O aluno Murillo Henrique dos Santos Martins, de 12 anos, morreu nesta quinta-feira (17/5) depois de ser atingido na cabeça pela trave de um gol, no município de Porangatu.
Ele e outros alunos da Escola Municipal Luiz Alves Pereira participavam de um torneio estudantil na última quarta-feira (16) quando aconteceu o acidente.
A prefeitura de Porangatu emitiu uma nota de pesar comunicando o falecimento do estudante. “Não temos palavras para expressar os nossos sentimentos, pedimos a Deus que conforte os familiares e amigos neste momento de dor que a luz e o amor Divino pairem sobre quem sofre essa imensurável perda”, diz trecho do comunicado.
O Hospital Estadual de Urgências da Região Noroeste de Goiânia Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol) informou que apesar dos esforços e procedimentos da equipe multidisciplinar da unidade hospitalar, o garoto que estava internado na UTI pediátrica não resistiu aos ferimentos.
Não adianta sair da sala nos pênaltis nem medir a pressão no intervalo; se o coração palpitar demais, saia de frente da TV
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Atenção cardiopatas: Não adianta sair da sala na hora do pênalti nem medir a pressão no intervalo
Como diz o narrador: "Haja coração!". Está chegando a hora.
Logo mais o Brasil entra em campo e o coração de muita gente vai sair
pela boca. Afinal, ou mandamos a Colômbia de volta para casa ou... Bom,
mas antes que o juiz apite o início da partida, vale a pena cuidar para
continuar vivo até a hora da comemoração!
O estresse
gerado durante um jogo tem o poder de elevar a pressão arterial a níveis
estratosféricos. Para quem não sofre de doenças cardiovasculares, é
absolutamente normal ter hipertensão temporária em situações de
ansiedade. Já quem tem o coração fraco ou com outros problemas, o
resultado pode ser catastrófico: infarto agudo do miocárdio, AVC
isquêmico e hemorrágico, arritmias cardíacas e até mesmo a morte.
Mas
calma: quem tem problemas no coração e está em constante acompanhamento
com um cardiologista tem riscos pequenos, explica Rogério de Moura,
cardiologista.
“Se o paciente já está sendo medicado e acompanhado por um
cardiologista, não é preciso tomar medicamento extra só para os jogos”,
explica.
Para
aqueles cardiopatas que não visitam o cardiologista há mais de seis
meses, cuidado: é melhor evitar grandes emoções durante o jogo e até
mesmo não assisti-lo. “Uma pessoa que chega no consultório e me diz que
tem dor no peito quando faz exercícios físicos muito provavelmente terá
problemas diante de um estresse de jogo, pois o mecanismo acionado é o
mesmo", explica Moura.
Nesse caso, não adianta sair da sala só na
hora do pênalti ou medir a pressão arterial no intervalo. “Qualquer
pessoa, seja hipertensa ou não, vai ter a pressão alterada durante uma
situação de estresse", afirma o médico. “Se o paciente medir a pressão
durante o jogo, isso vai gerar uma neura". Nervoso que tanto pode fazer
com que a pessoa vá ao pronto-socorro sem necessidade, ou, bem pior,
pode deixá-la tão desesperada e, de fato, fazê-la passar mal.
Por
isso, a dica aqui é que cada um examine sua própria condição e, caso
saiba que as coisas não estejam bem, mantenha distância da televisão.