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BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudanç...

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quinta-feira, 25 de setembro de 2025

Vereadora denuncia risco de fim do Campo Maior Prev e critica descaso da administração

Vereadora Jacinta Bandeira
MDB

    A vereadora Jacinta Bandeira (MDB) denunciou, em entrevista concedida nesta quarta-feira (24) ao Jornal da 100, da Rádio 100, que há grande preocupação entre os servidores municipais de Campo Maior com a possibilidade de encerramento do Campo Maior Prev, regime próprio de previdência do município. Segundo a parlamentar, a gestão do prefeito Joãozinho Félix estaria estudando o retorno ao Regime Geral de Previdência Social (INSS), medida que, se confirmada, traria sérios prejuízos principalmente aos professores e demais servidores efetivos.
    Criado para assegurar aposentadorias mais justas e compatíveis com a realidade local, o Campo Maior Prev representa uma conquista histórica do funcionalismo municipal. A previdência própria garante aos servidores um vínculo direto com os recursos que eles mesmos contribuem, além de permitir um planejamento financeiro mais transparente e voltado para a valorização da categoria.
    Entretanto, de acordo com Jacinta Bandeira, a atual administração não tem realizado os devidos repasses, tanto da parte dos servidores quanto da parte patronal. “Pelo andar da carruagem, percebemos que não há prioridade em manter a saúde financeira do instituto”, afirmou a vereadora.
    Caso a mudança se concretize, haverá perdas salariais significativas, principalmente para os profissionais da educação, que já enfrentam dificuldades diante da desvalorização da carreira. Para os servidores, trata-se de um retrocesso que demonstra descaso e falta de compromisso da gestão municipal com os direitos conquistados.
    Jacinta destacou ainda que a Câmara de Vereadores deve acompanhar de perto a situação e que os trabalhadores não podem ser penalizados pela má gestão dos recursos. “A previdência própria é patrimônio do servidor, e o seu fim representaria um golpe duro contra toda a categoria”, concluiu.

terça-feira, 19 de maio de 2020

RAPIDINHAS DA CÂMARA DE CAMPO MAIOR EM ÉPOCA DE PANDEMIA

O vereador Hamilton Segundo é escolhido para presidir a Comissão Especial de fiscalização dos recursos recebidos pela Prefeitura de Campo Maior. Fazem parte da Comissão os vereadores Maninho Pereira, Sílvia do Caú, Sena Rosa e o próprio Hamilton Segundo.
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O presidente da Câmara, vereador Fernando Miranda, apresentou na sessão áudio do ex-prefeito Paulo Martins, na TvWeb Jenipapo, onde afirma que a Câmara não tem competência técnica para rejeitar suas contas.

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O vereador petista Zé Pereira pediu vistas do processo de prestação de contas do ex-prefeito Paulo Martins, que seria apreciada na manhã desta terça-feira (19 de maio). O pedido de vistas fez com que o Presidente Fernando Miranda ecerasse a sessão.

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O vereador Zé Pereira informou ao Blog que o pedido se fez em virtude da mudança do parecer por parte do relator, vereador Neto dos Corredores, no dia de ontem (18 de maio), desconhece os termos da mudança, não podendo, portanto, votar em algo que não conhece.

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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

VEREADORES DISCUTEM REDUÇÃO DO PRÓPRIO SALÁRIO

Opa!!!! Não é em Campo Maior. O assunto é pauta na cidade paulista de Linhares. Acompanhe a matéria do Folha Vitória.

"Na noite dessa segunda-feira (4), vereadores da Câmara de Linhares fizeram a primeira sessão ordinária de 2020. Os parlamentares apresentaram os novos conselheiros tutelares, mas não entraram na pauta da redução de salários.

"As comissões de Finanças e Justiça da Câmara, responsáveis por avaliar a viabilidade do projeto, não deram parecer a tempo. Por isso, a proposta não pode ser votada logo nesta primeira sessão. Temos até setembro deste ano para levar o assunto a plenário, mas eu não vou esperar. Quero agilizar isso e votar a redução dos salários logo no primeiro trimestre, até o fim de março", garantiu o presidente da Câmara e autor do projeto, Ricardo Bonomo (Solidariedade).

O assunto é polêmico e gerou manifestações no fim do ano passado. A expectativa era a de que o texto fosse debatido pelos vereadores logo na primeira sessão do ano. 

