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SIGEFREDO PACHECO : MPPI INVESTIGA CONTRATAÇÕES SEM CONCURSO NA PREFEITURA

Prefeito Murilo Bandeira Foto: Rede Social O Ministério Público do Piauí instaurou um inquérito civil para apurar possíveis irregularidades ...

terça-feira, 15 de setembro de 2026

SIGEFREDO PACHECO : MPPI INVESTIGA CONTRATAÇÕES SEM CONCURSO NA PREFEITURA

Prefeito Murilo Bandeira
Foto: Rede Social

O Ministério Público do Piauí instaurou um inquérito civil para apurar possíveis irregularidades na contratação de pessoal pela Prefeitura de Sigefredo Pacheco.

O procedimento tem como investigado o prefeito Murilo Bandeira e busca esclarecer se houve contratação de servidores sem concurso público, além de verificar quais funções foram preenchidas e quais critérios foram utilizados pela administração municipal.

A investigação deverá reunir documentos e outras informações para esclarecer as circunstâncias das contratações.

O Ministério Público também poderá verificar se as contratações se enquadram nas hipóteses previstas pela legislação para admissão temporária de pessoal.

Trata-se de uma investigação, e os envolvidos terão direito de apresentar suas explicações e se defender.

O caso recoloca em discussão a necessidade de transparência na contratação de servidores e o respeito às regras que disciplinam o ingresso no serviço público.


segunda-feira, 31 de agosto de 2026

BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais

A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudança no comando da Câmara Municipal.

À boca miúda, a informação que circula nos meios políticos é de que o atual presidente da Casa, vereador Wellington Sena, poderá ser substituído pelo líder do governo municipal no Legislativo, Benício Barros.

A movimentação estaria relacionada à eleição da Mesa Diretora que havia reconduzido Wellington Sena à presidência. O processo foi questionado judicialmente e a eleição acabou anulada, abrindo espaço para uma nova disputa pelo comando da Câmara.

Nos bastidores, as apostas já começaram. Uma eventual candidatura de Benício Barros representaria uma mudança importante na correlação de forças dentro do Legislativo municipal.

Também circulam especulações de que Wellington Sena teria perdido espaço político junto ao prefeito João Félix nos últimos meses. Até o momento, porém, essa informação deve ser tratada como bastidor político, e não como fato oficialmente confirmado.

O que chama atenção é que, se a mudança realmente acontecer, ela poderá ser interpretada como mais um sinal de alteração na composição do grupo político ligado ao prefeito.

Há ainda quem faça comparações com movimentos políticos anteriores envolvendo aliados da administração municipal, inclusive situações em que pessoas próximas ao grupo foram deslocadas de determinadas posições para outras funções estratégicas.

Mas, por enquanto, o cenário é de especulação. A pergunta é: Wellington Sena continuará no comando da Câmara ou Benício Barros será o escolhido para assumir a presidência?

A resposta poderá revelar muito mais do que simplesmente quem ocupará a cadeira de presidente. Poderá mostrar quem realmente tem força política dentro da base do prefeito João Félix.

terça-feira, 25 de agosto de 2026

MESMO ADVERTIDO, PREFEITO CONTINUA TRANSFORMANDO PREFEITURA EM PALANQUE PARA PROMOÇÃO PESSOAL


João Félix já foi questionado pelo Ministério Público e pela Justiça sobre o uso da comunicação oficial para autopromoção, mas a prática continua levantando suspeitas em meio ao projeto eleitoral do filho.

    O prefeito de Campo Maior, João Félix de Andrade Filho, parece não ter aprendido a lição. Mesmo depois de advertências e questionamentos do Ministério Público do Piauí sobre a utilização das redes sociais e da estrutura pública para promoção pessoal, o gestor continua sendo alvo de críticas pela forma como a máquina da Prefeitura é utilizada na divulgação de ações administrativas.

    O problema é simples: Prefeitura não é propriedade particular, e rede social oficial não pode funcionar como palanque político. Quando obras, programas e ações públicas passam a ser acompanhados constantemente da imagem e do discurso de quem administra, surge uma pergunta inevitável: onde termina a informação institucional e onde começa a propaganda pessoal?

    A situação ganha ainda mais importância no momento em que o filho do prefeito, Dogim Félix, busca espaço eleitoral. Para críticos da administração, a intensa exposição do grupo político ligado ao prefeito em eventos e ações públicas pode acabar criando uma estrutura de promoção permanente, justamente utilizando meios que deveriam servir exclusivamente à população.

