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quarta-feira, 22 de janeiro de 2025

BOMBA!!!!!! Dr. Pessoa, ex-prefeito de Teresina, foi o único brasileiro a estar dentro do Captólio na posse de Trump

Dr. Pessoa aprontando das suas


    Dr. Pessoa, ex-prefeito de Teresina, surpreendeu a todos ao comparecer à posse de Donald Trump nos Estados Unidos. Em uma reviravolta digna de filme, foi o único brasileiro a adentrar o lado interno do Capitólio, circulando com desenvoltura pelos corredores do poder americano. Enquanto isso, a comitiva oficial do Brasil, que gastou mais de 1 milhão de reais dos cofres públicos, permaneceu do lado de fora, sem qualquer acesso ao evento. Frustrados e perplexos, os membros da delegação brasileira tiveram de se contentar em assistir à cerimônia diretamente de um hotel de luxo, acompanhando tudo pela televisão.
    A cena foi um misto de constrangimento e ironia, afinal, o autêntico representante "popular" do Piauí, sem pompa nem entourage, conseguiu chegar onde nenhum outro conseguiu. Dr. Pessoa, com seu estilo peculiar, transitou pelos salões como se estivesse em casa, arrancando cumprimentos e olhares de admiração dos presentes.
    Nos bastidores, os comentários sobre a habilidade do ex-prefeito em contornar protocolos e burocracias foram inevitáveis. "A gente precisa aprender com ele", teria dito um membro da comitiva, entre um gole e outro de café requentado no lobby do hotel. A experiência de ser barrado na porta do Capitólio, enquanto o piauiense desfilava por dentro, serviu de lição amarga aos representantes brasileiros.
    Por fim, a história inusitada ganhou as redes sociais, gerando memes e debates acalorados. E enquanto os engravatados tentavam justificar o fiasco, Dr. Pessoa já planejava sua próxima viagem internacional. A foto que circula amplamente nas redes, claro, é de alguém com uma fisionomia muito parecida com a dele.

Bom humor não faz mal a ninguém.

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Revista Nordeste revela detalhes da morte de Alípio Ribeiro em Campo Maior



A Justiça de de Campo Maior, aceitou aditamento de denúncia oferecida pelo Ministério Público, através do promotor Luciano Lopes Nogueira, contra o ex-prefeito de Campo Maior Joãozinho Félix, e mais cinco pessoas acusadas de envolvimento no assassinato de Alípio Ribeiro dos Santos, ocorrido em 2009.

Agora os réus são oficialmente citados no processo e nenhum dos acusados não poderá concorrer a qualquer cargo público.

A Constituição Federal prevê às autoridades o chamado foro por prerrogativa de função, o que lhes dá um órgão diferente de julgamento daquele aplicado ao cidadão comum, normalmente julgado por um juiz de primeira instância. A previsão de julgamento dos prefeitos pelos Tribunais de Justiça está expressa no Artigo 29, inciso X da Carta Magna. Por tratar-se de crimes contra a vida, neste caso, Joãozinho será levado ao Tribunal Popular do Júri.

Alípio Ribeiro dos Santos, irmão do apresentador da Antena 10 Arnaldo Ribeiro, era vice-prefeito de Jatobá do Piauí . O crime teria sido encomendado por R$ 150 mil, e previa também a morte de Arnaldo, que na época como radialista, fazia duras críticas à gestão de Joãozinho. Insatisfeito, Félix teria, por intermédio de Rosa Silva Freitas, outro nome a aparecer no aditamento, contratado um grupo especialista em pistolagem para por fim à vida dos dois irmãos.

Na reportagem publicada no 180, quando do oferecimento da denúncia, o jornalista Rômulo Rocha, ao mencionar o texto do promotor Luciano Lopes, diz que “primeiro seria assassinado o vice-prefeito de Jatobá – e assim foi feito -, para causar dor no irmão, e depois seria assassinado o próprio radialista”.

“Em razão de ser inimigo de Arnaldo Ribeiro , por volta do mês de junho de 2009, o denunciado João Félix de Andrade Filho procurou a denunciada Rosa Maria Silva Freitas e solicitou que está contratasse alguém para matar a vítima Alípio Ribeiro dos Santos em razão do motivo torpe por ser irmão do jornalista Arnaldo Ribeiro dos Santos para que a morte da vítima atingisse o jornalista, bem como a morte de Arnaldo Ribeiro dos Santos”, acrescenta.

