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Rapidinhas do Professor Jorge Câmara

  1. Campo Maior não é curral eleitoral, nem propriedade do prefeito! A derrota vergonhosa do filho do prefeito nas urnas não dá a ninguém o...

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segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Rapidinhas do Professor Jorge Câmara

 



1. Campo Maior não é curral eleitoral, nem propriedade do prefeito!

A derrota vergonhosa do filho do prefeito nas urnas não dá a ninguém o direito de descontar sua frustração na população!

Primeiro, as demissões de servidores, cercadas de suspeitas de perseguição política. Agora, o povo humilde da periferia enfrenta cobranças de IPTU consideradas exorbitantes!

Isso é administração pública ou tentativa de castigar quem não votou como o prefeito queria?

E a secretária de Planejamento precisa vir a público explicar essa verdadeira pancada no bolso dos mais pobres!

O Ministério Público e o Tribunal de Contas precisam apurar essas denúncias!

Prefeito, o voto é livre! O dinheiro é do povo! E o poder não é herança de família!

2. Joãozinho Félix vai apoiar Lula? A história política entra em debate!

Uma pergunta movimenta os bastidores políticos de Campo Maior: o prefeito Joãozinho Félix vai declarar apoio ao presidente Lula?

Em 2022, João Félix fez campanha por Jair Bolsonaro. Agora, em 2026, aproxima-se do governador Rafael Fonteles, do PT.

Mas essa aproximação com o governador significa necessariamente apoio ao presidente da República? Muita gente na acredita e diz que é lorota.

Uma reportagem publicada no dia 13 de outubro pelo portal Campo Maior em Foco aponta que o prefeito se manteve afastado da candidatura presidencial de Lula.

É uma questão que merece esclarecimento público!

Joãozinho Félix precisa dizer claramente qual é seu posicionamento político. Afinal, apoio eleitoral se demonstra com declarações e atitudes, não apenas com especulações de bastidores!

3. Moradia popular não é favor de prefeito!

O prefeito Joãozinho Félix precisa esclarecer, sem rodeios, à população de Campo Maior qual é, de fato, a participação da Prefeitura na construção das casas populares!

As moradias anunciadas fazem parte de programas habitacionais que envolvem o Governo Federal e a Caixa Econômica. Portanto, não podem ser tratadas como se fossem obra particular de prefeito, como alguns portais sustentados pela prefeitura andam apregoando

E aqui está a pergunta que não quer calar: quem financia, quem executa e quanto a Prefeitura realmente investe?

Não basta posar para foto, aparecer na propaganda e tentar transformar política pública em troféu pessoal!

A população não aceita propaganda no lugar de prestação de contas. Tem o direito de saber a origem de cada centavo, quem paga a conta e quem está apenas tentando colher os louros.

Moradia digna é direito do cidadão, não favor de político! Dinheiro público exige transparência, não marketing eleitoral disfarçado!

4. Rafael Fonteles em destaque no cenário nacional!

Olha só, minha gente! O governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles, volta a ser assunto nos bastidores da política nacional!

Segundo informações que recebemos, Rafael participou ativamente da preparação do presidente Lula durante o debate da Band, neste domingo, dia 18.

E isso chama atenção para a presença do governador piauiense nas articulações políticas em Brasília!

5. Ataques a templos católicos exigem repúdio e defesa da liberdade religiosa!

Olha, minha gente! É preocupante qualquer denúncia de vandalismo, agressão ou desrespeito contra templos da Igreja Católica!

E aqui em Campo Maior cabe uma pergunta: qual tem sido o posicionamento público da nossa Diocese e dos nossos sacerdotes diante dessas denúncias?

Não se trata de cobrar alinhamento político de ninguém. Padres também têm suas convicções pessoais, mas a defesa da liberdade religiosa deve estar acima das disputas partidárias!

Seria importante ouvir uma manifestação clara da Diocese de Campo Maior.

Afinal, defender uma igreja contra a violência não é questão de direita ou de esquerda. É uma questão de respeito à fé e à liberdade religiosa!

6. Promessa de 2020 volta ao debate diante das campanhas por consultas e exames!

Olha, minha gente! Durante a campanha de 2020, Joãozinho Félix prometeu acabar com o sofrimento de quem precisava pedir ajuda para pagar consultas e exames.

Mas a pergunta hoje é outra: por que ainda vemos famílias recorrendo às redes sociais para pedir socorro?

A solidariedade do povo é incrível. O que precisa ser explicado é por que tantas pessoas continuam dependendo dela para cuidar da própria saúde.

Prefeito, quantas pessoas aguardam consultas e exames? Quanto tempo estão esperando?

