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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Plamta inclui familiares de servidores públicos no Estado

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Desde o fim do mês de outubro, o Plano Médico de Assistência e Tratamento (Plamta) abriu o processo de inclusão para novos dependentes no Plamta família, que agora, poderão incluir familiares como: filhos, enteados maiores de 21 anos, pais, avós e irmãos.

Os interessados em incluir seus familiares devem se dirigir à recepção do Plamta, localizado na rua Gov. Artur de Vasconcelos, 995, bairro Porenquanto, apresentar a proposta de adesão de inclusão e agendar a perícia dos exames para a obtenção do parecer médico.

Os documentos necessários para a inclusão são contracheque, RG, CPF, certidão de nascimento ou casamento e comprovante de endereço do titular e os endereços dos dependentes interessados em ingressar no sistema são: RG, CPF, certidão de nascimento ou casamento, atestado médico acompanhado dos seguintes exames: ECG, Ecocardio (criança até 10 anos), Raio X Torax, US Abdominal (total), Hemograma, glicemia, TGO, TGP, bilirrubinas totais e frações, uréia, creatinina, parecer oftalmológico e RX da coluna toraco/lombar AP e perfil.

O Plamta assiste, hoje, cerca de 190 mil servidores, esta medida pretende estender o benefício para os familiares dos servidores, oferecendo a eles a segurança de assistência médica quando necessário.

O que menos preocupa é o analfabetismo

Para educador, o letramento é mais um instrumento para ampliar a percepção e a construção da identidade


Por Alexandre Le Voci Sayad*
Há algum tempo escrevi uma artigo defendendo que o fato de muitas escolas do pais não terem sequer uma biblioteca me preocupava menos do que as que têm uma e não são freqüentadas por ninguém; ou pior, são trancadas a chaves por uma falsa “tutela” do diretor da escola, que zela por livros limpinhos. Um livro fechado na estante, defendi, não significa evolução cultural – mas estagnação de curiosidade, o pior dos males.

Da mesma maneira, menos me preocupa o fato do índice de analfabetismo ter sofrido um ligeiro aumento segundo os dados da última Pnad do que saber que a maioria da população que consegue juntar letras, não lê de verdade.  E não me refiro aqui ao que muitos especialistas chamam de “analfabetismo funcional”, mas a questão de que a alfabetização tem sido tratada como uma instrumentalização e não como uma ferramenta para se ler e compreender o mundo.  Há um vácuo gigantesco entre ser alfabetizado e compreender o que nos cerca.

Sim, a escola tem muita culpa nisso, bem como a família. Educação é a base da construção de olhares sobre a vida e não se dá só no lócus da escola; o letramento, e não só ele, é mais um instrumento para que ampliemos essa nossa percepção e a construção de nossa identidade – mas não o único.

O que o educador venezuelano Bernardo Toro alertou, ainda nos anos 80, para uma alfabetização imagética e visual, ainda é uma utopia na escola ocidental, que só pensa em letras e não em imagens. Há ainda um esforço mundial, conduzido pela Unesco, para que a mídia, que é uma lente poderosa e onipresente de olhar para o que acontece no planeta, também tenha na sua alfabetização - uma necessidade de primeira ordem.

Em suma, hoje as letras são apenas parte do que precisamos para nos comunicar, compreender e ser compreendido. A arte, a comunicação, a mídia – tudo faz parte de um universo de códigos e experimentações no qual o estudante desde os primeiros anos deve também estar inserido. A escola, na sua eterna batalha ideológica e construção de identidade, não dá conta nem da metade desse recado.

Há pessoas, leitores de mundo, felizes e plenos, que não sabem ler nem escrever. Mas tocam instrumentos, pintam, falam ou dançam.  Nossa velha escola conteudista e funcionalista, filha de Durkheim, só pensa no letramento; nossa sociedade só lamenta por ele – é o que se lê mais facilmente nos jornais.

Cedendo um pouco à onda do analfabetismo, a manchete que não existiu e que diz muito mais sobre a educação brasileira é a que sublinha que “um em cada dois brasileiros analfabetos estão no Nordeste”.  A isso vale a pena atentarmos.

* Alexandre Le Voci Sayad é jornalista especializado em educação e diretor geral do Laboratório de Mídia e Educação (MEL). Publicou, entre outros, “Idade Mídia: A Comunicação Reinventada na Escola” (editora Aleph) , em 2012.

Fonte: www.estadao.com.br

Russo prega os órgãos genitais no chão da Praça Vermelha em Moscou

O homem de 29 anos ficou sentado olhando para o chão até a chegada da polícia, que o cobriu com um lençol e afastou os curiosos

 (Maxim Zmeyev/Reuters)


Moscou - Um homem russo, completamente nu, prendeu seus órgãos genitais nas pedras do pavimento da praça Vermelha em Moscou, nas proximidades do mausoléu de Lênin, supostamente para protestar contra a "indiferença política" da sociedade russa.

Debaixo de uma chuva fina, Piotr Pavlenski se despiu e prendeu um prego através de seu saco escrotal, assustando quem passava - de casaco e guarda-chuva - pela célebre praça, um dos pontos turísticos da capital russa. O homem de 29 anos ficou sentado olhando para o chão até a chegada da polícia, que o cobriu com um lençol e afastou os curiosos.

Originário de São Petersburgo (noroeste da Rússia), Piotr Pavlenski foi conduzido rapidamente ao hospital antes de ser levado a uma delegacia de polícia, segundo a agência de notícias russa Ria Novosti.

 (Maxim Zmeyev/Reuters)


Este não é a primeira vez que o homem comete um ato extremo. Em 2012, ele costurou os lábios em sinal de apoio ao grupo russo Pussy Riot. Duas integrantes da banda cumprem uma pena de dois anos na prisão por terem feito uma "prece punk" contra o presidente russo Vladimir Putin na catedral do Cristo Salvador, em Moscou.

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Neste domingo, o site de informações Grani.ru publicou uma declaração do homem explicando que sua ação - chamada de "fixação" e organizada em razão da Jornada Anual da Polícia na Rússia - "poderia ser considerada como uma metáfora de apatia, da indiferença política e do fatalismo da sociedade russa moderna".

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Deputados aprovam cotas de 10% para deficientes na Uespi

Medida vale para todos os cursos da instituição.

A Assembleia Legislativa do Piauí aprovou o projeto que destina 10% das vagas em cursos da Universidade Estadual do Piauí (Uespi) para pessoas com deficiência. A proposta agora aguarda a sanção do governador Wilson Martins (PSB). 

Se virar lei, a medida vai valer para todos os cursos da Uespi. A cota para pessoas com deficiência, no entanto, não será apenas declarada, como ocorre com os negros. Será preciso se enquadrar nos critérios já existentes do Governo Federal para classificar cada deficiência. 

A deputada estadual Rejane Dias (PT) defende que a medida não é um privilégio. "Nós temos que pensar que as pessoas com deficiência têm uma certa limitação", diz a parlamentar, argumentando que alguns candidatos tiveram os estudos prejudicados em função de problemas físicos.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Parque Everest ganha investimento de quase R$ 340 mil em obras

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Nesta terça-feira (5), o prefeito Paulo Martins assinou a ordem de serviço autorizando o inicio da obra de construção de uma quadra e da Praça no Parque Evereste, que fica localizado na região de Flores. O projeto ainda consta a construção de 60 unidades habitacionais que irão beneficiar famílias carentes que vivem em área de risco.

A obra do Parque Evereste está orçada em quase R$ 340 mil e será financiada pelo Ministério das Cidades, através do Programa de Aceleração do Crescimento, PAC, com contrapartida da Prefeitura de Campo Maior.

Durante a sua visita ao local da obra, Paulo Martins lembrou que no Parque Everest dispõe de pouca estrutura urbana, mas que o poder público começa a investir na área. “Teremos aqui casas, calçamento, água, energia, quadra, praça e escola. Tudo isso graças ao nosso projeto de expansão da região de Flores”, comentou Paulo Martins.

