alunos que não tenham 18 anos completos ou que não tenham cursado 75% do ensino médio. Desde então, Thiago se engajou na causa para defender o irmão, que conseguiu o diploma por meio de ação judicial. E o mestre em física avisa que a caçula de 15 anos deve seguir o mesmo caminho.


Crédito da matéria: 

domingo, 1 de junho de 2014

Garota de 15 anos é estuprada brutalmente por 38 homens

A polícia da Malásia deteve 13 homens e está à procura de outros suspeitos, após denúncias de moradores sobre uma jovem de 15 anos que teria sido estuprada por 38 homens na região norte do país.

A imprensa local informou que o ataque ocorreu no dia 20 de maio, quando a garota foi atraída para uma cabana vazia, que, aparentemente, é um centro comercial de drogas.

Até onde se sabe, os homens teriam se revezado para estuprá-la e o sofrimento da garota durou horas. A polícia também está investigando um possível estupro do seu amigo de 17 anos.

Entre os detidos havia um homem com seus dois filhos adolescentes.

A polícia afirma que a denúncia pode ter sido feita pelos moradores, que relataram a presença dos viciados. "É muito perturbador para mim que ninguém na aldeia havia desconfiado ainda, sendo que vizinho mais próximo estava apenas a 20 metros de distância da cabana", disse um dos policiais.

Estupradores condenados podem pegar até 30 anos de prisão e receber sentenças com dezenas de chicotadas, mas muitas pessoas, ao verem a situação desenfreada de estupro na região, têm clamado por uma punição mais rigorosa, como a pena de morte.

Fonte: R7

domingo, 14 de julho de 2013

ONU pede educação sexual mais adequada para as adolescentes

A




















Aproximadamente 16 milhões de adolescentes entre 15 e 19 têm filhos todos os anos, informou Organização das Nações Unidas (ONU) nesta semana. Em referência ao Dia Mundial da População, celebrado na última quinta-feira, 11 de julho, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, lembrou que muitas adolescentes nunca tiveram a oportunidade de planejar a gravidez e pediu a garantia dos serviços de prevenção e tratamento das DST/aids.

Ban Ki-moon destacou, ainda, que problemas durante os nove meses e no momento do parto podem causar fístula obstétrica e outras complicações, sendo a principal causa de morte nestes casos.

Segundo o secretário-geral da ONU, as adolescentes também enfrentam riscos de doenças, lesões e até morte por abortos inseguros.

Ele defende a inclusão de mais meninas na escola primária, para que elas tenham a chance de uma boa educação na adolescência; afirmando que ao ser educada, uma jovem tem a tendência de se casar mais tarde, ficar grávida quando realmente se sentir pronta e ter um rendimento mais elevado.

A ONU pede, ainda, educação abrangente sobre sexualidade, além de acesso a serviços de saúde sexual e reprodutiva.

Idade mínima para o casamento

Para o Fundo das Nações Unidas para a População (Unfpa), todos os governos deveriam criar leis que definam os 18 anos como a idade mínima para o casamento, além de prevenir o casamento infantil e suas consequências.

De acordo com o Unfpa, a gravidez na adolescência está ligada à pobreza, desigualdade de gênero, violência, casamento forçado, falta de acesso a escolas e falha do sistema em proteger seus direitos.

Para o Unfpa, quebrar o ciclo da gravidez na adolescência requer compromisso das nações, comunidades e indivíduos em investir nas jovens.
Fonte: Agência AIDS.com