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Rapidinhas do Professor Jorge Câmara

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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

INTELECTUAIS CAMPO-MAIORENSES: ZÉ OMAR BRASIL



                   
José Omar Araújo Brasil, professor, poeta, compositor, pesquisador e artesão. Nasceu em 06 de dezembro de 1948 em Barro Duro – Piauí. Radicado em Campo Maior desde 1963.
                   Filho de Corinto Araújo, funcionário público federal aposentado e Anatildes Arruda Brasil Araújo, professora da rede oficial de ensino (in memorian).
                  Em 1977 ingressou na Universidade Federal do Piauí – UFPI no Curso de Licenciatura Plena em Ciências – Matemática; graduado pela Universidade Estadual do Piauí – UESPI em Licenciatura Plena em Ciências Biológicas.
                 Professor da rede estadual desde 1976, tendo prestado serviços junto a UESPI e na rede particular de ensino nas instituições: “O Cursão” e Colégio “Alfabetoc”.
                Colaborou em alguns jornais, entre eles, “A Luta” e a “Voz do Jenipapo”; redator do Jornal “A Tribuna dos Heróis” e membro fundador de vários movimentos culturais de Campo Maior, dos quais, o Clube Lítero Cultural Campomaiorense – CLCC, movimento que deu origem ao jornal “A LUTA”.
Tem publicado a “Síntese História da Batalha do Jenipapo”, atualmente na segunda edição (esgotado). Trata-se de uma fonte de pesquisa e de conhecimento direcionada a todos os públicos interessados em conhecer, de forma sucinta e clara os fatos e a importância dos irmãos cearenses e piauienses, em especial, o povo campomaiorense que, neste solo derramaram seu sangue na luta decisiva para a consolidação da independência do Brasil.
               Participou do movimento cultural que fundou a Academia Campomaiorense de Artes e Letras – ACALE, da qual é acadêmico e secretário executivo.
              Membro fundador da ALTEC- Academia de Letras do Território dos Carnaubais.

INSCRIÇÕES PROUNI COM A NOTA DO ENEM

Quem ainda não sabe como funciona o Programa Universidade para Todos (PROUNI) está no lugar certo! Neste artigo iremos falar sobre a relação do Programa com o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Podemos adiantar que um é totalmente dependente do outro.

O Programa Universidade para Todos é gerenciado pelo Ministério da Educação (MEC), e tem como objetivo principal beneficiar estudantes de baixa renda com bolsas de estudos integrais e parciais (de 50% do valor do curso) em instituições privadas de educação superior. O PROUNI existe desde 2004 e já contemplou milhares de pessoas, democratizando o acesso ao ensino superior no Brasil.

Bem antes, no ano de 1998, foi criado o Exame Nacional do Ensino Médio, tendo como principal objetivo avaliar o desempenho dos alunos ao término da escolaridade básica. Em suas primeiras edições o número de participantes era modesto. Podemos dizer que o ENEM tornou-se mais popular a partir da criação do PROUNI e do vínculo criado pelo MEC entre os dois. A concessão de bolsas nas instituições de ensino superior é dependente da nota obtida pelo estudante no Exame.

Só pode se inscrever no PROUNI 2013 quem participou do ENEM 2012. Tal situação se aplica para as edições de cada semestre do ano, uma nos meses de janeiro e fevereiro, outra em junho e julho. Em ambos os casos será levado em conta o resultado conquistado pelo participante no Exame aplicado nos dias 03 e 04 de novembro.

Vale lembrar que o estudante precisa alcançar, no mínimo, 400 pontos na média do ENEM nas cinco notas (Ciências da Natureza e suas Tecnologias; Ciências Humanas e suas Tecnologias; Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; Matemática e suas Tecnologias e Redação). Outro detalhe importante é que o candidato deve ainda obter nota superior a zero na redação.

As inscrições do PROUNI 2013 devem ser realizadas no site http://siteprouni.mec.gov.br/ dentro do prazo previsto. Ao iniciar o registro, é preciso informar o número de inscrição e a senha utilizada no ENEM 2012. O Programa conta com um sistema de seleção informatizado e impessoal, dando total segurança aos participantes.

Fonte: http://www.sitedoenem.org
 

domingo, 2 de dezembro de 2012

Prefeito eleito Paulo Martins afirma que vai investir no empreendedorismo em Campo Maior

Segundo o prefeito, o acesso a vários municípios vai ajudar a fazer o município a crescer cada vez mais.

Em entrevista ao portal GP1, o prefeito eleito de Campo Maior Paulo Martins (PT) afirmou que pretende continuar investindo na capacidade de empreendedorismo dos moradores da região.

O prefeito que saiu da prefeitura de Campo Maior em agosto, após pouco mais de ano no comando, para o retorno de João Félix afirmou que vai retornar aos projetos que estava fazendo, já que no pouco tempo que ficou conseguiu o título de prefeito empreendedor de 2011.

“No nosso primeiro ano de governo fomos reconhecidos em 2011 pelo Sebrae com o título de prefeito empreendedor, exatamente pela capacidade de organização do município. Foi o que mais cresceu e perdendo, somente para Parnaíba, que tem a polução 4 vezes maior que a de Campo Maior, e a de Teresina que é de 20 vezes. Nós fomos proporcionalmente o que mais cresceu em organização. Isso despertou o investimentos para Campo Maior, que hoje é um município Pólo”, disse.

Imagem: Brunno Suênio/GP1Paulo Martins(Imagem:Brunno Suênio/GP1)

Segundo o prefeito, o acesso  a vários municípios vai ajudar a fazer o município a crescer cada vez mais. “Hoje temos qualidades que poucos municípios tem, um acesso a 12 municípios que ficam próximo dessa região, então é um município muito importante, onde muitos comercializam na cidade e com a chegada do IFPI vai ajudar na qualificação das pessoas, pois antes não tinha esse Instituto e então temos um compromisso forte em Campo Maior de fortalecer, principalmente nessa condição de investimentos”, finalizou o prefeito eleito Paulo Martins em entrevista ao portal GP1.

BÁRBARA RODRIGUES, DO GP1
Atualizada em 01/12/2012 - 18h06

ESTUDANTES COREANOS FAZEM FILA PARA PEDIR AUTÓGRAFOS DE PROFESSORES

Enquanto no Brasil são idolatrados jogadores de futebol, "artistas" e cantores de talento bastante discutível, na Coreia do Sul as maiores celebridades, em meio ao grande público, são os professores, os quais atraem legiões de alunos em busca de seus autógrafos e chegam a amealhar fortunas quando se destacam na profissão. No desenvolvido país asiático, o progresso é reconhecido por todos como uma decorrência dos grandes investimentos governamentais realizados anteriormente na área da educação, quando aquela nação ainda era relativamente pobre.

O desempenho escolar se tornou uma obsessão nacional na Coreia do Sul, criando o mais convincente exemplo de quanto a educação e o desenvolvimento são conceitos indissociáveis, ao contrário do que, ainda nos dias presentes, alguns analistas de superfície e alienados administradores acreditam.

A internet e os avanços no campo da informática são considerados um divisor de água na massificação educacional coreana, inclusive no tocante a tornar celebridades os mestres que mais se destacam no aperfeiçoamento do exercício profissional. Suas aulas são acompanhadas por milhares de estudantes que literalmente os idolatram, no exemplo mais conhecido, em todo o mundo, da crescente popularização do ensino online. Oito de cada dez alunos coreanos frequentam uma sala de aula virtual, tornando esse fato objeto de estudos e análises entre especialistas em tecnologia e educação.

Outro importante reforço educacional existente na Ásia, aliado com êxito à excelência das escolas convencionais, são as chamadas "hagwons", instituições de caráter privado especializadas em ministrar aulas complementares aos alunos que assim o desejarem. Só na Coreia do Sul, existem mais de 30.000 estabelecimentos no gênero, gerando um poderoso eixo industrial que chega a faturar 15 bilhões de dólares por ano, cumprindo seu papel com maestria, ao elevar ainda mais os padrões de ensino. Tais reforços são utilizados até por crianças a partir de seis anos de idade, pela evidência de serem considerados decisivos, posteriormente, em relação à conquista de uma vaga na elite do ensino superior.

O destaque concedido aos professores mais famosos decorre, principalmente, de três fatores: habilidade para organizar as ideias, enfocar os temas principais para a formação de um jovem e criar desafios no sentido de testar a criatividade e a capacidade de enfrentamento dos alunos. A partir das citadas premissas, esse método coreano colocou seus estudantes no pódio do ensino mundial, com elevados índices até agora não igualados por nenhum outro país.

Historiadores alegam que o amor ao estudo é uma tradição tipicamente coreana, que vem desde os tempos da sábia influência de Confúcio, cinco séculos atrás. Uma das provas disso é que nem mesmo a guerra que seccionou o país em dois, nos anos 1950, conseguiu interromper a realização das aulas, as quais passaram a ser ministradas sob lonas improvisadas em meio aos destroços do sangrento conflito. A partir de então, como uma espécie de recompensa ao sacrifício de expor a própria vida para transmitir conhecimentos, o governo decidiu conceder aos professores os mais altos salários do funcionalismo público.

Ressalte-se, entretanto, que o desempenho e a eficiência dos mestres continuam a ser rigorosamente vigiados tanto pelos pais quanto por autoridades, concedendo edificante exemplo que também beneficiaria o Brasil, caso fosse seguido, com a devida adequação, pelas autoridades do setor no País.

Analistas: cotas terão impacto na composição social e no ensino

A implementação da Lei de Cotas pode mudar "radicalmente" a composição social da escola pública brasileira, principalmente no ensino médio, e influenciar também na melhoria da qualidade do ensino na rede pública. Na avaliação do coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, "as cotas colocam a escola pública no centro do debate".

"Acredito que em dois ou três anos já veremos um aumento no número de matrículas das elites ricas nas escolas públicas", disse. Pela Lei de Cotas, regulamentada em outubro pelo Decreto nº 7.824, 50% das vagas em universidades e institutos federais serão destinadas a alunos que tenham cursado todo o ensino médio em escolas públicas. As seleções de ingresso já garantem para o próximo ano 12,5% das vagas aos estudantes da rede pública. A Lei, que tem implementação gradual, terá validade até 2022 e também considera critérios como renda familiar e raça.

A professora de políticas públicas em educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Dalila Oliveira, acredita que ainda é cedo para apontar os impactos que as cotas terão na configuração da escola pública. Segundo ela, são necessários pelo menos três anos para se verificar a confirmação da tendência. Caso isso ocorra, ela avalia que a qualidade do ensino nas unidades públicas pode dar um salto de qualidade.

"Por enquanto, é apenas especulação, mas caso a tendência se confirme, será um movimento favorável", avalia. "Afinal, pais mais escolarizados, com mais tempo, disposição e condições materiais para acompanhar o desenvolvimento dos filhos e participar da gestão escolar podem influenciar positivamente na escola", completou.

Dados da Síntese de Indicadores Sociais: Uma Análise das Condições de Vida da População Brasileira 2012, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última quarta-feira, mostram que 8,6% dos estudantes do ensino médio matriculados nas escolas da rede pública são de famílias cuja renda per capita se situa na faixa dos 20% mais ricos do País. Na situação inversa, o índice é menor: apenas 3,8% dos estudantes de famílias pobres estudam em escolas particulares. Na rede privada, 53,2% dos estudantes do ensino médio pertencem à faixa de renda mais rica.

Além do sistema de cotas, Daniel Cara avalia que a implementação do Plano Nacional da Educação (PNE), que tramita no Senado Federal, também vai influenciar na mudança do perfil socioeconômico das matrículas na escola pública. "Em dez anos a gente deve mudar as características da educação pública e a tendência é expandir a matrícula nessa rede", aposta Cara.

O PNE estabelece 20 metas educacionais que o país deverá atingir no prazo de dez anos. A principal delas é a que prevê um patamar mínimo de investimento em educação, a aplicação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB). Atualmente, os valores de investimento total em educação, em relação ao PIB, passaram de 5,8% para 6,1%, de 2010 para 2011. O investimento direto em educação em relação ao PIB subiu de 5,1% para 5,3% no mesmo período.

A professora Dalila Oliveira, que também é presidenta da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação, avalia que a convivência no ambiente escolar entre crianças e adolescentes de diferentes classes sociais é enriquecedora, mas destaca a necessidade de o país continuar avançando na redução das desigualdades sociais.

Professor da Universidade de São Paulo (USP), o doutor em educação Rubens Barbosa acredita que as famílias não vão abrir mão do ensino privado, caso tenham condição financeira suficiente. Para ele, as cotas terão outro desdobramento na escola pública. 

"Quem pode pagar, vai continuar pagando porque (o ensino privado) faz parte de uma opção familiar. Eu acho que o efeito mais significativo das cotas na escola pública será o estímulo a estudantes negros que, antes, sem perspectiva de acesso ao ensino superior, nem concluíam o ensino médio. Agora, muitos vão se esforçar para conseguir chegar ao fim porque sabem que têm mais chances de entrar na universidade", avaliou. Para ele, as cotas garantem, uma "inclusão inédita, com resgate de déficits culturais e históricos" no País.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

COTAS PARA NEGROS NO SERVIÇO PÚBLICO PODERÁ SAIR AINDA ESTE ANO

LUIZA BAIRROS
Ministra Luisa Bairros
Em fase de discussão no Palácio do Planalto, as cotas para negros no serviço público poderá sair ainda este ano. A informação partiu da Ministra Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial - SEPPIR Luiza Bairros que esta semana divulgou a intenção de ainda este ano a proposta ser levada à Presidenta Dilma Rousseff.

"Essa discussão está em curso dentro do governo, estamos colhendo pareceres de vários setores, do próprio Ministério do Planejamento e da Advocacia-Geral da União para que, com esses pareceres, possamos levar uma posição governamental para a presidenta", afirmou a ministra em cerimônia no Planalto.

A ministra lembrou que a presidenta vem defendendo no seu governo ações afirmativas que possam corrigir distorções que historicamente levam o negro à margem do processo de inserção social. "A presidenta Dilma tem uma posição inequívoca sobre a importância das ações afirmativas e mais particularmente das cotas como instrumento fundamental para superar a desigualdade racial no Brasil, portanto, isso ajudará em muita a reflexão sobre essa proposta" disse a ministra.






quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Professor é condenado por matar coelhos a marteladas em aula

Um professor italiano de anatomia foi condenado a oito meses de prisão por um tribunal de Milão (norte) por matar dois coelhos durante uma aula de biologia, informou nesta quarta-feira a Associação Italiana dos Direitos dos Animais (LAV).

O professor Carlo Rando, um cirurgião de formação, levou quatro coelhos para a aula de anatomia, matando dois a marteladas. Os animais ainda vivos tentaram escapar, de modo que o professor tentou primeiro estrangulá-los e, em seguida, atingi-los com vários socos. Como não conseguiu matá-los, então decidiu acertar os animais com um martelo, segundo a LAV.

"Cenas aterradoras, dignas de um açougueiro e cometidas diante de menores de idade", lamentou a associação. "Graças às testemunhas, à coragem de outros professores e dos alunos, esse professor desprezível foi descoberto", ressaltou a associação, que denunciou os métodos "bárbaros" e "inúteis" para ensinar ciências.

"Há modelos de plástico, vídeos interativos em três dimensões, não é necessário desmembrar animais", comentou a bióloga Michela Kuan, diretora da LAV.

Ministério da Educação divulga novos parâmetros do Fundeb; valor mínimo por aluno cai

Agência Brasil

O Ministério da Educação (MEC) divulgou os parâmetros de operacionalização do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) para o exercício de 2012. Entre as definições está o novo valor anual mínimo nacional por aluno de R$ R$ 2.091,37 ainda para este ano.

Houve uma queda de R$ 5 no valor anteriormente previsto pela pasta (R$ 2.096,68). Segundo portaria publicada nessa terça-feira (27) no Diário Oficial da União, o valor considera a reintegração ao Fundeb dos alunos da pré-escola, atendidos em instituições conveniadas, como as filantrópicas, sem fins lucrativos.

De acordo com Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), esse valor mínimo é fixado, anualmente, por portaria interministerial dos ministérios da Educação e da Fazenda e pode ser ajustado, no decorrer do ano, em razão de mudanças no comportamento das receitas do Fundeb, provenientes das contribuições dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. O governo federal complementa o Fundeb sempre que a arrecadação de um determinado estado não for suficiente para garantir o valor mínimo nacional por aluno matriculado na rede pública.

O dinheiro do fundo é transferido de forma automática e periódica para cada governo estadual e municipal, com base no número de alunos registrados no Censo Escolar mais recente. Na última transferência, em novembro, a União depositou R$ 755,2 milhões nas contas dos estados que não alcançam com sua própria arrecadação o valor mínimo nacional por aluno. Neste ano estão no grupo Alagoas, o Amazonas, a Bahia, o Ceará, Maranhão, Pará, a Paraíba, Pernambuco e o Piauí.

O valor previsto em complementação para os nove estados este ano e em janeiro de 2013 soma R$ 10,4 bilhões. A próxima transferência, no mês de dezembro, terá o mesmo valor de novembro. Em janeiro do ano que vem, o investimento da União alcança R$ 1,4 bilhão, referente a 15% de todo valor anual. A previsão do valor anual mínimo nacional para o próximo ano ainda será divulgada pelo MEC em nova portaria até o final do ano.

Constituído em 2007, o Fundeb engloba 27 fundos específicos, um para cada estado da Federação e um para o Distrito Federal. Seus recursos devem ser destinados necessariamente ao financiamento de ações de manutenção e desenvolvimento da educação básica, isto é, educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos. O Fundeb funciona como um fundo contábil, composto por uma cesta de impostos e transferências estaduais e municipais, e sua vigência se estende até 2020.

Por lei, pelo menos 60% dos recursos do Fundeb devem ser usados para remunerar o magistério e os gestores educacionais. Nesse cálculo, incluem-se professores e profissionais da área de suporte pedagógico, como direção e administração escolar, planejamento, inspeção, supervisão, coordenação e orientação educacional. O restante do dinheiro vai para outras despesas de manutenção e desenvolvimento da educação básica pública, como aperfeiçoamento de professores e compra de equipamentos necessários ao ensino.