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BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudanç...

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domingo, 10 de abril de 2016

E viva o governo dos Trabalhadores

A matéria abaixo é o resultado das políticas públicas de inclusão social desenvolvidas pelo Governo dos Trabalhadores. Por isso, luto na defesa da democracia...

Matéria publicada pelo Guia do Estudante.


Unicamp tem recorde de matriculados de escola pública

Após matrículas, universidade contabiliza 47% de alunos provenientes da rede pública

da redação | 06/04/2016 19h 41
A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) marcou mais um recorde no vestibular 2016: após a última matrícula, a universidade contabilizou 47,6% de alunos provenientes de escolas públicas. Dos 3.243 matriculados, 1.543 fizeram o ensino médio na rede pública.
O resultado foi obtido a partir da campanha de inclusão feita pela universidade, com a ajuda da bonificação nos pontos da primeira e segunda fases oferecidos pelo programa de ação afirmativa e inclusão social (Paais).
O primeiro recorde foi batido na primeira chamada do vestibular: pela primeira vez, 51,9% dos aprovados era de escola pública, contra os 30% tradicionais dos últimos anos. Dentre os autodeclarados pretos, pardos e indígenas, o índice de matrículas foi de 33,9%, superior aos 27,3% de 2015.
Segundo a Unicamp, os números indicam aproximação à meta aprovada em 2013 pelo Conselho Universitário para a inclusão social nos cursos de graduação, que estabeleceu que a Universidade atingisse 50% de ingressantes oriundos da rede pública até 2017, sendo que destes, 35% fossem autodeclarados pretos, pardos ou indígenas.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Maiores nomes do mundo jurídico são contra a palhaçada do golpe

Depois de vários dias afastados do nosso blog, hoje retorno à labuta do propósito de trazer as principais informações do mundo noticioso sobre educação e política. Peço desculpas ao que diariamente vêm aqui no sentido de saber do que "rola" no mundo da informação.

A principal informação de hoje vem do "Brasil 247":

DILMA RECEBE 30 JURISTAS CON-TRÁRIOS AO GOL-PE




Presidente participa nesta manhã de uma reunião com mais de 30 juristas, além do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, para discutir a estratégia de defesa que será utilizada no processo de impeachment; grupo, autointitulado "Juristas em Defesa da Democracia", entregará a Dilma Rousseff uma série de pareceres mostrando que, no pedido de impeachment aceito pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), não existem embasamentos legais ou constitucionais que configurem um crime de responsabilidade cometido por ela; um dos documentos, articulado pelo jurista Celso Antônio Bandeira de Mello, foi divulgado na semana passada; nesta segunda-feira 7, os juristas Juarez Tavares, Geraldo Prado e ela Rosa Cardoso assinaram um novo parecer contra o golpe.

Confira a matéria na íntegra clicando AQUI:

terça-feira, 9 de junho de 2015

Fora PT! Governo paga bolsa para estudantes brasileiros em Harvard!

É, a coisa está mesmo séria. E, quando o assunto é EDUCAÇÃO, cá estamos nós, analisando e levando até você informações para que possa formar uma opinião abalizada, coerente. Afinal, ficar falando do não sabe, é de doer...

Matéria publicada em importante site de opinião é simplesmente fantástica. Convido você a ler conosco, assim você pode ver a quantas andam os comentários da elite que não suporta ver pobres frequentando grandes instituições de ensino superior.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Lula e Dilma elevaram investimentos em educação para 6,6% do PIB

Nos últimos oito anos os investimentos em educação no Brasil, promovidos pelos governos Lula e Dilma, atingiram uma proporção da renda nacional elevada para padrões mundiais, subindo de 4,6% para 6,6% do PIB (Produto Interno Bruto). Isso mesmo, padrões acima dos mundiais.

Os dados foram apurados pelo governo e relativos ao ano de 2013 e divulgados pelo jornal Folha de S. Paulo. Em valores de hoje, algo como R$ 360 bilhões anuais. Segundo o levantamento, esse percentual supera a média de 5,6% apurada em 2011, dado mais recente, entre os países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), na maior parte ricos.

