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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

VOCÊ SABIA? Pesquisa Amostragem ressalta fidelidade de eleitores a Wellington Dias em relação a Zé Filho

Wellington Dias tem eleitor fiel
A pesquisa do Instituto Piauiense de Opinião Pública (Amostragem) e Sistema Integrado de Comunicação Meio Norte foi realizada nos dias 16 a 19 de agosto com 1.137 eleitores com 16 ou mais anos de idade residentes e com domicílio eleitoral em 47 municípios de todas as microrregiões do Piauí. 
 

Zé Filho: eleitor pouco fiel   


O presidente do Instituto Piauiense de Opinião Pública, professor universitário e estatístico João Batista Teles fez algumas análises e comentários com relação à pesquisa.

 
João Batista Teles enfatizou a candidatura de Wellington Dias (PT) e Zé Filho (PMDB).
O destaque constatado na pesquisa, segundo ele,  foi a fidelidade do eleitor de Wellington Dias em relação ao eleitor de Zé Filho.

Segundo o estatístico, as microrregiões de Picos e São Raimundo Nonato concentram um elevado número de eleitores favoráveis a Wellington Dias.

“É importante atentar que nessas regiões as variações são significativas”, disse João Batista Teles.
João Batista disse ainda que Wellington Dias parece ter firmeza de votos melhor e que os eleitores de Zé Filho parecem estar mais propensos a mudar o voto.
“A probabilidade de um eleitor de Zé Filho mudar de candidato é um pouco maior de que os eleitores de Wellington Dias”, finalizou João Batista.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Ponto a ponto: entenda o Marco Civil da Internet




O Marco Civil da Internet estabelece princípios, garantias, direitos e deveres dos usuários da rede mundial de computadores. É uma espécie de Constituição da internet, necessária porque, após 17 anos de uso da web no Brasil, não há qualquer lei que estabeleça diretrizes para proteger os usuários. Além das possíveis fraudes via rede, atualmente uma série de práticas do mercado, como, por exemplo, a cultura das empresas de arquivar informações pessoais das redes sociais, de perfis já encerrados, ameaça a liberdade e a privacidade das pessoas no mundo virtual.

O projeto começou a ser elaborado pelo Ministério da Justiça, com a ajuda de outros órgãos do governo e da sociedade civil, em 2009. Após extensa consulta pública, a proposição foi encaminhado ao Congresso Nacional pela presidente Dilma Rousseff em 2011 e o deputado Alessandro Molon foi designado seu relator em 2012.

Para elaborar o relatório, Molon viajou o País em sete audiências públicas, nas quais ouviu representantes de 60 instituições, dos mais diversos setores, como acadêmicos, ativistas, órgãos de governo, operadoras telefônicas, artistas, empresas de tecnologia etc. Molon ainda colocou o Marco Civil da Internet em nova consulta pública, por meio do portal e-Democracia, onde o texto recebeu 374 contribuições. Por esta razão, o Marco Civil da Internet é considerado por muitos o projeto mais colaborativo que já passou pelo Congresso Nacional.

Conheça os principais pontos do projeto:

Neutralidade da rede

Um dos pilares do projeto, a neutralidade da rede é também um dos pontos de resistência de provedores de conexão ao Marco Civil, o que tem atravancado a votação do texto na Câmara dos Deputados. Na prática, o dispositivo tem a função de impedir que provedores de internet priorizem o acesso de clientes que pagam pacotes mais caros de banda larga e/ou o favorecimento de conteúdos de determinados sites em detrimento de outros.

“A neutralidade da rede é importante para garantir que a internet continue sendo um espaço democrático e aberto. Sem ela, fica comprometida a liberdade de escolha do usuário, a livre concorrência na rede e a possibilidade de inovação”, garante Molon.

Exceções à neutralidade

Os spams ou a priorização a serviços de emergência são considerados exceções à neutralidade da rede, que deverão ser regulamentadas por decreto presidencial. Observa-se que esta indicação impede a Anatel de assinar o regulamento, uma vez que, segundo o relator, a agência tem apenas a função de fiscalizar.

