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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Disputa entre cotistas no Sisu é maior, diz Ministério da Educação



A disputa entre os candidatos que optaram pela Lei Federal de Cotas na inscrição no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) está um pouco mais acirrada que a da ampla concorrência, indica o último balanço divulgado hoje (8) pelo Ministério da Educação.

Enquanto na ampla concorrência, a relação é 21 candidatos para cada vaga; pela Lei de Cotas, são 22 candidatos concorrendo a uma vaga; e nas ações afirmativas das próprias instituições são 21.

Com as inscrições abertas desde a madrugada de segunda-feira (6), foram contabilizados 1.914.439 inscritos no Sisu até as 12h30 de hoje. O número já é quase o mesmo que o total de inscritos na primeira edição do Sisu de 2013, que chegou a 1.949.958. As inscrições ficam abertas até as 23h59 de sexta-feira (10), no site do programa.

Administração, direito e medicina são os cursos mais procurados. Até as 12h30, administração registrou mais de 221 mil inscritos, enquanto direito tem quase 195 mil. Apesar de aparecer em terceiro lugar na lista de cursos com maior número de inscrições, medicina (181.864) é o mais disputado. Na análise da relação candidato/vaga, medicina continua na liderança, com 62 candidatos por vaga, seguido pelo curso de direito com, 41 candidatos por vaga. Ontem (7), os mais procurados eram medicina, direito e engenharia civil.

Na primeira edição deste ano, o sistema oferece 171.401 vagas em 4.723 cursos de 115 instituições públicas de educação superior. O Sisu seleciona estudantes com base nas notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Nesta edição, a inscrição está restrita ao estudante que tenha participado da edição de 2013 do exame. Fica impedido de se inscrever aquele que tenha tirado zero na prova de redação.

Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Sisu tem primeiras notas de corte divulgadas para todos os cursos



A inscrição é feita exclusivamente pela internet e vai até sexta-feira Foto: Reprodução
A inscrição é feita exclusivamente pela internet e vai até sexta-feira
Foto: Reprodução

O Ministério da Educação (MEC) divulgou na madrugada desta terça-feira as primeiras notas de corte para os cursos oferecidos pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) no site do sistema. Até o início da noite de ontem, mais de 1 milhão de candidatos já haviam sido registrados, de acordo com o MEC. As inscrições podem ser feitas até as 23h59 de sexta-feira (10) no site do Sisu.

Para descobrir a nota de corte, basta ao candidato fazer uma pesquisa das vagas - por município, instituição ou curso -, e clicar na opção desejada. A próxima nota de corte será divulgada a partir de 2h desta quarta-feira.
Ao longo do período de inscrições, a classificação parcial e a nota de corte dos candidatos serão divulgadas online diariamente para consulta a qualquer hora do dia, na página do Sisu - as notas de corte variam de acordo com a procura. 
O Sisu seleciona estudantes com base nas notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Nesta edição, a inscrição está restrita ao estudante que tenha participado da edição de 2013 do exame. Fica impedido de se inscrever aquele que tenha tirado zero na prova de redação. O sistema oferece 171.401 vagas em 4.723 cursos de 115 instituições públicas de educação superior.
Ao se inscrever no Sisu, o participante pode escolher até duas opções de curso, por ordem de preferência. O resultado da primeira chamada do Sisu sai no próximo dia 13 e o da segunda, no dia 27. O prazo para a matrícula dos selecionados na primeira chamada vai de 17 a 21 deste mês e o da segunda chamada, de 31 de janeiro a 4 de fevereiro.
O candidato que não for selecionado em nenhuma das duas opções de curso nas chamadas regulares ou for selecionado somente para a segunda opção poderá aderir à lista de espera entre os dias 27 de janeiro e 7 de fevereiro. A convocação pelas instituições dos candidatos em lista de espera vai ocorrer a partir do dia 11 de fevereiro.

Com informações da Agência Brasil

Em dois dias, 33% de quem fez o Enem 2013 já se inscreveu no Sisu

O número de inscritos no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do Ministério da Educação até as 18 horas de ontem,  terça-feira, 7, chegou a 1.691.193 - equivalente a 33% dos 5 milhões de participantes do Enem 2013. O total de inscrições passa de três milhões — cada candidato pode fazer até duas opções de curso.
O Sisu entrou no ar na segunda-feira, 6. As inscrições ficam abertas até sexta, dia 10, pelo site sisu.mec.gov.br.

