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BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudanç...

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Medo da verdade? Justiça vira escudo para esconder denúncias em Campo Maior

Imagem IA

O prefeito de Campo Maior, João Félix de Andrade, aparece no centro de mais um episódio que preocupa quem acredita em democracia e liberdade de expressão. Em vez de responder às denúncias que vêm sendo feitas contra sua administração, a reação foi tentar calar o crítico usando a Justiça. Isso não soa como defesa da honra, mas como intimidação. Gestor público tem obrigação de dar explicações ao povo, não de criar medo para silenciar vozes incômodas.

A decisão que impede o influenciador Sérgio Pereira e o cumprimento de mandadto de busca e a apreensão do aparelho celular, de se aproximar do prefeito, da prefeitura e até da rua onde ele mora parece mais um teatro político do que uma medida necessária. Enquanto se discute distância em metros, ninguém responde ao que realmente interessa. A estratégia parece clara: tirar o foco das denúncias e jogar a atenção da população para uma polêmica fabricada, cheia de barulho e “lacração”.

E denúncias não faltam. Nepotismo, terceirização no lugar de concurso público, uso de máquinas da prefeitura em propriedade particular, falta de transparência nas emendas PIX, contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas, desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal e suspensão de processos seletivos. Para piorar, a Câmara de Vereadores segue em silêncio absoluto, e a imprensa local recebe altos valores, mas pouco questiona ou cobra explicações.

O povo também tem o direito de perguntar: existe ou não influência sobre membros da polícia piauiense sendo usada para sustentar esse tipo de ação? Essa dúvida nasce justamente da falta de clareza. Protestar contra esse tipo de intimidação é defender o direito de denunciar e fiscalizar. Quem governa deve satisfação ao povo. Campo Maior merece verdade, respeito e transparência — não medo, silêncio e cortina de fumaça.

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Prefeitura gasta demais, TCE reprova e ninguém responde

As contas da Prefeitura de Campo Maior voltaram a ser reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado do Piauí, e os documentos oficiais não deixam dúvidas: o prefeito João Félix insiste em desrespeitar a Lei de Responsabilidade Fiscal. Gastos excessivos com pessoal, falhas na previdência e descontrole das finanças aparecem repetidamente nos pareceres do TCE-PI dos anos de 2022 e 2023.

O mais grave é que não se trata de erro isolado. Mesmo após alertas e reprovação mantida, a gestão segue pelo mesmo caminho, ignorando limites legais criados para proteger o dinheiro do povo. A Lei de Responsabilidade Fiscal existe para evitar exatamente esse tipo de abuso e garantir que os recursos públicos sejam usados com equilíbrio.

Diante de fatos tão claros, causa revolta o silêncio do Ministério Público. Por que nenhuma ação firme contra um gestor que descumpre a lei de forma reiterada e comprovada? Os relatórios do TCE-PI estão aí, públicos, acessíveis e técnicos. Fingir que não existem é fechar os olhos para a realidade.

Campo Maior não pode aceitar esse desmando como algo normal. Quando a lei é desrespeitada e as instituições se calam, quem sofre é a população. O povo paga a conta do descontrole, enquanto a impunidade segue fazendo escola.

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Prefeitura recebe milhões e vira ponto de encontro da família inteira — só faltou o cachorro receber cargo!!!!

 

Foto: Redes Sociais da Prefeitura de Campo Maior

Apesar do discurso insistente do prefeito sobre a suposta falta de recursos, o relatório oficial de transferências mostra uma realidade bem diferente. Entre 2021 e julho de 2025, Campo Maior recebeu mais de R$ 354 milhões somando Assistência Social, Educação e Saúde, sem contar com outras áreas e a arrecadação própria.

Só na Educação, foram mais de R$ 149 milhões, enquanto a Saúde ultrapassou R$ 192 milhões, evidenciando que dinheiro não faltou. Mesmo assim, o prefeito insiste na choradeira, repetindo que “não há recursos” e culpando outras esferas governamentais. O discurso cai por terra quando confrontado com as cifras milionárias que abastecem mensalmente os cofres públicos. 

