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terça-feira, 3 de junho de 2025

Vereadora Conceição Lima (PT) propõe intérprete de Libras nas sessões da Câmara de Campo Maior: um passo importante pela inclusão

Vereadora Conceição Lima (PT)
Autora da Proposição
Crédito da imagem: TSE


    A acessibilidade está no centro de um novo requerimento apresentado na Câmara Municipal de Campo Maior. A vereadora Conceição Lima, do Partido dos Trabalhadores (PT), propôs que a Câmara disponibilize um tradutor ou intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para atuar durante todas as sessões ordinárias, extraordinárias, solenes e audiências públicas realizadas pelo Legislativo municipal.
    O objetivo do requerimento é claro: garantir o acesso de toda a população campo-maiorense às discussões e decisões políticas, especialmente das pessoas surdas ou com deficiência auditiva, que frequentemente são excluídas por barreiras comunicacionais.
    “É essencial que as pessoas surdas também possam acompanhar e participar da vida política da nossa cidade. Isso é um direito básico e uma questão de cidadania”, afirmou a vereadora Conceição Lima.
    A proposta também leva em conta a audiência que as sessões da Câmara alcançam pelas redes sociais. Sem a presença de um intérprete de Libras, parte importante da população continua sem acesso a essas informações públicas de interesse coletivo.
    A iniciativa da parlamentar reforça o compromisso com a inclusão, a transparência e o fortalecimento da democracia local. A presença de intérpretes de Libras nas sessões legislativas é um passo fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e acessível.
    A inclusão começa com atitude. E a atitude já foi tomada pela vereadora Conceição Lima. Que a Câmara Municipal abrace essa causa e faça história pela acessibilidade em Campo Maior.

terça-feira, 13 de junho de 2017

'Olha que coisa bonita, mais cheia de graça...'



A paráfrase é bem a tempo. Nosso Açude Grande, realmente, figura como um dos mais belos e importantes cartões-postais "do meu Piauí". Falta-nos a voz do Caetano (Abaeté), os ventos do litoral (Portinho) ou o lamento de Fagner (Orós) para figurarmos como o mais bonito e conhecido Açude de todo o Brasil.

Depois de décadas sendo massacrado com toda sorte de poluição, provocando o cheiro nauseabundo dos finais da estiagem e início do período invernoso, alegramo-nos com o seu novo aspecto, que desperta nossa campo-maiorencidade ainda mais.

O nosso Açude Grande de Campo Maior, para ser limpo da sujeira do homem, foi uma verdadeira novela. Adversários da administração do então prefeito Paulo Martins (2016) - o corajoso prefeito da intervenção no cartão-postal - enfrentou a fúria dos adversários que, alegando crime ambiental (com direito midiático da presença da Polícia Ambiental para embargo da obra). Questões de toda natureza foi levantada. Manifestos de especialistas diziam que estava decretada a morte do açude.

Parece que as profecias "politiquinas" (neologismo mesmo) não passaram de mero exercício de inveja por não terem tido tanto amor e determinação por aquele que agonizava à nossa frente, ano após ano.

A plasticidade com que se desenvolvem as intervenções urbanísticas dão um ar de modernidade. Não são "garotas de Ipanema" que desfilam na sua orla, são as belas mulheres campo-maiorenses que dão graça ao conjunto da obra. Revitalizar é preciso. Taí o resultado. 

Não podíamos ficar na melancolia e no saudosismo das pipas e lata na cabeça da década de 60 do século XX. Estamos no século XXI e, portanto, ansiosos por mudanças e elas acontecem com Paulo Martins e Professor Ribinha.

Viva Mamede Lima, autor da primeira grande intervenção no açude, facilitando a acessibilidade à BR-343, com recursos próprios da Prefeitura de Campo Maior. Viva Carboreto, visionário e entusiasta da nova modalidade da geração saúde: criou o primeiro acesso para as caminhadas matinais e o encantamento do pôr do sol.

Falta-nos, agora, sensibilidade, educação ambiental e respeito para com o Açude Grande de Campo Maior, para que ele se torne um ponto de lazer. Que os primeiros banhistas que de forma tímida refrescam-se em suas águas (antes turvas), sejam incentivo para todos nós outros.

É um lindo estado "camaleônico", como tão bem definiu o campo-maiorense Herivelto Cordeiro.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Criança com deficiência poderá ter cota de brinquedos em shoppings

Shoppings terão que cumprir Lei da Acessibilidade
O termo cota provoca entre as pessoas um rosário de discussões. Agora, quando o assunto é direito de crianças com deficiência, aí as coisas devem mudar. 
Senadora Regina Sousa - Relatora do PSL

Tramita no Senado Federal, proposta de Lei que obriga os centros de compras, os famosos Shopping Centers, a destinarem 5% dos brinquedos e equipamentos de suas áreas de lazer à crianças com deficiência.

A Senadora Regina Sousa, relatora do PLS 382/2011, manteve a redação final do texto, sendo necessário apenas que referidos centros cumpram o que preceitua a Lei da Acessibilidade.

Fonte e fotos: Agência Senado