Nesta primeira edição de 2014, o sistema oferece 171.401 vagas em 4.723 cursos de 115 instituições públicas de educação superior. O Sisu seleciona estudantes com base nas notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Nesta edição, a inscrição está restrita ao estudante que tenha participado da edição de 2013 do exame. Fica impedido de se inscrever aquele que tenha tirado zero na prova de redação.
No segundo dia de inscrições, Minas Gerais permanece liderando com o maior número de inscritos – já são 199.961. Em seguida, estão São Paulo (196.116) e Rio de Janeiro (158.614).
Ao longo do período de inscrições, a classificação parcial e a nota de corte dos candidatos serão divulgadas online diariamente para consulta a qualquer hora do dia. A nota de corte é calculada a partir da oferta de vagas e das inscrições.

domingo, 5 de janeiro de 2014

MEC abre inscrição do SISU nesta segunda-feira, 6 de janeiro

Os candidatos poderão se inscrever a partir de amanhã (6) no Sisu, sistema que usa o Enem 
para preencher vagas nas instituições públicas. A inscrição será feita pela internet até as 
23h59 do dia 10 de janeiro.
Ao todo, 115 faculdades e centros educacionais oferecem vagas para os interessados em ingressar no primeiro semestre de 2014. O Estado com maior número de instituições ligadas ao Sisu é Minas (18), seguido pelo Rio de Janeiro (15) e pelo Rio Grande do Sul (9).
Podem se inscrever no Sisu, todos os candidatos que fizeram o Enem. Os jovens poderão escolher até duasopções de vagas, apontando, em ordem de preferência, as opções de vaga em instituição, local de oferta, curso e turno.
A lista de selecionados será divulgada no dia 13 e as matrículas acontecerão entre 17 e 21 de janeiro. A segunda chamada sairá no dia 27, com as matrículas ocorrendo entre 31 de janeiro e 4 de fevereiro.
A disputa por vagas nas universidades e institutos federais mais do que dobrou desde a transformação do Enem em uma espécie de "vestibular nacional". Em média, oito candidatos disputavam cada vaga nas federais em 2008. Em 2012, essa proporção chegou a 17,3.
Embora a rede federal tenha se expandido nos últimos anos, a procura por vagas cresceu em ritmo muito mais acelerado no país.
Em quatro anos, o número de vagas em cursos presenciais saltou de 169,5 mil para 283,4 mil -o que corresponde a um incremento de 67,2%. Ao mesmo tempo, a quantidade de inscritos aumentou 261,5% (1,3milhão para 4,9 milhões), o que elevou a disputa por vagas.
FONTE: Folha

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Judicialização da política ameaça a democracia