Para piorar, enquanto dramatiza para a população, a prefeitura mantém uma farra de parentes ocupando cargos estratégicos, justamente nas áreas de fiscalização, controle e gestão financeira, onde deveriam estar profissionais técnicos e independentes.

Essa prática levanta suspeitas sobre prioridades e transparência, pois transforma setores essenciais em redutos familiares, enfraquecendo a credibilidade da administração. Assim, a população assiste à combinação explosiva: repasses robustos, serviços públicos precários e um gestor que prefere reclamar a explicar onde o dinheiro realmente foi parar. No fim, o relatório deixa claro: recursos existiram — o que falta é gestão, responsabilidade e respeito ao erário.

quinta-feira, 6 de novembro de 2025

Ex-vereador Júnior Lustosa denuncia uso irregular de máquinas públicas em propriedade particular do prefeito de Campo Maior

Júnior Lustosa - Ex-vereador MDB

O ex-vereador Júnior Lustosa fez graves denúncias durante entrevista concedida ao Jornal da 100, na edição do dia 5 de novembro. Segundo ele, o prefeito de Campo Maior, Joãozinho Félix, teria retirado máquinas pertencentes ao município e as levado para o município vizinho de Jatobá do Piauí, onde estariam sendo utilizadas na construção de um açude localizado em uma propriedade particular do próprio prefeito.

De acordo com Lustosa, além do maquinário, servidores municipais também estariam sendo empregados na obra, incluindo o secretário de Obras, Neto dos Corredores, que, segundo o ex-vereador, leva todo o aparato da secretaria para o local. “Essa não é a primeira vez que isso acontece”, afirmou Júnior Lustosa, destacando que em outras ocasiões já havia recolhido farto material fotográfico e encaminhado denúncia ao Ministério Público, que, segundo ele, foi “simples e misteriosamente arquivada”.

Durante a entrevista, o ex-vereador também cobrou da Prefeitura um suporte de transporte para atender às demandas médicas da população da região dos Corredores, área extensa e distante da sede do município. Lustosa ressaltou que a comunidade enfrenta dificuldades para ter acesso a serviços de saúde e pediu sensibilidade da gestão municipal para atender a essa necessidade urgente.



sexta-feira, 9 de maio de 2025

“CAIU A CASA!”: Prefeito de Campo Maior Tem Contas BLOQUEADAS e Vira Alvo de Denúncias Bombásticas na TV!


Acesse o vídeo:
https://www.youtube.com/watch?v=6y-Nush_908

A crise estourou em Campo Maior! O prefeito Joãozinho Félix virou manchete nos principais telejornais do Piauí após ter suas contas bloqueadas por determinação do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PI) e da Justiça. A repercussão explodiu nas tel
as da
TV Cidade Verde (afiliada da Band) e da TV Antena 10 (afiliada da Record TV), que destacaram as graves acusações contra a atual gestão.

Segundo as reportagens, o motivo do bloqueio seria a falta de prestação de contas, o que já motivou o bloqueio de repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Além disso, ações civis públicas foram abertas contra o prefeito por falta de transparência na administração municipal.

A população agora exige respostas enquanto o clima na cidade é de indignação e incerteza. Com as denúncias ganhando cada vez mais espaço na mídia, os próximos capítulos prometem ainda mais reviravoltas.


sábado, 22 de março de 2025

Polícia Federal investiga desvio de recursos do Fundeb no Piauí


A Polícia Federal, com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou a Operação Shallow Grave para desmantelar um esquema de desvio de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação (Fundeb) em Fartura do Piauí. A investigação aponta que um coveiro de São Raimundo Nonato/PI foi usado como "laranja" para ocultar a origem dos valores desviados.

A operação cumpriu sete mandados de busca e apreensão e determinou o sequestro de bens e valores que somam R$ 715 mil, montante suspeito de ter sido utilizado para pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos e políticos. Os crimes investigados incluem fraude em licitações, corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa, ocorridos entre 2021 e 2024.