Segue o Ministério Público: “A denunciada Rosa Maria Silva Freitas entrou em contato com o Marcos Gago que vem a ser o Marco Aurélio Pereira Araújo e contratou este pelo valor de R$ 150.000,00 para matar Alípio Ribeiro dos Santos e Arnaldo Ribeiro dos Santos”.

“O denunciado Marco Aurélio Pereira Araújo (Marco Gago) procurou os acusados Francisco Teixeira Dantas e Francisco Teixeira Dantas Júnior para encomendar o assassinato da vítima e de Arnaldo Ribeiro dos Santos – sendo que o acusado Marco Aurélio Pereira Araújo (Marco Gago) era proprietário de uma parte do Hotel Colonial localizado em Teresina (PI) e vendeu a sua parte para Dede Macedo que repassou para o acusado Francisco Teixeira Dantas (…), sendo que o réu Marco Aurélio Pereira Araújo (Marcos Gago) conhecia o acusado Francisco Pereira Dantas”.

“Os denunciados Francisco Teixeira Dantas e Francisco Teixeira Dantas Júnior contrataram os acusados Raimundo Carneiro da Silva e João Batista da Silva Reis para executarem a vítima Alípio Ribeiro dos Santos e posteriormente Arnaldo Ribeiro dos Santos”.

“Os réus Raimundo Carneiro da Silva e João Batista da Silva Reis saíram de Teresina e na manhã de 22 de junho de 2009 chegaram numa motocicleta, sendo que um com capacete e o outro sem capacete, e de forma inesperada e sem chance de defesa do ofendido deram quatro tiros na vítima Alípio Ribeiro dos Santos que estava no pátio da Secretaria Municipal da Saúde, Campo Maior, com o intuito de matá-lo, sendo que os tiros causaram a morte do ofendido em razão da ação perfuro-contundente dos projeteis que atingiram a vítima”.

“Os denunciados Raimundo Carneiro da Silva e João Batista da Silva somente não mataram em outra data posterior a vítima Arnaldo Ribeiro dos Santos a mando dos acusados Francisco Teixeira Dantas e Francisco Teixeira Dantas Júnior porque o acusado João Félix de Andrade Filho não pagou o valor contratado".

fonte : Revista Nordeste

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

EX-PREFEITO DE CAMPO MAIOR É ACUSADO DE HOMOFOBIA

"Quem vê cara, não vê coração", diz a sabedoria popular. Presume-se que em tempos tão modernos, uma pessoa 'escolada' e que pela profissão deve atender a todos sem distinção, discriminar alguém pelo fato de ser homossexual é coisa remotíssima.
Ledo engano. O ex-prefeito César Melo, médico atualmente na cidade de Piracuruca, norte do Piauí, está sendo acusado por uma trabalhadora rural pelo crime de homofobia.
Veja a matéria publicada pelo cidadeverde.com:

"Polícia determina que médico se retrate após denúncia de homofobia

Ex-prefeito de Campo Maior, Cézar Melo, foi acusado de preconceito por se recusar a fazer atendimento a um jovem.

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O médico de Piracuruca, Cézar Melo, ex-prefeito de Campo Maior, terá que se retratar, após ser acusado de homofobia por uma trabalhadora rural. De acordo com o Boletim de Ocorrência, registrado na Delegacia do município, o médico teria se recusado a atender um jovem de 16 anos alegando que o rapaz sofria de “homossexualismo”.


Delegado Ricardo Oliveira

A mãe do rapaz, Francisca das Chagas do Nascimento, registrou o BO. Ela contou que o médico teria se recusado a atender o filho por duas vezes no Pronto Socorro de Piracuruca. Ela contou à polícia que o rapaz tinha problema de ansiedade e estava com luxação no braço. 

O delegado Ricardo Oliveira informou ao Cidadeverde.com que o médico e a vítima foram chamados para fazerem um acordo. Segundo o delegado, o médico informou que fez o atendimento, mas o encaminhou para uma psicóloga.

“O médico informou que o rapaz já tinha sido atendido e apresentava problemas psicológicos, devido a questões ligadas a sexualidade. Ele contou que encaminhou ao psicólogo, pois viu que era a profissional mais eficiente para o tratamento”, disse o delegado.


Trechos do BO da trabalhadora rural

Na audiência, o delegado disse que o médico se comprometeu a divulgar uma nota nos veículos de comunicação de Piracuruca contra a homofobia. “A nota é no sentido de repudiar qualquer forma de discriminação contra os homossexuais”.

A denúncia foi encaminhada ao Ministério Público Estadual para que acompanhasse o caso. "