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quarta-feira, 20 de novembro de 2019

HOJE É O DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA. E EU COM ISSO?

Mais um 20 de novembro para refletirmos sobre as condições sócio-políticas-culturais do negro no Brasil. Creio que ainda precisamos de uns dois séculos para curarmos em ferida purulenta que mancha a nossa sociedade. As questões de perseguição, humilhação, preconceito e desrespeito, creio, é um problema que nos afeta a todos.

Os indicadores sociais mostram, de forma cristalina, que muito precisa ser feito para combater tantas atrocidades contra os negros. Essa cultura que muitos mantém de desconhecer o nosso passado histórico, cultural e econômico, contribui para as tantas distorções sociais pelas quais passa o Brasil. São autoridades de todas as matizes que atualmente desenvolvem as mais diversas formas de preconceito contra os negros.

Convido você mais uma vez para ler comigo algumas matérias que podem esclarecer a nossa reflexão.




    

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Dobra o número de pessoas com faculdade sem emprego ou em trabalho precário

Foto Folha Express
“Até agora, meu curso de ensino superior não serviu para nada.” A frase é de Dager Lameck, 28, que concluiu engenharia de produção na UFF (Universidade Federal Fluminense), em 2018, e está desempregado.
A história do engenheiro recém-formado simboliza a situação de milhões de profissionais brasileiros qualificados que foram empurrados para situações precárias no mercado de trabalho nos últimos anos de crise econômica. 
“A gente pensa que se capacitou, realizou um sonho e que o próximo passo será conseguir um bom emprego. Mas esse passo, para mim, ainda não aconteceu”, afirma ele.


Segundo dados levantados pelo IBGE a pedido da Folha, a fatia da população com ensino superior completo que está desempregada, desalentada ou trabalhando menos horas do que gostaria saltou de 930 mil para quase 2,5 milhões entre o segundo trimestre de 2014 e o mesmo período deste ano. 
Continue lendo a matéria da Folha.uol clicando aqui.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Regina desafia: “Se a vida de empresário é dura, que tal trocar com o trabalhador?

Foto: Jefferson Rudy / Agência Senado
Acabar com a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) não foi suficiente.  Agora, para justificar uma provável nova proposta de “flexibilização” das leis trabalhistas, Jair Bolsonaro, em mais uma de suas frases de efeito, disse que “é difícil ser patrão no Brasil”. Revoltada, a senadora Regina Sousa (PT-PI) lançou um desafio a cada empresário ‘que sofre’ : “Quer trocar?”
Se ser empresário no Paísé difícil e se ninguém mais quer ser patrão, mesmo com os benefícios concedidos, imagine como é a vida do trabalhador, vítima, cada vez mais, do desemprego galopante, prosseguiu a senadora, em pronunciamento ao plenário nesta quarta-feira (05).
Regina lembrou que as dificuldades dos empresários, são compensadas com benesses como parcelamentos de dívidas via Refis “que perdoa 90% da multa, tira juros e divide a dívida em 20 anos”.
“Isso é que é vida dura”,reforçou, propondo a troca de funções por apenas um dia, para que então o empresário possa entender o que, de fato, é uma 'vida dura', concluiu.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Famílias campo-maiorenses poderão perder bolsa-família

Senadora Regina Sousa
Foto: Geraldo Magela - Agência Senado
A preocupação da Senadora Regina Sousa, quanto ao Brasil está retornando ao mapa da fome, parece já ser uma realidade em Campo Maior. Com uma economia ainda voltada para a agricultura familiar, aposentadorias e serviço público e um comércio praticamente familiar, os golpes dados pelo Governo Federal já mostram seus resultados, com o aumento de pessoas que procuram a caridade da população para, ao menos, terem condições de uma refeição diária. 

O desemprego esmagador provocado pelo esfriamento da renda, associado à redução dos recursos para o custeio dos programas sociais, já mostram seus primeiros sinais e, consequentemente, sendo o município a única unidade administrativa real, passa a ser um problema que incomoda muita gente.

A senadora petista Regina Sousa, em pronunciamento no Senado, lamentou  a situação de mais de dois milhões de pessoas que estão recebendo vencimentos inferiores ao salário mínimo. Segundo ela "muitos brasileiros estão aceitando trabalhar para ganhar qualquer coisa para não ficarem desempregados”. 

É uma realidade que não se pode desconsiderar. Os cortes, somente no PAA - Programa de Aquisição de Alimentos que adquire produtos da agricultura familiar, para creches, associações de moradores, dentre outras - atingem dezenas de famílias em Campo Maior e vários municípios do Território dos Carnaubais. 

“O mais sério é o corte no próprio programa Bolsa Família. Há 13 milhões de famílias hoje no Bolsa Família. No Orçamento do ano que vem só cabem 10 milhões. Isso significa que vão ter de tirar 3 milhões de famílias no ano que vem, daqui para 2018”, alertou a senadora. 

Esses corte atingirão centenas de famílias campo-maiorenses, que em muitos casos dependem exclusivamente desse benefício. 

Regina Sousa esteve em Montevidéu na última semana para participar do VIII Fórum da Frente Parlamentar Contra a Fome na América Latina e Caribe. Os 19 países que participaram do fórum se comprometeram a delimitar os cem territórios mais vulneráveis e, então, tentar, zerar a fome em cada um.

Em visita aos municípios de São Miguel da Baixa Grande, Prata e São Felix do Piauí no último sábado, 05, a senadora Regina Sousa (PT) destacou os cortes orçamentários do Governo Federal. "Filas nas portas das prefeituras podem voltar em 2018", alertou a senadora. A retirada de 3 milhões do Bolsa Família, o corte drástico no Programa de Aquisição de Alimentos e a retirada da faixa 1 do Minha Casa Minha Vida são os itens que mais afetam os mais pobres.

E não faltam números: redução de 95% do orçamento do programa de cisternas, 86% do programa de Educação no campo, 62% do programa de agricultura familiar, 73% do Pronaf, 79% do Crédito Fundiário e 70% do Programa da Mulher, para citar alguns.