O artigo abaixo de Paulo Moreira Leite trata de um dos assuntos mais explosivos da política brasileira: a sua judicialização. É explosivo porque ameaça a democracia. A soberania pertence aos representantes do povo.
Eu gostaria apenas de fazer uma observação sobre um ponto do artigo, em que Paulo fala sobre o fim da CPMF, que teria tirado R$ 20 bilhões da saúde. Na verdade, eram R$ 40 bilhões.
O imposto foi extinto em dezembro de 2007. Ou seja, de 2008 a 2013, foram seis anos sem CPMF. Se usarmos o valor de R$ 40 bilhões/ ano, o montante cortado da Saúde pelos parlamentares que votaram contra a prorrogação do imposto corresponderia a R$ 240 bilhões.
Mas na verdade é muito mais, porque a CPMF incidia sobre a atividade econômica. De 2008 para cá, o Brasil cresceu muito, então a CPMF possivelmente já estaria arrecadando mais de R$ 40 bilhões por ano. O corte de gastos na saúde, consequência do fim da CPMF, deve corresponder a mais de R$ 300 bilhões.
R$ 300 bilhões que poderiam ter sido usados em políticas públicas de saúde. Gostaria de ter visto um protesto popular contra o fim da CPMF… E outro protesto pedindo a sua volta.
Lembrando: o fim da CPMF aconteceu por uma união política entre mídia (que forneceu os subsídios para a votação), senadores da direita política e o… PSOL, na figura de Heloísa Helena, que comemorou (ver foto abaixo) a “vitória” em foto histórica, ao lado da xepa mais reacionária do Senado.
O LADO POLITICO DA JUDICALIZAÇÀO
Liminar contra IPTU foi terceira intervenção contra prerrogativa de Fernando Haddad
Por Paulo Moreira Leite, em seu blog.
No esforço para convencer os brasileiros de que o Poder Judiciário tem o direito de tomar decisões que o artigo 1 da Constituição reserva aos representantes eleitos pelo povo, nossos comentaristas e observadores tentam passar uma justificativa nobre.
Dizem que a judicialização é um produto da omissão de nossos legisladores. A ideia é conhecida: já que nossos legisladores não cumprem suas obrigações, a Justiça acaba sendo obrigada a intervir, bondosamente, até contra vontade, em defesa do cidadão.
Procurando dar um aspecto épico ao comportamento do STF, o ministro Luiz Roberto Barroso disse recentemente que, em determinados casos, o tribunal “empurra a história.”
A menos que estejamos diante de uma concepção determinista da história não custa lembrar que a evolução da humanidade pode ser empurrada para um destino positivo, mas também pode ser conduzida para trevas e abismos. Em 1964, a história andou para trás, com uma mãozinha do STF, que se acomodou ao poder militar.
É curioso notar que se fala da omissão de nossos legisladores dias depois do país assistir a uma intervenção brutal da Justiça no debate sobre o aumento do IPTU em São Paulo.
Joaquim Barbosa, presidente do STF, manteve uma liminar do Tribunal de Justiça que suspende o aumento do IPTU.
Você pode dizer o que quiser desse IPTU. Pode xingar e pode elogiar. Pode achar que ele daria a Fernando Haddad os recursos de que ele necessita para encaminhar seu programa de gestão e que isso é ruim. Também pode achar que o novo IPTU vai revoltar a classe média e atrapalhar a votação da Dilma Rousseff em São Paulo.
Só não se pode afirmar que a Câmara de Vereadores foi omissa. A Câmara recebeu a proposta, debateu e aprovou. Se alguma coisa se fez, foi andar rápido nessa matéria.
Suspender o aumento foi um ataque frontal a uma decisão inteiramente legítima.
O conteúdo social dessa decisão é uma caricatura da desigualdade brasileira.
Seria uma piada pronta, não fosse uma tragédia.
Na média, cada proprietário de imóvel teria um acréscimo de 50 centavos por dia no IPTU. Sabe aquela moedinha prateada que tanta gente procura no bolso para dar para aquela criança que estica o braço para dentro da janela quando o sinal estava fechado? Era isso, e apenas isso, salvo para aquelas pessoas que olham o mundo pelo olhar míope do impostômetro – numa atitude que os mais antigos chamariam de egoísmo de quem perdeu até a alma.
Os moradores de bairros e residências pobres, equivalentes a 14% do total, ficariam isentos.
Considerando que o projeto nasceu na gestão de Fernando Haddad, eleito como 55% dos votos em 2012, não é difícil deduzir quem estava ao lado de quem neste debate.