Guarda de logs

Os logs são os registros das atividades de um usuário em serviços on-line – são, por exemplo, as informações de acesso a um simples e-mail (de que computador, data e hora). Os logs dividem-se em dois tipos: logs de conexão, registros de entrada e saída de um usuário na web; e logs de aplicação, dados sobre as atividades do usuário (o que ele fez na rede). Essa distinção orienta como as informações de cada internauta serão arquivadas.

Pela atual redação do Marco Civil da Internet, o provedor de conexão só pode guardar os logs de conexão e apenas durante um ano – o prazo só pode ser estendido mediante decisão judicial. Já os provedores de aplicativos, a exemplo do Google e do Facebook, podem guardar apenas os logs de aplicação.

“Assim, tanto provedores de conexão como de aplicativos não têm a visão total da atividade do usuário na internet, o que dificulta a atuação de empresas como a Phorm, que mapeia os dados dos usuários a partir dos provedores de conexão e vende essas informações para marketing direcionado”, explica o relator.

Privacidade dos usuários

O respeito à privacidade é um dos princípios do uso da internet no Brasil e um direito do usuário, que tem assegurado o sigilo de suas comunicações via web (salvo por ordem judicial) e a inviolabilidade da intimidade e da vida privada, inclusive com previsão de indenização pelo dano material ou moral decorrente da violação. Também passa a ser direito do usuário o não fornecimento a terceiros de seus registros de conexão (logs de conexão) e de acesso a aplicações de Internet (logs de aplicação), salvo mediante seu consentimento livre, expresso e informado.

Além disso, está expresso o direito à exclusão definitiva dos dados pessoais do usuário que os tiver fornecido a determinada aplicação de internet, a seu requerimento, ao término da relação entre as partes. “A partir de agora, quando alguém encerrar um perfil em uma rede social, poderá pedir – e terá que ser atendido – a exclusão definitiva de seus dados pessoais, que não mais poderão ficar arquivados contra a sua vontade”, esclarece o deputado.

Liberdade de expressão versus conteúdos ofensivos

O Marco Civil não prevê qualquer mecanismo que permita o controle da internet pelo governo ou por qualquer pessoa. Ele cria um ambiente aberto, democrático e descentralizado, em que a liberdade de expressão é considerada um fundamento da web.

Entretanto, o projeto define que a remoção de conteúdos considerados ofensivos deverá ser feita apenas com determinação judicial. Atualmente, entidades ou usuários que se sentem prejudicados por alguma publicação solicitam a remoção diretamente ao provedor que hospeda o conteúdo. Temendo ser condenado a pagar uma indenização, o provedor, em geral, retira imediatamente o conteúdo; o que pode ser considerado censura.

Direitos autorais

Considerado o segundo ponto de maior polêmica da proposição, os direitos autorais ficariam de fora do Marco Civil da Internet, por ser um assunto extremamente complexo e que vai além do aspecto da internet. Seguindo a recomendação dos ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Cultura, Marta Suplicy: “qualquer mudança que diga respeito a direitos autorais será feita na reforma da Lei de Direitos Autorais [Lei 9.610/1998].”

Liderança do PT no Senado

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Wellington apresenta projeto que vai priorizar a primeira infância

 
O senador Wellington Dias (PT-PI) apresentou no Senado Federal projeto de sua autoria que insere no Estatuto da Criança e do Adolescente, artigos que tratam especificamente dos cuidados, ações e programas voltados à primeira infância, que abrange a fase gestacional até a data em que a criança completa seis anos.

Segundo o senador piauiense, apesar das importantes ações do governo federal na garantia dos direitos das crianças e adolescentes brasileiras, "a primeira infância carece de uma atenção mais focada, de um olhar específico, de uma ação sensível às peculiaridades da idade".

No projeto apresentado por Wellington, está prevista dotação orçamentária específica para ações nas áreas de saúde e educação voltadas à primeira infância, além da proibição de propaganda de alimentos impróprios às crianças dessa faixa etária, especialmente os ricos em açúcar e gorduras.

“Esse projeto é fruto de um trabalho importantíssimo que envolve parlamentares de praticamente todos os partidos da Câmara e do Senado, fruto de uma negociação e de amplos debates que geraram a Frente Nacional da Primeira Infância”, destacou.