Os dados mostram que o compromisso assumido pela presidenta Dilma de fazer do Brasil uma pátria educadora segue um caminho trilhado pelo governo progressista ao longo desses 12 anos.
Apesar de sabermos que ainda está longe do ideal, o índice revela que o Brasil destina uma parcela de sua renda superior, por exemplo, à reservada pelos EUA.
De acordo com matéria, ao longo da última década, o gasto anual de União, Estados e municípios por estudante da rede pública quase triplicou: de R$ 2.213 em 2003, em valores corrigidos, para R$ 6.203 em 2013.
A meta fixada em lei é atingir 10% do PIB até 2024. “Saímos de um patamar baixo, estamos num intermediário e o crescimento [de verbas] terá que vir com o melhor uso de recursos”, disse Chico Soares, presidente do Inep, órgão do MEC responsável por coletar estatísticas da educação no país.
Fonte: Portal Vermelho/ com informações da Folha de S. Paulo

domingo, 1 de março de 2015

BRESSER-PEREIRA: RICOS NUTREM ÓDIO AO PT

Interessante a matéria veiculada na manhã deste domingo (1º de mar.) no conceituado portal Brasil 247, enfatizando a entrevista do economista Bresser-Pereira, quanto ao ódio que alguns setores do poderio econômico e político do Brasilnutrem pelo Partido dos Trabalhadores.


:
Bresser-Pereira  -                                                               Dilma Roussef
Segundo o economista Luiz Carlos Bresser-Pereira, ministro nos governos José Sarney e FHC, a burguesia voltou a se unificar depois que o governo quase ‘triunfal’ de Lula desmoronou nos dois últimos anos da gestão de Dilma; ele acredita, no entanto, que esse clima de ódio, essa insistência de falar de impeachment, não vai florescer: “A democracia está consolidada e todos ganham com ela, ricos e pobres. O Brasil só se desenvolve quando tem uma estratégia nacional de desenvolvimento”, garante.

Continue lendo a matéria AQUI

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Royalties do Petróleo: País contará com mais recursos para a educação e a saúde

A Lei que determina a aplicação dos royalties do petróleo em educação e saúde foi um das grandes conquistas da presidenta Dilma Rousseff. Sancionada no fim de 2013, a iniciativa direciona recursos progressivamente - 75% dos valores para a educação e 25% para a saúde.
Essa progressão deve atender: um primeiro repasse, de R$ 770 milhões; chegando a R$ 19,96 bilhões, em 2022; e um total de R$ 112,25 bilhões, em dez anos.
Com relação ao Fundo Social do pré-sal, o texto prevê que 50% dos recursos sejam destinados para a educação, até que sejam atingidas as metas do Plano Nacional de Educação (PNE); e para a saúde. 
PNE
Atualmente, o investimento total do Brasil na educação pública corresponde a 6,1% do Produto Interno Bruto (PIB). A lei que criou o novo PNE inclui uma meta para que o percentual de investimento na área seja ampliado para 10% do PIB.
Royalties
Royalties é uma palavra de origem inglesa que se refere a uma importância cobrada pelo proprietário de uma patente de produto, processo de produção, marca, entre outros, ou pelo autor de uma obra, para permitir seu uso ou comercialização.
No caso do petróleo, os royalties são cobrados das concessionárias que exploram a matéria-prima, de acordo com sua quantidade. O valor arrecadado fica com o poder público.
Fonte: Portal Brasil

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

É preciso falar a verdade

 


Por uma questão de consciência e, principalmente, para informar as pessoas que se alimentam dos interesses da grande mídia, sinto-me no dever de reproduzir aqui, neste espaço, interessante matéria do Portal O Cafezinho sobre a Operação Lavajato.

A demonização do caso nada mais é do que a defesa do sonho que alguns asseclas da direita desse país, que insistem em semear a mentira no intuito de confundir a opinião pública. Falsários da verdade, a demonização é apenas a forma que encontram para ver se chegam próximo à Presidente Dilma Roussef. Intento de massacrar a vontade de mais da metade da população brasileira.

Aí, para você poder refletir:


sábado, 13 de dezembro de 2014

"Enquanto o pau sobe e desce, o espinhaço descansa"


A grande mídia nas últimas semanas - inconformadas com a surra dada pelo povo na elite - não dá trégua à Dilma Roussef. Sempre querendo colocá-la no centro do escândalo da Petrobrás, os meios de comunicação à serviço dos interesses dos derrotados nas eleições pp, tiveram levaram agora um susto enorme: Dilma continua com um considerável índice de aprovação de governo: 75% avaliam entre regular, ótimo e bom.