Principal liderança política da campanha contra o aumento, o presidente da FIESP, Paulo Skaf, foi o mesmo que em 2007 teve um papel fundamental no levantamento de recursos que permitiram a extinção da CPMF pelo senado, desfalcando a saúde pública de 20 bilhões de reais. Havia até um elemento questionável nessa decisão, já que a Constituição afirma que a saúde é um direito de todos e um dever do Estado. Cabe ao Estado, portanto, encontrar meios para cumprir suas obrigações, o que só se pode fazer através de impostos e subsídios.
Mas o Senado, dominado por uma oposição interessada em quebrar as pernas do governo Lula, conseguiu ajuda de Skaf para tirar dinheiro da saúde pública.
Foi desastroso do ponto de vista popular. Mas não foi “omisso,” correto? Pelo contrário: foi “explícito,” foi “ativo”, foi “claro.”
Em proveito de quem meus caros?
Ao assumir atribuições fora de sua competência, o Judiciário disputa poder junto a representantes eleitos, favorece soluções autoritárias, às costas do eleitor, que pode até aplaudir uma medida aqui, desgostar de outra mais adiante, apedrejar uma terceira – sem compreender que está sendo destituído da palavra final sobre o destino da nação.
Veja o que aconteceu com os royalties do petróleo. O Congresso resolveu, por ampla maioria, que eles deveriam ser divididos de uma forma mais equitativa entre os estados brasileiros. Essa medida não agradou a uma fatia dos eleitores dos Estados que iriam perder receitas e foi combatida duramente pela TV Globo.
Até hoje uma decisão soberana do Congresso brasileiro encontra-se parada no STF. Omissão de quem?
O mesmo Tribunal de Justiça que privou a prefeitura paulistana de um recurso extra de R$ 800 milhões definiu um programa de creches detalhado, prazos que devem ser cumpridos, metas e assim por diante. Alguém já se perguntou o que nossos juízes pretendem fazer com Fernando Haddad – autoridade eleita pelos paulistanos para zelar pelos interesses da cidade – caso o programa de creches do TJ-SP não for cumprido?
Em outro episódio, Haddad levou em frente um projeto de campanha e suspendeu o Controlar. O programa voltou, por decisão judicial.
Prefeito da maior cidade do país, Haddad deve explicações a Justiça ou aos eleitores?
Este é o ponto.
Como a maioria da população, tenho uma opinião bastante crítica sobre nossos legisladores. Muitos são menos preocupados com as necessidades do povo do que deveriam. Chegam a tomar atitudes que muitas pessoas encaram com um insulto e uma desmoralização. Nada disso justifica, no entanto, qualquer esforço para diminuir e enfraquecer seus poderes. Cabe debater regras eleitorais, procurar outros candidatos e assim por dinante. A menos, claro, que você não tenha percebido, ainda, que a democracia é o pior regime do mundo — com exceção de todos os outros.
E aqui chegamos a questão essencial.
Ao agir politicamente, a Justiça é obrigada, de uma forma ou de outra, a afastar-se de seu princípio essencial, da isenção, da balança, do equilíbrio, para tomar partido, escolher um lado.
Em editorial onde admite o problema, a Folha de S. Paulo chega a pedir “equilíbrio” ao Judiciário. Referindo-se ao programa de creches do Tribunal de Justiça, o jornal adverte:
“Se terminar usurpando competências do Executivo e ambicionar, em substituição ao governo, conduzir a política educacional, a decisão será desastrosa.
Em democracias consolidadas, tribunais se pautam pelo equilíbrio entre ativismo e autocontenção. Na jovem democracia brasileira, a busca por essa fórmula está em curso e dependerá, em boa medida, do sucesso (ou fracasso) de experiências como a do TJ-SP e da sobriedade dos ministros do Supremo Tribunal Federal.”
Vamos combinar que o simples fato de um jornal pedir “equilíbrio” ao Judiciário mostra que se chegou a um preocupante estado de desequilíbrio entre os poderes. É sintomático que o jornal tenha reconhecido isso.
A verdade é que não estamos diante num debate sobre a “melhor forma” de administrar a cidade, numa espécie de seminário entre cidadãos bem intencionados, onde é preciso encontrar o “ponto certo” num universo “complexo” e outros argumentos que parecem acadêmicos.
A discussão é política e envolve interesses concretos. Também envolve os fundamentos do poder de Estado. Colocado contra a parede em três decisões grades de sua gestão, Fernando Haddad enfrenta uma situação que está longe de ser única.
A judicialização ocorre em dezenas de cidades médias brasileiras, onde prefeitos são atingidos com frequências em seus mandatos e forçados a modificar ou suspender políticas que têm todo o direito de encaminhar como representantes eleitos pelo povo.