As autoridades buscam interromper o esquema, coletar provas e recuperar recursos desviados da educação, reforçando o combate à corrupção na administração pública.

terça-feira, 12 de novembro de 2024

É corrupção em todo lugar

Crédito: arquivo Comissão Arns

    Nos últimos tempos, o Brasil tem presenciado um alarmante aumento de casos de corrupção envolvendo setores cruciais do Estado, como a Justiça e a Polícia. Juízes, desembargadores e policiais de diversas patentes vêm sendo alvo de investigações e prisões, deixando a sociedade perplexa e desamparada. Afinal, como confiar em instituições que, teoricamente, deveriam proteger e garantir a segurança e a justiça, mas que agora se mostram contaminadas por práticas ilícitas?

    A corrupção no sistema judicial e policial não é novidade no país, mas o número crescente de casos revelados nos últimos meses evidencia a profundidade desse problema. Quando autoridades, investidas de poder e responsabilidade, abusam de suas funções para obtenção de vantagens pessoais, o impacto é devastador. Além de minar a confiança pública, esses atos corroem a própria estrutura democrática, que depende da integridade das instituições.

    Esse cenário suscita uma pergunta difícil: em quem podemos confiar? Se até mesmo aqueles encarregados de aplicar e defender a lei se mostram corruptíveis, onde está a segurança do cidadão comum? Esse dilema é especialmente angustiante para as pessoas de bem, que se sentem vulneráveis e sem amparo diante de tamanha desordem moral e ética.

    A solução para esse problema exige ações profundas. A criação de órgãos de fiscalização independentes, transparência nos processos judiciais e fortalecimento de punições para os crimes de corrupção são apenas alguns dos passos necessários. Mais do que nunca, é fundamental que a sociedade se mobilize para exigir que aqueles que ocupam cargos de poder sejam responsabilizados por seus atos. Afinal, sem justiça e segurança de fato confiáveis, o Brasil seguirá prisioneiro de sua própria crise ética.

quarta-feira, 25 de setembro de 2024

QUEM PROTEGE JOÃOZINHO FÉLIX?

Campo Maior pede socorro!!!!!!

Até quando vamos permitir que Joãozinho Félix deboche da Justiça Piauiense?

O atual prefeito de Campo Maior parece intocável, acumulando crimes e escândalos enquanto as autoridades fazem vista grossa. Quantos crimes mais ele precisa cometer para que se tome uma providência? A população de Campo Maior está cansada de ver o poder nas mãos de quem se acha acima da lei.

Se fosse uma pessoa pobre, será que teria os mesmos privilégios? Certamente não. Enquanto os mais humildes enfrentam a justiça com todo o rigor, Joãozinho Félix se esconde atrás de influências e favorecimentos.

Chegou a hora de darmos um basta! O povo de Campo Maior não pode mais aceitar que quem deveria zelar pelo bem comum continue a agir com impunidade. Ele não é todo poderoso! Precisamos de uma cidade justa, onde todos sejam iguais perante a lei.

Justiça para todos, privilégios para ninguém!


domingo, 8 de dezembro de 2019

Entidades apresentam estratégia para prevenir fraude e corrupção no Piauí

A fim de conscientizar a população sobre a importância da participação no combate à corrupção, as entidades que compõem a Rede de Controle do Piauí realizarão atos em prol do Dia Internacional contra a Corrupção, nesta segunda-feira (9), em cidades do estado.
Integrantes da Rede de Controle do Piauí concederão, na sede do MPF, coletiva de imprensa, a partir das 9h, para prestar contas à sociedade piauiense sobre as ações de combate à corrupção realizadas no estado pela Rede. Na ocasião,  será apresentada a Estratégia Nacional de Prevenção à Fraude e à Corrupção, iniciativa realizada em conjunto para promover e fortalecer medidas que previnem e combatem a corrupção de forma mais eficaz e eficiente.
Também haverá realização de uma blitz educativa, auxiliada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), que terá início às 7h, em frente ao Ministério Público Federal (MPF) para a entrega à população de material intitulado “Prevenir e combater a corrupção é missão de todos”. Paralelamente, outros postos da PRF fixados nas cidades piauienses de Parnaíba, Floriano, Picos, Valença, Alegrete, Bom Jesus, Campo Maior e Piripiri também serão incluídos nas abordagens para a entrega do material.
A ideia da estratégia nacional surgiu após a divulgação de ranking da corrupção do Fórum Econômico Mundial de 2017, no qual o Brasil foi classificado como o quarto país mais corrupto do mundo, e de índice de percepção da corrupção da Transparência Internacional, que trouxe o Brasil na 105ª posição entre 180 países.
O projeto tem como principal objetivo mobilizar as instituições de controle, suas redes constituídas e gestores públicos em todo o país para que as entidades públicas brasileiras tenham níveis de ocorrência de fraude e corrupção compatíveis com os de países desenvolvidos. Para o sucesso dessa estratégia, os trabalhos são guiados por princípios que viabilizam a ampla participação das redes de controle em todos os estados, dos parceiros e, especialmente, dos gestores públicos.
Crédito da matéria:Cidadeverde.com

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Joãozinho Félix é investigado por irregularidades no pagamento de garis

O ex-prefeito de Campo Maior Joãozinho Félix é alvo de uma investigação do Ministério Público que apura irregularidades no pagamento de garis. Segundo denúncia registrada em abril deste ano junto ao MP, o ex-prefeito pagava um valor menor do que informava na prestação de contas. 
“Informa ter o ex-prefeito municipal de Campo Maior, João Félix De Andrade Filho, em tese, contratado diversas pessoas para a função de gari, pagando-lhes valor a menor que o efetivamente empenhado e liquidado”, explica o promotor Maurício Gomes de Sousa, titular da 3ª Promotoria de Campo Maior. 
O promotor afirma que se comprovado a irregularidade, o Ministério Publico pedirá condenação do ex-prefeito pelo ato de improbidade administrativa. Ele classifica a denúncia como grave e que merece averiguação. 
Procedimentos 
Maurício Gomes requereu a Polícia Federal e a Procuradoria Geral da República da 1ª Região autos integrais de inquéritos movidos por esses órgãos contra Joãozinho Félix. O MP pede ainda informações da Delegacia Regional do Trabalho e do Tribunal de Contas do Estado. Logo após colher esses documentos e informações, o promotor pede que o ex-prefeito se manifeste sobre a denúncia.