Respeitável jornalista político, Miguel do Rosário publicou em seu blog sobre a "impressionante resiliência do PT aos ataques da mídia.Ele permanece como partido preferido mesmo entre os segmentos onde a  oposição tem mais força: os mais ricos e escolarizados.Entre os entrevistados com ensino superior, o PT marcou 16 pontos, contra 14 do PSDB.Entre aqueles que ganham mais de 10 salários, o PT marcou 17 pontos, contra 13 do PSDB. No Sudeste, onde o PSDB vem obtendo seus melhores resultados, a preferência pelo PT, na última pesquisa Datafolha, foi de 22%, após ter caído para 14% em setembro. Os tucanos têm 9% no Sudeste. O PSDB tem desempenho incrivelmente pífio entre mais pobres e no Nordeste: entre 4 e 5%".
É impressionante a resiliência do PT aos ataques da mídia.
Ele permanece como partido preferido mesmo entre os segmentos onde a oposição tem mais força: os mais ricos e escolarizados.
Entre os entrevistados com ensino superior, o PT marcou 16 pontos, contra 14 do PSDB.
Entre aqueles que ganham mais de 10 salários, o PT marcou 17 pontos, contra 13 do PSDB.
No Sudeste, onde o PSDB vem obtendo seus melhores resultados, a preferência pelo PT, na última pesquisa Datafolha, foi de 22%, após ter caído para 14% em setembro. Os tucanos têm 9% no Sudeste.
O PSDB tem desempenho incrivelmente pífio entre mais pobres e no Nordeste: entre 4 e 5%.
- See more at: http://www.ocafezinho.com/2014/12/12/datafolha-foi-ducha-fria-na-midia-e-na-direita/#sthash.VLq7IPzC.dpuf

O Datafolha, publicou que Dilma chega às vésperas do início do segundo mandato com 50% do eleitorado achando que ela fará um bom governo. Embora o patamar seja 23% menor que em 2011, porém bem melhor que o do tucano FHC quando estava prestes a assumir o segundo mandato em 1988: apenas 41% acreditavam que ele faria um bom governo.

E agora ZAN?

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Aécio pagou ex-ministros do STF com dinheiro de campanha

http://www.pt.org.br/wp-content/uploads/2014/12/AYRES-E-VELOS-INTERNA.jpg
Ayres e Veloso
          O Partido dos Trabalhadores encaminhou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedido de impugnação da prestação de contas de Aécio Neves (PSDB), candidato derrotado nas eleições à presidência da República de 2014. A justificativa está em uma série de inconsistências nos documentos apresentados pela campanha tucana. Entre elas, o pagamento irregular a dois ex-ministros Supremo Tribunal Federal (STF).
          
          Pagos com recurso de campanha, os escritórios de advocacia de Ayres Brito e Carlos Veloso foram responsáveis pela elaboração da defesa de Aécio quando foi denunciado pela construção do aeroporto de Cláudio (MG), com dinheiro público, na fazenda de familiares. O escândalo veio a público em julho deste ano, mas a obra é datada de 2009.

          Segundo os advogados do PT, o serviço prestado no valor de R$ 114 mil – R$ 56 mil para Britto e R$ 58 mil para Velloso – configura ilegalidade por tratar de fato ocorrido fora do período eleitoral. Além disso, a defesa atuou em nome do próprio Aécio, em caso anterior a sua condição de candidato, não podendo assim ser paga com dinheiro de doação eleitoral.

          Outra irregularidade nas contas do PSDB estaria na emissão de três notas fiscais de gráficas, duplicadas e emitidas fora do prazo eleitoral. O valor total dos serviços ultrapassa R$ 2,5 milhões. Foi observada também a falta de numeração nas notas, o que dificulta a conferência das informações prestadas e levanta ainda mais suspeitas de nulidades.

        A defesa da campanha de Dilma Rousseff alerta também para o tratamento diferenciado dado aos candidatos. Enquanto a prestação de contas do PT seguiu à risca os prazos determinados, sendo disponibilizadas na íntegra na internet no dia 26 de novembro, somente no dia 2 de dezembro foi possível acessar os documentos digitalizados da campanha de Aécio.

          Com isso, o PT pede que seja estendido o prazo para analisar as contas do PSDB. Não existe data para pedir a impugnação das contas do Aécio, mas é ilegal dar tratamento diferenciado para as campanhas.

Fonte e crédito da matéria:
PT.ORG.BR

sábado, 22 de novembro de 2014

Chupa que é de uva

Vale a pena conferir a matéria publicada por um dos mais sérios portais de notícias do Brasil quanto à publicação da revista Veja desta samana:

Veja golpeia e Planalto reage: irá fracassar

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Neste fim de semana, como era de se esperar, Veja tentou, mais uma vez, desferir um golpe contra a presidente Dilma Rousseff; a acusação da vez é a de que ela teria sido avisada, por email, por Paulo Roberto Costa sobre uma saída política para os problemas que envolviam a Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco; em nota, o Palácio do Planalto reagiu; "Mais uma vez, Veja desinforma seus leitores e tenta manipular a realidade dos fatos. Mais uma vez, irá fracassar", diz a nota; leia a íntegra:

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Dilma: “A educação é hoje a prioridade número 1 do nosso modelo de crescimento com inclusão social”


