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terça-feira, 15 de julho de 2025

Gravado às Escondidas por Aluna, Professor é Vingado pela Justiça: Liberdade em Sala de Aula Está Viva!


    Em uma decisão considerada histórica, a Quinta Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de Santa Catarina anulou o processo administrativo que afastou um professor de História da rede pública após uma gravação feita sem sua autorização por uma aluna dentro da sala de aula.
    O relator do caso foi enfático: “Sala de aula não é campo para uma polícia ideológica”. A Justiça entendeu que a gravação foi realizada de forma clandestina, sem fins pedagógicos e, portanto, sem validade legal — nem mesmo para fins administrativos.
      A decisão reforça a proteção à liberdade de cátedra, princípio constitucional que garante ao professor autonomia no exercício de seu magistério. “O professor não é réu. É educador em pleno exercício da função”, destacou o Tribunal.
    Nos últimos anos, cresceu o número de casos em que docentes são filmados de maneira sorrateira, têm suas falas descontextualizadas e expostas nas redes sociais, sofrendo linchamentos morais. A prática fere a dignidade da profissão e ameaça o ambiente de ensino.
     Discordar faz parte do aprendizado. Armar emboscadas digitais, não. Esta vitória reafirma: sala de aula é espaço de respeito — não de vigilância.


quarta-feira, 9 de setembro de 2015

"E agora, José?"

     
Um dos maiores embates entre professores e alunos é, sem dúvidas, o uso exagerado e indiscriminado do aparelho celular em sala de aula. Há casos em que se torna impraticável a aula. Repreender é algo tão rotineiro e ineficaz que muitos professores até se deram por vencidos.

      Agora, tramitando na Assembleia Legislativa do Piauí, Projeto de Lei que visa a regulamentação desse fascinante e endemoniado equipamento que se tornou quase como um membro do nosso corpo.

     Compreenda a proposta e discuta com amigos, educadores, gestores escolares como se pode acompanhar os avanços tecnológicos em perder o conteúdo humano...

terça-feira, 23 de junho de 2015

Uso excessivo do celular provoca dores de cabeça e problemas no pescoço



Uso excessivo de smartphones pode causar problemas graves na coluna e no pescoçoO celular é quase um companheiro inseparável, visto por muitos como um bem essencial no dia a dia - mas o que muitas pessoas não sabem é que o uso excessivo deles pode causar danos ao corpo humano.
Se você sente constantes dores de cabeça, um couro cabeludo extremamente sensível ou um incômodo atrás de um olho, a culpa pode estar no uso indevido do smartphone.
Especialistas dizem que são cada vez mais comuns os casos de "text neck" - "pescoço de texto" em tradução livre -, dores na cabeça ligadas a tensões na nuca e no pescoço causadas pelo tempo inclinado em uma posição indevida para visualizar a tela do celular.
Confira a matéria na íntegra em:

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Como usar a nova versão do WhatsApp no computador com o Google

Após muita antecipação, rezas e súplicas, o WhatsApp finalmente lançou sua versão para computador. Agora, será possível enviar e receber mensagens mesmo quando você estiver distante do seu celular.

Porém, como nem tudo são flores, a novidade chegou com algumas limitações. Por ora, apenas o Google Chrome suporta o aplicativo e, por indisponibilidade técnica, sua versão para iOS não é compatível. Mas, se você possui um celular com Android, BlackBerry ou Windows Phone, sorria!
 
No vídeo ao lado e no tutorial abaixo, veja o passo a passo para fazer tudo funcionar perfeitamente. Infelizmente, o recurso não está disponível para o iPhone. Veja funções, recursos de conversa pessoal ou em grupo e anexo de mídias no aplicativo.
Passo 1. Certifique-se de que o seu telefone e o computador estão conectados à mesma rede Wi-Fi e que você possui a última versão do WhatsApp Messenger instalada no telefone (certifique-se, aqui).
 
Feito isso abra o Google Chrome em seu computador e acesse o site web.whatsapp.com;
Android
 
Passo 2. No celular, abra o WhatsApp e selecione o menu no canto superior direito da tela. Em seguida, escolha “WhatsApp Web” e faça a leitura do código QR que é exibido na tela do computador;

Windows Phone
Passo 3. Abra o WhatsApp e selecione o botão “…”, no canto inferior direito da tela. Em seguida, escolha “whatsapp web” e faça a leitura do código QR que aparece na tela do seu computador;

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Aluno processa professor por celular retirado em sala de aula e perde ação

A polêmica do uso de celular em sala de aula chegou nos tribunais depois que um aluno processou o seu professor por ter tomado o aparelho no meio de uma aula. O episódio aconteceu no Recife, na cidade de Santa Rita, e teve a decisão do juiz Elieser Siqueira de Souza Junior a favor do docente que aproveitou a sentença para criticar as novelas, reality-shows e a ostentação, considerados pelo magistrado como contra educação.

“Julgar procedente esta demanda é desferir uma bofetada na reserva moral e educacional deste país, privilegiando a alienação e a contra educação, as novelas, os ‘realitys shows’, a ostentação, o ‘bullying‘ intelectivo, o ócio improdutivo, enfim, toda a massa intelectivamente improdutiva que vem assolando os lares do país, fazendo às vezes de educadores, ensinando falsos valores e implodindo a educação brasileira”, afirmou o juiz.
 
A ação foi movida pelo aluno Thiago Anderson Souza, representado por sua mãe Silenilma Eunide Reis, que, segundo consta nos autos do processo, passou por “sentimento de impotência, revolta, além de um enorme desgaste físico e emocional” após ter o celular retirado pelo professor Odilon Oliveira Neto. O estudante disse que apenas utilizava o aparelho para ver o horário. Porém, perante outras provas, o juiz não acreditou na versão de Thiago.
 
“Vemos que os elementos colhidos apontam para o fato de que o Autor não foi ‘ver a hora’. O mesmo admitiu que o celular se encontrava com os fones de ouvido plugados e que, no momento em que o professor tomou o referido aparelho, desconectou os fones e… começou a tocar música”.
 
Em depoimento, o professor e a coordenadora do colégio afirmaram que não foi a primeira vez que o aluno foi chamado a atenção para o uso do aparelho em sala de aula. O juiz apontou que, para além da proibição do colégio, existem normas do Conselho Municipal de Educação que proíbem o uso do celular em sala de aula, exceto para atividades pedagógicas.
 
“Pode-se até entender que o Discente desconheça a legislação municipal sobre os direitos e deveres dos alunos em sala de aula. O que não se pode admitir é que um aluno desobedeça, reiteradamente, a um comando ordinário de um professor, como no presente caso”, observa.
 
O juiz ainda aproveitou a execução para fazer uma análise sobre a educação do Brasil apontando que a mesma tornou-se uma espécie de “carma” para quem trabalha.
 
“No país que virou as costas para a Educação e que faz apologia ao hedonismo inconsequente, através de tantos expedientes alienantes, reverencio o verdadeiro herói nacional, que enfrenta todas as intempéries para exercer seu ‘múnus’ com altivez de caráter e senso sacerdotal: o Professor”, sentenciou.
Fonte: O Globo