Crédito da matéria: Portal Campo Maior em Foco

domingo, 28 de maio de 2017

POVO QUE NÃO SONHA SE LIQUIDA

Jacob Fortes
Não é apenas o provimento de bucho que sustenta um povo, mas também os sonhos. Tire os sonhos de um povo e o verá apagado, sem ânimo, abatido, fechado em si, emurchecido.
Não é de data moderna o sentimento de pesar dos brasileiros por se acharem impedidos de sonhar. O pesar surge sob a forma de doença. Essa doença, síndrome do confisco de sonhos, fora engendrada pelos corruptos. Os sonhos, pelo seu papel singular, são, por assim dizer, o estímulo, os estribos invisíveis do povo. Por mais que não se possa tocar nos sonhos eles são a entidade em que todos confiam para segredar propósitos, aspirações. São os sonhos que minimizam a crua realidade dos percalços; fazem o povo crer ser possível obrar feitos. Sem eles, no entanto, o povo chega a descrer de si mesmo. No dizer do poeta, “os sonhos são igualmente os brotos: vão rebentando e se abrindo em floradas”. Assim como a água da rega alegra as verduras, o povo carece dos borrifos de sonhos para não perder o viço, não emurchecer.
Há decênios os corruptos não fazem outra coisa senão privar os brasileiros dos seus sonhos. Essa prática abominável de confisco enseja alguns mínimos questionamentos: por que será que esses honoráveis patifes, de paletó e gravata, preferem que suas memórias à posteridade contenham o timbre da canalhice, das malfeitorias? Será que no íntimo das consciências dessa chusma de salteadores não há um pugilo de remorso pelas impiedades que cometem contra os brasileiros e o Brasil? Que escarmento merecem esses solenizados calhordas por se haverem na continuada prática de despojar esses bens tão preciosos, os sonhos? Será que as súplicas dos brasileiros contra a ação nociva dessa irmandade biltre têm sido insuficiente, de pouco fervor? Que oração, em nível de recurso, se pode evocar para fazê-los emendar-se; demovê-los do nefando vício de expropriar os sonhos do povo? Compulsando o catálogo dos rogos sugiro que comecemos pelo miserere, (salmo 51, da Bíblia), indicado para fazer aflorar a piedade alheia. Não surtindo o efeito desejado, e levando em conta não existir no Brasil o suplício capital, (e o fato de que as penas de reclusão lhes parecem água benta e os presídios escritórios para recalcitrar no crime) sobrerresta propor a criação de medida de espessura; aditar as leis penais, (hoje, brandas, românticas), de modo a que surjam normas de dentes afiados, mais imperativas, austeras, que cominem penas de maior acrimoniosidade.
Tivesse o Brasil severidade contra saqueadores, lesas-pátrias, não estaria claudicando nessa aridez, mas em radiante prosperidade, com seu terreiro limpo, desinfetado e, é claro, um gabinete dentário em cada esquina, além de metrôs de fazer a inveja sofrer.
Até quando essa malta lançará ao rosto do Brasil e de sua gente essa afronta? Até quando o povo gemerá debaixo de pedágio, escorchante, que sustenta o apetite de esponja dos ladravazes do Brasil? É perpétua a validade do alvará que permite a essa confraria de morcegos — uns anafados, outros de papadas pletóricas — vexar sadicamente o povo tal qual o gato faz o rato padecer?
Sentir-me-ei regiamente gratificado se tudo que deixei dito neste texto chegar às famílias dos corruptos, nomeadamente às suas mães; que não os tiveram para o crime.

Os sonhos nos põem para além das nossas dimensões”.

domingo, 1 de março de 2015

Vox Populi: FHC foi o governo mais corrupto do Brasil nos últimos vinte anos

Nestes dias em que a imprensa tanto enfoca a questão do desvio de recursos da Petrobrás e tenta de forma nada sutil vincular a questão ao impeachment de Dilma, é de bom tom e a tempo a matéria publicada no Portal Metrópole, dando conta de uma pesquisa que trata de CORRUPÇÃO e as investigações que devem/deveriam ter sido feitas.

Entre os três últimos presidentes brasileiros das últimas duas décadas, Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, foi o que menos combateu a corrupção no Brasil. Ficou, assim, atrás da presidenta Dilma Rousseff e do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores.

Por redação

Pesquisa realizada pelo instituto de opinião Vox Populi coloca Lula como líder do ranking no quesito “presidente que mais combateu a corrupção”, com 31% das manifestações favoráveis. Dilma vem em segundo, com 29%.
Na lanterna, ficou FHC, com apenas 11% dos votos. O resultado corrobora a impressão geral de que, durante os mandatos do tucano (1995-2002), a corrupção foi colocada para debaixo do tapete, em boa medida por conta do então procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro.
Nomeado por FHC e por ele mantido no cargo por oito anos, Brindeiro ganhou o apelido de “engavetador-geral da República”, justamente, por não investigar nada contra os tucanos.
Para Coimbra, a mídia evita fazer pesquisas sobre a crise de corrupção na Petrobras. A única conhecida foi realizada pelo instituto Datafolha, no início deste mês, e mereceu do jornal “Folha de S. Paulo” leitura no mínimo “extravagante”, de acordo com o pesquisador. A manchete do jornal foi: “Brasileiro responsabiliza Dilma por caso Petrobras”. No mesmo levantamento, contudo, o dado mais importante era exatamente o ranking de luta contra a corrupção, no qual FHC aparecia por último, atrás de Dilma e Lula.