Fonte: www.portalcampomaior.com.br
Foto: Eugênio Bringel

Médico preso por só bater ponto fazia campanha contra o “Mais Médicos”

cartao
Mais uma denúncia, desta vez resultando em prisão em flagrante, sobre um médico que só comparecia ao posto público de saúde onde “trabalhava” apenas para bater o ponto.

O Dr. Jetson Luís Franceschi chegava às sete da manhã, estacionava seu BMW, junto da Unidade Básica de Saúde do Bairro Faculdade, em Cascavel (PR).  batia o ponto e saía para atender em sua clínica particular. Perto de dez da amanhã, voltava ao posto, passava algum tempo e saía.

Não fez isso eventualmente, para atender algum compromisso, uma emergência, como poderia acontecer e seria até compreensível. Era sistemático, diário. O mês inteiro.

O Dr. Jetson mantém uma página no Facebook. Nela, quase todos os dias, posta fotos e textos atacando o “Mais Médicos”, o governo e a qualidade dos médicos estrangeiros, em especial os cubanos. O Dr. Jetson pode ser um bom médico e tem o direito, querendo, de ser médico apenas em consultório particular. Mas não tem o direito de ocupar “ausente” um lugar que precisa ser ocupado por alguém que possa estar presente para atender mulheres – e gestantes, ainda por cima. E muito menos de criticar e agredir quem está disposto a fazê-lo.

Menos ainda de, com um caso destes, ajudar a formar na população um conceito sobre os médicos que eles – inclusive a maioria dos que são contra o Mais Médicos – não merecem. O problema da saúde brasileira não é o de médicos “picaretas”. Muito do que dizem os adversários do Mais Médicos sobre precariedades na rede de Saúde é verdade e é um déficit histórico que vai custar a ser resolvido. E um bons caminhos é que haja médicos nas Unidades Básicas de Saúde como aquela em que o Dr. Jetson deixava abandonada.
Por: Fernando Brito
tijolaço.com.br
 

sábado, 2 de novembro de 2013

Feliciano a Eduardo Campos: liga pra mim, não liga pra ela…O amor é lindo

marco

31 de outubro de 2013 | 11:47
Da coluna de Leandro Mazzini, no UOL (confira, porque até eu duvidei):
“Do polêmico deputado Pastor Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos, em comentário para aliado, que fará chegar aos ouvidos de Eduardo Campos (PSB):
‘Ele poderia isolar Marina Silva, fechar com o PSC e me chamar para vice’. Na avaliação do pastor, seu nome traria ‘mais votos dos evangélicos que o de Marina’. Ambos são da mesma igreja, a Assembleia de Deus. Campos, no entanto, já fechou informalmente com Marina para sua vice. Mas isso pode mudar.
A ideia de Feliciano vai ao encontro de toda demanda candidato: tempo de TV. Com chapa puro sangue, Campos perde mais de um minuto que o PSC pode lher dar.”
Quem disse que a “nova política” não é divertida?
Por: Fernando Brito

O que está pensando a direita desse país?

Retalhos:

TIJOLAÇO dá o tom

Descontrole fiscal é o novo terrorismo de Marina Leitão

marinaleitao
2 de novembro de 2013
Depois do surto de febre amarela que não teve, do apagão que não veio, da inflação que não aconteceu, do comércio exterior negativo que, no entanto, só bate recordes positivos, o novo terrorismo fulero da mídia é o descontrole das contas públicas. Marina Leitão está adorando. Sim, Marina Leitão, porque o que uma (Miriam Leitão) fala [...]


porque o que uma (Miriam Leitão) fala [...]

Serra, o black boc tucano, continua vandalizando

00rs0820d
2 de novembro de 2013
Me perdoem. Vou publicar um vídeo, abaixo, de entrevista de José Serra ao Fernando Rodrigues, publicada hoje no site da UOL. É um documento político importante, e talvez divertido, porque Serra voltou com força total. Na sexta-feira, os jornais repercutiram a crescente insegurança da turma de Aécio com a desenvoltura cada vez maior de Serra, [...]

 A íntegra das matérias você confere no site:
http://tijolaco.com.br/