Em meio ao atual estado de greve, reafirmamos que a postura deste sindicato sempre foi transparente e pública, inclusive em relação a pontos críticos que exigem atenção contínua. Um exemplo notório é a nossa posição firme contra a falta de estrutura nas escolas de tempo integral, pauta que defendemos com clareza ao longo dos anos.
Lutas Históricas e Judicializadas
Há anos, o Sinte Piauí judicializou questões essenciais, como a regência de classe, exigindo que seja disciplinada como parte integrante do vencimento dos professores. Também lideramos a resistência contra o confisco das aposentadorias, enfrentando a reforma previdenciária do governo Edson Dias com mobilizações que, em muitos momentos, foram reprimidas com violência policial – fato amplamente noticiado na época. Além disso, ingressamos com ações judiciais para revisar os descontos previdenciários abusivos, que penalizam injustamente a categoria.
Desvalorização Profissional e Perdas Salariais
Quem acompanha nosso site, redes sociais e o programa Voz da Educação – por meio de transmissões informativas, campanhas em TV, outdoors, assembleias e outras iniciativas – sabe que, nas últimas campanhas salariais, denunciamos veementemente a realidade do Piauí: o estado paga os piores salários da educação brasileira, promove umachatamento da carreira e acumula perdas que já ultrapassam 60%, devido à política de arrocho salarial imposta por governos anteriores.
Concurso Público e Melhores Condições
A falta de concurso público é outra pauta que o Sinte Piauí nunca deixou de cobrar. Integramos a comissão responsável pela organização do próximo certame e exigimos que seja realizado com urgência, com ampliação do número de vagas pelo governador Rafael Fonteles. Além disso, pressionamos pela implementação da gratificação de tempo integral para professores e servidores, bem como pela retomada das promoções e progressões paralisadas há cinco anos – medidas que beneficiarão mais de 3.500 profissionais.
Greve de 2025: Avanços e Resistência
Diante desse cenário, a categoria aprovou a negociação do reajuste salarial durante a greve de 2025, reconhecendo os avanços conquistados, mas sem perder de vista que a luta continua. Seguimos firmes no bom combate, defendendo direitos trabalhistas e uma educação pública de qualidade, socialmente referenciada e digna para todos.
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