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BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudanç...

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

MEC prorroga prazo para renovação de contratos do Fies

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), do Ministério da Educação, publicou nesta quarta-feira no Diário Oficial da União uma portaria prorrogando até 31 de dezembro de 2012 os prazos para renovação semestral dos contratos firmados pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

A decisão se refere a todos os contratos firmados a partir de 14 de janeiro de 2010, simplificados e não simplificados - do 2º semestre de 2010, do 1º e 2º semestre de 2011 e do 1º e 2º semestre de 2012. Os aditamentos devem ser realizados pelo Sistema Informatizado do FIES .

Para evitar fraudes, MEC quer usar lacre eletrônico no Enem

Para aumentar a segurança das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Ministério da Educação (MEC) pretende usar lacres eletrônicos nos 45 mil malotes contendo a prova deste ano. O novo método vai permitir que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) saiba o momento certo de lacre de cada um dos pacotes, ainda na gráfica, e quando eles foram abertos, no local de aplicação da prova. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

O edital de licitação prevê a compra de 100 mil lacres, ao custo de R$ 19,93 milhões. A intenção do lacre, segundo o edital, é garantir um "incremento da segurança" e rigor no horário de aplicação da prova. Além disso, o novo método vai facilitar a identificação de quem fraudar o exame. Os responsáveis pela colocação do lacre nos pacotes serão os servidores do Inep. O foco da nova aplicação é o Enem, mas sistema de segurança poderá ser usado também nas provas realizadas pelo Inep, como o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), Revalida e a Prova Brasil.

Lei de Cotas já valerá para estudante que fizer Enem em 2012

Os estudantes que participarem do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012 já poderão ser beneficiados pela lei de cotas que reserva 50% das vagas para ex-alunos de escola pública. O projeto de lei foi sancionado nesta quarta-feira pela presidente Dilma Rousseff, mas na prática só passa a valer para os vestibulares de 2013, inclusive o Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A ferramenta unifica a oferta de vagas nas universidades federais e seleciona os estudantes a partir do resultado obtido no Enem.

De acordo com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, o governo fará a regulamentação da lei até o fim de setembro para estabelecer os critérios de implantação das novas regras. De acordo com a lei, as universidades têm o prazo de quatro anos para cumprir integralmente a reserva de 50% das vagas, assim a implantação deverá ser gradual, a depender de cada instituição. Isso significa que não necessariamente todas as universidades terão metade das vagas reservadas já em 2013.

O projeto de lei, aprovado pelo Senado no começo deste mês, prevê que as universidades públicas federais e os institutos técnicos federais em todo o país reservem, no mínimo, 50% das vagas para quem estudou todo o ensino médio em escola pública. Dentro desse percentual, as vagas serão distribuídas a partir de um recorte racial proporcional à composição da população de negros, pardos ou indígenas em cada estado.

A presidente vetou o segundo artigo da lei que previa a distribuição das vagas a partir das notas obtidas pelo aluno durante o ensino médio. O critério de seleção que será adotado é o Enem. A lei prevê que a política de cotas terá o prazo de duração dez anos. Após esse período, será feita uma avaliação dos resultados, com possibilidade de revisão das regras.

MAIS UMA DOS BODES


domingo, 26 de agosto de 2012

A família Bona e a Política Campo-maiorense - Por CELSON CHAVES


Este texto não foi escrito na intenção de bajular, muito menos de denegrir a imagem da família Bona. Estamos em ano eleitoral, e como historiador, não poderia deixar de trazer um fato um tanto curioso da política campo-maiorense.
Há consenso entre muitos campo-maiorenses que a família mais importante de Campo Maior é a Castelo Branco, não só pelo fato de Francisco da Cunha Castelo Branco ter sido o fundador da cidade, como acredita alguns, mas pela força econômica e política que o clã representa na região.
No entanto, há que ser revisto a participação/contribuição das famílias na vida social, cultural, econômica e, sobretudo, política de Campo Maior, por exemplo, se formos comparar a representatividade política no executivo e legislativo municipal, os Bonas foram mais influentes do que os Castelos Brancos.
Se sequenciarmos a lista de ex-prefeitos, só a família Bona teve sete representantes: Ovídio, Waldeck, Dácio, Humberto, Marco, Delsuíta e Raimundo, sem falar que destes, uns já foram prefeitos, vice-prefeitos e vereadores por dois mandatos. Juntos, os Bonas governaram por mais de 20 anos. Os Castelos Brancos tiveram apenas Oscar Filho.
Neste ano de eleição municipal, a família apresenta mais um nome: Zé Bona, filho de Raimundo Nonato Bona. Os campo-maiorenses irão decidir se querem ou não que essa tradição política do clã Bona continue na política local.

