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BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudanç...

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Aloísio Martins - Campanha toma corpo na reta final

DSC_1505O candidato a deputado estadual, Aluísio Martins, (PT), esteve nessa quinta-feira, 19, na cidade Boa Hora, na região de Campo Maior, e garantiu que, confirmada sua eleição para o parlamento estadual, irá apresentar projetos que garantam recursos para asfaltar as estradas que interligam as cidades da região.
“Já conversamos com o nosso candidato a governador Wellington Dias e apresentei a minha intenção de garantir o asfalto da estrada que liga Boa Hora a Piripiri, da que liga Campo Maior a Coivaras e Alto Longá e a reforma da que liga Boqueirão a BR-343”, disse Aluísio.
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O candidato esteve no município da rapadura, onde participou de um mini comício e também de uma carreata pelo centro da cidade e também para iniciar as atividades do Escritório Político.
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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Credibilidade/Campo Maior: Aluísio Martins e Assis Carvalho liderando

Reproduzimos aqui matéria do 180graus.com

TECNIQUIMICA
Galaxy



















O 180 e o Instituto Credibilidade divulgam no blog Pesquisa Eleitoral, os números com as intenções de voto para Deputado Federal e Deputado Estadual no município de Campo Maior.
Foram ouvidos 412 eleitores na zona Urbana e Rural da cidade, no período de 07 a 09 de setembro de 2014. O levantamento tem margem de erro de 4,80% para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral com o número PI-000132/2014.
DEPUTADO FEDERAL
Na consulta para deputado federal, também espontânea, 8,98% disseram votar em Assis Carvalho. Outros 7,77% dizem votar em Iracema Portela, 3,88% em Átila Lira, e outros 3,64% em Rejane Dias.
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DEPUTADO ESTADUAL
Na pesquisa espontânea para deputado estadual, Aluísio Martins aparece com 17,72%, Antônio Félix, candidato à reeleição, aparece com 14,56% das intenções de voto, seguido por Wilson Brandão com 7,52%, Áurea Régia com 2,43%, Zé Santana com 2,18% e Juliana Moraes Souza com 1,70%.
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Publicado Por: Fábio Carvalho

Ibope: ótimo para Dilma, bom para Aécio e péssimo para Marina

Eduardo Guimarães

EDUARDO GUIMARÃES
Os eleitores de Dilma e Aécio podem comemorar, mas recomendo aos de Marina que fiquem bem preocupados. A coisa começa a ficar feia para o lado dela
Às 19 horas e 25 minutos este vosso humilde servo antecipou pelo Twitter e pelo Facebook o que ocorreria na pesquisa Ibope sobre a sucessão presidencial que seria divulgada pelo Jornal Nacional uma hora depois.
Apesar da informação privilegiada, eu já intuía.
Seja como for, não vamos complicar muito a história repisando, aqui, gráficos e números que estão aí em todos os grandes portais para todo mundo ver.
O fato é um só: Dilma se mantém no segundo turno (40%), com queda dentro da boa e velha margem de erro do “Globope” (2%). Marina e a sua margem de erro – ou, como alguns preferem, de “acerto” – ficou estagnada (43%)
No primeiro turno, Aécio e sua margem de erro crescem quatro pontos (19%), Marina e a margem de erro dela perdem 1 ponto (30%) e Dilma e a sua margem de erro caem 3 pontos (36%).
O que vale a esta altura, porém, é o que acontece com a principal adversária de Dilma, ao menos no momento. Para ela, não está nada bom. A vitimização e a capa da Veja não a ajudaram. Muito pelo contrário. E não só parou, já está caindo.
Para Aécio, boa notícia. Ele e sua margem de erro cresceram até bem. E de verdade. Não está mais morto, mas está longe de estar saudável.
Para Dilma, melhor impossível. Há cerca de dez dias, estava até 10 pontos atrás de Marina; hoje, ela, Marina e a margem de erro de ambas estão tecnicamente empatadas. Dilma está se solidificando.
Quanto à margem de erro, não vou nem dizer mais nada. Todos sabemos do que é feita.
Os eleitores de Dilma e Aécio podem comemorar, mas recomendo aos de Marina que fiquem bem preocupados. A coisa começa a ficar feia para o lado dela.