Porque promessa de campanha precisa ser confrontada com resultado. E saúde pública não pode depender de vaquinha na internet! O que se vê é que a Secretaria Municipal de Saúde foi moldada para ser poleiro da família Félix.

7. Milhões para a saúde dos olhos! Mas quem está de olho nas contas da Prefeitura?

Olha, minha gente! A Prefeitura de Campo Maior precisa explicar detalhadamente os gastos com os mutirões oftalmológicos!

O Tribunal de Contas registra um contrato de SETE MILHÕES DE REAIS para cirurgias dos olhos! E uma licitação para consultas e óculos com valor previsto superior a VINTE E TRÊS MILHÕES!

É muito dinheiro, minha gente!

E o Jornal da 100 pergunta: quanto desse dinheiro já foi pago? Quantas pessoas foram realmente atendidas? Qual o custo de cada procedimento?

Não estamos questionando a importância das cirurgias. Estamos exigindo transparência!

Prefeito Joãozinho Félix, o povo quer enxergar as contas! Porque dinheiro público não pode ficar escondido atrás de propaganda bonita!


segunda-feira, 21 de setembro de 2026

NINGUÉM PEGOU O CORONAVÍRUS! BOI DESAFIA VAQUEIROS E TERMINA COMO O GRANDE VENCEDOR NA FAZENDA JENIPAPO

Boi Coronavírus - Uma lenda
Uma verdadeira multidão acompanhou, ontem, na Fazenda Jenipapo, em Campo Maior, a tradicional soltura do boi Coronavírus, em um evento que reuniu mais de duas mil pessoas e colocou à prova a coragem e a habilidade dos vaqueiros.

Depois da soltura, começou a correria. Durante aproximadamente uma hora, os vaqueiros perseguiram o boi pelos campos da fazenda, numa disputa marcada por adrenalina, velocidade e muita emoção. Mas, desta vez, o boi levou a melhor: ninguém conseguiu derrubar e pegar o Coronavírus.

Agropecuarista e liderança política
Humberto Filho

O evento, promovido pelo agropecuarista Humberto Filho, também foi marcado pela receptividade aos participantes. Teve muita comida, acolhimento e uma grande estrutura para receber vaqueiros, famílias e visitantes que chegaram de diferentes lugares para acompanhar a tradição.

Mais do que uma disputa, a pega do boi representa a preservação da cultura do vaqueiro e da tradição das fazendas de gado do Piauí. Uma manifestação cultural que atravessa gerações e continua mobilizando multidões.

E depois da poeira levantada pela corrida, foi hora de festa. A animação ficou por conta da banda Xenhennem, encerrando um domingo de tradição, cultura, confraternização e muita vaquejada.

Na Fazenda Jenipapo, ontem, ficou a história: mais de dois mil espectadores, dezenas de vaqueiros e um boi que ninguém conseguiu pegar. Desta vez, o Coronavírus escapou de todos!



terça-feira, 15 de setembro de 2026

SIGEFREDO PACHECO : MPPI INVESTIGA CONTRATAÇÕES SEM CONCURSO NA PREFEITURA

Prefeito Murilo Bandeira
Foto: Rede Social

O Ministério Público do Piauí instaurou um inquérito civil para apurar possíveis irregularidades na contratação de pessoal pela Prefeitura de Sigefredo Pacheco.

O procedimento tem como investigado o prefeito Murilo Bandeira e busca esclarecer se houve contratação de servidores sem concurso público, além de verificar quais funções foram preenchidas e quais critérios foram utilizados pela administração municipal.

A investigação deverá reunir documentos e outras informações para esclarecer as circunstâncias das contratações.

O Ministério Público também poderá verificar se as contratações se enquadram nas hipóteses previstas pela legislação para admissão temporária de pessoal.

Trata-se de uma investigação, e os envolvidos terão direito de apresentar suas explicações e se defender.

O caso recoloca em discussão a necessidade de transparência na contratação de servidores e o respeito às regras que disciplinam o ingresso no serviço público.


segunda-feira, 6 de julho de 2026

BR-343: A RODOVIA QUE DIVIDE CAMPO MAIOR E COLOCA VIDAS EM RISCO

Acidente que marcou a 100ª morte em rodovias federais no Piauí

    Campo Maior cresceu, mas a BR-343 continua sendo uma barreira perigosa que separa a cidade em duas partes. Todos os dias, milhares de pessoas atravessam essa rodovia para trabalhar, estudar, fazer compras, buscar atendimento de saúde ou resolver questões em órgãos públicos. Cada travessia representa um risco que já se tornou parte da rotina da população.