Em uma proposta apresentada no início de novembro de 2019, os vereadores queriam aumentar os salários em 76%. Os vencimentos passariam de R$ 6.192,00 para R$ 10.918,10. Mas, por causa de uma grande rejeição popular, foi apresentado, por Bonomo, um novo projeto para reduzir os salários para R$ 1.543,00."

Ainda tem mais. Tem interesse? Acesse aqui

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Campo Maior: vereadores poderão ganhar apenas um salário mínimo

Por conta de um erro na tramitação da Resolução, que subiu os subsídios dos vereadores de R$ 7 mil para R$ 8,5, os vereadores de Campo Maior poderão ganhar apenas um salário mínimo. Isso se o julgamento de uma Ação Popular for favorável ao advogado Ribamar Coelho, autor da ação.

Na petição, o advogado alega haver falsidade ideológica na aprovação da Resolução 20/2016, uma vez não haver tempo para tal aprovação. Para o advogado, "a mesa diretora forjou uma resolução que supostamente teria sido aprovada na sessão da Câmara Municipal do dia 30 de agosto de 2016, fixando o subsídio em R$ 8.500,00 (oito mil e quinhentos reais)".

A briga promete ser quente. A Ação Popular, segundo o advogado Ribamar Coelho visa proteger os recursos públicos e a legalidade. Caso seja acolhida e julgada procedente, os edis campo-maiorenses terão que refazer seus orçamentos.

Confira a Petição na íntegra clicando AÇÃO POPULAR CONTRA SALÁRIO DE VEREADORES



Júnior Congo não contava com reação de internautas


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Júnior Congo - Foto Facebook
Depois de ter se elegido apoiado pelo grupo vencedor das eleições municipais de Jatobá do Piauí, o vereador Júnior Congo, foi pivô de uma manobra escandalosa para a presidência da Câmara Municipal.

Candidato do grupo contrário do prefeito José Carlos Bandeira, Júnior Congo se rendeu aos encantos do grupo derrotado e assim conseguiu se eleger presidente do Poder Legislativo de Jatobá do Piauí.

O que o vereador não contava era com a forte reação dos internautas, que através de redes sociais estão 'detonando' a atitude do edil. Nas redes sociais Júnior Congo é tratado como traidor, já que o grupo derrotado por Bandeira, perdeu as eleições pela má influência dos Félix no município.

Com a vitória de Congo, apoiado pelo grupo opositor ao prefeito, os internautas temem que muitas manobras sejam realizadas pelos Félix para atrapalhar a administração, uma vez que o apoio da Câmara de Vereadores ao prefeito é de suma importância.

Os internautas estranham o fato da família do vereador ter fortes ligações com o PT e, agora, o mesmo volta as costas para quem está lhe dando apoio.



quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Ribamar Coelho pode provocar uma "guerra" no Legislativo campo-maiorense

Advogado Ribamar Coelho - Foto: arquivo Campomaiormefoco
O candidato derrotado às Eleições Municipais 2016, advogado Ribamar Coelho, está prestes a provocar a maior guerra entre legislativo municipal e população. Ele ingressará com ação judicial solicitando a redução dos salários dos vereadores de Campo Maior.

Segundo o advogado, caso obtenha êxito na justiça, os senadores municipais poderão passar a ganhar um salário mínimo como subsídio, contra os R$ 8.500 pretendidos pelos 13 próximos ocupantes da Legislatura 2017-2020.

Questões jurídicas à parte, a Ação Popular intencionada por Ribamar Coelho pode ter o aprovo da população, vez que quando da aprovação de matéria elevando assustadoramente na calada da noite os subsídios dos edis campo-maiorenses, a população se manifestou ferozmente através de redes sociais. O Prefeito Paulo Martins, considerando um absurdo e ilegal tal resolução, vetou a decisão, alegando, inclusive, que o Município de Campo Maior não tem dinheiro para cobrir tão elevada despesa.

E é esse veto que pode fazer com que os vereadores recebam apenas um salário-mínimo, já que a aprovação de uma outra resolução, elevando de 7 mil para 8,5 mil reais, segundo o advogado, é totalmente ilegal.

Vamos esperar para ver a reação da Câmara de Campo Maior com relação à possibilidade dos vereadores terem seu "dinheirinho" resumido e a reação da população, que se acha cansada de pagar salários para quem pouco produz.