    O Ministério Público já entrou em cena em situações anteriores envolvendo esse tipo de prática, e novas denúncias e apurações mantêm o assunto em evidência. A pergunta que fica é direta: até quando a estrutura paga com o dinheiro do contribuinte continuará sendo confundida com instrumento de promoção política de uma família? Campo Maior precisa de comunicação pública, não de propaganda disfarçada de informação oficial.

domingo, 16 de agosto de 2026

PATRIMÔNIO DOS “PATRIOTAS” DISPARA — E FICA A PERGUNTA: COMO?



Uma lista que circula nas redes sociais chama atenção para a evolução do patrimônio declarado por políticos ligados ao campo bolsonarista entre eleições anteriores e 2026.

Os números impressionam. Sóstenes Cavalcante aparece com patrimônio declarado de cerca de R$ 4,9 mil para R$ 600 mil, uma variação superior a 12 mil por cento. Nikolas Ferreira teria passado de R$ 36,8 mil para R$ 3,9 milhões. Gustavo Gayer, de R$ 43 mil para mais de R$ 908 mil. Carlos Jordy aparece com crescimento de mais de 800%, enquanto Gilvan da Federal teria aumentado seu patrimônio em aproximadamente 741%.

Na lista também aparecem Flávio Bolsonaro, com crescimento de 370%, Jair Renan Bolsonaro, com 345%, e outros nomes do mesmo campo político.

É importante deixar claro: declaração de patrimônio, por si só, não significa irregularidade ou crime. Os valores são informados pelos próprios candidatos à Justiça Eleitoral, e podem decorrer de salários, investimentos, empresas, imóveis, heranças, valorização de ativos ou outras fontes legais. O TSE disponibiliza essas informações justamente para permitir que a sociedade acompanhe a evolução patrimonial dos candidatos.

Você acredita?

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Geraldo Paz: a direita de Campo Maior e a defesa de Joãozinho Félix



    Quem representa a direita em Campo Maior? A pergunta ganha novos contornos quando se observa a trajetória do vereador Geraldo Paz, uma das lideranças políticas mais experientes do município. Ligado ao campo da centro-direita e com influência na estrutura partidária do PL local, Geraldo ocupa hoje um espaço político que merece ser analisado com atenção.
    O ponto que chama atenção, entretanto, é sua forte e praticamente incondicional ligação política com o prefeito Joãozinho Félix. Geraldo Paz tem sido um dos defensores mais firmes da administração municipal, adotando uma postura de sustentação do governo na Câmara. E isso levanta uma questão legítima: até onde vai a identidade ideológica e onde começa a fidelidade ao grupo político que controla a Prefeitura?
    Não há nada de errado em um vereador apoiar o prefeito. O problema surge quando a defesa política se sobrepõe ao papel constitucional de fiscalizar o Executivo. Vereador não foi eleito apenas para elogiar ou defender o prefeito; foi escolhido também para cobrar, questionar e representar os interesses da população.
    Por isso, o caso Geraldo Paz é emblemático para entender a direita campomaiorense. É uma direita independente, com projeto próprio, ou uma direita integrada ao grupo político de Joãozinho Félix? A resposta não está apenas no partido ao qual o vereador está ligado, mas principalmente em sua atuação política, seus votos, seus discursos e na relação que mantém com o poder municipal.
    No fim, a questão que fica para o eleitor é simples: Geraldo Paz representa uma direita com autonomia para fiscalizar o prefeito ou uma direita cuja principal missão é defender o prefeito? Essa diferença pode parecer pequena, mas, em política, ela diz muito sobre quem realmente representa o eleitor.




Sindserm de Campo Maior — sindicato ou sala de espera do poder?

Bernadete Silva Presid SINDSERM

Em Campo Maior, uma pergunta incômoda começa a se impor: quem está sendo verdadeiramente defendido pelo Sindserm? Os servidores ou os interesses do poder de plantão?

Sindicato que se preza não pode viver de afagos ao prefeito. Sua função é cobrar, fiscalizar e enfrentar o Executivo quando os direitos dos trabalhadores estiverem em jogo. Quando o silêncio aparece justamente nos momentos em que a categoria espera uma voz firme, a sociedade tem todo o direito de perguntar: onde está a independência sindical?

