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quarta-feira, 12 de abril de 2017

Qual o caminho das mães-meninas brasleiras?

Todos os dias professores de todo o Brasil, especialmente os que militam nas redes públicas, são submetidos a desafios. Nem sempre se está preparado para superar as dificuldades da sala de aula, da escola, ou até mesmo da família do estudante.

A gravidez precoce é comum na vivência da sala de aula, e como ela um dos motivos da evasão escolar, que leva para baixo os índices de grande parte das escolas.

A UOL Educação tem matéria bastante interessante sobre o tema gravidez na adolescência. As meninas-mães brasileiras - de lavra da advogada e mestre em administração pública Priscila Cruz - faz uma reflexão bastante interessante quanto ao assunto que tanto incomoda a escola e sua comunidade.

As meninas-mães brasileiras

domingo, 14 de julho de 2013

ONU pede educação sexual mais adequada para as adolescentes

A




















Aproximadamente 16 milhões de adolescentes entre 15 e 19 têm filhos todos os anos, informou Organização das Nações Unidas (ONU) nesta semana. Em referência ao Dia Mundial da População, celebrado na última quinta-feira, 11 de julho, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, lembrou que muitas adolescentes nunca tiveram a oportunidade de planejar a gravidez e pediu a garantia dos serviços de prevenção e tratamento das DST/aids.

Ban Ki-moon destacou, ainda, que problemas durante os nove meses e no momento do parto podem causar fístula obstétrica e outras complicações, sendo a principal causa de morte nestes casos.

Segundo o secretário-geral da ONU, as adolescentes também enfrentam riscos de doenças, lesões e até morte por abortos inseguros.

Ele defende a inclusão de mais meninas na escola primária, para que elas tenham a chance de uma boa educação na adolescência; afirmando que ao ser educada, uma jovem tem a tendência de se casar mais tarde, ficar grávida quando realmente se sentir pronta e ter um rendimento mais elevado.

A ONU pede, ainda, educação abrangente sobre sexualidade, além de acesso a serviços de saúde sexual e reprodutiva.

Idade mínima para o casamento

Para o Fundo das Nações Unidas para a População (Unfpa), todos os governos deveriam criar leis que definam os 18 anos como a idade mínima para o casamento, além de prevenir o casamento infantil e suas consequências.

De acordo com o Unfpa, a gravidez na adolescência está ligada à pobreza, desigualdade de gênero, violência, casamento forçado, falta de acesso a escolas e falha do sistema em proteger seus direitos.

Para o Unfpa, quebrar o ciclo da gravidez na adolescência requer compromisso das nações, comunidades e indivíduos em investir nas jovens.
Fonte: Agência AIDS.com