    É inadmissível que um trecho urbano com fluxo tão intenso de veículos e pedestres ainda não disponha de uma estrutura mínima de segurança. A instalação de semáforos em pontos estratégicos, faixas de travessia adequadas e outras medidas de engenharia de trânsito são providências que merecem ser analisadas com urgência pelos órgãos competentes. Esperar que novas tragédias aconteçam para agir é uma postura que a sociedade não pode aceitar.

    Também é legítimo cobrar uma atuação mais firme das autoridades e dos representantes políticos na defesa desse interesse coletivo. Cabe aos gestores públicos, parlamentares e demais instituições competentes dialogar com os órgãos responsáveis pela rodovia e buscar soluções concretas. A população espera iniciativas efetivas, e não apenas manifestações de pesar após cada acidente.

    Até quando Campo Maior continuará convivendo com essa insegurança? Quantas vidas ainda serão perdidas ou marcadas por sequelas permanentes antes que medidas eficazes sejam adotadas? A BR-343 não pode continuar sendo uma fronteira de medo. Proteger quem atravessa essa rodovia diariamente é uma obrigação do poder público e um compromisso que precisa sair do discurso e se transformar em ação.

segunda-feira, 23 de março de 2026

Avanço histórico: lei fortalece povos de matrizes africanas e marca vitória contra a intolerância religiosa



          Em um cenário ainda marcado por preconceitos e desafios históricos, uma importante conquista traz esperança e reafirma a força da resistência cultural no Brasil. A AMPMA Brasil manifestou publicamente seu agradecimento pela aprovação de um projeto de lei voltado à valorização e proteção das comunidades tradicionais de matrizes africanas.
       A iniciativa, considerada um marco para os povos de terreiro, representa mais do que um avanço jurídico: simboliza o reconhecimento de uma luta ancestral, construída ao longo de gerações que resistiram à marginalização, à invisibilidade e à intolerância religiosa.
        Segundo a articulação, a caminhada dessas comunidades sempre foi permeada por desafios, ataques e discriminações. Ainda assim, a fé, a ancestralidade e a resistência têm sido pilares fundamentais na manutenção de suas tradições e identidades culturais. Nesse contexto, cada conquista legal ganha um significado coletivo profundo, funcionando como um passo firme rumo a uma sociedade mais justa e respeitosa.
       O projeto aprovado demonstra sensibilidade política e compromisso com a diversidade cultural brasileira. Ao reconhecer e valorizar as práticas, saberes e territórios dos povos de matrizes africanas, a legislação contribui para combater o racismo religioso — uma realidade ainda presente em diversas regiões do país.
          A AMPMA Brasil reforça que ações como essa não apenas garantem direitos, mas também fortalecem a autoestima e a dignidade de milhares de pessoas que mantêm viva uma herança cultural essencial para a formação do Brasil.
          Mais do que um gesto institucional, a aprovação da lei é um recado claro: não há espaço para intolerância em uma sociedade que se pretende democrática. E, enquanto houver resistência, haverá também avanço.
          A luta continua — agora mais fortalecida, com a certeza de que dias melhores são construídos com coragem, compromisso e respeito às raízes do povo brasileiro.

quinta-feira, 12 de março de 2026

Câmara sob influência? Promessa de sucessão e suposta subserviência política acendem alerta em Campo Maior

Wellington Sena - nada de fiscalizar o amigo prefeito
Foto: Redes Sociais

A transparência na administração pública não é favor, é obrigação. Quando um cidadão solicita documentos como balancetes da Câmara Municipal ou da Prefeitura, a autoridade pública tem o dever de apresentar essas informações dentro do prazo estabelecido pela Lei de Acesso à Informação, que garante até 20 dias para resposta, podendo chegar a 30 em casos justificados.

O dinheiro administrado pelo poder público pertence à população. Por isso, qualquer tentativa de dificultar o acesso a informações públicas fere o princípio da transparência previsto na Constituição Federal de 1988 e enfraquece o papel fiscalizador do Poder Legislativo.

Nesse cenário, chama atenção a postura do vereador Wellington Sena. Em vez de exercer com independência o seu papel de fiscalizador, o parlamentar tem sido apontado por setores da sociedade como alguém que estaria a serviço do prefeito Joãozinho Félix, deixando de atuar como parceiro da população para assumir uma posição de subserviência política.

Comentários de bastidores indicam ainda que o prefeito teria prometido ao presidente da Câmara apoio para que ele seja seu sucessor na eleição de 2028. Se confirmada, essa articulação política levanta preocupações sobre a autonomia do Legislativo e sobre o futuro administrativo do município.

