Postagem em destaque

BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudanç...

Mostrando postagens com marcador educadores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador educadores. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 14 de agosto de 2025

Nova Lei no Espírito Santo Protege Profissionais da Educação


    Uma nova lei estadual, já em vigor em todo o Espírito Santo, promete mudar a forma como casos de violência contra profissionais da educação são tratados. Agora, quem ameaçar ou agredir professores, coordenadores, bedéis, bibliotecários, auxiliares ou qualquer outro trabalhador da escola poderá ser responsabilizado judicialmente.
    O diferencial é que, se o agressor for menor de idade, os pais ou responsáveis também poderão responder na Justiça. Eles poderão ser obrigados a indenizar por danos morais, materiais ou estéticos e até responder por omissão, caso se comprove negligência na educação do filho.
    A lei determina que qualquer caso de ameaça ou agressão seja comunicado imediatamente à Polícia Militar. A direção da escola deve registrar boletim de ocorrência, informar o Ministério Público e afastar o agressor do convívio com a vítima. Tudo isso deve ser formalizado por escrito em até 36 horas.
    O profissional agredido tem direito a atendimento médico ou no IML, retirada de pertences com segurança e acompanhamento das equipes de apoio. Essas medidas visam garantir que a vítima não fique exposta novamente ao agressor e que receba todo suporte necessário.
  Essa legislação marca um avanço na valorização e segurança dos trabalhadores da educação, transformando advertências brandas em consequências reais. Para nós, professores, é um reforço de que nosso trabalho deve ser respeitado e que nossa integridade física e emocional é prioridade.
    Mais do que punir, a lei busca prevenir, estabelecendo que respeito é o primeiro passo para um ambiente escolar saudável.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Grande besteira é protestar... Só por causa de uma peczinha qualquer?

Resultado de imagem para fotos protestos pec 241

O Brasil hoje, de norte a sul, pôde presenciar estudantes e professores protestando conta essa famigerada PEC 241. (Olha só o nome da danada!!!!). Aqui, nenhuma "linhazinha" sequer sobre o grave momento em que vive a educação brasileira. Aí envolvidos estudantes, profissionais da educação e, primordialmente, as famílias que não podem manter seus filhos em escolas particulares.

Vi protestos de toda natureza nos últimos dias. Querem acabar com a vaquejada. Ah! meu Deus, que coisa terrível. Como se vai agora entreter os instintos mais eufóricos desse esporte? 

Agora, para que protestar mesmo contra o assassinato que o Governo Ilegítimo quer fazer com a nossa cambaleante educação? 

Cadê meu Sindicato? Ausente de tamanha discussão. Quando faz alguma coisa é para uma minoria, já que há muito perdeu a força de articulação e de diálogo com a categoria que mais será atingida. Será se todos - todos, mesmo - da categoria sabem dos males que essa PEC vai fazer? 

Deixa só colocar aqui em grosso modo: a PEC 241 congela os gastos públicos por 20 anos, prevendo apenas o reajuste pela inflação. Segundo professores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), se a lei valesse desde 2005, os recursos para a área em 2015 teriam caído de R$ 98 bilhões para apenas R$ 24 bilhões. O crescimento de 100% em vagas nas universidades federais desde 2003 e de mais de 400% no número de mestres e doutores desde 1996 não teria ocorrido.

Isso é apenas o começo do fim.

Para que mesmo protestar? O repúdio à PEC 241 só é compartilhado por economistas, médicos de várias áreas, juízes federais, promotores, defensores públicos, Ordem dos Advogados do Brasil, além de intelectuais, artistas e líderes de movimentos sociais.

Quer dar uma olhada em quem está contra essa situação nefasta para o conhecimento brasileiro? Vê, aí:

Conselho Federal de Economia contra a PEC 241:
Economistas contra a PEC 241:
Médicos contra a PEC 241:
Dr. Dráuzio Varella contra a PEC 241:
Médicos serão atingidos pela PEC 241:
Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO) contra a PEC 241:
Conselho Regional de Medicina do Estado do RJ (CREMERJ) contra PEC 241:
Sociedade Brasileira de Pediatria contra a PEC 241:
Leandro Karnal contra a PEC 241:
Ministério Público Federal contra a PEC 241:
Juízes Federais contra a PEC 241:
OAB CONTRA A PEC 241:
Defensoria Pública Federal contra PEC 241:
Fiocruz contra a PEC 241: