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segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Sindserm de Campo Maior — sindicato ou sala de espera do poder?

Bernadete Silva Presid SINDSERM

Em Campo Maior, uma pergunta incômoda começa a se impor: quem está sendo verdadeiramente defendido pelo Sindserm? Os servidores ou os interesses do poder de plantão?

Sindicato que se preza não pode viver de afagos ao prefeito. Sua função é cobrar, fiscalizar e enfrentar o Executivo quando os direitos dos trabalhadores estiverem em jogo. Quando o silêncio aparece justamente nos momentos em que a categoria espera uma voz firme, a sociedade tem todo o direito de perguntar: onde está a independência sindical?

E é nesse contexto que a atuação da presidente do Sindserm, professora Bernadete Silva, merece ser colocada sob escrutínio público. Não estamos afirmando que exista submissão ao prefeito João Félix. Estamos perguntando se a postura adotada pela direção sindical não transmite aos servidores a incômoda sensação de proximidade excessiva com o Palácio da Prefeitura.

Porque sindicato não pode ser governo paralelo, muito menos extensão do governo. Sindicato que perde a capacidade de contrariar o prefeito perde também parte da razão de existir. A entidade sindical precisa ter coragem para elogiar quando a gestão acerta, mas, sobretudo, para cobrar quando a administração erra.

A pergunta que fica para a presidente Bernadete Silva é direta: se amanhã o servidor precisar enfrentar a Prefeitura para defender um direito legítimo, o Sindserm estará ao lado do trabalhador, ainda que isso signifique confrontar o prefeito João Félix? Essa resposta não precisa vir apenas em discurso. Deve aparecer nas ações.

Porque, em democracia, proximidade com o poder não é crime. Dependência, se comprovada, seria incompatível com a missão sindical. E quando a independência de uma entidade começa a ser questionada pelos próprios representados, não cabe silêncio: cabe transparência. O servidor merece saber se tem um sindicato disposto a enfrentar o poder — ou apenas uma entidade disposta a conversar com ele.


 

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

SE A MODA PEGA...

Juiz perde voo e manda prender funcionário da TAM
   
    Nos últimos dias, Brasil à fora,  temos visto verdadeiros festivais de abuso de poder praticados por alguns magistrados. Pessoas são condenadas por estarem apenas no cumprimento do dever legal. Pessoas são presas por dizerem apenas que um juiz não pode mais entrar num avião já que chegou atrasado. 

     No Maranhão, um magistrado deu seu "showzinho" de arrogância, prepotência e desrespeito às leis que ele deveria zelar e cumprir.

     Na minha ignorância jurídica, creio que uma pessoa que age de forma irresponsável, assim como agiu o meritíssimo em tela, os Tribunais deveriam imediatamente afastar que só dá trabalho. Uma rápida pesquisa na grande rede, vê-se que o 'homem' é cheio de arrumação ruim.

Olha só a relação:

E tem mais...