E é nesse contexto que a atuação da presidente do Sindserm, professora Bernadete Silva, merece ser colocada sob escrutínio público. Não estamos afirmando que exista submissão ao prefeito João Félix. Estamos perguntando se a postura adotada pela direção sindical não transmite aos servidores a incômoda sensação de proximidade excessiva com o Palácio da Prefeitura.

Porque sindicato não pode ser governo paralelo, muito menos extensão do governo. Sindicato que perde a capacidade de contrariar o prefeito perde também parte da razão de existir. A entidade sindical precisa ter coragem para elogiar quando a gestão acerta, mas, sobretudo, para cobrar quando a administração erra.

A pergunta que fica para a presidente Bernadete Silva é direta: se amanhã o servidor precisar enfrentar a Prefeitura para defender um direito legítimo, o Sindserm estará ao lado do trabalhador, ainda que isso signifique confrontar o prefeito João Félix? Essa resposta não precisa vir apenas em discurso. Deve aparecer nas ações.

Porque, em democracia, proximidade com o poder não é crime. Dependência, se comprovada, seria incompatível com a missão sindical. E quando a independência de uma entidade começa a ser questionada pelos próprios representados, não cabe silêncio: cabe transparência. O servidor merece saber se tem um sindicato disposto a enfrentar o poder — ou apenas uma entidade disposta a conversar com ele.


 

domingo, 2 de agosto de 2026

Cultura do campo, amizade e valorização das raízes marcam encontro na Fazenda Jenipapo

Humberto Filho

A tradição do homem do campo voltou a ganhar destaque em um vídeo publicado nas redes sociais, registrando uma animada pega do boi realizada na Fazenda Jenipapo, propriedade do agropecuarista Humberto Filho, conforme informado pelos organizadores do encontro.

As imagens mostram homens, mulheres, jovens e crianças, reunidos em um ambiente de confraternização, compartilhando um café tradicional antes de seguir para a atividade. Na mesa, alimentos típicos da culinária nordestina, como o cuscuz, reforçam a identidade cultural do campo e a hospitalidade característica do povo piauiense.

O vídeo acompanha momentos da pega do boi, prática tradicional que reúne vaqueiros e admiradores da cultura rural. Mais do que uma demonstração de habilidade e coragem, a atividade representa um patrimônio cultural transmitido entre gerações, preservando costumes que fazem parte da história do interior do Piauí.

O cenário da Fazenda Jenipapo evidencia a força da pecuária e das tradições sertanejas, onde o trabalho no campo convive com momentos de integração entre famílias, amigos e apaixonados pela vida rural.

Em uma época marcada pela rapidez das redes sociais, registros como esse mostram que as verdadeiras riquezas do interior continuam sendo a simplicidade, a amizade e o respeito às tradições. A pega do boi, o café compartilhado e a convivência entre os participantes revelam valores que permanecem vivos e fortalecem a identidade cultural da região.

Mais do que um simples registro, o vídeo representa um convite para que as novas gerações conheçam e valorizem manifestações que fazem parte da memória e da história do povo sertanejo.

O Blog do Professor Jorge Câmara parabeniza todos ao agropecuarista Humberto Filho pela preservação dessas tradições, reconhecendo que eventos como esse ajudam a manter viva a cultura do campo e o orgulho das raízes piauienses.

sábado, 1 de agosto de 2026

BRASIL TEM A PRIMEIRA MULHER TRANS A ASSUMIR O CARGO DE PROMOTORA

Fabi Diniz, a primeira promotora trans do Brasil
O Amazonas parte na frente

Um momento considerado histórico para o sistema de Justiça brasileiro. O Ministério Público do Estado do Amazonas empossou a advogada e professora Fabi Diniz de Queiroz Pilate como promotora de Justiça substituta. Com a posse, ela passa a ser a primeira mulher trans a ocupar o cargo de promotora de Justiça no Brasil.

A cerimônia aconteceu em Manaus e reuniu autoridades, representantes do Ministério Público, familiares e convidados. Fabi é natural de Paranaíba, em Mato Grosso do Sul, formou-se em Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e construiu uma trajetória de quase dez anos de atuação ligada ao Ministério Público, entre estágios e assessoria jurídica, até conquistar a aprovação em concurso público.

