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sábado, 21 de dezembro de 2019

Formação de professores fica mais longa e mais voltada para prática

sala de aula

A formação dos professores no Brasil vai ficar mais longa e passar a ter maior foco na prática. As medidas estão previstas em resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) homologada pelo Ministério da Educação (MEC). 

A portaria que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial de Professores para a Educação Básica e institui a Base Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica - (BNC-Formação) foi publicada hoje (20) no Diário Oficial da União

Os cursos de licenciatura, para a formação de professores, passam da atual duração de três para quatro anos, ou 3,2 mil horas. Dessas 800 horas, o equivalente a um quarto do curso, devem ser voltadas para a prática pedagógica. 

A prática pedagógica deve, obrigatoriamente, ser acompanhada por um professor da instituição formadora e por um professor experiente da escola onde o estudante a realiza. 

Apesar da parte da formação dedicada exclusivamente à prática, a resolução estabelece que a prática deve estar presente em todo o percurso formativo do licenciando, “com a participação de toda a equipe docente da instituição formadora, devendo ser desenvolvida em uma progressão que, partindo da familiarização inicial com a atividade docente, conduza, de modo harmônico e coerente, ao estágio supervisionado”. 

A formação dos futuros professores também terá um maior foco na chamada Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que define o mínimo que deverá ser aprendido pelos estudantes de todo o país no ensino infantil, fundamental e médio.

Fonte: Agência Brasil

domingo, 9 de fevereiro de 2014

MEC descarta aplicação de duas provas do Enem por ano



O Ministério da Educação confirmou a declaração do ministro José Henrique Paim de que não será criada uma segunda prova anual do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O ministro fez a afirmação em entrevista fechada que concedeu a veículos impressos após tomar posse no cargo.

Em 2009, o então ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou a aplicação de duas provas do Enem em um mesmo ano. Em maio de 2011, uma portaria foi publicada no Diário Oficial da União definindo que, a partir de 2012, o exame teria duas edições por ano. As provas do primeiro semestre ocorreriam em abril e as do segundo, em novembro. Em fevereiro de 2012, no entanto, a portaria foi revogada.

O sucessor de Haddad no Ministério da Educação, Aloizio Mercadante, também descartou a realização dos dois exames enquanto esteve à frente da pasta.

Paim assumiu o cargo na última segunda-feira (3) e destacou no seu primeiro discurso o compromisso da pasta com a formação de professores e disse que continuará expandindo o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Crédito da Matéria: Portal Terra/Agência Brasil