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BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudanç...

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

VIVA O PIAUÍ! VIVA CAMPO MAIOR!!!!!


Educação do Piauí dá salto de qualidade

Rejane Dias e Wellington Dias participaram da inauguração da  Unidade Escolar Maria Modestina Bezerra (Crédito: Gabriel Paulino)

Piauí atingiu a meta no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em relação ao ensino médio nas escolas públicas da rede estadual, referente ao ano de 2015. Segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em setembro deste ano, o Estado alcançou a média de 3,2, índice estimado pelo Ministério da Educação (MEC) para aquele ano.

É o destaque o Jornal Meio Norte, na edição deste 19 de outubro, Dia do Piauí.




PRA QUE TANTA GANÂNCIA E CORRERIA SE NINGUÉM VEIO AQUI PRA FICAR. (Poeta Davi Calisto Neto).

Se o final é normal pra que correr
E se morrer é ruim, mas é comum.
Se o caixão vai levar de um em um
E se o dinheiro não pode socorrer
Eu só quero o bastante pra comer
Pra viver pra vestir e pra calçar.
Mesmo sendo pouquinho, se não faltar,
Eu só quero esse tanto todo dia
Pra que tanta ganância e correria
Se ninguém veio aqui para ficar.

Todo homem podendo tem que ter
 Moradia, saúde e alimento,
 Um pouquinho também de investimento,
 Que um dia ele pode adoecer,
 Necessita também de algum laser,
 Para o corpo cansado descansar.
 Mas tem gente que pensa em enricar,
 Não descansa de noite nem de dia,
Pra que tanta ganância e correria,
Se ninguém veio aqui para ficar.

Pra que tanta ganância por poder
Exibir a fortuna adquirida,
Se o que a gente ganhar durante a vida
É preciso deixar quando morrer.
Se na cova não tem como caber
E no caixão ninguém tem como levar
Lá no céu não tem banco pra guardar
O que o morto juntou quando vivia
Pra que tanta ganância e correria
Se ninguém veio aqui para ficar.

Sei que a vida da gente se encerra
E muita gente se esquece com certeza
É por isso, pensando na riqueza,
Que alguns lobos estão fazendo guerra,
E o pior é que brigam pela terra,
Pra depois nela mesma se enterrar,
Toda essa riqueza vai ficar
E só o corpo é que vai pra terra fria
Pra que tanta ganância e correria.
Se ninguém veio aqui para ficar.

Pra que tanta ganância e ambição
Se essa vida é bastante passageira,
Tudo finda num monte de poeira
Na mortalha na cova e no caixão,
Ninguém pode pedir prorrogação
Quando o jogo da vida terminar,
A não ser uma vela pra queimar
O destino é partir de mão vazia
Pra que tanta ganância e correria
Se ninguém veio aqui para ficar.

A ganância infeliz desenfreada
Deixa o mundo sem paz e sem sossego,
Pois tem gente com mais de um emprego
E muita gente morrendo sem ter nada,
Mas a vida da gente é emprestada
E qualquer dia o seu dono vem buscar,
Qualquer vida que a morte carregar
Ninguém pode tirar segunda via,
Pra quer tanta ganância e correria
Se ninguém veio aqui para ficar.



SAAE realiza serviços de ampliação da rede e drenagem na cidade

 
Para melhorar a distribuição de água, o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) está realizando os serviços em alguns pontos da cidade aonde antes não existiam. Nesta semana os trabalhos de implantação da rede de distribuição de água e instalação de ramais domiciliares estão acontecendo nas ruas Luiz Gregório da Paz com o cruzamento da rua Francisco Félix.

O diretor geral do SAAE, João Lima, destacou a importância dos serviços, afirmando que "ainda temos algumas dificuldades, mas estamos trabalhando incansavelmente visando melhorar os nossos serviços, ampliando as redes de abastecimento de água para atender a demanda de nossa população. As pessoas devem ter cada vez mais consciência da importância da água em nossas vidas, por isso cada cidadão deve colaborar, cuidando hoje para não faltar no amanhã. E a cada dia tenhamos condições de melhorar ainda mais os nossos serviços".

João Lima também acompanhou o andamento dos serviços de drenagem nos bairros Santa Cruz e São João. O SAAE vem realizando com recursos próprios além dessas benfeitorias, também a substituição de bombas d’água, manutenção dos poços tubulares, levando água encanada para as localidades mais distantes da cidade.



domingo, 16 de outubro de 2016

Galera, vamos ficar de olho no ENEM? É hora de Gramática

Momento de tensão. Poucos dias nos afastam o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Revisão, exercícios, treinos... Tudo para pontuar bem. É pontuar bem. Passar... 