Para o Ministério Público do Amazonas, a posse representa um marco de inclusão e diversidade, ampliando a presença de grupos historicamente sub-representados em cargos de destaque na administração pública. Além do simbolismo, Fabi e os demais promotores empossados reforçarão a atuação da instituição em diferentes comarcas do estado, trabalhando na defesa da ordem jurídica, dos direitos da sociedade e da democracia.

A conquista também reacende o debate sobre igualdade de oportunidades e demonstra que o acesso aos cargos públicos deve ser definido pela capacidade, pelo mérito e pela aprovação em concurso, princípios fundamentais do serviço público brasileiro.

segunda-feira, 6 de julho de 2026

QUEM DIRIA? O ANTIGO CULPADO AGORA VIROU COMPANHEIRO!

Foto da falta de caráter
Imagem by Campo Maior em Foco

Campo Maior acaba de assistir a uma daquelas cenas que mostram como a política pode dar voltas surpreendentes. João Félix e Professor Ribinha passaram anos em campos opostos, trocaram críticas duras em campanhas eleitorais e protagonizaram disputas acirradas pelo comando da cidade. Em 2020, Ribinha foi derrotado nas urnas após uma gestão marcada por conflitos internos e questionamentos administrativos. Agora, os dois aparecem lado a lado, em uma aproximação que chama a atenção de aliados, adversários e, principalmente, do eleitor.

O mais curioso é que João Félix construiu grande parte de sua trajetória política criticando o PT e as administrações petistas em Campo Maior, frequentemente atribuindo a elas problemas enfrentados pelo município. A nova aliança muda o discurso e revela que, na política, antigos adversários podem se tornar parceiros quando os interesses convergem.

Mais do que uma fotografia de ocasião, esse movimento já é interpretado por muitos como parte das articulações para as eleições futuras. E fica a reflexão: em Campo Maior, as disputas parecem mudar de endereço, mas o jogo político continua sempre em movimento. Ao eleitor, cabe observar, comparar discursos e tirar suas próprias conclusões sobre o que realmente mudou — e o que continua exatamente igual.


BR-343: A RODOVIA QUE DIVIDE CAMPO MAIOR E COLOCA VIDAS EM RISCO

Acidente que marcou a 100ª morte em rodovias federais no Piauí

    Campo Maior cresceu, mas a BR-343 continua sendo uma barreira perigosa que separa a cidade em duas partes. Todos os dias, milhares de pessoas atravessam essa rodovia para trabalhar, estudar, fazer compras, buscar atendimento de saúde ou resolver questões em órgãos públicos. Cada travessia representa um risco que já se tornou parte da rotina da população.

    É inadmissível que um trecho urbano com fluxo tão intenso de veículos e pedestres ainda não disponha de uma estrutura mínima de segurança. A instalação de semáforos em pontos estratégicos, faixas de travessia adequadas e outras medidas de engenharia de trânsito são providências que merecem ser analisadas com urgência pelos órgãos competentes. Esperar que novas tragédias aconteçam para agir é uma postura que a sociedade não pode aceitar.

    Também é legítimo cobrar uma atuação mais firme das autoridades e dos representantes políticos na defesa desse interesse coletivo. Cabe aos gestores públicos, parlamentares e demais instituições competentes dialogar com os órgãos responsáveis pela rodovia e buscar soluções concretas. A população espera iniciativas efetivas, e não apenas manifestações de pesar após cada acidente.

    Até quando Campo Maior continuará convivendo com essa insegurança? Quantas vidas ainda serão perdidas ou marcadas por sequelas permanentes antes que medidas eficazes sejam adotadas? A BR-343 não pode continuar sendo uma fronteira de medo. Proteger quem atravessa essa rodovia diariamente é uma obrigação do poder público e um compromisso que precisa sair do discurso e se transformar em ação.

terça-feira, 30 de junho de 2026

Projeto Mente em Foco leva atendimento a crianças em Campo Maior


O projeto Mente em Foco inicia atividades em Campo Maior com foco em crianças de 3 a 10 anos com comportamentos atípicos relacionados ao desenvolvimento.

A iniciativa exige cadastro no CadÚnico e oferece avaliação inicial por equipe multidisciplinar especializada.

Após triagem, os casos que atendem aos critérios são encaminhados para avaliação com neuropediatra, responsável pelo diagnóstico final.

O projeto não realiza renovação de laudos nem ajustes de medicação, atuando exclusivamente na triagem inicial e encaminhamento.

A ação conta com apoio institucional do deputado Franzé Silva, que tem atuação voltada à pauta da inclusão e do neurodesenvolvimento infantil.