Quando a fiscalização enfraquece e os interesses políticos se sobrepõem ao interesse público, quem corre o risco é a população. Campo Maior precisa de transparência, independência entre os poderes e compromisso real com o bem coletivo. Só assim o município evita entrar em uma situação administrativa ainda mais crítica.


terça-feira, 10 de março de 2026

Vergonha pública: prefeitura ignora estrada que leva à Penitenciária de Campo Maior

Importante via de acesso intrafegável
Foto: 

A situação da estrada que dá acesso à Penitenciária Regional de Campo Maior tem causado revolta entre motoristas e moradores da região. Como mostram as imagens, o trecho está tomado por lama e grandes poças d’água, tornando a passagem praticamente intrafegável, principalmente após as chuvas. Quem precisa trafegar pelo local enfrenta riscos, atrasos e muita dificuldade para chegar ao destino.

O problema se agrava porque essa não é uma estrada qualquer. A via garante acesso direto à Penitenciária Regional de Campo Maior, à unidade da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e também a diversas propriedades rurais da região. Diariamente, produtores, trabalhadores, servidores e veículos de serviço utilizam o trecho, o que torna ainda mais grave o abandono da via.

Apesar da importância da estrada e do intenso fluxo de veículos, a prefeitura parece fazer de conta que o problema não é de sua responsabilidade. Enquanto o poder público ignora a situação, quem sofre é a população que precisa enfrentar buracos, lama e atoleiros para conseguir passar pelo local.

Moradores e usuários da estrada cobram uma solução urgente. A recuperação do trecho é uma necessidade básica para garantir segurança e mobilidade. O que se espera é que a prefeitura deixe a indiferença de lado e tome providências antes que a situação piore ainda mais

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

EMPRÉSTIMO MILIONÁRIO, CONTAS REPROVADAS E SUSPEITAS ELEITORAIS: CAMPO MAIOR À BEIRA DE UM ESCÂNDALO

Quando a política aperta, surge o empréstimo. E quem paga é o povo

A Câmara Municipal de Campo Maior vive um momento explosivo com a tramitação de dois projetos de lei que autorizam a Prefeitura a contrair mais de R$ 17 milhões em empréstimos. Em meio a um cenário de desconfiança, revolta popular e ausência total de transparência, cresce o temor de que esse endividamento não tenha apenas finalidade administrativa, mas interesses políticos ocultos, especialmente diante da proximidade das eleições.

A atual gestão do prefeito João Félix está sob investigação do Ministério Público do Piauí, além de acumular um histórico alarmante: as contas dos anos de 2022, 2023 e 2024 foram desaprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado. Outras apurações seguem em curso, lançando ainda mais sombras sobre a lisura da administração. Mesmo assim, o prefeito insiste em pedir um volume gigantesco de recursos, sem apresentar planejamento detalhado, estudos técnicos ou garantias claras de aplicação responsável.

Nos bastidores políticos, cresce a suspeita de que o empréstimo possa estar sendo articulado para viabilizar uma campanha eleitoral milionária e desesperada, com o objetivo de impulsionar a candidatura do filho do prefeito a deputado estadual. Embora ainda não haja comprovação formal, o contexto levanta questionamentos graves e inevitáveis: por que tamanha pressa? Por que tanto dinheiro em um momento de instabilidade fiscal? E por que justamente às vésperas do calendário eleitoral?

O risco é imenso: endividar Campo Maior por décadas, empurrando para as próximas gerações uma conta impagável, enquanto interesses eleitorais imediatos podem estar sendo priorizados. Diante desse cenário, cresce a expectativa por uma postura firme dos vereadores de oposição — Hamilton Segundo, Devan Eugênio, Jacinta Bandeira Hagá, Conceição Lima e Zacarias — para barrar esse possível desmando. O momento exige coragem, responsabilidade e compromisso com o povo, para impedir que o município seja transformado em moeda de troca política.

sábado, 17 de janeiro de 2026

A pior imagem da semana nas redes sociais

Foto: Julio César - Redes Sociais
Onde a natureza pede respeito,
o ser humano responde com abandono.

A imagem registrada no topo da Serra de Santo Antônio, em Campo Maior, causa náuseas e revolta. O que deveria ser um espaço de contemplação e respeito à natureza transforma-se em cenário de descaso e irresponsabilidade. O lixo espalhado revela uma prática inaceitável, capaz de estarrecer qualquer visitante de bom senso e comprometer a beleza e o valor simbólico desse patrimônio natural.

