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terça-feira, 20 de dezembro de 2022

Conselho de Defesa da Mulher realiza eleição. Conheça os novos membros

Conselho Municipal de Defesa da Mulher

Na manhã desta terça-feira (20 de dez.), foi realizada a eleição do Conselho de Defesa da Mulher em Campo Maior. Com representação do Governo Municipal e Organizações da Sociedade Civil, foi escolhida a nova diretoria, que atuará no quadriênio 2023-2026.

Foram eleitos: Antonia Pereira Soares (presidente), representando a Secretaria Municipal de Saúde; Graça Camelo (vice-presidente), representando a Associação de Moradores do Bairro São Luís; Jorge Câmara Lemos 1º secretário), representando a Fundação Mulher Guerreira e Silvana Orsano (2ª secretária), representando a Secretaria de Ação Social.

O Secretário Municipal da Ação Social, Joares Cavalcante, esteve presente e afirmou "o conselho é uma forma democrática e igualitária de participação das mulheres, em parceria entre a Prefeitura de Campo Maior, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e representações da sociedade civil, dividindo o poder deliberativo, consultivo e a responsabilidade pelo monitoramento das políticas públicas no município.

Os trabalhos foram conduzidos pela Secretária Executiva dos Conselhos Micheline Arruda.


Participam do Conselho: Sindserm; Fundação Mulher Guerreira; Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Municipal de Educação, Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Secretaria da Ação Social, Advic, Adfac

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

O que você tem a ver com isso?

A cada 20 minutos, ao menos uma menina de até 18 anos é vítima de estupro no Brasil. 
Foram 50.899 registros de crimes contra jovens nessa faixa etária de janeiro de 2017 a dezembro de 2018, 62% de todos os casos de estupro registrados no país no período (considerando aqueles em que foi possível identificar gênero e idade das vítimas). 
A título de comparação, a cidade de Campos do Jordão, no interior de São Paulo, tem cerca de 52 mil habitantes, segundo estimativa do IBGE. 
É o que mostra um novo levantamento feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública a pedido da organização Plan International Brasil, que promove os direitos de crianças e adolescentes, com base nos dados do 13° Anuário Brasileiro de Segurança Pública. 
Os dados são divulgados em meio aos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, campanha da ONU (Organização das Nações Unidas) que ocorre anualmente desde 1991 nos meses de novembro e dezembro. 
"Os dados são relevantes porque mostram que a violência contra as mulheres começa muito cedo", afirma Flavio Debique, gerente de programas e incidência da Plan. 
Para o relatório, foram considerados pelo Fórum casos de estupro (constranger alguém a ter conjunção carnal ou praticar ato libidinoso mediante violência ou grave ameaça) e estupro de vulnerável (conjunção carnal ou prática de ato libidinoso com menor de 14 anos)..
Leia a matéria da Folha de São Paulo  na íntegra.