"A educação é o duplo caminho para a manutenção da redução da desigualdade e para a entrada no mundo do conhecimento, da pesquisa científica e tecnológica e da inovação”, afirmou a presidenta. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Durante abertura da Conferência Nacional da Educação (Conae2014), nesta quinta-feira (20), a presidenta Dilma Rousseff avaliou que os resultados da conferência podem servir de base para a regulamentação do Plano Nacional de Educação (PNE), além de debater a construção da base nacional comum curricular prevista no Plano e na Lei de Diretrizes e Bases da educação nacional.
“Este deverá ser o ponto de partida para as mudanças curriculares dos ensinos fundamental e médio, tornando-os mais eficientes para a formação cidadã e aproximando do mundo do trabalho. Com a base nacional comum, poderemos também construir os novos currículos do ensino superior, ponto fundamental para a formação dos novos professores”, explicou a presidenta.
Dilma ressaltou o processo democrático de construção do PNE, por meio de discussões em edições anteriores do Conae. Ela lembrou que, por isso, sancionou o Plano sem vetos. Na época da sanção, o ministro Henrique Paim afirmou a valorização do professor como elemento importante para alcançar metas no Plano.
“Nós sabemos que em regimes democráticos – regimes verdadeiramente democráticos, não formalmente democráticos, mas verdadeiramente democráticos -, as políticas relevantes para a população podem e devem ser debatidas diretamente com a sociedade”, afirmou a presidenta.
Dilma reiterou o compromisso do governo federal com a educação pontuando a importância destacada da área para continuar o combate à desigualdade, além de ser decisiva para avanço do país em diversas áreas.
“A educação é hoje a prioridade, a prioridade das prioridades, a numero 1 do nosso modelo de crescimento com inclusão social. A educação é o duplo caminho para a manutenção da redução da desigualdade e para a entrada no mundo do conhecimento, da pesquisa científica e tecnológica e da inovação”, enfatizou.
A presidenta lembrou que o governo aprovou a destinação de 75% dos royalties do petróleo e 50% do fundo social do pré-sal para a Educação, garantindo recursos para transformar a educação no grande motor de desenvolvimento nacional. Dilma reforçou que os recursos devem garantir a valorização dos professores, do incentivo à educação integral e da alfabetização na idade certa.
Dilma também citou a ampliação do acesso aos cursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec) e o Ciência Sem Fronteiras como políticas de incentivo à qualificação e acesso à educação, bem como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que, segundo a presidenta, é uma conquista para o acesso ao ensino superior.
A presidenta afirmou que espera que novas contribuições para o PNE surjam das discussões da Conae 2014.
“Conto com vocês para podermos continuar construindo não um projeto de governo, mas um projeto de Estado, que tenha na educação a sua base”, afirmou.
Crédito da matéria:
http://blog.planalto.gov.br/

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Em conferência de educação, Dilma ressalta importância da participação popular


conae 2014
Presidenta ressaltou o processo democrático na construção do Plano Nacional de Educação, lembrando que o sancionou sem vetos

São Paulo –Ao discursar nesta quinta-feira (20) na 2ª Conferência Nacional de Educação (Conae 2014), a presidenta Dilma Rousseff disse que os resultados do encontro podem embasar a regulamentação do Plano Nacional de Educação. “Este deverá ser o ponto de partida para as mudanças curriculares dos ensinos fundamental e médio, tornando-os mais eficientes para a formação cidadã e aproximando do mundo do trabalho. Com a base nacional comum, poderemos também construir os novos currículos do ensino superior, ponto fundamental para a formação dos novos professores”, disse a presidenta.
conae 2014Ela destacou a importância da participação social na construção das políticas públicas e ressaltou o processo democrático de construção do PNE, por meio de discussões em edições anteriores do Conae. Lembrou ainda que sancionou o plano sem vetos.

Dilma defendeu também a valorização dos professores, tanto no aspecto da formação quanto na melhoria dos salários. “O desafio da valorização do professor não pode estar baseado em frases genéricas. Temos que construir um caminho para que o Brasil tenha, em um prazo curto, não só a carreira mais clara para o magistério, mas refletindo na qualidade da remuneração”, disse.

A presidenta defendeu o respeito ao direito de opinar, criticar e reivindicar, que, segundo ela, caracterizam a democracia em uma sociedade moderna e inclusiva. “Sabemos que a democracia representativa tem o Congresso e as Casas Legislativas como espaço privilegiado e fundamental de deliberação", afirmou Dilma.

ela, tem de ser garantido à sociedade civil organizada o direito de opinar, de falar, de criticar, dar sugestões, contribuir com suas experiências e reivindicações. "A participação popular nas políticas públicas não é uma dádiva do governo, mas uma conquista da sociedade brasileira que deve ser respeitada."

