Quantas pessoas gostam de se esconder
através da mentira, da omissão e da falsidade, pois não são hábeis o
suficiente para empunhar o afiado gume da verdade.
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quinta-feira, 3 de julho de 2014
MEC inicia construção de currículo nacional
Agência Estado
Publicação: 03/07/2014 15:40 Atualização:
O Ministério da
Educação (MEC) deu nesta quinta-feira (3) o pontapé inicial para a
construção da chamada Base Nacional Comum da Educação Básica, que prevê o
que os estudantes brasileiros devem aprender a cada etapa escolar.
Previsto na Constituição e na Lei de Diretrizes e Bases (LDB), esse
dispositivo nunca foi elaborado. É tido por especialistas como
fundamental para avanço educacional e na garantia da qualidade do
ensino.
A Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC recebeu nesta quinta um documento que será o "desencadeador" do debate nacional sobre o tema. O texto foi coordenado pela ex-diretora de currículos e educação integral da pasta, Jacqueline Moll. "Estamos propondo uma discussão em regime de colaboração onde estejam presentes o MEC na condução, secretarias e uma participação mais ampla possível", disse ao Estado a titular da SEB, secretária Maria Beatriz Luce. "O MEC está aberto a construir conjuntamente se a Base Nacional será menos ou mais detalhada."
Depois do longo processo de discussão do Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado no mês passado pela presidente Dilma Rousseff (PT), esse deve ser o debate que vai mobilizar o setor talvez nos próximos anos. A criação de uma base nacional sempre esteve acompanhada de resistência de setores de pesquisadores, que temem um engessamento da autonomia do professor. O respeito a diferenças regionais também é temido.
Além de definir com mais clareza o que se espera que os alunos aprendam nas determinadas fases escolares, a Base Nacional ainda guiará o processo de avaliação e da própria formação de professores. Hoje, as diretrizes da Prova Brasil (avaliação federal da educação básica) e do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) servem de indutores dos currículos municipais e estaduais mas são considerados genéricos.
A articulação em torno do tema conta com a participação da União de Dirigentes Municipais e do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e também do Conselho Nacional de Educação (CNE). "O compromisso com o CNE é que o MEC coloque o documento para a apreciação online, e todo o País envie sugestões. Isso deve acontecer até o final de agosto", disse Rosa Neide Soares, representante do Consed.
Um grupo de mais de 50 especialistas e entidades também conversam há mais de um ano sobre o assunto, reunindo evidências internacionais e agrupando interessados. "A gente tem se dedicado muito a levantar evidências, mobilizar e colocar o tema em voga", disse Alice Ribeiro, secretária executiva do projeto de construção de uma Base Nacional Comum da Educação. "Cada escola vai aperfeiçoar de acordo com sua realidade", afirmou a ex-secretária de Educação Básica do MEC Maria do Pilar Lacerda.
A Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC recebeu nesta quinta um documento que será o "desencadeador" do debate nacional sobre o tema. O texto foi coordenado pela ex-diretora de currículos e educação integral da pasta, Jacqueline Moll. "Estamos propondo uma discussão em regime de colaboração onde estejam presentes o MEC na condução, secretarias e uma participação mais ampla possível", disse ao Estado a titular da SEB, secretária Maria Beatriz Luce. "O MEC está aberto a construir conjuntamente se a Base Nacional será menos ou mais detalhada."
Depois do longo processo de discussão do Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado no mês passado pela presidente Dilma Rousseff (PT), esse deve ser o debate que vai mobilizar o setor talvez nos próximos anos. A criação de uma base nacional sempre esteve acompanhada de resistência de setores de pesquisadores, que temem um engessamento da autonomia do professor. O respeito a diferenças regionais também é temido.
Além de definir com mais clareza o que se espera que os alunos aprendam nas determinadas fases escolares, a Base Nacional ainda guiará o processo de avaliação e da própria formação de professores. Hoje, as diretrizes da Prova Brasil (avaliação federal da educação básica) e do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) servem de indutores dos currículos municipais e estaduais mas são considerados genéricos.
A articulação em torno do tema conta com a participação da União de Dirigentes Municipais e do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e também do Conselho Nacional de Educação (CNE). "O compromisso com o CNE é que o MEC coloque o documento para a apreciação online, e todo o País envie sugestões. Isso deve acontecer até o final de agosto", disse Rosa Neide Soares, representante do Consed.
Um grupo de mais de 50 especialistas e entidades também conversam há mais de um ano sobre o assunto, reunindo evidências internacionais e agrupando interessados. "A gente tem se dedicado muito a levantar evidências, mobilizar e colocar o tema em voga", disse Alice Ribeiro, secretária executiva do projeto de construção de uma Base Nacional Comum da Educação. "Cada escola vai aperfeiçoar de acordo com sua realidade", afirmou a ex-secretária de Educação Básica do MEC Maria do Pilar Lacerda.
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ENEM 2014 - Por que o ENEM é diferente?
A maioria
dos exames escolares e vestibulares avalia os estudantes separando os
conhecimentos por disciplinas e cobrando informações pontuais, como datas,
nomes e outros dados que dependem mais de memorização, do que de raciocínio
crítico. O ENEM é diferente, pois estimula essa capacidade crítica, permitindo
que a aprendizagem seja integrada entre diversos campos do conhecimento.
No ENEM,
as questões priorizam o raciocínio e exigem conhecimento de diversas áreas para
responder cada pergunta, em um formato mais próximo ao uso que fazemos das
informações na vida real.
Desta forma, cada questão multidisciplinar pode
conter o equivalente a uma ou mais perguntas de um vestibular.
Por que o ENEM é diferente?
A maioria dos exames escolares e vestibulares avalia os
estudantes separando os conhecimentos por disciplinas e cobrando
informações pontuais, como datas, nomes e outros dados que dependem mais
de memorização, do que de raciocínio crítico. O ENEM é diferente, pois
estimula essa capacidade crítica, permitindo que a aprendizagem seja
integrada entre diversos campos do conhecimento.No ENEM, as questões priorizam o raciocínio e exigem conhecimento de diversas áreas para responder cada pergunta, em um formato mais próximo ao uso que fazemos das informações na vida real.
Desta forma, cada questão multidisciplinar pode conter o equivalente a uma ou mais perguntas de um vestibular. Por exemplo:
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quarta-feira, 2 de julho de 2014
ENEM 2014 - Por que o ENEM é importante?
1
É
utilizado pelo governo para avaliar o Ensino Médio no país;
2
O ENEM,
além de ser utilizado pelo governo para avaliar o ensino médio no País, é parte
do processo seletivo, e até seu substituto, para ingresso em mais de 600
instituições de ensino superior. Essa relação inclui as principais
universidades públicas brasileiras, assim como centenas de Universidades e
Faculdades privadas.
3
O ENEM
conta pontos para os candidatos a bolsas do PROUNI (Programa Universidade Para
todos), sistema de financiamento de estudantes para que consigam finalizar suas
graduações sem problemas financeiros. Clique aqui para conhecer o
site oficial do PROUNI.
4
O ENEM
funciona como certificado de conclusão do Ensino Médio para quem tem mais de 18
anos, atestando que a pessoa conseguiu atingir pontuação adequada com os
padrões de educação exigidos pelo governo brasileiro.
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Chefão da Abril: "Imprensa pecou feio. É a vida"
Jornalista José Roberto Guzzo, membro do conselho editorial da Editora
Abril e um dos responsáveis pela linha editorial de Veja, que previu
estádios prontos apenas em 2038, reconhece a pisada de bola; "É bobagem
tentar esconder ou inventar desculpas: muito melhor dizer logo de cara
que a imprensa de alcance nacional pecou de novo, e pecou feio, ao
prever durante meses seguidos que a Copa de 2014 ia ser um desastre sem
limites. O Brasil, coitado, iria se envergonhar até o fim dos tempos com
a exibição mundial da inépcia do governo", diz ele; "deu justamente o
contrário", lamenta, antes de um conformado "é a vida"; de fato, a Abril
perdeu de goleada ao apostar no mau humor
247 - A revista Veja deste fim de semana traz um mea culpa
de um dos homens fortes da Editora Abril, o jornalista José Roberto
Guzzo, que já dirigiu Veja e Exame, pertence ao conselho editorial da
casa e é um dos responsáveis pelas políticas editoriais do grupo. O
texto, chamado "Errando à luz do sul", confirma a tese da presidente
Dilma Rousseff, que na sexta-feira, falou que a imprensa nacional errou
bastante ao prever um desastre na Copa.
Sem rodeios, Guzzo vai direto ao ponto. "É bobagem tentar esconder ou
inventar desculpas: muito melhor dizer logo de cara que a imprensa de
alcance nacional pecou de novo, e pecou feito, ao prever durante meses
seguidos que a Copa de 2014 ia ser um desastre sem limites. O Brasil,
coitado, iria se envergonhar até o fim dos tempos com a exibição mundial
da inépcia do governo para executar qualquer projeto desse porte, mesmo
tendo sete anos para entregar o serviço", diz ele.
"Deu justamente o contrário. A Copa de 2014, até agora, foi acima de
tudo o triunfo do futebol", diz ele. "Para efeitos práticos, além disso,
tudo funcionou: os desatinos da organização não impediram o espetáculo,
os 600 000 visitantes estrangeiros acharam o Brasil o máximo e 24 horas
depois de encerrado o primeiro jogo ninguém mais se lembrava dos
horrores anunciados durante os últimos meses. É a vida", lamenta.
Guzzo reconhece ainda o risco das apostas erradas, como fez Veja ao
prever que os estádios só ficariam prontos em 2038. "A Copa de 2014 é
uma boa oportunidade para repetir que a imprensa erra, sim - mas erra em
público, à luz do sol, e se errar muito acabará morrendo por falta de
leitores, ouvintes e telespectadores. Ao contrário do governo, que
jamais reconhece a mínima falha em nada que faça, a imprensa não pode
esconder suas responsabilidades".
Na última linha, porém, ele faz um alerta. "Esperemos, agora, a
Olimpíada do Rio de Janeiro". Será que Veja vai liderar o movimento
#naovaiterolimpiada?
Crédito da matéria: http://www.brasil247.com
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Revista Veja
terça-feira, 1 de julho de 2014
STF nega pedido do PSDB para protestos em estádios da Copa
Por 8 votos a 2, os ministros decidiram manter a
validade do Artigo 28 da Lei Geral da Copa, que proíbe a entrada de
cartazes, bandeiras e símbolos com mensagens ofensivas; partido,
presidido pelo candidato à presidência Aécio Neves, alegou no STF que a
regra impede a liberdade de pensamento, direito garantido pela
Constituição Federal; Joaquim Barbosa e Marco Aurélio Mello votaram a
favor dos tucanos
1 de Julho de 2014 às 14:08
Da Agência Brasil
O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou pedido de liminar feito
pelo PSDB para permitir manifestações ideológicas de torcedores dentro
dos estádios que abrigam partidas da Copa do Mundo. Por 8 votos a 2, os
ministros decidiram manter a validade do Artigo 28 da Lei Geral da Copa
(Lei 12.663/2012), que proíbe a entrada de cartazes, bandeiras e
símbolos com mensagens ofensivas. O partido alegou no STF que a regra
impede a liberdade de pensamento, direito garantido pela Constituição
Federal.
A maioria dos ministros seguiu voto do relator da medida cautelar,
ministro Gilmar Mendes, que rejeitou o pedido por entender que a lei não
limita a liberdade de expressão e foi elaborada para prevenir
confrontos dentro do estádio. O voto do relator foi seguido pelos
ministros Luís Roberto Barroso, Teori Zavacki, Rosa Weber, Luiz Fux,
Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski.
O presidente da Corte, Joaquim Barbosa, e o ministro Marco Aurélio
votaram a favor dos argumentos apresentados pelo PSDB. Para Barbosa, a
manifestação ideológica dos torcedores não pode ser impedida. "Não há
razão para restringir a expressão do público nos jogos da Copa ao que a
organização e o governo entendem como adequado", disse o ministro.
Crédito da matéria: http://www.brasil247.com
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ENEM 2014
Formato
da Prova e temas cobrados:
O ENEM é
um exame dividido em quatro provas de múltipla escolha, cada uma com 45
questões, além de um tema para a redação. Cada prova possui a seguinte
estrutura:
Prova I -
08/11/2014
Ciências
Humanas e suas Tecnologias: História, Geografia, Filosofia e Sociologia.
Prova II
- 08/11/2014
Ciências
da Natureza e suas Tecnologias: Química, Física e Biologia.
Prova III
- 09/11/2014
Linguagens
Códigos e suas Tecnologias e Redação: Língua Portuguesa, Língua Estrangeira
(Inglês ou Espanhol), Artes e Educação Física.
Prova VI
- 09/11/2014
Matemática e suas Tecnologias: Matemátic
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formato
Prazo para matricula da segunda chamada no Sisu termina amanhã
Aqueles que não foram selecionados em nenhuma das chamadas poderão acessar o boletim pessoal e clicar no botão que confirma o interesse em participar da lista de espera até o dia 7 de julho. Também podem integrar a lista os candidatos que foram selecionados na segunda opção de curso, mesmo os que já fizeram a matrícula. Com informações da Agência Brasil
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