Confira o artigo original no Portal Metrópole: http://www.portalmetropole.com/2015/02/vox-populi-fhc-foi-o-governo-mais.html#ixzz3TBpU62H1

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

SE A MODA PEGA...

Juiz perde voo e manda prender funcionário da TAM
   
    Nos últimos dias, Brasil à fora,  temos visto verdadeiros festivais de abuso de poder praticados por alguns magistrados. Pessoas são condenadas por estarem apenas no cumprimento do dever legal. Pessoas são presas por dizerem apenas que um juiz não pode mais entrar num avião já que chegou atrasado. 

     No Maranhão, um magistrado deu seu "showzinho" de arrogância, prepotência e desrespeito às leis que ele deveria zelar e cumprir.

     Na minha ignorância jurídica, creio que uma pessoa que age de forma irresponsável, assim como agiu o meritíssimo em tela, os Tribunais deveriam imediatamente afastar que só dá trabalho. Uma rápida pesquisa na grande rede, vê-se que o 'homem' é cheio de arrumação ruim.

Olha só a relação:

E tem mais...


O QUE NÃO É CORRUPÇÃO

Temos assistido assombrados a forma como algumas fortunas são construídas no Brasil. às custas do sofrimento de centenas de milhares de pessoas, desonestos abocanham o que deveria ser aplicado em educação, saúde, saneamento, segurança e tantos outros setores que andam capengas, quer por má gestão, quer pela sede insaciável de alguns que se aproveitam da coisa pública e a desviam para seus prazeres pessoais,
Quando falamos em corrupção, certamente o que nos vêm à mente é o que nos colocam a grande mídia nacional. Comprometida com grupos econômicos e políticos, que de outra forma promovem também a corrupção, esquecemo-nos da prática de pequenos gestos que poderiam diminuir a corrupção que achamos tão comum em nosso meio.

"Colar"  na prova, burlar a fila do banco, cometer delitos diários no trânsito, receber um troco a mais, fomentar o "achado não é roubado", dentre outras inumeráveis atitudes, são os pressupostos para a entrada da grande corrupção.

Não que que com essa onda que vivemos em não respeitar coisas tão simples é caso de premiação por parte da ONU a um brasileiro? Isso mesmo. 

Segundo a Folhapress, "um simples gesto garantiu ao taxista Adilson Luiz da Cruz, 43, um prêmio por "exemplo de comportamento ético", dado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC). Em junho deste ano, ele ficou famosos após devolver um pacote com 40 ingressos para jogos da Copa do Mundo do Brasil que foi esquecido em seu táxi, em São Paulo, um dia antes da abertura do evento. Adilson voltou ao hotel onde havia apanhado um grupo de turistas mexicanos e conseguiu devolver os tíquetes aos donos. "Nunca havia acontecido nada parecido comigo antes. Falei ao lado de ministros. Todos eles me cumprimentaram, quase travei", relatou o taxista em entrevista à Folha de S.Paulo
Leia mais em: http://zip.net/btqpZb

Pois é, ética é um conjunto de valores morais de uma pessoa e aí, incluem-se, pequenas coisas que não são gentileza, são sim caráter.

Foto: 

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

É hora de comprar Brasil!

Raras vezes, na história da humanidade, um país se deixou cegar tanto pelo ódio político, pela intolerância e pela mentira, sendo tão vilipendiado por sua própria elite. Agora, que as eleições acabaram, relembre: o Brasil é exemplo global no combate à fome, tem a menor taxa de desemprego de sua história, uma nova classe média pujante, que adensa um dos maiores mercados de consumo de massa do mundo, e uma presidente revigorada pela vitória nas urnas; além disso, está prestes a se tornar um dos grandes produtores globais de petróleo, não há descontrole inflacionário e os ajustes necessários na economia são bem menos severos do que se apregoa; por último, mas não menos importante, o Brasil NÃO é bolivariano!. 

