Postagem em destaque

Geraldo Paz: a direita de Campo Maior e a defesa de Joãozinho Félix

    Quem representa a direita em Campo Maior? A pergunta ganha novos contornos quando se observa a trajetória do vereador Geraldo Paz, uma d...

Mostrando postagens com marcador abuso. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador abuso. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Mulheres estão bebendo tanto quanto os homens, diz estudo

E isso é um problema: o organismo das mulheres não tolera álcool tão bem quanto o dos homens
Tradicionalmente, os homens bebem mais do que as mulheres. Mas, segundo cientistas, essa tendência já mudou. Um estudo global publicado concluiu que as mulheres, principalmente as mais jovens, têm consumido quase tanta bebida alcoólica quanto com os homens. Isso significa que elas são afetadas pelos mesmos efeitos nocivos do álcool e sinaliza a necessidade de campanhas contra o abuso de álcool direcionada especificamente para esse público.

Segundo especialistas ouvidos pelo jornal britânico The Guardian, o consumo de álcool pelas mulheres aumentou por uma série de razões. Por exemplo, aquelas que passaram a ocupar cargos que antes eram exclusividade dos homens juntaram-se a eles na incorporação do happy hour às suas rotinas. Outros fatores são a queda do preço das bebidas alcoólicas e o surgimento de bebidas mais doces – que as mulheres preferem – e de campanhas de marketing direcionadas exclusivamente para elas.

O principal problema das mulheres beberem tanto quanto os homens é que seus organismos são diferentes e o corpo das mulheres não tolera o álcool tão bem quanto o dos homens. O corpo feminino tem menos água, o que faz com que o álcool fique mais concentrado em seu organismo. Elas também têm fígados menores do que os homens, o que torna mais difícil a metabolização da substância de forma segura.

Em 2010, as doenças relacionadas ao consumo de álcool resultaram em cerca de 5 milhões de mortes em todo o mundo. Estima-se que elas foram responsáveis por mais de 161 milhões de anos de vida perdidos.


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Estudantes denunciam abusos e assédio sexual praticados por professores

Página no Facebook expõe assédio sexual praticado por professores


Em pouco mais de uma semana, alunas de escolas e universidades de todo o País enviaram para uma página do Facebook mais de 750 relatos de agressão moral e sexual que sofreram de seus professores. Dos depoimentos recebidos, mais de 500 foram publicados, ultrapassando 16 mil “curtidas” na rede social em apenas sete dias.
A página Meu Professor Abusador foi criada no dia 9 de fevereiro por quatro jovens mulheres de Porto Alegre, que concluíram recentemente o Ensino Médio, depois que uma delas descobriu um caso de assédio na escola que frequentou.
Os relatos publicados em Meu Professor Abusador precisam seguir algumas regras. O nome do agressor não pode ser revelado, mas algumas características que o tornem identificável são autorizadas. O nome da instituição de ensino em que o fato aconteceu também é permitido. A autora tem o anonimato garantido pelas moderadoras.
Uma das criadoras da página concordou em dar entrevista pelo bate-papo da rede social. Ela pediu, no entanto, que sua identidade não fosse revelada por questões de segurança.
“Esse projeto mexe com homens que detêm muito mais poder social e monetário do que nós”, explicou a moderadora escolhida para a entrevista. Ela revelou que o grupo buscou auxílio jurídico com advogadas para se proteger de possíveis ameaças e processos.
Uma das críticas mais frequentes diz respeito à dificuldade de comprovar a veracidade dos relatos anônimos. Algumas vezes, os depoimentos enviados para Meu Professor Abusador são, também, pedidos de socorro de vítimas atuais de assédio. Nesses casos, as moderadoras costumam ajudar a autora a denunciar o agressor.
O crescimento rápido de Meu Professor Abusador na rede social superou as expectativas das jovens, que agora planejam produzir um guia para incentivar e facilitar o processo de denúncias formais.
Com pouco mais de uma semana de dedicação ao projeto, é difícil para as criadoras da página vislumbrarem o futuro desse espaço virtual. Por enquanto, elas preferem comemorar os resultados dos primeiros passos dessa caminhada,

segunda-feira, 7 de julho de 2014

PROCON considera abusiva taxa de provas em segunda chamada

O Procon editou uma portaria regulamentar que classifica como abusiva a imposição de pagamento de quantia para confecção de prova de segunda chamada, prova final ou equivalente, quando o discente não realizar a prova regular em razão de doença devidamente comprovada mediante atestado médico, ou em virtude de qualquer outro motivo justo.

Segundo a portaria não é razoável penalizar o aluno que, por problemas de saúde não consegue comparecer à prova previamente designada. Um dos motivos é que muitos estabelecimentos de ensino incluem estes gastos no próprio valor das mensalidades.

Para o Coordenador Geral do PROCON, Promotor de Justiça Cleandro Moura, a normatização conferida é mais um meio de proteger o aluno que por justo motivo não presta o exame, principalmente quando amparado em laudo médico idôneo. “Claramente a portaria não abrange o estudante que falta a prova por não ter se preparado, pretendendo submeter o calendário acadêmico ao seu próprio desinteresse pelo estudo"ressaltou o membro do Ministério Público.

A portaria, que se estende, também, às instituições de ensino fundamental, médio e superior.
Crédito da matéria: Portal AZ