A destinação de 75% dos royalties do petróleo e 50% do fundo social do pré-sal para a educação, garantindo recursos para transformar a educação no grande motor de desenvolvimento nacional também foi destacada por Dilma. Ela disse que os recursos devem garantir a valorização dos professores, do incentivo à educação integral e da alfabetização na idade certa.

Corrupção

Dilma disse que o governo não faz qualquer tipo de pressão para inibir investigações sobre casos de corrupção no país. Sem citar casos específicos, Dilma disse que a Polícia Federal e o Ministério Público estão investigando corruptos e corruptores e que o combate à corrupção nunca foi tão firme e severo como em seu governo.

“A Polícia Federal, o Ministério Público e instituições do estado brasileiro estão investigando corruptos e corruptores e não há qualquer tipo de pressão do governo para inibir as investigações. Não tenho, nunca tive e nunca terei tolerância com corruptos e corruptores. Queremos a investigação em toda sua integralidade. O Brasil sairá muito mais forte desse processo, mais forte ainda por respeitar as regras do Estado de Direito em que vivemos”, disse.

Crédito da matéria:
RBA

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Revista Veja continua o massacre contra Dilma

Bastante interessante a matéria publicada pelo Brasil 247 com relação à matéria de capa da hoje famigerada revista Veja. O carro-chefe da editora Abril, mesmo diante da saia justa por qual passou às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais, não se contenta e continua a criar fatos que são vergonhosos para um meio de comunicação.

Sem nenhum pudor - já que ética nem se fala - o semanário da Abril tenta deturpar os fatos da política brasileira e tenta criar um factoide para a campanha que ela deslanchou sem respaldo junto à população. Em nenhum momento da nossa história recente se viu tamanha bandalheira comandada por uma revista que deve ter respeito aos seus assinantes, anunciantes e leitores.

A capa da última edição do semanário é uma provocação à inteligência de qualquer cidadão capaz de formar um juízo de valor. Falar em solidão, enquanto pulsa uma vigorosa atividade política em torno da presidente reeleita, é inaceitável para a democracia. O que se percebe é um verdadeiro ato de vandalismo psicológico que tenta enfraquecer não a presidente Dilma, mas a democracia.

É evidente que nos primeiros dias de uma derrota se fique buscando respostas para tal, e aí surjam ataques - já que é comum aos incompetentes terceirizar suas derrotas - porém, ficar espezinhando uma amargura infinita e irresponsável é algo repugnante.


Desinformada? Certamente que não! O que se percebe mesmo é o desejo de um golpe através da injúria. Será se a empresa que se equilibra numa corda-bamba financeira desconhece encontros importantes, destacam-se as idas do governador cearense Cid Gomes e do ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab com a presidente REELEITA?. Cid e Kassab encontram-se empenhados em reforçar a governabilidade do segundo governo Dilma. Cid articula uma nova frente de esquerda, com parlamentares que viriam do Pros, seu partido, do PDT e do PSB, enquanto Kassab está prestes a recriar o Partido Liberal, que será fundido com seu PSD. Cada um deles espera arregimentar cerca de 70 parlamentares.
 
Além de Cid e Kassab, Dilma recebeu também governadores eleitos, como Wellington Dias, do Piauí, Fernando Pimentel, de Minas, Rui Costa, da Bahia, e Luiz Fernando Pezão, que foram empenhar apoio. Outro que correu a Brasília foi o prefeito do Rio, Eduardo Paes, interessado na parceria para a boa organização dos Jogos Olímpicos de 2016. Além disso, Dilma iniciou conversas com o governador tucano Geraldo Alckmin, para enfrentar a crise de abastecimento de água em São Paulo, onde o Governo Federal, que tanto o PSDB machucou, acena com a bagatela de mais de 3, 5 bilhões de reais para socorrer o poderoso estado paulista.

Quer mais? 

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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Professores e alunos da UFF declaram voto em Dilm

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Em reação às declarações do ex-presidente FHC de que os eleitores do PT são "ignorantes", acadêmicos - professores e alunos - do curso de Pós-Graduação em Ciência Política divulgam abaixo-assinado em apoio à candidatura à reeleição da presidente Dilma Rousseff.

 Professores e estudantes do curso de Ciência Política da Universidade Federal Fluminense divulgaram um manifesto no qual declaram voto à reeleição da presidente Dilma Rousseff. Entre os motivos para o apoio, segundo os docentes e discentes da UFF, está o "comprometimento" da candidata com a "redução da desigualdade", a "priorização" da América do Sul, América Latina e Caribe, o que eles entendem ser o "reconhecimento de que um mundo multipolar favorece a inserção internacional do Brasil e dos demais países em desenvolvimento" e por fim a apresentação de um "projeto nacional consistente". A carta dos acadêmicos é um manifesto em relação às declarações do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de que os eleitores do PT são "ignorantes".
Leia abaixo a íntegra do documento: 

Confira a carta em: Clique aqui!

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Vox Populi: Dilma tem 51% x 49% de Aécio


A presidente Dilma Rousseff tem 51% dos votos válidos contra 49% de Aécio Neves, segundo pesquisa do instituto Vox Populi divulgada esta noite no Jornal da Record. Como a margem de erro é de 2,2%, os candidatos estão em empate técnico, apesar da vantagem numérica da petista.
: É a primeira pesquisa do Vox Populi no segundo turno.
Em relação a pesquisas anteriores, de outros institutos, é a primeira vez que a candidata à reeleição aparece em vantagem numérica, depois de uma semana de campanha agressiva na propaganda eleitoral transmitida por rádio e TV.

Dilma tem vantagem esmagadora no Nordeste: 67% a 26% — no cruzamento referente a votos totais –, o que pode representar, ainda que parcialmente, reação dos nordestinos à desqualificação que sofreram nas redes sociais por parte de eleitores de Aécio Neves.

Por faixa de renda, a candidata petista tem 56% a 35% entre os que ganham até dois salários mínimos, enquanto Aécio tem 57% a 32% entre os que ganham mais de 5 salários mínimos. Ou seja, a pesquisa confirma que está se delineando uma campanha de mais ricos contra mais pobres, com os “remediados” definindo o resultado. Por enquanto, Aécio tem 47% a 41% entre os que ganham de dois a cinco salários mínimos.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

"Compare os monstros do passado com meu governo"

Presidente Dilma Rousseff, que disputa a reeleição, rebateu, nesta segunda-feira, crítica do seu adversário, Aécio Neves, que falou que "os brasileiros têm medo dos monstros do presente"; "Compare a minha recessão com a dele. Compare os 'monstros do passado' com o que está acontecendo no meu governo", disse; Dilma afirmou ainda que a escolha de Armínio Fraga como ministro da Fazenda de Aécio seria um "complicador"; "ele estourou a meta de inflação duas vezes e com Armínio tivemos a maior taxa de juros da história, de 45%"; sobre a disparada da Bovespa, ela afirmou que isso significa pouco; "Desconfio que os investidores podem fazer tudo, mas não ganham uma eleição. Quem ganha e vota no Brasil chama-se povo brasileiro".
 
Fonte: Brasil 247

domingo, 28 de setembro de 2014

10 razões para votar em Dilma

Eric  Nepomuceno
ERIC NEPOMUCENO
Estamos às portas da hora de uma dessas escolhas que vão muito além de como adoçar o café: em quem votar para presidente. Aqui estão as minhas razões
(originalmente publicado na Carta Maior)

A vida é feita de escolhas, que vão das mais  simples – decidir se o café deve ser com açúcar, adoçante ou sem nada – às que trazem consequências e produzem efeitos concretos sobre o futuro de milhões de pessoas.

Estamos às portas da hora de uma dessas escolhas que vão muito além de como (e se) adoçar o café: em quem votar para presidente.

E, sem vislumbre algum de dúvida, declaro meu voto em Dilma Rousseff. Tenho carradas de razões para ter feito essa escolha. Menciono aqui treze delas.

A primeira é simples: porque é necessário assegurar as transformações sociais que o país vive desde 2003, com a chegada de Lula da Silva à presidência, e que foram aprofundadas com Dilma Rousseff. Das três opções que me oferecem, uma – e apenas uma – significa essa garantia: as outras duas significam voltar ao passado.

O pedigree do candidato não permite dúvidas com relação a isso, e o da outra candidata é tão indefinido, tão incerto e errático, que me permite duvidar de tudo que ela diz. Impossível confiar em quem trai e desmerece a própria biografia.

A segunda é igualmente simples: porque, além de preservar o que foi conquistado, é preciso avançar muito, aprimorando os benefícios alcançados por dezenas de milhões de brasileiros e ampliando as perspectivas concretas de futuro. É preciso implementar reformas que assegurem não apenas emprego, mas possibilitem aos brasileiros acesso a educação, saúde, transporte e segurança públicas. E não vejo, nos outros dois postulantes, nem consistência, nem coerência, e muito menos compromisso com a busca incessante de justiça social e de futuro.

Terceira razão: porque Dilma Rousseff é a candidata mais bem preparada, a de trajetória mais sólida e coerente, a única de real e efetivo compromisso com o projeto de país que está sendo implantado e que precisa se consolidar e avançar de maneira incessante, contra os ventos e as marés daquela parcela da sociedade que sempre se negou a ouvir a voz dos deserdados e que, nesta eleição, encontrou nos outros dois candidatos seus porta-vozes ideais. Um, com legitimidade. A outra, graças à própria inconsistência e à sua olímpica incoerência.

