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quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Polícia flagra plantação de maconha em terreno de igreja evangélica em Maceió


Dois homens foram presos na noite do último domingo (30), suspeitos de plantar maconha no bairro do Benedito Bentes, parte alta de Maceió. Segundo a polícia, Manoel Batista da Silva, de 47 anos, e Lucas Batista da Silva, de 23 anos, são responsáveis por cultivar 50 mudas da planta para a produção de entorpecentes. As mudas foram apreendidas em um terreno, totalizando 15,5 kg.
A polícia chegou até os suspeitos após uma denúncia anônima que informou o cultivo da plantação de maconha no terreno de uma igreja evangélica, intitulada como "Igreja dos Humildes".
Equipes do 5° Batalhão de Polícia Militar (BPM) chegaram ao local dentro de uma mata, os militares avistaram vários indivíduos em atitude suspeita na margem de um córrego, eles fugiram depois de perceberem a aproximação das guarnições. Após a polícia realizar a travessia do córrego, Manoel e Lucas se apresentaram como pastores da igreja. Eles admitiram aos militares que acreditam na cura de doenças através do uso de maconha.
A dupla foi conduzida à Central de Flagrantes I, no bairro do Farol, onde foram autuados por tráfico de drogas.

Crédito da matéria: Maceió 7 Segundos.com

sábado, 24 de maio de 2014

A cachaça de maconha febre no sertão

DANIEL CARVALHO, DE CABROBÓ (PE)

Encravado no “polígono da maconha”, região pernambucana famosa pela produção da erva em áreas irrigadas pelo rio São Francisco, o município de Cabrobó (a 531 km do Recife) vem se tornando conhecido por um “souvenir” peculiar: uma cachaça artesanal com raiz de maconha, a “Pitúconha”.
É fácil encontrá-la em bares e carrinhos que vendem espetinhos de carne.
Os interessados encontram o produto tanto em dose (R$ 1) como em garrafa. Com o rótulo que se apropria da tradicional marca pernambucana de aguardente Pitú, essa caninha sai por R$ 30.

“Aguardente de cana adoçada com raiz de maconha”, informa, sem pudor, o rótulo da garrafa de 965 ml. “O Ministério do Transporte adverte: o perigo não é um jumento na estrada. O perigo é um burro no volante”, completa, em tom jocoso, o aviso da embalagem.

Cachaça de maconhA

A Folha conversou com um servidor municipal que, aos finais de semana, vende doses de cachaça de maconha em seu carrinho de churrasco.
Ele diz que algumas pessoas coletam as raízes que sobram das operações policiais de erradicação dos pés de maconha e vendem para os produtores de cachaça. Um saco de 30 kg sai a R$ 100.

O servidor, que vende a cachaça há cinco anos, afirma que chega a comercializar até seis garrafas por semana. “Já virou souvenir. Tem um pessoal do banco que compra de carrada. O pessoal tem muito interesse de conhecer. Houve até um leilão na capital. Saiu por R$ 200″, afirma.

ILEGAL
Segundo a Polícia Federal, ainda não há clareza sobre a situação legal da bebida. Perícia feita pela PF no ano passado indicou pequenas concentrações de THC (tetrahidrocanabinol), o princípio ativo da maconha, nas raízes.

Desde o início do ano, policiais federais e colaboradores que participam das operações de erradicação de plantações da droga foram proibidos de trazer e distribuir as raízes, que, ao contrário do restante da planta, não são incineradas.

“Se você for levar ao pé da letra, seria crime [a comercialização da raiz e, consequentemente, da bebida] porque tem o princípio ativo. Só que a concentração é baixíssima. É uma questão que ainda não se tem uma posição definida”, afirma Carlo Correia, chefe da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal em Pernambuco.

De acordo com o artigo 2º da lei 11.343/2006, “ficam proibidas, em todo o território nacional, as drogas, bem como o plantio, a cultura, a colheita e a exploração de vegetais e substratos dos quais possam ser extraídas ou produzidas drogas”.

A exceção é para autorizações legais e para o que estabelece a Convenção de Viena (1971) a respeito de plantas de uso “ritualístico-religioso”.

“A lei não especifica a quantidade de THC. A questão é de ordem prática: a concentração é muito pequena. Não existe uma repressão sistematizada até hoje”, diz o delegado.
Correia afirma que há quem peça raízes aos policiais para tratar dor na coluna, problemas de estômago e asma. “Não existe nenhuma comprovação científica de que a raiz de maconha tenha alguma função terapêutica”, diz o delegado.

PITÚ
Em nota enviada à Folha no final da tarde desta sexta-feira (23), a empresa pernambucana Pitú informou ter tomado conhecimento da bebida “Pitúconha” e “do uso indevido de sua marca”. “A Pitú tomará todas as medidas cabíveis contra a violação dos seus direitos de propriedade intelectual.”

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Que é isso!!!!! Máquina de vender maconha???????

A primeira máquina automática de venda de maconha foi apresentada no estado do Colorado, nos Estados Unidos. A máquina chamada ZAZZ dispensa funcionários e evita filas, segundo o fabricante.

O protótipo da máquina está em exposição na Smokehouse, uma churrascaria da cidade de Avon, no Colorado. Segundo a empresa responsável, a máquina será abastecida de maconha e alimentos feitos à base da erva produzidos pela Herbal Elements. A maconha foi legalizada no Colorado, no final de 2012, para uso medicial e recreativo. Stephen Shearin, do grupo American Green, afirma que a máquina será útil especialmente para os consumidores tímidos, que têm dificuldade na hora de comprar maconha, mesmo que para uso medicinal.

O empresário Greg Honan, dono da Herbal Elements, diz que a máquina vai facilitar o comércio, permitindo maior controle dos estoques e eliminando a necessidade de atendentes.

Ele garante que a máquina é segura quanto ao risco de roubos. Para comprar os produtos como brownie de maconha o comprador só precisa ter em mãos um documento de identidade ou a carteira de motorista, já que o estado do Colorado libera o comércio de maconha.

terça-feira, 16 de julho de 2013

FHC ABRAÇA DE VEZ A LIBERAÇÃO DA MACONHA


Enquanto há uma preocupação coletiva quanto ao assustador índice de usuários de drogas - problema que aflige milhares de famílias em todos os recantos do Brasil - FHC, serviçal dos interesses dos grandes grupos econômicos, faz campanha pela liberação da maconha. 

Como outras drogas, a maconha pode se tornar a porta de entrada para o uso de outras de poder mais devastador.

Veja a repercussão na imprensa livre desse país: