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segunda-feira, 20 de abril de 2015

PSDB quer acabar o Mais Médicos

foto: teresina.com

Feito 'cachorro doido', mordendo todo mundo, o partido de Aécio quer acabar o Mais Médico. A elite não sabe o quanto é importante para milhares de municípios brasileiros o atendimento médico por quem realmente gosta de trabalhar e não se considera um 'semi-deus'.  


No Piauí, são mais de 350 médicos que atendem milhares de pessoas diariamente. Gente que tinha que passar por uma série de humilhações ou trocar o voto por uma consulta médica.

Acompanhe o que eles estão tramando:

Mais Médico: Partidarizar programa que beneficia um terço da população é crime de lesa-pátria

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Ministério da Saúde acusa Veja de errar sobre o Mais Médicos

“A revista erra, pela segunda semana consecutiva, ao tratar da relação de cooperação do Brasil, Opas (Organização Pan-Americana de Saúde) e o governo de Cuba”, diz o Ministério da Saúde (MS) em nota de esclarecimento sobre a abordagem na cooperação para o Programa Mais Médicos publicada na Revista Veja.  


Marcos Ribeiro/ Prefeitura de Serra
Apenas 12% das vagas foram preenchidas nas duas primeiras etapas do Programa. Centenas de cidades ainda precisavam de médicos.   Apenas 12% das vagas foram preenchidas nas duas primeiras etapas do Programa. Centenas de cidades ainda precisavam de médicos.  
Além dos esclarecimentos, o Ministério da Saúde também registra que não foi efetivamente procurado para a primeira reportagem do fim de semana (16 e 17 de agosto) e teve sua carta de resposta não publicada nesta edição.

O MS explica que “os recursos orçamentários destinados ao Mais Médicos independem da origem do profissional. Trata-se de um valor estipulado por edital e representa o número de participantes oferecidos”,

Em todos os cinco ciclos de inscrição para o programa, a prioridade foi para os médicos brasileiros. As vagas não escolhidas pelos brasileiros foram oferecidas para médicos brasileiros formados no exterior e para intercambistas individuais, de diversas nacionalidades, sem diploma validado no Brasil. Somente após o cumprimento deste percurso as vagas foram preenchidas pelos médicos cubanos.

“Isso significa que, se 100% das vagas fossem preenchidas pelas inscrições individuais, não existiria termo de cooperação com a Opas e muito menos o repasse de recursos para trazer médicos cubanos”, afirma o Ministério.

Apenas 12% das vagas foram preenchidas nas duas primeiras etapas. Centenas de cidades ainda precisavam de médicos para atuar em sua rede de atenção básica e dar assistência adequada a sua população.

Cooperação com a Opas

A solução foi optar pela cooperação com a Opas, em um tipo de acordo semelhante ao firmado com outros 63 países. O cálculo do novo termo, publicado no diário oficial de segunda-feira (18), obedeceu às mesmas condições fixadas pelo edital do Programa.

O novo termo manterá os 11.429 cubanos que atuam no Programa em mais de 3.500 cidades com histórica dificuldade para provimento e fixação de profissionais. Esses médicos representam quase 80% dos mais de 14,4 mil participantes do Mais Médicos e mais de 2.700 cidades são atendidas exclusivamente por eles.

Para superar a carência de profissionais no Brasil, além desse fornecimento considerado emergencial, ou seja, não permanente, o Mais Médicos também está expandindo e qualificando a graduação e a residência médica, com a criação de 11,5 mil vagas de graduação em medicina e 12,4 mil bolsas de residência médica. Também estão sendo revistas as diretrizes curriculares de medicina visando melhoria da formação do profissional médico para sua atuação na rede básica de saúde.

Com o foco na valorização desse importante pilar da saúde pública, capaz de resolver 80% dos agravos de saúde da população, o Ministério da Saúde tem ampliado a cada ano os recursos destinados a atenção básica. Só neste ano, está previsto o repasse de R$20 bilhões. Esse incremento de investimentos já impacta positivamente na assistência à população.

Da Redação em Brasília
Com informações do MS

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Mias Médico: brasileiros são os que mais desistem. Por quê?

Cerca de 8,4% dos brasileiros deixaram o programa; entre os cubanos, o índice é de 0,02%

Entre os profissionais estrangeiros e brasileiros que atuam no programa Mais Médicos, do governo federal, os cubanos foram os que menos abandonaram a missão até agora. A informação foi dada pela chefe da Brigada Médica Cubana no Brasil, Cristina Luna, em entrevista à televisão cubana, no último sábado (23).

Segundo ela, o número de médicos de Cuba que deixaram o programa, um ano depois de sua implantação, é de 0,02%. A desistência de profissionais de outras nacionalidades chegaria a 0,8% e a de brasileiros é mais significativa, com o índice de 8,4%.