Fica a pergunta inevitável: qual o interesse de alguém em abandonar, no ponto mais alto da serra, o lixo que produziu? Esse gesto vai além da falta de educação ambiental; é um ataque direto à memória, à identidade e à história coletiva do povo campomaiorense. Preservar a Serra de Santo Antônio não é opção, é dever moral e cívico de todos que usufruem desse espaço.

Diante desse cenário, é urgente que a preservação deixe de ser apenas discurso. Educação ambiental, fiscalização efetiva e investimento em infraestrutura precisam caminhar juntos. A instalação de câmeras de segurança surge como medida necessária para coibir, identificar e responsabilizar quem degrada. Nosso patrimônio exige respeito hoje, para que continue existindo amanhã.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Raimundo Pereira: Um Ano de Saudade e Legado na História Política de Campo Maior

Há um ano, Campo Maior e o norte do Piauí se despediam de Raimundo Pereira, líder político que deixou um legado marcante na história da região. Foi um dos responsáveis pela introdução do Partido dos Trabalhadores no norte do estado, com atuação decisiva em Campo Maior, onde ajudou a consolidar as bases do partido.

Dedicado, conciliador e comprometido com o diálogo, Raimundo Pereira teve papel fundamental na organização e na estruturação do PT em Campo Maior. Sua liderança foi marcada pela capacidade de unir pessoas, formar quadros políticos e fortalecer a militância, sempre guiado por princípios democráticos e sociais.

Mais do que dirigente partidário, Raimundo foi uma referência humana e política. Sua trajetória foi marcada pela coerência, pela defesa das causas populares e pela crença na política como instrumento de transformação e justiça social, permanecendo viva na memória de todos que com ele conviveram.

Em memória de sua vida e de sua contribuição histórica, será celebrada a missa de um ano de falecimento neste dia 15, às 19 horas, na Catedral de Santo Antônio, reunindo familiares, amigos e companheiros de luta.

sábado, 20 de dezembro de 2025

Por que em Altos há Prazo e em Campo Maior há Silêncio? Dois Pesos, Duas Medidas do Ministério Público?

Prefeito de Campo Maior não realiza concurso público para manter o Nepotismo
Imagem redes sociais


A cada nova denúncia ou reclamação popular em Campo Maior, cresce a sensação de que o prefeito João Félix recebe um tratamento diferenciado por parte dos órgãos de controle. As exigências que lhe são direcionadas parecem sempre brandas, sem prazos definidos e marcadas por uma morosidade que contrasta com o rigor aplicado a outros gestores. Essa postura levanta um questionamento inevitável: por que o chefe do Executivo municipal não é cobrado com a mesma firmeza e urgência?

Somam-se a isso práticas que afrontam os princípios da moralidade e da impessoalidade na administração pública. O nepotismo na prefeitura é notório, com cargos estratégicos concentrados nas mãos de parentes diretos do prefeito. São essas mesmas funções que autorizam compras, conduzem licitações, atestam recebimentos e liberam pagamentos, formando uma estrutura fechada, pouco transparente e extremamente preocupante.

Enquanto isso, o número de contratados cresce a cada dia, sem que a população receba explicações claras sobre critérios, necessidade ou impacto financeiro dessas contratações. A ausência de transparência alimenta desconfianças e reforça a percepção de descontrole administrativo, agravada pela falta de respostas rápidas às demandas da sociedade.

Mais alarmante ainda é o silêncio que envolve todo esse cenário. O Sindicato dos Servidores Municipais, que deveria se posicionar diante dessas irregularidades, mantém uma postura inexplicável de omissão. Diante desse quadro, Campo Maior precisa exigir igualdade na fiscalização, respeito ao dinheiro público e compromisso real com a legalidade. A democracia não combina com privilégios nem com dois pesos e duas medidas.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

O GOLPE DO ANO: Welington Sena Promove Corrida Secreta para Tomar o Controle de Campo Maior

Wellington Sena: práticas golpistas
Foto: Câmara Municipal de Campo Maior

A Câmara Municipal de Campo Maior insiste em trilhar um caminho que afronta a lógica democrática e ignora decisões cristalinas dos tribunais superiores. A tentativa de realizar duas eleições internas no mesmo ano não é um “procedimento regimental”; é uma manobra evidente para concentrar poder e manipular o calendário em benefício de poucos. E, diante do cenário estadual, o alerta fica ainda mais grave.

Há poucos dias, o ministro Kássio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal, anulou a eleição antecipada da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Jatobá do Piauí, que havia escolhido, de forma irregular, sua direção para 2027–2028. A decisão atendeu à representação do Ministério Público Eleitoral, ao apontar que a votação antecipada feriu entendimento já pacificado pelo próprio STF. Segundo o ministro, eleições “antecipadas demais” desequilibram o jogo democrático e buscam amarrar o futuro, impedindo que novos parlamentares exerçam livremente sua vontade.

