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terça-feira, 22 de abril de 2025

SINTE-PI reforça a luta em defesa da escola pública durante a 26ª Semana Nacional pela Educação



    Em permanente defesa de uma educação pública, democrática e de qualidade, o SINTE-PI promove uma série de atividades no âmbito da 26ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, organizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Este ano, o tema central é "Escola pública não é negócio. É direito!", convocando a sociedade a refletir sobre os riscos da privatização e da mercantilização do ensino.

    Em nível nacional, a programação culmina com uma paralisação na quarta-feira (23 de abril), quando manifestações ocorrerão em todo o país. O objetivo é denunciar projetos de privatização da educação pública, o sucateamento das instituições de ensino e a crescente desvalorização dos profissionais da área.

    As ações da Semana Nacional alertam para os perigos da transferência de recursos públicos para o setor privado, o que compromete a gestão democrática e atinge diretamente conquistas históricas como o piso salarial, os planos de carreira e a realização de concursos públicos. Tais medidas contribuem para a desvalorização dos(as) professores(as) e a precarização das condições de trabalho dos(as) demais profissionais da educação.

Educação é direito, não mercadoria!

Programação do SINTE-PI – 26ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública:

22 de abril (terça-feira)

  • Lançamento oficial da Semana em Água Branca e Regeneração.

23 de abril (quarta-feira)

  • 8h30: Manifestação pública na Praça Rio Branco, em Teresina.

25 de abril (sexta-feira)

  • 8h30: Encontro do Coletivo de Aposentados no Clube do SINTE.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Trabalhadores em Educação fazem paralisação em março



Entre as pautas defendidas pela categoria, o presidente da CNTE, Roberto Leão, destaca a destinação de 10% do PIB para Educação Pública.


Os trabalhadores em Educação Pública Estadual do Piauí vão entrar em greve geral no próximo mês de março. Eles acompanharão uma decisão tomada domingo pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), em Brasília. O movimento será a nível nacional e será para protestar contra o reajuste do piso nacional da categoria reajustado bem abaixo do que previa o índice baseado no custo aluno.


O Piauí participou da decisão ao enviar uma caravana de sindicalista que participaram do 32º Congresso Nacional da CNTE onde a decisão foi tomada.


Além da questão do valor do piso, a  CNTE aprovou, durante seu 32º Congresso Nacional, um calendário de mobilizações em defesa da Educação pública e de qualidade no País, com destaque para uma greve nacional marcada para 17, 18 e 19 de março.


Entre as pautas defendidas pela categoria, o presidente da CNTE, Roberto Leão, destaca a destinação de 10% do PIB para Educação Pública, o investimento de 100% dos royalties do petróleo na área, a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE), as diretrizes nacionais para Plano de Carreira da categoria e o reajuste do piso salarial em 15%. O governo propôs aumento de 8,32%.


“A proposta de 8,32% de reajuste no piso salarial foi contabilizada com base em um repasse de R$ 111 bilhões ao Fundeb [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação]. No entanto, basta vermos os dados do Tesouro Nacional para perceber que o repasse para estados e municípios foi, na verdade, de R$ 117 bilhões. Com esse valor, o reajuste ficaria entre 13 e 15%”, afirma o presidente. E lutaremos por esse reajuste".


Edição: PortalODIA