Dano à imagem do Itaú pode custar mais que a multa

O casamento entre Marina Silva e Neca Setubal, herdeira do Itaú e coordenadora do programa de governo da candidata do PSB, já causa danos à imagem do banco; na internet e nas redes sociais, a instituição financeira é alvo de uma série de "memes", que questionam, inclusive, a multa de R$ 18,7 bilhões imposta pela Receita Federal, por sonegação de impostos, ao banco da família Setubal; na web, a candidata socialista já é chamada de "Marineca" e há até uma campanha para que ela seja lançada candidata à presidência do Itaú; com seu engajamento pró-Marina, banco assumiu o risco e, mesmo que vença, pode vir a ter problemas; afinal, como reagiria a opinião pública, num eventual governo Marina, a um perdão da Receita Federal ao Itaú?

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Brasil reduz fome "graças ao Bolsa Familia" diz ONU

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Relatório divulgado hoje pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), presidida pelo brasileiro José Graziano da Silva, aponta que o número de pessoas subnutridas diminuiu em mais de 100 milhões na última década; redução da fome nos países em desenvolvimento significa que a meta dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) de diminuir à metade a proporção de pessoas subnutridas até 2015 pode ser alcançado "se apropriados e imediatos esforços forem intensificados"; até o momento, 63 países atingiram o objetivo, entre eles o Brasil, que se tornou um dos sete estudos de caso da ONU; Programa Fome Zero, diz documento, foi o que possibilitou o País a atingir este ODM

domingo, 14 de setembro de 2014

País precisa aumentar investimentos em educação e ampliar matrículas

Avançar nas metas estabelecidas no Plano Nacional de Educação (PNE) é um dos principais desafios do país para os próximos anos, analisam especialistas. O plano, cuja lei foi sancionada em junho, contém 20 metas para serem cumpridas nos próximos dez anos. As metas, que abrangem do ensino básico ao ensino superior, tratam de questões como ampliação de matrículas, inclusão de pessoas com deficiência, melhorias na infraestrutura e valorização dos professores e trabalhadores em educação. Entre elas está a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para o setor.
 
“O próximo presidente vai ter que dar o primeiro salto”, diz o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara. "O próximo mandato será determinante para cumprimento das metas do plano. O PNE deverá estar dentro do novo ciclo orçamentário, que começa em 2015", diz. Em termos de investimento, terá que passar dos atuais 6% do Produto Interno Bruto (PIB) para 7% no fim do mandato. Pelo PNE, a meta intermediária deverá ser cumprida até 2019.

Segundo Cara, além de garantir mais recursos, será preciso, estruturar a colaboração financeira da União a estados e municípios para assegurar o Custo Aluno-Qualidade inicial (CAQi), que corresponde ao valor suficiente para cumprir os padrões mínimos de qualidade do ensino básico. O coordenador destaca também o prazo até 2016 para a criação do Sistema Nacional de Educação, responsável pela articulação entre os sistemas de ensino, em regime de colaboração, para efetivação das diretrizes, metas e estratégias do PNE.

No ensino básico, até 2016, o desafio será universalizar o ensino dos 4 aos 17 anos de idade. Isso significa incluir quase 3 milhões de crianças e jovens que estão fora da escola. “O desafio mais imediato é a criação de vagas para atender a todas as crianças na pré-escola [4 e 5 anos]. Embora não caiba a estados e União, esses entes são responsáveis por prestar assessoria técnica e recursos financeiros aos municípios”, diz a gerente da Área Técnica do movimento Todos pela Educação, Alejandra Meraz Velasco. Na etapa, a geração de vagas deverá girar em torno de 1 milhão, segundo os dados oficiais mais recentes disponíveis no Observatório do PNE, portal coordenado pelo movimento.

De acordo com o secretário executivo da Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (Anced), Vitor Alencar, continuam fora da escola “os mais violados em seus direitos, os negros, os indígenas e outros grupos”. Além de universalizar o ensino, Alencar ressalta que é preciso garantir qualidade. “Não podemos ter pessoas que, ao final de 5, 10 anos de estudo, não saibam ler e não consigam refletir sobre as próprias vidas, que é decorrência de um processo que pensa na quantidade e não na qualidade.” Para isso, será preciso valorizar os profissionais: “se não avançarmos na valorização e na melhoria das condições de trabalho dos profissionais de educação, não tem como fazer educação de qualidade no Brasil”, acrescenta.