O diagnóstico precoce transforma vidas. Iniciativas como essa não resolvem tudo, mas abrem portas importantes para famílias que muitas vezes não sabem por onde começar. Cuidar da infância é investir no futuro.

segunda-feira, 29 de junho de 2026

R$ 4,5 milhões em shows: valor poderia financiar milhares de benefícios sociais em Campo Maior

Prefeito João Félix
Crédito: redes sociais (IA)

Levantamento realizado a partir de contratos disponíveis no Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI) aponta que a Prefeitura de Campo Maior destinou aproximadamente R$ 4,56 milhões para a contratação de atrações musicais entre 2025 e 2026. Os contratos foram realizados por meio de inexigibilidade de licitação, modalidade prevista em lei para a contratação de artistas.

O valor chama atenção quando comparado a programas de assistência social. Com os mesmos recursos, seria possível conceder um benefício de R$ 600 para cerca de 7.600 famílias durante um mês ou distribuir aproximadamente 18.240 cestas básicas de R$ 250 para famílias em situação de vulnerabilidade.

Por outro lado, especialistas destacam que eventos públicos também movimentam a economia local, beneficiando comerciantes, ambulantes, hotéis e restaurantes, além de gerar empregos temporários e incentivar o setor cultural.

Ainda assim, a comparação reacende o debate sobre as prioridades na aplicação dos recursos públicos, especialmente em municípios que ainda enfrentam desafios nas áreas de saúde, assistência social e infraestrutura.


domingo, 28 de junho de 2026

MPF investiga possível propaganda antecipada em festas patrocinadas por prefeituras, Campo Maior é alvo

Acima da Lei
Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria Regional Eleitoral no Piauí, instaurou procedimento para investigar possíveis casos de abuso de poder político e propaganda eleitoral antecipada durante os festejos realizados nos municípios de Campo Maior e Oeiras, em ano pré-eleitoral. 

Segundo a reportagem, o objetivo da investigação é verificar se a estrutura administrativa e os recursos públicos estariam sendo utilizados para favorecer pré-candidaturas, partidos ou grupos políticos por meio de eventos custeados pelo poder público.

O procurador regional eleitoral do Piauí, Kelston Lages, destacou que a legislação não impede a continuidade das ações administrativas e da realização de eventos públicos, mas estabelece limites rigorosos para evitar o uso da máquina pública em benefício eleitoral. De acordo com ele, a atuação dos gestores deve respeitar o princípio da igualdade de oportunidades entre os futuros candidatos.

A legislação elMPF investiga possível propaganda antecipada em festas patrocinadas por prefeituras UFCl brasileira proíbe a utilização de bens, serviços e estruturas públicas para promoção pessoal de agentes políticos ou para influenciar o eleitorado antes do período oficial de campanha. A jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral prevê punições nos casos em que fique caracterizado abuso de poder político, promoção pessoal irregular ou propaganda eleitoral antecipada.

Até o momento, a investigação possui caráter preliminar e não representa reconhecimento de irregularidades ou responsabilização de quaisquer gestores ou agentes públicos. Eventuais conclusões dependerão da análise das provas e do devido processo legal pelos órgãos competentes.

quarta-feira, 10 de junho de 2026

Rapidinha do Professor Jorge Câmara

Olá!!!

Resolvi retomar as postagens no Blog do Professor Jorge Câmara. Conciliar a jornada em sala de aula, a apresentação de um jornal diário e a atualização de um blog não é tarefa leve para um senhor de 64 anos.

A atividade docente exige muito do professor: planejamento, preparação de aulas, cumprimento de demandas burocráticas e estudos constantes. Tudo isso consome tempo e energia, deixando-nos, muitas vezes, exaustos e desafiando nossa saúde mental.

O Jornal da 100, que apresento diariamente às 12h20 na Rádio 100, requer atenção redobrada. A audiência crescente torna essa missão ainda mais delicada, pois informar bem exige foco, responsabilidade e muito critério na escolha das pautas que chegam ao conhecimento do público.

O Blog do Professor Jorge Câmara é meu xodó, meu espaço de reflexão, deleite e diversão. Nele, abordo temas que considero relevantes para a sociedade e que também despertam meu interesse pessoal. Por isso, mantê-lo atualizado exige dedicação, atenção e tempo.