Fonte: O Cafezeinho.com

Para incentivar alunos a ler, professor deve ser bom leitor

Como aprendemos a gostar de certas comidas, de algumas músicas e não de outras, de determinadas manifestações culturais? O que influi em nossas preferências? Certamente não se dão ao acaso, por pura e simples decisão individual. De que modo, então, aprendemos a gostar ou a não gostar de ler?

Maria Helena Braga, Supervisora Pedagógica de Programas do Instituto Qualidade no Ensino (IQE), acredita que para crianças e adolescentes gostarem de ler, é preciso que os adultos, educadores de leitura, sejam, também, leitores. “E bons leitores!”, afirma. Mas, ler, por quê? “É uma pergunta que comumente encontramos nos mais variados círculos de convivência, inclusive entre professores. Ler requer motivação, tempo, dedicação e esforço, condições de que muitos não usufruem ou cultivam.”, responde.

A especialista pontua que ler é um ato social e revolucionário, a ser exercido por todos que buscam a compreensão e a transformação de um mundo profundamente caótico. “É o que nos possibilita compartilhar sentimentos, anseios e experiências. O que nos constitui como fruto e semente da história humana, e que nos faz sentir pertencentes ao que há de mais intrínseco em nossa espécie”, ressaltou Maria Helena Braga.


Para gostar de ler, segundo a supervisora do IQE, é preciso que haja professores que gostem de ler. “Que manifestem, pelo olhar, a emoção que se atualiza na interlocução com as obras literárias, a satisfação resultante do enfrentamento dos desafios antepostos a sua competência leitora, a iniciativa de questionar e buscar conhecimento nos textos escritos. Professor leitor é condição necessária para a construção de alunos leitores”, concluiu.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

CONCURSO: 450 vagas no MTE. Edital até 6 de janeiro

O Ministério do Trabalho e Emprego confirmou, ontem (30), a realização de seu próximo concurso público. Serão abertas 450 vagas para níveis superior e médio, com salários que variam entre R$ 1.568,42 e R$ 4.248,62. A realização do concurso ficará a cargo do Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB). A previsão da publicação do edital é para o dia 6 de janeiro.

De acordo com o secretário-executivo substituto, Nilton Fraiberg Machado, serão abertas 35 cargos para o cargo de contador (nível superior), com vencimento básico de R$ 1.990,22 e remuneração de até R$ 4.248,62. As demais 415 vagas serão para Agente Administrativo (nível médio), com vencimento básico de R$ 1.568,42 e remuneração de até R$ 2.821,22. Os cargos pertencem à Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho – CPST e as provas do concurso serão realizadas em todas as capitais dos estados e no Distrito Federal.

Para o ministro Manoel Dias o “concurso vem em boa hora e objetiva reforçar o quadro de pessoal da carreira administrativa do MTE e é resultado do apoio da presidenta Dilma Rousseff às ações de melhoria e modernização do Ministério, no sentido de melhorar continuamente a qualidade dos serviços prestados à sociedade brasileira, e em especial, aos nossos trabalhadores”.

Após a divulgação do edital no Diário Oficial da União, as informações do concurso também estarão disponíveis nos portais do Cespe/UnB e do Ministério do Trabalho e Emprego.

Fonte: meionorte.com

Sisu: Inscrições começam dia 6 de janeiro

As inscrições serão efetuadas exclusivamente pela internet, por meio da página eletrônica do Sisu

O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do 1º semestre de 2014 já tem data de inscrição. O Ministério da Educação (MEC) divulgou hoje (30) que o sistema ficará disponível para inscrição dos estudantes no período de 6 de janeiro até as 23 horas e 59 minutos do dia 10 de janeiro de 2014, no horário de Brasília. O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 13 de janeiro e da segunda, no dia 27. Confira a íntegra do edital publicada no Diário Oficial da União.

As inscrições serão efetuadas exclusivamente pela internet, por meio da página eletrônica do Sisu, no endereço eletrônico http://sisu.mec.gov.br. Podem participar os estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2013 e que não tenham zerado a redação. O resultado do Enem deve ser divulgado entre os dias 3 e 4 de janeiro.

O Sisu foi desenvolvido pelo MEC em 2009 para selecionar os candidatos às vagas das instituições públicas de ensino superior que utilizaram a nota do Enem como única fase de seu processo seletivo. A seleção é feita pelo sistema com base na nota obtida pelo candidato. Na página, os candidatos podem consultar as vagas disponíveis, pesquisando as instituições e os respectivos cursos participantes. O candidato pode escolher até duas opções de curso, indicando a sua prioridade. Durante todo o período o estudante poderá alterar ou cancelar a inscrição.

Na edição do Sisu 1°/2013, foram oferecidas 129.279 vagas em 3.751 cursos de 101 instituições públicas de ensino superior. O número pode aumentar, pois a cada edição cresce o número de universidades participantes do Sisu.


Veja abaixo para que poderá ser usado a nota do Enem e a previsão de lançamento dos editais: