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sábado, 21 de março de 2015

Unesco incentiva mais educação física nas escolas para evitar doenças e mortes

A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, alertou que crianças e adultos em todo o mundo estão realizando cada vez menos atividades físicas.

Segundo a Unesco, essa tendência tem sérios riscos para a saúde e para a expectativa de vida e também no desempenho das crianças nas salas de aula e dos adultos no trabalho e na sociedade.

Pandemia

A Organização Mundial da Saúde, OMS, classifica essa tendência como uma pandemia que causa a morte de 3,2 milhões de pessoas por ano.

Por isso, a Unesco lançou o estudo "Educação Física de Qualidade, Guia para os Legisladores" na reunião da Comissão Intergovernamental da agência para o assunto, que está sendo realizada em Lausane, na Suíça.

O guia lida com diversas áreas que necessitam de maior atenção, segundo conclusão da Revisão Global do Estado da Educação Física, divulgado no ano passado.

Entre os pontos mais importantes estão a implementação da prática nas escolas, treinamento de professores e condições e qualidade das instalações onde as atividades são realizadas.

Investimentos

A organização pediu aos governos que revertam os cortes de investimentos em educação física nas escolas tanto de países desenvolvidos como em desenvolvimento.

O documento cita que na Europa, os fundos e o tempo disponíveis para a prática têm diminuído progressivamente em mais da metade do continente e a situação é a mesma na América do Norte.

A diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, afirmou que os investimentos em educação física são amplamente recompensados pelas economias na saúde e avanços na educação.

O estudo mostrou casos de sucesso no mundo inteiro onde programas de atividades físicas ajudaram a dar aos jovens mais autoconfiança, habilidades sociais e também bom desempenho nas salas de aula.


A Unesco explica que para a sociedade colher os benefícios de uma educação física de qualidade é preciso implementar a prática para meninas e meninos, e para jovens, de uma forma geral, dentro e fora das escolas.

Fonte: EBC

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Pesquisa mostra preocupação dos pais com conteúdos de TV e Internet. E você?

A Unesco e o Ministério da Justiça promoveram uma pesquisa junto a pais em todo o país para saber qual o índice de preocupação dos pais com os conteúdos disponíveis na TV e na Internet colocados à disposição de crianças e adolescentes. Mais de 90% se preocupa com esses conteúdos.

tvEsse foi o resultado da pesquisa divulgada ontem (11) mostrando que 97% dos pais ou responsáveis por crianças de quatro a 16 anos consideram importante, ou muito importante, que as emissoras de televisão aberta respeitem as restrições de horários determinadas pela classificação indicativa e 94% deles pedem que as TVs sejam multadas caso passem programas de conteúdo inadequado para as faixas de horário.

Confira mais detalhes na matéria publicada na Rede Brasil Atual em:

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

UNESCO pede para mudar a abordagem convencional da alfabetização



Cerca de 781 milhões de adultos do mundo não sabem ler nem escrever, e dois terços deles são mulheres, alertou nesta segunda-feira a diretora geral da UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura -, em uma mensagem pelo Dia Internacional da Alfabetização.

Irina Bokova também considerou inaceitável que existam 250 milhões de crianças que não são capazes de decifrar uma só frase, ainda mais quando a metade desses menores passaram quatro anos na escola.

Bakova pediu que se mude o enfoque convencional dos programas de alfabetização para que abordem competências amplas sobre o consumo e sobre modos de vida mais sustentáveis, tais como a proteção à biodiversidade, a redução da pobreza e dos riscos de desastres.
Além disso, pediu que promovam a participação cidadã.

Este ano, o Dia Internacional se dedica a ressaltar o vínculo entre a alfabetização e o desenvolvimento sustentável, e para lembrar que esta opção pode mudar e salvar a vida. A UNESCO destacou que este é um dos meios mais eficazes para ajudar a reduzir a pobreza, conseguir emprego, ganhar um salário mais vantajoso e melhorar a saúde das mães e de seus filhos.


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Brasil é o 8° país com maior número de analfabetos adultos, diz Unesco

Um relatório divulgado nesta quarta-feira (29) pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) aponta que o Brasil aparece em 8° lugar entre os países com maior número de analfabetos adultos. Ao todo, o estudo avaliou a situação de 150 países.

De acordo com a mais recente Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2012 e divulgada em setembro de 2013, a taxa de analfabetismo de pessoas de 15 anos ou mais foi estimada em 8,7%, o que corresponde a 13,2 milhões de analfabetos no país.

Em todo o mundo, segundo o 11° Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos, da Unesco, há 774 milhões de adultos que não sabem ler nem escrever, dos quais 64% são mulheres. Além disso, 72% deles estão em dez países, como o Brasil. A Índia lidera a lista, seguida por China e Paquistão.

O estudo também mapeou os principais desafios da educação no planeta. A crise na aprendizagem não é só no Brasil, mas global. Para a Unesco, o problema está relacionado com a má qualidade da educação e a falta de atrativos nas aulas e de treinamento adequado para os professores.

No Brasil, por exemplo, atualmente menos de 10% dos professores estão fazendo cursos de formação custeados pelo governo federal, segundo dados do Ministério da Educação (MEC). Entre os países analisados, um terço tem menos de 75% dos educadores do ensino primário treinados.

Sobre os investimentos na área, das 150 nações analisadas, apenas 41 atingiram a meta da Unesco, ou seja, aplicaram em educação 6% ou mais de seu Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todas as riquezas geradas. O Brasil é um deles, mas o gasto anual por aluno da educação básica é de cerca de R$ 5 mil. Em países ricos, esse valor é três vezes maior.

Mais informações da matéria acesse:
http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/01/brasil-e-o-8-pais-com-mais-analfabetos-adultos-diz-unesco.html