Aproveito este retorno para inaugurar uma nova coluna no blog. Nela, analisaremos notícias que circulam em diferentes plataformas digitais. Após a devida verificação dos fatos, apresentaremos uma análise crítica das informações, contribuindo para uma compreensão mais clara e responsável dos acontecimentos.

Agradeço a todas as pessoas que visitam diariamente o Blog do Professor Jorge Câmara, sempre em busca de informação de qualidade, reflexão e do nosso ponto de vista sobre os assuntos que impactam a sociedade.

Sejam todos muito bem-vindos e bem-vindas!


RAPIDINHAS COM O 

PROFESSOR JORGE CÂMARA

Quarta-feira, 10 de junho de 2026

🔹 1ª Rapidinha – Educação na mira do MPF

🚨 O Ministério Público Federal em Alagoas abriu investigação para apurar o possível uso de recursos da educação no pagamento de agrotóxicos, peças de tratores e até na reforma de uma arena de vaquejada. As prefeituras investigadas são as de Campo Grande e Olho D’Água Grande, administradas por integrantes da mesma família. O caso segue sob apuração.


🔹 2ª Rapidinha – Tragédia na vaquejada

🐎 O vaqueiro Francisco Eudazio Lira Soares, o Dadá Guedes, de 30 anos, foi assassinado horas após conquistar o título de campeão em uma vaquejada realizada em Quixeramobim, no Ceará. Segundo familiares, o crime teria sido motivado por uma discussão sobre a divisão do prêmio em dinheiro. O suspeito fugiu e está sendo procurado pela polícia.


🔹 3ª Rapidinha – TCE multa prefeito por autopromoção

⚖️ O Tribunal de Contas do Estado do Piauí condenou o prefeito de Parnaíba, Francisco Emanuel Cunha de Brito, aplicando multa por autopromoção em divulgação de evento público. O órgão entendeu que houve uso inadequado da publicidade institucional para promoção pessoal do gestor.


🔹 4ª Rapidinha – Municípios perdem recursos da educação

📚 O Ministério Público do Piauí está cobrando explicações de 60 municípios que deixaram de receber recursos extras da educação em 2026. A perda ocorreu devido ao não cumprimento de critérios exigidos pelo Fundeb, como metas de gestão e participação em avaliações educacionais.


🔹 5ª Rapidinha – MP quer frear “policiais influencers”

📱 O Ministério Público do Estado do Piauí recomendou que a Polícia Civil regulamente a exposição de operações policiais nas redes sociais. A proposta busca impedir a divulgação de presos e investigados, além de conteúdos promocionais ou monetizados envolvendo ações policiais. O objetivo é preservar investigações e evitar a promoção pessoal de agentes públicos.

🎙️ Rapidinhas com o Professor Jorge Câmara: informação rápida, objetiva e com credibilidade para você ficar bem informado.

segunda-feira, 23 de março de 2026

Avanço histórico: lei fortalece povos de matrizes africanas e marca vitória contra a intolerância religiosa



          Em um cenário ainda marcado por preconceitos e desafios históricos, uma importante conquista traz esperança e reafirma a força da resistência cultural no Brasil. A AMPMA Brasil manifestou publicamente seu agradecimento pela aprovação de um projeto de lei voltado à valorização e proteção das comunidades tradicionais de matrizes africanas.
       A iniciativa, considerada um marco para os povos de terreiro, representa mais do que um avanço jurídico: simboliza o reconhecimento de uma luta ancestral, construída ao longo de gerações que resistiram à marginalização, à invisibilidade e à intolerância religiosa.
        Segundo a articulação, a caminhada dessas comunidades sempre foi permeada por desafios, ataques e discriminações. Ainda assim, a fé, a ancestralidade e a resistência têm sido pilares fundamentais na manutenção de suas tradições e identidades culturais. Nesse contexto, cada conquista legal ganha um significado coletivo profundo, funcionando como um passo firme rumo a uma sociedade mais justa e respeitosa.
       O projeto aprovado demonstra sensibilidade política e compromisso com a diversidade cultural brasileira. Ao reconhecer e valorizar as práticas, saberes e territórios dos povos de matrizes africanas, a legislação contribui para combater o racismo religioso — uma realidade ainda presente em diversas regiões do país.
          A AMPMA Brasil reforça que ações como essa não apenas garantem direitos, mas também fortalecem a autoestima e a dignidade de milhares de pessoas que mantêm viva uma herança cultural essencial para a formação do Brasil.
          Mais do que um gesto institucional, a aprovação da lei é um recado claro: não há espaço para intolerância em uma sociedade que se pretende democrática. E, enquanto houver resistência, haverá também avanço.
          A luta continua — agora mais fortalecida, com a certeza de que dias melhores são construídos com coragem, compromisso e respeito às raízes do povo brasileiro.