Por Leonardo Attuch
Roberto Stuckert Filho: Rio Grande - RS, 17/09/2012. Presidenta Dilma Rousseff durante visita ao local de construção da P-58 no Estaleiro Quip. Foto: Roberto Stuckert Filho/PrO Brasil amanhece, nesta segunda-feira, não muito diferente do que foi nos últimos dias, semanas e anos de governo Dilma – uma aposta renovada pelo eleitor brasileiro para os próximos quatro anos. O desemprego continua a ser um dos mais baixos da história, a inflação não está fora de controle e transformações estruturais, como o avanço na exploração do pré-sal, continuam em curso.

No entanto, raras vezes, na história da humanidade, um país foi tão vilipendiado e rebaixado por sua própria elite. Como jamais se viu, uma sociedade se permitiu cegar pelo ódio político, pela intolerância e pela mentira. Para citar apenas um caso, o dirigente de uma consultoria financeira lançou um livro intitulado "O Fim do Brasil", profecia que se realizaria em caso de reeleição da presidente Dilma. A julgar por seu catastrofismo, que foi levado a sério por alguns agentes do mercado financeiro, esta segunda-feira seria o "dia em que a terra parou", como diria Raul Seixas.

No entanto, basta abrir os olhos – sim, abrir os olhos, após a cegueira e a histeria das últimas semanas – para enxergar uma realidade bem diferente. O Brasil fechará o ano com a inflação dentro dos limites da meta pelo décimo ano consecutivo, com uma dívida interna estável, embora a situação fiscal seja menos confortável do que no passado, e com uma população que volta a confiar no futuro – este, um dos dados mais importantes das últimas pesquisas. Quando as pessoas acreditam que irão manter seus empregos e seu poder de compra, o motor do consumo e do crédito se mantém ligado e a pleno vapor.

Se há a necessidade de ajustes na economia, eles já são reconhecidos pelas autoridades, em Brasília. Especialmente em alguns setores, como o do etanol, que foi prejudicado pela contenção dos preços dos combustíveis e será beneficiado com a volta da Cide – um importo que tornará o álcool mais competitivo na bomba. A boa notícia é que os ajustes necessários são bem menos severos do que se apregoa – 2015, ao contrário do que muitos imaginam, não será o ano da catástrofe anunciada.

Passadas as eleições, é também a hora de superar antagonismos, divisões e retomar o diálogo. Em vez de enxergar o copo meio vazio, é hora de encarar a metade cheia, repleta de avanços. O Brasil é hoje reconhecido pelas Nações Unidas como exemplo global no combate à fome e às desigualdades sociais. É também um país montado num caminhão de reservas internacionais, capazes de amortecer qualquer crise internacional. E que, com sua nova classe média, possui um dos maiores mercados de consumo do mundo, que irá continuar recebendo investimentos por muitos e muitos anos.

Se isso não bastasse, o pré-sal, de onde se extraem mais de 500 mil barris de petróleo/dia, já não é mais uma promessa. É realidade concreta e palpável. Aliás, se o Brasil foi rebaixado e vilipendiado por sua elite, que daqui extrai suas fortunas, o que dizer, então, da Petrobras? Relatórios das agências internacionais de energia, feitos por quem realmente entende do setor, a apontam como uma das empresas de maior crescimento projetado para os próximos anos. Depois dos investimentos, virá a colheita. E o Brasil, que viveu agudas crises no balanço de pagamentos no passado, em razão de sua dependência energética, tem tudo para se transformar num dos grandes exportadores globais de petróleo – como já é no setor de alimentos.

Dilma venceu as eleições porque, em algum momento, os eleitores – e não apenas os supostamente mal-informados, como diria FHC – se deram conta de que a propaganda negativa não correspondia à realidade. Será mesmo que o Brasil dos novos aeroportos, das usinas do Rio Madeira e da hidrelétrica de Belo Monte é mesmo "um cemitério de obras inacabadas"? Aliás, o que aconteceu com o apagão elétrico previsto no início de 2014? E a Copa do Mundo? Por onde andam os arautos do #naovaitercopa? Se tiverem bom senso, depois de o Brasil ter realizado a melhor de todas as Copas – fato que, infelizmente, ficou ausente da campanha eleitoral – não farão o mesmo discurso terrorista em 2016, ano dos Jogos Olímpicos.

O Brasil que emerge dessas eleições também tem uma possibilidade única de enfrentar a corrupção. Depois de tantos escândalos, todos eles associados ao financiamento privado de campanhas políticas, o País se vê diante da oportunidade histórica de aprovar a reforma política, tornando as disputas eleitorais menos dependentes do poder econômico. E a presidente Dilma, sem uma reeleição pela frente, e reconhecida como honesta por seus próprios adversários, é a pessoa ideal para levar esse desafio adiante. "Estou pronta a responder a essa convocação. Sei do poder que cada presidente tem de liderar as grandes causas populares. E eu o farei", disse ela ontem, em seu discurso da vitória. Um discurso preciso – e de arrepiar.

Por último, mas não menos importante, há que se dizer com todas as letras. Apesar de toda a histeria e toda a estridência dos nossos neoconservadores, o Brasil não é bolivariano. Aliás, o próprio PT é um partido que, há muitos anos, fez um escolha. Optou pelo caminho democrático – e não revolucionário. O Brasil é um país capitalista, que respeita a propriedade e os contratos, e que, neste caminho, promove a inclusão social. Aliás, a aposta na radicalização interessa apenas a pequenos grupelhos, que se alimentam do discurso do ódio. A estes, basta dizer que Miami é logo ali. À verdadeira elite brasileira, comprometida com o País, o que importa é seguir adiante, com mais igualdade e liberdade.

Como diria Eduardo Campos, não vamos desistir do Brasil. Até porque, depois de tantas mentiras e ataques, o Brasil ficou barato. É hora de comprar Brasil!

terça-feira, 2 de julho de 2013

PF faz operação contra desvio de verba pública em 100 cidades

Por que essas notícias sobre corrupção ainda nos surpreendem tanto se essa prática de tomar para si o dinheiro público é tão antiga?

Durante muitos anos havia um silêncio de morte sobre o assunto. Denunciar  um governante era sinal de perseguição e execração pública. Na última década a coisa ficou diferente, já que a PF tem total liberdade de investigar e tornar público os resultados de suas investigações, inclusive a de prender asqueles que desrespeitam o dinheiro público.

Quadrilha, formada por empresas, pessoas físicas, servidores públicos e ex-prefeitos, fraudava licitações

  • Somente em Minas Gerais foram desviados mais de R$ 70 milhões

  • A Polícia Federal realiza, nesta terça-feira, uma operação para desarticular uma organização criminosa que desviava recursos públicos de mais 100 cidades em Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Pará, Sergipe, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraíba, Maranhão e Bahia. De acordo com a polícia, o grupo cometia fraudes em processos licitatórios. Segundo a PF, serão cumpridos 20 mandados de busca e apreensão, 21 mandados de sequestro de valores, bens móveis e imóveis, três mandados de condução coercitiva e nove mandados de prisão temporária.

  • A quadrilha, formada por empresas, pessoas físicas, servidores públicos e ex-prefeitos, fraudava processos licitatórios, direcionando as contratações a uma das empresas integrantes da organização criminosa. Essa empresa vencia as licitações com o compromisso de fazer a compensação entre precatórios judiciais e as dívidas das prefeituras, sob o argumento de uma economia de até 30% sobre os valores devidos ao INSS, prática proibida pela lei.

  • Os municípios mineiros que, até o momento, sofreram com a ação do grupo criminoso foram: Águas Vermelhas, Capelinha, Caratinga, Ipatinga, Itambacuri, Janaúba, Montes Claros, Pirapora, Rio Pardo de Minas, Várzea da Palma, Varzelândia, além do Consórcio intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência do Norte de Minas. Somente em Minas Gerais foram desviados mais de R$ 70 milhões.

  • De acordo com a PF, os presos responderão por crimes contra a administração pública, formação de quadrilha, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro, fraude às licitações, corrupção ativa e passiva, dentre outros.


Fonte: O Globo Online