Mesmo assim, em Campo Maior, parece que a lição ainda não foi aprendida. Wellington Sena, repetindo a prática do pai — também adepto de antecipar eleição — corre para garantir sua própria reeleição num clima de urgência que levanta sérias suspeitas. Pressão contra o prefeito? Ensaios para candidatura majoritária? Tentativa de fechar acordos antes que a maré vire? Qualquer hipótese revela mais sobre ambição do que sobre compromisso público.

A pergunta que ecoa é simples: até onde vai essa pressa? E mais: desde quando regimento interno está acima da legislação federal e das decisões do STF? A democracia não pode ser usada como escada de projeto pessoal, nem transformada em arranjo de compadrio. O povo de Campo Maior merece transparência — e não truques de bastidores feitos às pressas para garantir poder a qualquer custo.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Até quando a Curva dos Canudos será a “Curva da Morte”?

Mais uma vítima da "curva da morte"

Até quando a Curva dos Canudos, na PI-114, continuará sendo conhecida como a “Curva da Morte”? A cada semana, novos registros de acidentes reforçam um cenário que já ultrapassou o limite da casualidade: caminhões tombam, ônibus clandestinos viram, carros derrapam, motociclistas perdem o controle. Famílias inteiras se desfazem em um trecho que deveria ligar cidades, mas tem se tornado ponte para tragédias anunciadas.

Nos últimos meses, manchetes se repetem como um eco de descaso: caminhão com frangos tomba, jovem morre ao visitar a família no Natal, ônibus clandestino capota, motorista fica preso nas ferragens, cinco pessoas envolvidas, três em estado grave. São vidas ceifadas, histórias interrompidas e estatísticas que crescem diante da indiferença do poder público.

É impossível naturalizar o inaceitável. É urgente questionar: quantas vidas ainda serão necessárias para que medidas concretas sejam tomadas? O trecho exige, há anos, intervenção séria — seja por readequação do traçado, instalação de defensas, reforço da sinalização, redutores de velocidade ou fiscalização permanente. O que não se pode mais fazer é deixar o tempo decidir o destino dos que passam por ali.

A sociedade clama, as famílias choram e o asfalto testemunha um histórico que não pode continuar. A Curva dos Canudos não pode ser lembrada como sinônimo de morte. É hora de transformar luto em ação, dor em responsabilidade e descaso em solução.

Que o poder público, enfim, trate desse assunto com a urgência que ele exige — antes que novas manchetes repitam o que já sabemos de cor: mais um acidente na PI-114. Mais uma vida perdida. Mais uma tragédia que poderia ter sido evitada.

sábado, 8 de novembro de 2025

Vereador denuncia escândalo salarial em Campo Maior: fisioterapeutas recebem apenas R$ 1.428 enquanto “família Félix” é privilegiada

Vereador Hamilton Segundo (PT)

Durante a sessão da Câmara Municipal, o vereador Hamilton Segundo (PT) utilizou a tribuna para denunciar o que classificou como um ato de desvalorização e desrespeito da Prefeitura de Campo Maior com os profissionais da Equipe eMULTI da Atenção Primária à Saúde. Segundo o parlamentar, servidores como fisioterapeutas estão recebendo salários muito abaixo do que determina a legislação, com casos de pagamento em torno de R$ 1.428,00, valor considerado incompatível com a responsabilidade e a formação exigida para o cargo.

Hamilton destacou que a situação evidencia a falta de compromisso da gestão municipal com a categoria, sobretudo com os profissionais que não possuem vínculos familiares ou políticos com o grupo do prefeito João Félix. O vereador afirmou que a diferença de tratamento entre servidores “da família Félix” e os demais representa uma injustiça inaceitável dentro do serviço público.

“Valorização e respeito aos trabalhadores é uma causa que sempre vou defender. Não podemos permitir que profissionais da saúde sejam humilhados com salários vergonhosos”, disse. O vereador reforçou que continuará fiscalizando e cobrando transparência, garantindo que os direitos dos servidores sejam respeitados.

quinta-feira, 25 de setembro de 2025

Vereadora denuncia risco de fim do Campo Maior Prev e critica descaso da administração

Vereadora Jacinta Bandeira
MDB

    A vereadora Jacinta Bandeira (MDB) denunciou, em entrevista concedida nesta quarta-feira (24) ao Jornal da 100, da Rádio 100, que há grande preocupação entre os servidores municipais de Campo Maior com a possibilidade de encerramento do Campo Maior Prev, regime próprio de previdência do município. Segundo a parlamentar, a gestão do prefeito Joãozinho Félix estaria estudando o retorno ao Regime Geral de Previdência Social (INSS), medida que, se confirmada, traria sérios prejuízos principalmente aos professores e demais servidores efetivos.
    Criado para assegurar aposentadorias mais justas e compatíveis com a realidade local, o Campo Maior Prev representa uma conquista histórica do funcionalismo municipal. A previdência própria garante aos servidores um vínculo direto com os recursos que eles mesmos contribuem, além de permitir um planejamento financeiro mais transparente e voltado para a valorização da categoria.
    Entretanto, de acordo com Jacinta Bandeira, a atual administração não tem realizado os devidos repasses, tanto da parte dos servidores quanto da parte patronal. “Pelo andar da carruagem, percebemos que não há prioridade em manter a saúde financeira do instituto”, afirmou a vereadora.
    Caso a mudança se concretize, haverá perdas salariais significativas, principalmente para os profissionais da educação, que já enfrentam dificuldades diante da desvalorização da carreira. Para os servidores, trata-se de um retrocesso que demonstra descaso e falta de compromisso da gestão municipal com os direitos conquistados.
    Jacinta destacou ainda que a Câmara de Vereadores deve acompanhar de perto a situação e que os trabalhadores não podem ser penalizados pela má gestão dos recursos. “A previdência própria é patrimônio do servidor, e o seu fim representaria um golpe duro contra toda a categoria”, concluiu.

segunda-feira, 22 de setembro de 2025

Cuidados com a saúde na primavera exigem atenção no Piauí

Ipê amarelo anuncia nossa primavera

    Mesmo sem ter a primavera marcada como no Sul e Sudeste, o Piauí também sente os efeitos da estação que começou. A chegada desse período traz mudanças no clima que podem provocar problemas de saúde, principalmente respiratórios e de pele.
    Especialistas alertam que a combinação de calor, vento e maior presença de pólen no ar favorece o aumento de alergias como rinite, asma e bronquite. Além disso, a poeira e a proliferação de ácaros dentro de casa podem agravar ainda mais os sintomas.
    As reações mais comuns nesta época do ano são espirros constantes, coceira no nariz e nos olhos, dificuldade para respirar, tosse e até irritações na pele. Quem já tem histórico de alergia precisa redobrar os cuidados.
    Entre as recomendações médicas estão a lavagem do nariz com soro fisiológico, manter os ambientes ventilados e evitar o acúmulo de poeira em cortinas, tapetes e roupas de cama. O uso de antialérgicos deve ser feito somente com prescrição médica, para evitar riscos à saúde.
    Outro alerta é para manter a hidratação em dia, bebendo bastante água, e usar protetor solar, já que o sol mais intenso também pode causar irritações e queimaduras.
    Mesmo que o Piauí não viva a primavera de forma típica, os cuidados precisam ser redobrados. Afinal, saúde em primeiro lugar é o melhor jeito de aproveitar a estação sem sustos.

terça-feira, 16 de setembro de 2025

Salve o Setembro Amarelo

O Setembro Amarelo é um mês dedicado à valorização da vida e à prevenção do suicídio, mas em Campo Maior as ações ainda são tímidas, restritas a pequenos grupos de servidores que posam para fotos e postagens em redes sociais. É válido, mas insuficiente. Nem todos acompanham esses perfis institucionais, e campanhas de saúde pública precisam atingir toda a sociedade.

A saúde mental exige mais que gestos simbólicos: demanda escuta, acolhimento e presença efetiva. Onde estão os outdoors chamando atenção? Onde está a panfletagem nas ruas, as rodas de conversa abertas à comunidade, as visitas domiciliares da atenção básica? A vida não pode esperar curtidas.

É urgente ampliar o alcance das ações, transformar o Setembro Amarelo em um movimento visível, acessível e inclusivo. Silenciar ou minimizar o tema é perpetuar o sofrimento de muitos. Que Campo Maior desperte para a responsabilidade coletiva de cuidar da mente e do coração de sua gente.