quinta-feira, 12 de março de 2026

Câmara sob influência? Promessa de sucessão e suposta subserviência política acendem alerta em Campo Maior

Wellington Sena - nada de fiscalizar o amigo prefeito
Foto: Redes Sociais

A transparência na administração pública não é favor, é obrigação. Quando um cidadão solicita documentos como balancetes da Câmara Municipal ou da Prefeitura, a autoridade pública tem o dever de apresentar essas informações dentro do prazo estabelecido pela Lei de Acesso à Informação, que garante até 20 dias para resposta, podendo chegar a 30 em casos justificados.

O dinheiro administrado pelo poder público pertence à população. Por isso, qualquer tentativa de dificultar o acesso a informações públicas fere o princípio da transparência previsto na Constituição Federal de 1988 e enfraquece o papel fiscalizador do Poder Legislativo.

Nesse cenário, chama atenção a postura do vereador Wellington Sena. Em vez de exercer com independência o seu papel de fiscalizador, o parlamentar tem sido apontado por setores da sociedade como alguém que estaria a serviço do prefeito Joãozinho Félix, deixando de atuar como parceiro da população para assumir uma posição de subserviência política.

Comentários de bastidores indicam ainda que o prefeito teria prometido ao presidente da Câmara apoio para que ele seja seu sucessor na eleição de 2028. Se confirmada, essa articulação política levanta preocupações sobre a autonomia do Legislativo e sobre o futuro administrativo do município.

Quando a fiscalização enfraquece e os interesses políticos se sobrepõem ao interesse público, quem corre o risco é a população. Campo Maior precisa de transparência, independência entre os poderes e compromisso real com o bem coletivo. Só assim o município evita entrar em uma situação administrativa ainda mais crítica.


terça-feira, 10 de março de 2026

Vergonha pública: prefeitura ignora estrada que leva à Penitenciária de Campo Maior

Importante via de acesso intrafegável
Foto: 

A situação da estrada que dá acesso à Penitenciária Regional de Campo Maior tem causado revolta entre motoristas e moradores da região. Como mostram as imagens, o trecho está tomado por lama e grandes poças d’água, tornando a passagem praticamente intrafegável, principalmente após as chuvas. Quem precisa trafegar pelo local enfrenta riscos, atrasos e muita dificuldade para chegar ao destino.

O problema se agrava porque essa não é uma estrada qualquer. A via garante acesso direto à Penitenciária Regional de Campo Maior, à unidade da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e também a diversas propriedades rurais da região. Diariamente, produtores, trabalhadores, servidores e veículos de serviço utilizam o trecho, o que torna ainda mais grave o abandono da via.

Apesar da importância da estrada e do intenso fluxo de veículos, a prefeitura parece fazer de conta que o problema não é de sua responsabilidade. Enquanto o poder público ignora a situação, quem sofre é a população que precisa enfrentar buracos, lama e atoleiros para conseguir passar pelo local.

Moradores e usuários da estrada cobram uma solução urgente. A recuperação do trecho é uma necessidade básica para garantir segurança e mobilidade. O que se espera é que a prefeitura deixe a indiferença de lado e tome providências antes que a situação piore ainda mais

quinta-feira, 5 de março de 2026

MP ACIONA PREFEITURA DE SIGEFREDO PACHECO POR FALTA DE TRANSPARÊNCIA EM QUASE R$ 4,7 MILHÕES

Prefeito Murilo Bandeira
Foto: Arquivo Revista Veja

A gestão do prefeito Murilo Bandeira (PT), em Sigefredo Pacheco, agora está sob o peso de uma ação civil pública que pode abrir uma verdadeira caixa-preta. O promotor Maurício Gomes de Souza ingressou com pedido de liminar contra o município, exigindo que a prefeitura crie imediatamente, no Portal da Transparência, uma área específica para detalhar cada centavo oriundo de emendas parlamentares.