Os primeiros médicos cubanos vieram ao Brasil em 24 de agosto de 2013, a partir de um contrato firmado entre os governos dos dois países, por intermédio da Organização Mundial de Saúde. Hoje, mais de 11.400 médicos cubanos trabalham nos 26 estados brasileiros, mais o Distrito Federal. Cristina afirmou que esses profissionais têm tratado, basicamente, casos de hipertensão, diabetes, cardiopatias isquêmicas, dengue e lepra. Depois da Venezuela, o Brasil é o país com a maior quantidade de médicos de Cuba em atuação.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Cai a máscara da médica cubana amiga de Ronaldo Caiado!

Enviado por Miguel do Rosário 

O Tijolaço desmascarou a farsa da médica cubana do Ronaldo Caiado.
Apareceu a verdade: a Dra. Ramona montou uma farsa para encontrar namorado em Miami
Por Fernando Brito, no Tijolaço.

A Dra. Ramona Matos Rodrigues tem o direito de querer viver com o namorado em Miami. Isso é um problema dela com as autoridades de seu país e não nos cabe, a brasileiros, darmos palpite sobre as regras cubanas de emigração, que, atualmente, só restringem a saída de médicos, cientistas e militares. Os Estados Unidos restringem a entrada em seu país e volta e meia vemos cenas dantescas com dezenas de “chicanos” mortos em vagões de trem enquanto tentam entrar no “eldorado” americano e ninguém diz que, com isso, os EUA ferem a liberdade de ir e vir.

Mas a Dra. Ramona não tem o direito de ludibriar a boa-fé do povo brasileiro montando uma história farsesca sobre as razões de sua tentativa de fuga para Miami.

A Folha, hoje, revela o suficiente da história para que compreendamos que, como disse Janio de Freitas, esta história “vá dar rumba”. A Dra. Ramona se aproveitou da simpatia que lhe teve uma senhora, prestadora de serviços ao “Mais Médicos” para encontrar acolhida em Brasília. Dizia sentir-se só e foi recebida por ela em sua casa, num rasgo de solidariedade.

Depois de um final de semana, como planejado, foi à embaixada americana pedir para ser “abduzida” àquele país, para surpresa da amiga que, então, disse que para isso sua casa não era abrigo. Então a Dra. Ramona montou sua pequena farsa, com a ajuda providencial do deputado Caiado, que critica a “escravidão médica” de Cuba, mas é contra a abolição da escravatura “de peão” proposta na PEC do trabalho escravo. Aí veio a cantilena sobre o “fui enganada”, etc, etc, etc…

A Dra. Ramona usou o congresso e a imprensa brasileira como palco e platéia de seu “teatro”, sem nenhum pudor. E os usou porque sabe que, neste país, existe um sistema de comunicação que a transformaria em “heroína” quando é apenas uma pessoa que mente por seus interesses, em lugar de proclamar e lutar por seus direitos abertamente.

O que, no Brasil, ninguém duvida, poderia ter feito. Mas a Dra. Ramona foi contratada por nosso país para atender doentes, não para se portar como uma transtornada – que seja, concedamos a generosa possibilidade – por um amor na Flórida que a leve a mentir na sede do parlamento, diante de toda a imprensa.

Porque, para esta fila de “vistos” americanos, tem muito brasileiro na frente dela, que sequer vai receber os gordos subsídios que o Governo americano dá aos médicos cubanos dispostos a expatriar-se. Ao contrário, se pagassem metade do que paga o Mais Médicos, muitos médicos brasileiros estariam nessa fila, porque Miami, para eles, é lugar de gente. Pacajás, no Pará, não. Aliás, nada impediria o namorado da Dra. Ramona, se é tão grande este amor, vir para cá. Talvez o que o impeça seja, apenas, Miami.

Mas isso é um problema privado do casal. E esse é o pecado imperdoável da Dra. Ramona: transformar os seus quereres pessoais em um caso político em país alheio.
PS. Desde ontem, no início da tarde, havia essa informação. Como não havia confirmação, não publicamos. Correr o risco da mentira era agir sem dignidade. Coisa que a Dra. Ramona não fez com a opinião pública brasileira.

Fonte: O Cafezinho

Cai a máscara da médica cubana amiga de Ronaldo Caiado!