domingo, 27 de julho de 2025

Fé, Cultura e Axé marcam o II Encontro das Deusas das Águas em Teresina



    Grupos de matriz africana vindos de todas as regiões do Piauí e também de estados vizinhos, como Maranhão e Ceará, reuniram-se no último sábado, 26 de julho, para celebrar o II Encontro das Deusas das Águas. O evento, realizado na zona Norte de Teresina, teve como objetivos promover a diversidade religiosa, fortalecer o empreendedorismo criativo e valorizar os atrativos culturais e turísticos da região.
    A programação teve início no Encontro dos Rios, ponto simbólico da cidade, com rituais de purificação que incluíram banhos de ervas, defumação e práticas de limpeza espiritual. Ao lado da estátua do Cabeça de Cuia, representantes dos terreiros realizaram um padê dedicado a Exu, orixá guardião dos caminhos, como pedido de proteção e abertura de caminhos para o cortejo.
    Em seguida, uma vibrante caminhada seguiu em direção ao Parque Vila Poti, também conhecido como Polo Cerâmico. Durante o trajeto, mães e pais de santo entoaram cânticos tradicionais em homenagem aos Orixás, Entidades e Encantados cultuados nas diversas religiões afro-brasileiras, como Umbanda, Candomblé, Jurema, Terecô, Tambor de Mina e Quimbanda.
    No Monumento das Deusas das Águas, ponto culminante do evento, os participantes prestaram homenagens a Iemanjá e Oxum, orixás que simbolizam, respectivamente, as águas salgadas e doces. O momento foi marcado por orações, saudações e agradecimentos.
    A celebração também contou com tendas temáticas, barracas de produtos religiosos, apresentações de grupos de tambozeiros, falas de lideranças religiosas e um show de encerramento, fortalecendo os laços de fé, resistência e identidade cultural.

Fonte: Portal das Luzes


domingo, 6 de julho de 2025

REFORÇO NA SAÚDE DE CAMPO MAIOR: AMBULÂNCIAS E NOVOS EQUIPAMENTOS CIRÚRGICOS MELHORAM ATENDIMENTO À POPULAÇÃO



    A saúde pública de Campo Maior (PI) recebeu nesta semana dois importantes reforços que prometem melhorar significativamente o atendimento à população. A primeira novidade foi a entrega de duas ambulâncias novas para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), resultado de uma articulação entre o governo federal e as lideranças locais. Os veículos são modernos, equipados com suporte avançado de vida, e já começaram a operar na cidade e nas comunidades vizinhas.
    Segundo a coordenação do SAMU, essas ambulâncias chegam em um momento crucial, pois a frota anterior apresentava desgaste e não atendia com eficiência à crescente demanda. Com o reforço, será possível reduzir o tempo de resposta em emergências e ampliar a cobertura nas zonas rurais.
    A segunda boa notícia veio com a entrega de um novo kit de instrumentos cirúrgicos ao Hospital Regional de Campo Maior, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SESAPI). Os materiais permitirão a realização de mais procedimentos no próprio município, reduzindo o encaminhamento de pacientes para Teresina. O kit inclui pinças, bisturis, tesouras e outros instrumentos essenciais para cirurgias de pequeno e médio porte.
    De acordo com a direção do hospital, a chegada dos equipamentos representa um salto na capacidade técnica da unidade, além de oferecer mais conforto e segurança aos pacientes. “Com esses instrumentos, conseguimos dar mais autonomia aos nossos profissionais e mais agilidade nas cirurgias eletivas e de urgência”, afirmou a diretora clínica da unidade.
    As duas ações integram um esforço conjunto para fortalecer a rede pública de saúde em Campo Maior, que, apesar dos desafios, mostra avanços importantes. A população celebra as melhorias, mas também cobra que as conquistas se mantenham com manutenção adequada, equipes bem treinadas e continuidade nos investimentos.

quinta-feira, 12 de junho de 2025

DRACO deflagra operação contra facção em Campo Maior, Altos e Zona Norte de Teresina


    O Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO), com apoio da Polícia Militar, deflagrou na manhã desta quinta-feira (12) mais uma fase da Operação Pacto pela Ordem. A ação visa o cumprimento de 15 mandados de prisão e 21 de busca e apreensão contra integrantes de uma organização criminosa com atuação nos municípios de Campo Maior, Altos e na Zona Norte de Teresina.
    A ofensiva faz parte das medidas de intensificação da segurança nos últimos dias dos festejos de Santo Antônio, em Campo Maior, com foco especial no monitoramento de apenados que utilizam tornozeleira eletrônica.
    A operação tem como desdobramento a prisão de E. M., liderança de alto escalão da facção, conhecido como “geral do estado”. Entre os alvos, está F. C., o “Caça-Rato”, apontado como comandante da organização em Campo Maior, investigado por homicídio qualificado e tráfico de drogas.
    Também figura como alvo L. da S. A., identificada como “geral do estado – feminina”, com passagens por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e envolvimento direto com a facção criminosa. A ação reforça o compromisso das forças de segurança com a repressão qualificada ao crime organizado no Piauí.