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quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Polícia flagra plantação de maconha em terreno de igreja evangélica em Maceió


Dois homens foram presos na noite do último domingo (30), suspeitos de plantar maconha no bairro do Benedito Bentes, parte alta de Maceió. Segundo a polícia, Manoel Batista da Silva, de 47 anos, e Lucas Batista da Silva, de 23 anos, são responsáveis por cultivar 50 mudas da planta para a produção de entorpecentes. As mudas foram apreendidas em um terreno, totalizando 15,5 kg.
A polícia chegou até os suspeitos após uma denúncia anônima que informou o cultivo da plantação de maconha no terreno de uma igreja evangélica, intitulada como "Igreja dos Humildes".
Equipes do 5° Batalhão de Polícia Militar (BPM) chegaram ao local dentro de uma mata, os militares avistaram vários indivíduos em atitude suspeita na margem de um córrego, eles fugiram depois de perceberem a aproximação das guarnições. Após a polícia realizar a travessia do córrego, Manoel e Lucas se apresentaram como pastores da igreja. Eles admitiram aos militares que acreditam na cura de doenças através do uso de maconha.
A dupla foi conduzida à Central de Flagrantes I, no bairro do Farol, onde foram autuados por tráfico de drogas.

Crédito da matéria: Maceió 7 Segundos.com

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Deputados aprovam lei que proíbe professores de opinar em sala de aula

Os professores da rede estadual de Alagoas serão obrigados a manter a ''neutralidade'' em sala de aula. Por 18 votos a oito, os deputados decidiram que os educadores estão impedidos de ''doutrinar'' e ''induzir'' alunos em assuntos políticos, religiosos e ideológicos. Quem não respeitar a decisão poderá até ser demitido. 

Agora, de acordo com o parágrafo 6º do artigo 89 da Constituição do Estado de Alagoas, o governador Renan Filho (PMDB) terá um prazo de 48 horas para promulgar o projeto, caso contrário, essa promulgação será feita pela Assembleia Legislativa. O projeto foi batizado de Escola Livre. Ainda cabe recurso no Supremo Tribunal Federal (STF).

Votação

Durante a votação houve confusão e manifestação de estudantes e professores, de acordo com reportagem publicada no UOL Educação. Houve uma tentativa de invasão ao plenário da Assembleia, mas polícia controlou a situação. O portão do legislativo, porém, foi destruído.

O projeto - aprovado em primeira e segunda votações - já havia sido vetado pelo governador de Alagoas, Renan Filho (PMDB) em janeiro. Mas foi aprovado na terça, 26, na AL.

Redação O POVO Online com informações da Assembleia de Alagoas