Enviado por on 06/02/2014 – 1:58 pm 15 comentários
O Tijolaço desmascarou a farsa da médica cubana do Ronaldo Caiado.
Apareceu a verdade: a Dra. Ramona montou uma farsa para encontrar namorado em Miami
Por Fernando Brito, no Tijolaço.
A Dra. Ramona Matos Rodrigues tem o direito de querer viver com o namorado em Miami.
Isso é um problema dela com as autoridades de seu país e não nos cabe, a brasileiros, darmos palpite sobre as regras cubanas de emigração, que, atualmente, só restringem a saída de médicos, cientistas e militares. Os Estados Unidos restringem a entrada em seu país e volta e meia vemos cenas dantescas com dezenas de “chicanos” mortos em vagões de trem enquanto tentam entrar no “eldorado” americano e ninguém diz que, com isso, os EUA ferem a liberdade de ir e vir.
Mas a Dra. Ramona não tem o direito de ludibriar a boa-fé do povo brasileiro montando uma história farsesca sobre as razões de sua tentativa de fuga para Miami.
A Folha, hoje, revela o suficiente da história para que compreendamos que, como disse Janio de Freitas, esta história “vá dar rumba”.
A Dra. Ramona se aproveitou da simpatia que lhe teve uma senhora, prestadora de serviços ao “Mais Médicos” para encontrar acolhida em Brasília. Dizia sentir-se só e foi recebida por ela em sua casa, num rasgo de solidariedade.
Depois de um final de semana, como planejado, foi à embaixada americana pedir para ser “abduzida” àquele país, para surpresa da amiga que, então, disse que para isso sua casa não era abrigo.
Então a Dra. Ramona montou sua pequena farsa, com a ajuda providencial do deputado Caiado, que critica a “escravidão médica” de Cuba, mas é contra a abolição da escravatura “de peão” proposta na PEC do trabalho escravo.
Aí veio a cantilena sobre o “fui enganada”, etc, etc, etc…
A Dra. Ramona usou o congresso e a imprensa brasileira como palco e platéia de seu “teatro”, sem nenhum pudor.
E os usou porque sabe que, neste país, existe um sistema de comunicação que a transformaria em “heroína” quando é apenas uma pessoa que mente por seus interesses, em lugar de proclamar e lutar por seus direitos abertamente.
O que, no Brasil, ninguém duvida, poderia ter feito.
Mas a Dra. Ramona foi contratada por nosso país para atender doentes, não para se portar como uma transtornada – que seja, concedamos a generosa possibilidade – por um amor na Flórida que a leve a mentir na sede do parlamento, diante de toda a imprensa.
Porque, para esta fila de “vistos” americanos, tem muito brasileiro na frente dela, que sequer vai receber os gordos subsídios que o Governo americano dá aos médicos cubanos dispostos a expatriar-se.
Ao contrário, se pagassem metade do que paga o Mais Médicos, muitos médicos brasileiros estariam nessa fila, porque Miami, para eles, é lugar de gente.
Pacajás, no Pará, não.
Aliás, nada impediria o namorado da Dra. Ramona, se é tão grande este amor, vir para cá.
Talvez o que o impeça seja, apenas, Miami.
Mas isso é um problema privado do casal.
E esse é o pecado imperdoável da Dra. Ramona: transformar os seus quereres pessoais em um caso político em país alheio.
PS. Desde ontem, no início da tarde, havia essa informação. Como não havia confirmação, não publicamos. Correr o risco da mentira era agir sem dignidade. Coisa que a Dra. Ramona não fez com a opinião pública brasileira.
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terça-feira, 5 de novembro de 2013

Médico preso por só bater ponto fazia campanha contra o “Mais Médicos”

cartao
Mais uma denúncia, desta vez resultando em prisão em flagrante, sobre um médico que só comparecia ao posto público de saúde onde “trabalhava” apenas para bater o ponto.

O Dr. Jetson Luís Franceschi chegava às sete da manhã, estacionava seu BMW, junto da Unidade Básica de Saúde do Bairro Faculdade, em Cascavel (PR).  batia o ponto e saía para atender em sua clínica particular. Perto de dez da amanhã, voltava ao posto, passava algum tempo e saía.

Não fez isso eventualmente, para atender algum compromisso, uma emergência, como poderia acontecer e seria até compreensível. Era sistemático, diário. O mês inteiro.

O Dr. Jetson mantém uma página no Facebook. Nela, quase todos os dias, posta fotos e textos atacando o “Mais Médicos”, o governo e a qualidade dos médicos estrangeiros, em especial os cubanos. O Dr. Jetson pode ser um bom médico e tem o direito, querendo, de ser médico apenas em consultório particular. Mas não tem o direito de ocupar “ausente” um lugar que precisa ser ocupado por alguém que possa estar presente para atender mulheres – e gestantes, ainda por cima. E muito menos de criticar e agredir quem está disposto a fazê-lo.

Menos ainda de, com um caso destes, ajudar a formar na população um conceito sobre os médicos que eles – inclusive a maioria dos que são contra o Mais Médicos – não merecem. O problema da saúde brasileira não é o de médicos “picaretas”. Muito do que dizem os adversários do Mais Médicos sobre precariedades na rede de Saúde é verdade e é um déficit histórico que vai custar a ser resolvido. E um bons caminhos é que haja médicos nas Unidades Básicas de Saúde como aquela em que o Dr. Jetson deixava abandonada.
Por: Fernando Brito
tijolaço.com.br