Postagem em destaque

BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudanç...

Mostrando postagens com marcador medicamentos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador medicamentos. Mostrar todas as postagens

domingo, 12 de janeiro de 2020

Alerta na saúde: cresce o consumo de antidepressivos no Brasil

Resultado de imagem para foto de pessoas com depressão
Foto:www.vidaeacao.com

O Brasil é um dos países engajados na campanha Janeiro Branco, dedicada a colocar os temas da saúde mental em evidência no mundo, em nome da prevenção ao adoecimento emocional. A principal estratégia é sensibilizar a mídia, o governo e o setor privado sobre a importância do investimento em políticas públicas no setor. Segundo especialistas ouvidas pelo Correio, a mobilização ganha ainda mais importância diante do aumento do consumo de medicamentos indicados para tratamento psiquiátrico e psicológico por pessoas acometidas por transtorno de ansiedade e depressão.


Na semana passada, um estudo da Funcional Health Tech — empresa líder em inteligência de dados e serviços de gestão no setor de saúde — revelou que, de 2014 a 2018, o consumo de antidepressivos cresceu 23% no Brasil. Realizado junto a 327 mil clientes da companhia, de todas as regiões do país, o levantamento concluiu que o maior consumo desse tipo de medicamento está entre mulheres na faixa de 40 anos.



De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em escala global, o número de pessoas com depressão aumentou 18,4% nos últimos 10 anos. São 322 milhões de indivíduos, ou 4,4% da população da Terra. Na América Latina, o Brasil é o país mais ansioso e estressado. Cerca de 5,8% dos brasileiros sofrem de depressão, e 9,3%, de ansiedade.



O desemprego e as dificuldades econômicas estão entre as principais causas desses problemas de saúde. “Houve um aumento expressivo de pacientes que me procuraram com transtornos de ansiedade ou depressão. Foram cerca de 150 pacientes em 2019, a maioria com esta demanda, o triplo do verificado em 2017”, disse ao Correio a psicóloga e mestre em psicologia Karyne Mariano Lira.

Crédito da matéria: Correiobrasiliense.com.br

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Medicamento para emagrecer mata jovem no Piauí

Foto:PortalR7
Uma jovem identificada como Luana Raquel Eufrásio, de 23 anos de idade, morreu na noite desse domingo (04), após passar mal em São João da Varjota.
Ela chegou à UPA de Oeiras em estado grave, sendo imediatamente atendida. Luana teve uma parada cardiorrespiratória e não resistiu.
De acordo com informações de familiares e amigos, Luana há alguns dias vinha fazendo uso do medicamento Redufite, que foi comprado pela internet usado para emagrecer.

Crédito: Portal R7.com

sábado, 25 de janeiro de 2014

Assis Carvalho articula produção de medicamentos pela UFPI

Texto: A- A+
A viabilidade de produção de medicamentos pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) foi discutida pelo deputado federal Assis Carvalho (PT), o reitor Arimatéia Dantas Lopes, membros do Núcleo de Tecnologia Farmacêutica (NTF) e representantes do Curso de Farmácia. A reunião aconteceu hoje (22) na reitoria da UFPI.

Ficou agendada para 14/02 uma reunião onde o NTF vai apresentar um pré-projeto sobre a capacidade da UFPI de produzir alguns medicamentos, bem como o custo desta fabricação. O projeto será apresentado aos ministérios da Educação e da Saúde, que são potenciais parceiros deste tipo de trabalho.


A sugestão de investimento da UFPI na produção de medicamentos da atenção básica e de dispensação especial já havia sido feita em abril do ano passado pelo deputado Assis, durante reunião da bancada federal com o reitor.

“Hoje, os custos de fármacos para cerca de 40 patologias consomem mais de 50% do orçamento para remédios. Se a UFPI produzir alguns desses medicamentos, podemos reduzir o custo”, propôs o deputado na época.  O reitor respondeu que era possível estabelecer essa produção, pois a universidade já dispunha de equipamentos para a produção de comprimidos e xaropes.

Além de baixar o custo de medicamentos que são adquiridos pelos municípios e estado, a produção de remédios pela UFPI pode fortalecer a área de farmácia, com a geração de emprego e renda e a abertura de mais vagas para curso superior na área.

No encontro de hoje também foi definido que será feita uma proposta para fortalecer a área de medicamentos fitoterápicos, aqueles obtidos a partir de plantas medicinais.