Bem diferente da minha época de estudante, quando debruçávamos nos conceitos de gramática e de forma isolada. O ENEM contextualiza, de forma que possamos ter a ideia do todo. Portanto, não basta saber o que é um pronome ou uma conjunção, é preciso entender sua função para a oração, bem como os efeitos de sentido que estabelecem. Por exemplo, qual o efeito que gera dentro do texto o uso da conjunção coordenativa adversativa?  De oposição, não é? Logo, não basta simplesmente saber a classificação da conjunção, o mais importante é entender o efeito de sentido que ela estabelece no texto. 

No Enem, a Gramática está diluída em questões sobre interpretação de textos verbais ou não verbais. Questões envolvendo nomenclaturas sintáticas certamente não caem na avaliação de Linguagens e Códigos, basta analisar todas as provas do Enem desde sua implantação em 1998. Isso não quer dizer que você não precise estudar as regras da língua, mesmo porque conhecer a norma culta é indispensável na hora de escrever a redação. 

Entre os tópicos gramaticais mais frequentes estão as figuras de linguagem, pronomes, colocação pronominal, vocativo, aposto, artigo, conjunção, questões relacionadas com o novo acordo ortográfico e Gramática relacionada à semântica. 

O fato de a gramática não ser cobrada como antigamente não significa que não seja necessário conhecer as regras, logo, é importante revisar os conteúdos

sábado, 15 de outubro de 2016

Lei Maria da Penha: dez anos de violência


Muito se tem falado, questionado e articulado quanto à violência que ainda impera contra a mulher. Mesmo com todo o aparato estatal em tornar visível os mecanismos legais que amparam essa vítimas constante da incompreensão e do machismo, a mulher é vulnerável quanto à sua integridade física.

As estatísticas do estado do Piauí  são alarmantes. Teresina, José de Freitas e Campo Maior, continuam figurando como os municípios onde mais ocorre a violência contra a mulher. Maior parte do casos, os agressores são membros da família.

Campo Maior se fez presente, através de seu Núcleo de Defesa da Mulher Vítima de Violência da Defensoria Pública do Estado do Piauí, nesta sexta-feira (14) no auditório da Escola Superior da Defensoria Pública (Esdepi), durante o I Encontro dos Núcleos de Defesa da Mulher em Situação de Violência.
O evento, em alusão aos dez anos da Lei Maria da Penha, reuniu os Coordenadores e Defensores Públicos com atuação nos Núcleos de Defesa da Mulher de Campo Maior, Teresina,  Parnaíba, São Raimundo Nonato e Floriano, sendo aberto a todos os Defensores que tiveram interesse em participar.
Francisca Hildeth Leal Evangelista Nunes, defensora pública, destacou a importância da interação entre os Núcleos de atendimento à mulher vítima de violência. “É muito importante esse Encontro que é também alusivo aos 10 anos das Lei Maria da Penha. 
Quanto a importância da Lei, vale ressaltar alguns importantes:
  • A Lei Maria da Penha (Lei 11.340), sancionada em 7 de agosto de 2006, completa dez anos de vigência. Ela foi criada para combater a violência doméstica e familiar, garante punição com maior rigor dos agressores e cria mecanismos para prevenir a violência e proteger a mulher agredida.
     
  • De acordo com a legislação, configura violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial.
     
  • Hoje essa lei é a principal ferramenta legislativa na questão da violência doméstica e familiar contra as mulheres no Brasil. Ela também é considerada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma das três mais avançadas do mundo nessa questão.
     
  • Com a Lei Maria da Penha, a violência contra a mulher torna-se visível e deixa de ser interpretada como um problema individual da mulher e passa a ser reconhecida como problema social e do Estado, que deve prever assistência, prevenção e punição para esses casos.


sexta-feira, 14 de outubro de 2016

BRASIL 247: O dia dos professores e a luta em defesa da educação

Tomo a liberdade (ops!!!! essa palavra ainda existe?) de levar até você, educador(a) uma reflexão sobre a atual situação em que se encontram os professores de todo o Brasil.

Nosso semblante a cada dia murcha de indignação. Somos vilipendiados diariamente com os absurdos desse governo ilegítimo e traidor.