Quarta: porque ainda há muito caminho a ser percorrido. Se os programas sociais levados adiante pelas três últimas presidências – duas de Lula, uma de Dilma – serviram para abrir as grandes alamedas da esperança, falta implementar reformas essenciais, a começar pela reforma política e o sistema de financiamento das campanhas eleitorais. Falta terminar de recuperar e redesenhar o papel do Estado na economia e em defesa dos interesses da sociedade. Esta é uma batalha árdua, e só será possível obter os resultados necessários com um governo efetivamente comprometido com a maioria dos brasileiros, e não com os setores que, por tradição, reservam a si os benefícios que deveriam estar ao alcance de todos.

Quinta razão: porque o Brasil vem consolidando seu espaço no cenário internacional, com uma política que tem sabido aliar pragmatismo com soberania e autoestima. No momento em que as forças do atraso buscam retomar seu poder em diversos países latino-americanos, e que a maioria dos países europeus padece as perversidades de um sistema que privilegia o capital, ceifando conquistas e transformando-se em estados de mal-estar social, é de importância primordial que o Brasil mantenha sua atual política externa.

Sexta: porque a renda do trabalhador brasileiro obteve ganhos reais. Existe um dado que mostra de maneira clara o trânsito experimentado pelos desfavorecidos: em oito anos, 42 milhões e 800 brasileiros abriram, pela primeira vez na vida, uma conta corrente em um banco. Ou seja: um contingente de brasileiros, que equivale a uma Argentina inteira, experimentou um câmbio efetivo em sua economia familiar.

Sétima: porque, pela primeira vez em meio século, o Brasil teve e tem um governo voltado para os brasileiros. Um governo que, apesar de certos equívocos, agiu sempre na direção do bem comum. E que, quando acertou – e acertou infinitas vezes mais do que errou –, beneficiou os que, até agora, integravam os imensos batalhões dos desvalidos de sempre.

Oitava razão: porque vejo em Dilma Rousseff a única possibilidade de corrigir rotas sem mudar ou perder o rumo. De retificar sem destruir.

Nona: porque é ela, dos três candidatos, a única que realmente sabe de onde veio o atual projeto de país, e portanto saberá leva-lo a bom porto. A única que sabe onde este projeto pretende chegar, e qual o país que pretende construir e legar às gerações que virão.

Décima razão: porque nunca na vida votei na direita.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Ibope: ótimo para Dilma, bom para Aécio e péssimo para Marina

Eduardo Guimarães

EDUARDO GUIMARÃES
Os eleitores de Dilma e Aécio podem comemorar, mas recomendo aos de Marina que fiquem bem preocupados. A coisa começa a ficar feia para o lado dela
Às 19 horas e 25 minutos este vosso humilde servo antecipou pelo Twitter e pelo Facebook o que ocorreria na pesquisa Ibope sobre a sucessão presidencial que seria divulgada pelo Jornal Nacional uma hora depois.
Apesar da informação privilegiada, eu já intuía.
Seja como for, não vamos complicar muito a história repisando, aqui, gráficos e números que estão aí em todos os grandes portais para todo mundo ver.
O fato é um só: Dilma se mantém no segundo turno (40%), com queda dentro da boa e velha margem de erro do “Globope” (2%). Marina e a sua margem de erro – ou, como alguns preferem, de “acerto” – ficou estagnada (43%)
No primeiro turno, Aécio e sua margem de erro crescem quatro pontos (19%), Marina e a margem de erro dela perdem 1 ponto (30%) e Dilma e a sua margem de erro caem 3 pontos (36%).
O que vale a esta altura, porém, é o que acontece com a principal adversária de Dilma, ao menos no momento. Para ela, não está nada bom. A vitimização e a capa da Veja não a ajudaram. Muito pelo contrário. E não só parou, já está caindo.
Para Aécio, boa notícia. Ele e sua margem de erro cresceram até bem. E de verdade. Não está mais morto, mas está longe de estar saudável.
Para Dilma, melhor impossível. Há cerca de dez dias, estava até 10 pontos atrás de Marina; hoje, ela, Marina e a margem de erro de ambas estão tecnicamente empatadas. Dilma está se solidificando.
Quanto à margem de erro, não vou nem dizer mais nada. Todos sabemos do que é feita.
Os eleitores de Dilma e Aécio podem comemorar, mas recomendo aos de Marina que fiquem bem preocupados. A coisa começa a ficar feia para o lado dela.

sábado, 30 de agosto de 2014

Aécio pode desistir do Planalto e assumir candidatura em MG


A entrada em cena de Marina Silva, candidata do PSB à Presidência da República no lugar de Eduardo Campos, mexeu com o cenário eleitoral e já começa a reorientar as estratégias das campanhas adversárias. O senador Aécio Neves (PSDB), deslocado para o terceiro lugar pela ex-ministra do Meio Ambiente, pode ser, no entanto, o primeiro a adotar uma estratégia de alto risco político.

Segundo informações de bastidor apuradas pelo repórter Gerson Camarotti e publicadas em seu blog no G1, Aécio adotaria uma posição pragmática diante da queda na pesquisa nacional e das dificuldades de seu candidato em Minas, Pimenta da Veiga, 14 pontos percentuais atrás de Fernando Pimentel, nome do PT ao governo. Aécio teria de optar pelo pragmatismo e “mergulhar um período em terras mineiras”.

Essa hipótese ganhou as ruas ontem, sexta-feira, 29, por meio do coordenador de redes sociais do PSDB em Minas, Pedro Brandão Guadalupe. Em postagem no Facebook, Pedro Brandão diz que, “se Marina passar muito Aécio, ele sai, apoia ela, ganha no primeiro turno, e vira Governador de Minas Gerais (sic)”. Ele reconhece que não seria a melhor opção, mas garante que “já está certo o cheque-mate a qualquer momento no PT (sic)”.

Dilma vira o jogo e bate Aécio em Minas Gerais

 
: É o que revela a pesquisa DataTempo/CP2; segundo o levantamento, a presidente Dilma Rousseff (PT) lidera a corrida presidencial em Minas Gerias, com 36,1%, seguida por Aécio Neves (PSDB), com 26,5%; no levantamento anterior, a petista tinha 33,8%, e o tucano, 41,2%; a presidenciável pelo PSB, Marina Silva, aparece na terceira posição, com 20,5%

O levantamento mostra também queda da taxa de rejeição de Dilma e aumento do índice de mineiros que não votariam em nenhuma hipótese em Aécio. Nesse quesito, Dilma foi de 32,3% para 26.1%, ao passo que Aécio teve a rejeição elevada de 17,7% para 22,5%. A CP2 registrou também uma melhora na avaliação do governo Dilma. A soma de notas 'bom' e 'muito bom' passou de 32% para 37,2%. Já a soma de 'ruim' e 'muito ruim' caiu de 36,7% para 32,5%.

Na simulação de segundo turno em Minas, Dilma venceria Aécio por 42,8% a 37.1%. Contra Marina, a presidente também triunfaria por 43,1% contra 38,1%. A CP2 realizou 2.066 entrevistas no Estado. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR 00409/2014.


Aécio pode desistir do Planalto e assumir candidatura em MG

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Acaba de ser publicado no site Pautando Minas.
Aécio pode desistir do Planalto e assumir candidatura a governador
Informação é do coordenador de redes sociais do PSDB em Minas Gerais
A entrada em cena de Marina Silva, candidata do PSB à Presidência da República no lugar de Eduardo Campos, mexeu com o cenário eleitoral e já começa a reorientar as estratégias das campanhas adversárias. O senador Aécio Neves (PSDB), deslocado para o terceiro lugar pela ex-ministra do Meio Ambiente, pode ser, no entanto, o primeiro a adotar uma estratégia de alto risco político.
Segundo informações de bastidor apuradas pelo repórter Gerson Camarotti e publicadas em seu blog no G1, Aécio adotaria uma posição pragmática diante da queda na pesquisa nacional e das dificuldades de seu candidato em Minas, Pimenta da Veiga, 14 pontos percentuais atrás de Fernando Pimentel, nome do PT ao governo. Aécio teria de optar pelo pragmatismo e “mergulhar um período em terras mineiras”.
Segundo um cacique tucano teria dito a Camarotti, o partido teria chegado à conclusão de que “é preciso manter o espaço em Minas”. Para isso, poderia lançar mão de uma operação de alto risco: Aécio desistiria da candidatura à Presidência e assumiria a missão de impedir que os tucanos percam a máquina em Minas Gerais, de R$ 75 bilhões e 17 mil cargos comissionados.
Essa hipótese ganhou as ruas nesta sexta-feira, 29, por meio do coordenador de redes sociais do PSDB em Minas, Pedro Brandão Guadalupe. Em postagem no Facebook, Pedro Brandão diz que, “se Marina passar muito Aécio, ele sai, apoia ela, ganha no primeiro turno, e vira Governador de Minas Gerais (sic)”. Ele reconhece que não seria a melhor opção, mas garante que “já está certo o cheque-mate a qualquer momento no PT (sic)”.
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