“O projeto que estamos apresentando, em resumo, diz que o Brasil precisa cuidar de suas crianças se quisermos uma sociedade melhor”, enfatizou, destacando que a ideia é inserir as alterações no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Ele alertou que muitos estudos comprovam que uma infância descuidada, submetida a formas de violência e abandono, tem forte influência sobre a saúde física e mental do adulto que aquela criança virá a ser. O senador baseou seu projeto em estudos de vários especialistas, entre eles, o Dr. Jack Shonkoff, diretor e pesquisador do Centro de Desenvolvimento Infantil da Universidade de Harvard, Estados Unidos. Shonkoff afirma que “a sociedade vai pagar custos mais altos em educação corretiva, tratamento clínico, assistência social quando os circuitos neuronais não são formados apropriadamente no começo da vida e quando são ignoradas e negadas ações preventivas” (SHONKOFF, J.P. e FHILLIPS, D.A, eds. From Neurons to Neighborhoods: The Science of Early Childhood Development. Washington, DC : National Academy Press, 2000).

Para Wellington, em se tratando da Primeira Infância é fundamental repetir os argumentos que justificam a prioridade da atenção aos primeiros anos de vida por parte da família, da sociedade e do Estado. "A atenção à criança pequena é um direito dela, mas também um direito de seus pais ou responsáveis. Daí ser necessário que a atenção planejada pelo Estado seja abrangente dessa problemática e envolva a criança e a família, com medidas executadas em diferentes espaços e por diferentes setores, individualmente ou em conjunto", justificou o senador ao apresentar o projeto.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Wellington Dias lidera em intenção de votos

Bastante silenciosa a imprensa piauiense quanto a divulgação da pesquisa de intenção de votos realizada pelo BRVox no último dia 22 do corrente. Estranho mesmo, já que o senador petista Wellington Dias desponta como o preferido do eleitorado piauiense, mesmo depois do lançamento das pré-candidaturas do governo estadual.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Piauí, no dia 17 deste mês, com o número 00003/2014 e foi realizada entre os dias 15 a 20 de janeiro entrevistando um total de 1.068 eleitores em todas as regiões do Piauí. A margem de erro é de 3%.

Para governador

Entre os pré-candidatos a governador, o senador Wellington Dias (PT) lidera as intenções de votos com 56,74%, o segundo colocado é o deputado federal Marcelo Castro (PMDB) que aparece com 29,40% . 8,52% não votariam em nenhum dois e 5,34% não sabe/não opina. É importante salientar que a pesquisa levou em consideração os possível nomes do vice, de Welington Dias e Marcelo  Castro.


Para senador

Já com os pré-candidatos ao Senado, o governador Wilson Martins (PSB) lidera 47,38% das intenções de votos na pergunta estimulada. O senador João Vicente Claudino (PTB), que deve tentar a sua reeleição, aparece com 32,68% das intenções de votos. Na rejeição, JVC lidera com 39,23% e Wilsão aparece com 29,78% de rejeição.


A pesquisa foi realizada nos municípios de Teresina, José de Freitas, Altos, União, Água Branca, Amarante, Regeneração, Angical, Parnaíba, Piracuruca, Buriti dos Lopes, Luis Correia, Esperantina, Batalha, Campo Maior, Piripiri , Barras, Pedro II, Joaquim Pires, Luzilândia, Castelo do Piauí, Cocal, São Raimundo Nonato, Inhuma, Elesbão Veloso, Valença, Coronel José Dias, Canto do Buriti, Picos, Oeiras, Colônia do Piauí, Pio IX, Alegrete, Ipiranga, Uruçuí, Guadalupe, Jerumenha, Floriano, Corrente, Cristalândia, Parnaguá, Juazeiro do Piauí, Colônia do Gurguéia, Bertolínia, Monte Alegre, Francisco Macedo, Jaicós ,Padre Marcos, Paulistana, São João do Piauí, Bom Jesus, Cristino Castro e Gilbués.

Ainda segundo a pesquisa, em Campo Maior o senador Wellington Dias teria 55,69% contra 9,09% de Marcelo Castro e 20,45% de Sílvio Mendes.

Crédito da matéria: www.acessepiaui.com.br