Postagem em destaque

BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudanç...

Mostrando postagens com marcador Arnaldo Ribeiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Arnaldo Ribeiro. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Estilo Dr. Cezar: 'Queria uma chance de corrigir meus erros".


Resultado de imagem para imagem de garis em campo maior piaui

Quando veio da Bahia  nos anos 80 e instalou-se como médico em Campo Maior, Dr Cezar Melo virou um furacão na política local. Elegeu-se prefeito, depois se elegeu deputado e naufragou.         

Derrotado pelo então vereador Bona Carboreto, que acabou tomando sua cadeira, Cezar Melo pinçou uma frase célebre ao tentar novas candidaturas junto ao povo de Campo Maior e disse: "Eu  queria, "nêgo" velho, era só uma chance de corrigir meus erros" . O apelo não funcionou. Cezar nunca mais conseguiu ocupar cargos eletivos no município, mas continua médico e também advogado.

A história se repete. O que escutamos  em eventos partidários atuais é a voz do passado dizendo quase a mesma coisa. Alguém que atrasou os salários em seis meses, que aplicou golpe contra os garis, que transformou a prefeitura em uma maquina familiar e que responde a vários crimes, pedindo exatamente a mesma coisa: a chance de consertar seus erros, alegando que faltou tempo para cumprir suas metas.

Um fantasma do mal circula pelas noites  sombrias de Campo Maior tentando aplicar um golpe; tentando armar uma arapuca como se o povo fosse esquecido e não guardasse em suas memórias as ações de violência, de arrogância, de corrupção e a loucura por dinheiro e poder, de quem não sabe viver sem as tetas fáceis do município. E o discurso é descarado, desesperado.

Crédito: Portal A Voz do Jenipapo.
By Arnaldo Ribeiro

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

"Poder, dinheiro e violência em Campo Maior"

Artigo postado no Portal A Voz do Jenipapo.

" A eleição para prefeito é só no próximo ano, mas o clima de disputa já toma conta de Campo Maior. Os concorrentes tradicionais se apresentam com os mesmos costumes e práticas  da política rasteira e imunda que tem dominado o município, há anos.
        O discurso de ódio, de intolerância e da crítica meramente pessoal, toma conta do cenário.Medalhões da política local incentivam seus comandados a forçar uma disputa de grupos, como se a eleição fosse apenas um jogo de futebol com torcida organizada.
       É por esse comportamento infantil entre os comandantes que a cidade paga um preço caro, entre os comandados.
       O que querem todos os campomaiorenses? O que verdadeiramente deseja a maioria da população? A responsabilidade  não pode recair apenas nos ombros dos grupos imperialistas. A cidade se divide de forma odienta e perde o seu maior potencial, aquele que está no nosso hino, " da terra altaneira, orgulho dos filhos teus".
       A divisão, a briga meramente pessoal tem endereço certo: a preservação do modelo perverso que não aceita renovação de valores e comportamento.
       O discurso que nos falta é de união, de cumplicidade, de uma gente unida em torno do seu amor à terra querida. "

Postagem de Arnaldo Ribeiro

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Revista Nordeste revela detalhes da morte de Alípio Ribeiro em Campo Maior



A Justiça de de Campo Maior, aceitou aditamento de denúncia oferecida pelo Ministério Público, através do promotor Luciano Lopes Nogueira, contra o ex-prefeito de Campo Maior Joãozinho Félix, e mais cinco pessoas acusadas de envolvimento no assassinato de Alípio Ribeiro dos Santos, ocorrido em 2009.

Agora os réus são oficialmente citados no processo e nenhum dos acusados não poderá concorrer a qualquer cargo público.

A Constituição Federal prevê às autoridades o chamado foro por prerrogativa de função, o que lhes dá um órgão diferente de julgamento daquele aplicado ao cidadão comum, normalmente julgado por um juiz de primeira instância. A previsão de julgamento dos prefeitos pelos Tribunais de Justiça está expressa no Artigo 29, inciso X da Carta Magna. Por tratar-se de crimes contra a vida, neste caso, Joãozinho será levado ao Tribunal Popular do Júri.

Alípio Ribeiro dos Santos, irmão do apresentador da Antena 10 Arnaldo Ribeiro, era vice-prefeito de Jatobá do Piauí . O crime teria sido encomendado por R$ 150 mil, e previa também a morte de Arnaldo, que na época como radialista, fazia duras críticas à gestão de Joãozinho. Insatisfeito, Félix teria, por intermédio de Rosa Silva Freitas, outro nome a aparecer no aditamento, contratado um grupo especialista em pistolagem para por fim à vida dos dois irmãos.

Na reportagem publicada no 180, quando do oferecimento da denúncia, o jornalista Rômulo Rocha, ao mencionar o texto do promotor Luciano Lopes, diz que “primeiro seria assassinado o vice-prefeito de Jatobá – e assim foi feito -, para causar dor no irmão, e depois seria assassinado o próprio radialista”.

“Em razão de ser inimigo de Arnaldo Ribeiro , por volta do mês de junho de 2009, o denunciado João Félix de Andrade Filho procurou a denunciada Rosa Maria Silva Freitas e solicitou que está contratasse alguém para matar a vítima Alípio Ribeiro dos Santos em razão do motivo torpe por ser irmão do jornalista Arnaldo Ribeiro dos Santos para que a morte da vítima atingisse o jornalista, bem como a morte de Arnaldo Ribeiro dos Santos”, acrescenta.

Segue o Ministério Público: “A denunciada Rosa Maria Silva Freitas entrou em contato com o Marcos Gago que vem a ser o Marco Aurélio Pereira Araújo e contratou este pelo valor de R$ 150.000,00 para matar Alípio Ribeiro dos Santos e Arnaldo Ribeiro dos Santos”.

“O denunciado Marco Aurélio Pereira Araújo (Marco Gago) procurou os acusados Francisco Teixeira Dantas e Francisco Teixeira Dantas Júnior para encomendar o assassinato da vítima e de Arnaldo Ribeiro dos Santos – sendo que o acusado Marco Aurélio Pereira Araújo (Marco Gago) era proprietário de uma parte do Hotel Colonial localizado em Teresina (PI) e vendeu a sua parte para Dede Macedo que repassou para o acusado Francisco Teixeira Dantas (…), sendo que o réu Marco Aurélio Pereira Araújo (Marcos Gago) conhecia o acusado Francisco Pereira Dantas”.

“Os denunciados Francisco Teixeira Dantas e Francisco Teixeira Dantas Júnior contrataram os acusados Raimundo Carneiro da Silva e João Batista da Silva Reis para executarem a vítima Alípio Ribeiro dos Santos e posteriormente Arnaldo Ribeiro dos Santos”.

“Os réus Raimundo Carneiro da Silva e João Batista da Silva Reis saíram de Teresina e na manhã de 22 de junho de 2009 chegaram numa motocicleta, sendo que um com capacete e o outro sem capacete, e de forma inesperada e sem chance de defesa do ofendido deram quatro tiros na vítima Alípio Ribeiro dos Santos que estava no pátio da Secretaria Municipal da Saúde, Campo Maior, com o intuito de matá-lo, sendo que os tiros causaram a morte do ofendido em razão da ação perfuro-contundente dos projeteis que atingiram a vítima”.

“Os denunciados Raimundo Carneiro da Silva e João Batista da Silva somente não mataram em outra data posterior a vítima Arnaldo Ribeiro dos Santos a mando dos acusados Francisco Teixeira Dantas e Francisco Teixeira Dantas Júnior porque o acusado João Félix de Andrade Filho não pagou o valor contratado".

fonte : Revista Nordeste