Prof. E Historiador CELSON CHAVES

SÉRGIO EMILIANO

                                                    VEM AÍ AS ELEIÇÕES

          Temos várias espécies de políticos. Assim como as plantas, assim como os animais ditos “irracionais”. Flanam pelas ruas como zumbis atrás de votos, mostrando seus caninos encharcados de promessas. Há os que mentem descaradamente e os que nada prometem, pois aprenderam que os eleitores já não são os mesmos. Uns bajulam os candidatos a prefeito, comem e bebem de graça, sorriem de piadas sem graça e imitam papagaios e carrapatos. Outros querem folga do trabalho e outros têm uma ficha criminal “cagadíssima”. E o que dizer dos que são analfabetos funcionais?

          Nas fotos dos “santinhos” deixam o photoshop correr solto. Os que querem se reeleger vivem numa corda bamba com medo de serem julgados nas urnas. Muitos pulam mais do que pipoca em panela quente. Vão aonde o dinheiro vai. São os piores... Também temos aqueles que têm certeza das suas derrotas e mesmo assim, sempre se candidatam como forma de valorizar suas pobres vidas, ricas em insignificância.
 
       O engraçado ou trágico (como queiram), é que entendemos tanto desses políticos, pensamos que votamos certos e sempre erramos outra vez.  Parece um jogo de gato e rato, onde os ratos sempre saem ganhando.

          Vem aí o 7 de outubro com suas falcatruas, com o lucro dos postos de gasolina, com os saques nos bancos. Daqui, quase que já vejo, as urnas chegando e os mesários sendo convocados. Nessa miríade, não temos opções entre candidatos, fica uma democracia subdesenvolvida, uma eleiçãozinha de merda, com mais conchavos do que qualquer outra coisa.
 
          Toda época de eleição eu sempre repito: “Chega! Não voto mais.” Mas fico com remorso, analiso que ainda estamos aprendendo e fico com pena de anular o meu voto. Eleitor é eleitor. Não tem jeito! Só nos resta esperar por um milagre, seguir  acreditando que tudo poderá dar certo para as futuras gerações. É assim que vejo as eleições em nossa cidade, porque a esta altura, quem conhece de política partidária já se acostumou e quem não, entrega para Deus.

Sergio Emiliano.

CHARGE DESSE DOMINGO

Roubo Hood , também conhecido como Bode Rude, é aquele prefeito que tira de quem tem menos e dá para quem tem mais. Mas ele não é o único do seu governo que faz isso.

O PAPEL DOS MENTIROSOS NA POLÍTICA

Em qualquer situação, mentir é, certamente, um dos mais graves erros que se pode cometer na vida publica. 
Mais que um erro, mentir é uma falha ética grave. Implica consequências muito sérias. Existem mentiras que muito dificilmente são perdoadas. São aquelas que ocorrem entre indivíduos que não se conheciam pessoalmente, mas que de alguma forma se uniram por um ato de fé e confiança. Este é o caso da mentira na política. A mentira é sempre um rompimento unilateral da confiança até então existente. É o rompimento de um pacto de honra que destrói a confiança daquele que foi alvo da mentira.
Otto Von Bismarck, estadista Alemão (1815-1898), dizia que “as pessoas nunca mentem tanto quanto depois de uma caçada, durante uma guerra e antes de uma eleição”. Bismarck entendia bem de guerra, caça, eleição e mentira. Primeiro chanceler do império alemão, patrono do sufrágio universal em seu país, foi idealizador do primeiro sistema de previdência social do mundo e um magistral manipulador de vaidades. 
Exageros, citações tiradas do contexto, omissões, montagens maliciosas de imagens do adversário, mentiras, falsificações e fraudes fazem parte do espetáculo eleitoral desde que as sociedades decidiram por essa forma de escolha dos governantes. 
O psicólogo americano Gerald Jellison, da Universidade do Sul da Califórnia, calcula que, no decorrer de um dia normal qualquer (fora de períodos eleitorais), uma pessoa escuta, vê ou lê duas centenas de mentiras – uma inverdade a cada cinco minutos. A maioria delas são inofensivas mentiras sociais que ajudam a harmonizar as relações interpessoais no cotidiano. “Seu corte de cabelo ficou ótimo” ou “o trânsito estava um caos, por isso me atrasei” constituem exemplos clássicos. Só uma pequena porcentagem é de mentiras que machucam ou ocasionam prejuízo material ou moral aos outros. 
Em tempos eleitorais, a taxa de mentira se multiplica geometricamente. Mas também na vida pública existe uma gradação do potencial destrutivo das mentiras. Elas podem variar de uma omissão necessária e justificável até uma fraude com o efeito de enriquecer pessoas e grupos.
(...)
ELIAKIM ARARUNA
A continuação do artigo você pode ler em: 
http://eduardoabril.blogspot.com.br/2012/01/o-papel-dos-mentirosos-na-politica.html