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BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudanç...

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quinta-feira, 12 de março de 2026

Câmara sob influência? Promessa de sucessão e suposta subserviência política acendem alerta em Campo Maior

Wellington Sena - nada de fiscalizar o amigo prefeito
Foto: Redes Sociais

A transparência na administração pública não é favor, é obrigação. Quando um cidadão solicita documentos como balancetes da Câmara Municipal ou da Prefeitura, a autoridade pública tem o dever de apresentar essas informações dentro do prazo estabelecido pela Lei de Acesso à Informação, que garante até 20 dias para resposta, podendo chegar a 30 em casos justificados.

O dinheiro administrado pelo poder público pertence à população. Por isso, qualquer tentativa de dificultar o acesso a informações públicas fere o princípio da transparência previsto na Constituição Federal de 1988 e enfraquece o papel fiscalizador do Poder Legislativo.

Nesse cenário, chama atenção a postura do vereador Wellington Sena. Em vez de exercer com independência o seu papel de fiscalizador, o parlamentar tem sido apontado por setores da sociedade como alguém que estaria a serviço do prefeito Joãozinho Félix, deixando de atuar como parceiro da população para assumir uma posição de subserviência política.

Comentários de bastidores indicam ainda que o prefeito teria prometido ao presidente da Câmara apoio para que ele seja seu sucessor na eleição de 2028. Se confirmada, essa articulação política levanta preocupações sobre a autonomia do Legislativo e sobre o futuro administrativo do município.

Quando a fiscalização enfraquece e os interesses políticos se sobrepõem ao interesse público, quem corre o risco é a população. Campo Maior precisa de transparência, independência entre os poderes e compromisso real com o bem coletivo. Só assim o município evita entrar em uma situação administrativa ainda mais crítica.


quinta-feira, 5 de março de 2026

MP ACIONA PREFEITURA DE SIGEFREDO PACHECO POR FALTA DE TRANSPARÊNCIA EM QUASE R$ 4,7 MILHÕES

Prefeito Murilo Bandeira
Foto: Arquivo Revista Veja

A gestão do prefeito Murilo Bandeira (PT), em Sigefredo Pacheco, agora está sob o peso de uma ação civil pública que pode abrir uma verdadeira caixa-preta. O promotor Maurício Gomes de Souza ingressou com pedido de liminar contra o município, exigindo que a prefeitura crie imediatamente, no Portal da Transparência, uma área específica para detalhar cada centavo oriundo de emendas parlamentares.

A ação foi protocolada no último dia 24 de fevereiro, na 2ª Vara da Comarca de Campo Maior, e mira diretamente a falta de clareza na divulgação de recursos públicos. Segundo o Ministério Público do Estado do Piauí, o município recebeu 11 emendas parlamentares em apenas dois anos, totalizando R$ 4.698.790,00. O valor é robusto: R$ 2.100.000,00 referentes a seis emendas de 2024 e mais R$ 2.598.790,00 destinados ao ano de 2025.

O problema? Não há informações claras sobre onde e como esse dinheiro foi aplicado. Para o Ministério Público, a ausência de detalhamento fere o princípio da transparência e impede que a população exerça o controle social — direito básico em qualquer democracia.

Quando quase cinco milhões de reais circulam sem vitrine pública adequada, a pergunta ecoa nas ruas: onde está o dinheiro das emendas? A liminar pedida pelo MP pode obrigar a prefeitura a abrir os números. E, se abrir, a população finalmente poderá saber se os recursos chegaram onde realmente deveriam chegar — na melhoria da vida do povo.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

EMPRÉSTIMO MILIONÁRIO, CONTAS REPROVADAS E SUSPEITAS ELEITORAIS: CAMPO MAIOR À BEIRA DE UM ESCÂNDALO

Quando a política aperta, surge o empréstimo. E quem paga é o povo

A Câmara Municipal de Campo Maior vive um momento explosivo com a tramitação de dois projetos de lei que autorizam a Prefeitura a contrair mais de R$ 17 milhões em empréstimos. Em meio a um cenário de desconfiança, revolta popular e ausência total de transparência, cresce o temor de que esse endividamento não tenha apenas finalidade administrativa, mas interesses políticos ocultos, especialmente diante da proximidade das eleições.

A atual gestão do prefeito João Félix está sob investigação do Ministério Público do Piauí, além de acumular um histórico alarmante: as contas dos anos de 2022, 2023 e 2024 foram desaprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado. Outras apurações seguem em curso, lançando ainda mais sombras sobre a lisura da administração. Mesmo assim, o prefeito insiste em pedir um volume gigantesco de recursos, sem apresentar planejamento detalhado, estudos técnicos ou garantias claras de aplicação responsável.

Nos bastidores políticos, cresce a suspeita de que o empréstimo possa estar sendo articulado para viabilizar uma campanha eleitoral milionária e desesperada, com o objetivo de impulsionar a candidatura do filho do prefeito a deputado estadual. Embora ainda não haja comprovação formal, o contexto levanta questionamentos graves e inevitáveis: por que tamanha pressa? Por que tanto dinheiro em um momento de instabilidade fiscal? E por que justamente às vésperas do calendário eleitoral?

O risco é imenso: endividar Campo Maior por décadas, empurrando para as próximas gerações uma conta impagável, enquanto interesses eleitorais imediatos podem estar sendo priorizados. Diante desse cenário, cresce a expectativa por uma postura firme dos vereadores de oposição — Hamilton Segundo, Devan Eugênio, Jacinta Bandeira Hagá, Conceição Lima e Zacarias — para barrar esse possível desmando. O momento exige coragem, responsabilidade e compromisso com o povo, para impedir que o município seja transformado em moeda de troca política.

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Prefeitura recebe milhões e vira ponto de encontro da família inteira — só faltou o cachorro receber cargo!!!!

 

Foto: Redes Sociais da Prefeitura de Campo Maior

Apesar do discurso insistente do prefeito sobre a suposta falta de recursos, o relatório oficial de transferências mostra uma realidade bem diferente. Entre 2021 e julho de 2025, Campo Maior recebeu mais de R$ 354 milhões somando Assistência Social, Educação e Saúde, sem contar com outras áreas e a arrecadação própria.

Só na Educação, foram mais de R$ 149 milhões, enquanto a Saúde ultrapassou R$ 192 milhões, evidenciando que dinheiro não faltou. Mesmo assim, o prefeito insiste na choradeira, repetindo que “não há recursos” e culpando outras esferas governamentais. O discurso cai por terra quando confrontado com as cifras milionárias que abastecem mensalmente os cofres públicos. 

Para piorar, enquanto dramatiza para a população, a prefeitura mantém uma farra de parentes ocupando cargos estratégicos, justamente nas áreas de fiscalização, controle e gestão financeira, onde deveriam estar profissionais técnicos e independentes.

Essa prática levanta suspeitas sobre prioridades e transparência, pois transforma setores essenciais em redutos familiares, enfraquecendo a credibilidade da administração. Assim, a população assiste à combinação explosiva: repasses robustos, serviços públicos precários e um gestor que prefere reclamar a explicar onde o dinheiro realmente foi parar. No fim, o relatório deixa claro: recursos existiram — o que falta é gestão, responsabilidade e respeito ao erário.