A ação foi protocolada no último dia 24 de fevereiro, na 2ª Vara da Comarca de Campo Maior, e mira diretamente a falta de clareza na divulgação de recursos públicos. Segundo o Ministério Público do Estado do Piauí, o município recebeu 11 emendas parlamentares em apenas dois anos, totalizando R$ 4.698.790,00. O valor é robusto: R$ 2.100.000,00 referentes a seis emendas de 2024 e mais R$ 2.598.790,00 destinados ao ano de 2025.

O problema? Não há informações claras sobre onde e como esse dinheiro foi aplicado. Para o Ministério Público, a ausência de detalhamento fere o princípio da transparência e impede que a população exerça o controle social — direito básico em qualquer democracia.

Quando quase cinco milhões de reais circulam sem vitrine pública adequada, a pergunta ecoa nas ruas: onde está o dinheiro das emendas? A liminar pedida pelo MP pode obrigar a prefeitura a abrir os números. E, se abrir, a população finalmente poderá saber se os recursos chegaram onde realmente deveriam chegar — na melhoria da vida do povo.

domingo, 1 de março de 2026

BOMBA EM CAMPO MAIOR: TCE BLOQUEIA CONTAS DA PREFEITURA POR FALTA DE PRESTAÇÃO DE CONTAS


Campo Maior amanheceu sob clima de choque após o Tribunal de Contas do Estado do Piauí determinar o bloqueio imediato das contas da Prefeitura, por graves irregularidades na prestação de contas do exercício de 2025. A decisão monocrática atinge diretamente a gestão do prefeito João Félix de Andrade Filho e expõe uma situação alarmante. 
Segundo o TCE, a administração municipal deixou de enviar documentos, informações e relatórios obrigatórios, impedindo a fiscalização dos gastos públicos. A omissão fere princípios básicos da transparência, levanta suspeitas e coloca em risco o correto uso do dinheiro do povo. Diante da gravidade, o conselheiro relator Abelardo Pio Vilanova e Silva determinou o bloqueio total das movimentações financeiras do município, como forma de proteger o erário e evitar possíveis danos irreparáveis aos cofres públicos. 
A população agora cobra respostas urgentes. Serviços podem ser afetados, pagamentos suspensos e obras paralisadas, enquanto cresce a indignação popular diante de mais um escândalo administrativo que mancha a imagem da gestão municipal.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

EMPRÉSTIMO MILIONÁRIO, CONTAS REPROVADAS E SUSPEITAS ELEITORAIS: CAMPO MAIOR À BEIRA DE UM ESCÂNDALO

Quando a política aperta, surge o empréstimo. E quem paga é o povo

A Câmara Municipal de Campo Maior vive um momento explosivo com a tramitação de dois projetos de lei que autorizam a Prefeitura a contrair mais de R$ 17 milhões em empréstimos. Em meio a um cenário de desconfiança, revolta popular e ausência total de transparência, cresce o temor de que esse endividamento não tenha apenas finalidade administrativa, mas interesses políticos ocultos, especialmente diante da proximidade das eleições.

A atual gestão do prefeito João Félix está sob investigação do Ministério Público do Piauí, além de acumular um histórico alarmante: as contas dos anos de 2022, 2023 e 2024 foram desaprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado. Outras apurações seguem em curso, lançando ainda mais sombras sobre a lisura da administração. Mesmo assim, o prefeito insiste em pedir um volume gigantesco de recursos, sem apresentar planejamento detalhado, estudos técnicos ou garantias claras de aplicação responsável.

Nos bastidores políticos, cresce a suspeita de que o empréstimo possa estar sendo articulado para viabilizar uma campanha eleitoral milionária e desesperada, com o objetivo de impulsionar a candidatura do filho do prefeito a deputado estadual. Embora ainda não haja comprovação formal, o contexto levanta questionamentos graves e inevitáveis: por que tamanha pressa? Por que tanto dinheiro em um momento de instabilidade fiscal? E por que justamente às vésperas do calendário eleitoral?

O risco é imenso: endividar Campo Maior por décadas, empurrando para as próximas gerações uma conta impagável, enquanto interesses eleitorais imediatos podem estar sendo priorizados. Diante desse cenário, cresce a expectativa por uma postura firme dos vereadores de oposição — Hamilton Segundo, Devan Eugênio, Jacinta Bandeira Hagá, Conceição Lima e Zacarias — para barrar esse possível desmando. O momento exige coragem, responsabilidade e compromisso com o povo, para impedir que o município seja transformado em moeda de troca política.