No ensino superior, o plano também garante a expansão das vagas. “Nos últimos anos houve uma expansão bastante acelerada de universidades e institutos federais. Essa expansão é importante, mas não conseguiu ser acompanhada das questões de infraestrutura, das questões de trabalho, de dar boas condições a quem trabalha nesses locais”, diz o presidente da Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes-Federação), Eduardo Rolim, apontando a qualidade como um dos desafios.

Ao contrário do ensino básico, no qual a maior parte das matrículas está em escolas públicas, no ensino superior 73% dos estudantes estão em instituições privadas. Diante desse cenário, a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes) quer mais espaço e pede maior participação dos representantes do setor privado na tomada de decisões. “Não temos participação efetiva nos colegiados que definem as políticas públicas e as implantam”, diz o diretor executivo da Abmes, Solon Caldas. “A meta de expansão só é possível em parceria com o setor privado. É preciso entender que o privado não é concorrente do público”, acrescenta.

Para a presidenta do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), Marinalva Oliveira, os recursos públicos devem ser voltados à expansão nas instituições públicas. “O público está enfraquecido. Professores estão precarizados, com salários baixos, desmotivados e estão abandonando a profissão. A educação precisa urgente de investimento”. A entidade propõe ao futuro governante que eleve o investimento para 10% do PIB já nos próximos anos e não apenas no fim da década. "A educação precisa urgente de mais investimento", diz.

Fonte: Agência Brasil

Marina participa de comício esvaziado em Teresina

sábado, 13 de setembro de 2014

PRÉ-SAL É DA EDUCAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA!

Essa conquista ninguém tira da UNE e dos estudantes brasileiros

A ampliação do investimento na educação pública brasileira são reivindicações históricas da União Nacional dos Estudantes (UNE). Em 2009 a UNE foi pioneira ao aprovar uma ampla campanha nacional em defesa dos “50% do fundo social do Pré-sal para a educação pública”. A iniciativa ganhou as ruas e as universidades de todo o país como estratégia para se chegar aos 10% do PIB para a educação. Para a entidade sempre foi claro que esse tesouro descoberto no fundo do mar deveria ser revertido em investimento na educação pública para que resultasse em real melhoria na vida das pessoas.

Desde lá a entidade foi cada vez mais reafirmando essa luta como uma das suas principais bandeiras. Foi assim na plenária final do 53º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE) que aconteceu em maio de 2013, em Goiânia. A luta dos royalties do petróleo para a educação que já vinha sendo defendida há anos passou a ser a principal bandeira defendida na nova gestão encabeçada pela estudante Virginia Barros, recém-eleita presidenta da entidade.

Em meio às discussões e disputas acerca dos royalties do petróleo brasileiro que se seguiram, a UNE sempre chamou atenção da sociedade e do poder público aos benefícios que essa riqueza poderia fazer no financiamento da educação pública brasileira. Foram anos de intensas mobilizações, campanhas, passeatas, ocupações no Congresso, corpo a corpo com parlamentares e ministros. Em junho de 2013, quando os brasileiros saíram às ruas para cobrar mais direitos, a UNE levantou ainda mais alto a bandeira dos royalties do petróleo e o pré-sal para a educação. Até o dia 9 de setembro de 2013, quando a presidenta da República, Dilma Rousseff, finalmente sancionou sem vetos o texto do projeto que garante 75% dos royalties do petróleo e 50% do Fundo Social do Pré-Sal para educação. São cerca de R$1,3 trilhão de reais, investimento que vai representar uma transição de superação dos problemas educacionais históricos, criando as bases de um projeto educacional verdadeiramente emancipador e de acesso a todos. Sem dúvida, uma das maiores vitórias dos estudantes brasileiros.

A conquista foi comparada pela UNE a campanha do “Petróleo é Nosso!”, também encabeçada pelos estudantes na década de 1950 em defesa do patrimônio nacional.
Para a presidenta da UNE as riquezas do petróleo são dos estudantes brasileiros e não podem virar alvo de disputa eleitoral.
“O movimento estudantil conquistou com muita luta essa vitória que nos fará avançar no desenvolvimento de um país mais soberano. O Pré-Sal deve ser prioridade nos próximos anos até mesmo para garantir as metas do Plano Nacional de Educação de 10% do PIB para a educação”, afirmou.