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BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudanç...

segunda-feira, 20 de junho de 2016

VEXAME: Urnas são espalhadas no Liceu Piauiense após denúncias de assédio

Na semana passada vieram à tona denúncias de assédios sexuais envolvendo professores do colégio Liceu Piauiense, no Centro do Teresina. De acordo a Secretaria Estadual de Educação do Piauí (Seduc) os casos já foram repassados para a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) e serão investigados por duas delegadas.

Após as denúncias, urnas foram distribuídas pela escola para que os alunos, de forma sigilosa, possam fazer reclamações e denúncias gerais, inclusive, sobre possíveis atitudes abusivas. A escola também foca na discussão do tema entre os estudantes e realizará, durante a semana, encontros para debater sobre assédio, como os alunos podem se proteger e quem devem recorrer em situações semelhantes.

As denúncias repassadas para a polícia envolvem dois professores e dois estudantes. No primeiro caso, a mãe de uma estudante informou que a filha estava sendo assediada por um dos professores do colégio. A outra situação envolve um aluno. Ele relatou que estava recebendo através do aplicativo Whatsapp fotos íntimas de outro professor.

A assessoria da Seduc disse ao Cidadeverde.com que os nomes dos professores alvos das denúncias foram repassados para a DPCA. Eles permanecem em sala de aula, uma vez que, para a  Secretaria, ainda não há provas concretas sobre os assédios. Uma das provas seriam imagens íntimas  que haviam sido enviadas de um dos professores para um aluno. De acordo com a Educação, inclusive, as fotos teriam sido vistas por uma professora em um celular do estudante. Porém, até o momento não há nada de concreto. Por outro lado, a Políci Civil contará com o depoimento dos envolvidos.

A investigação policial embasará a Seduc a tomar medidas cabíveis. O caso será encaminhado ao Ministério Público Estadual e ao Conselho Tutelar.


Crédito da matéria: Portal Cidade Verde

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Peça de teatro Amanheceu é apresentada nos Festejos de Santo Antônio

Campo Maior foi agraciada com mais uma apresentação da peça Amanheceu
O público que compareceu a penúltima noite dos Festejos de Santo Antônio, na noite deste domingo (12), pode assistir de perto a premiada peça teatral Amanheceu. O espetáculo nacional alertou para as várias formas de violência contra a mulher no dia dos namorados e em praça pública. Essa é a segunda vez que a peça é apresentada em Campo Maior.

Fernanda Said e Diego Torres, namorados há dez anos, foram um dos casais que acompanharam a apresentação. “É um momento mais que oportuno para um espetáculo tão bom como esse chamar atenção para a violência contra a mulher. O Piauí registra casos alarmantes. Ser apresentado no dia dos namorados e num evento religioso é excelente para tocar os maridos, namorados, os companheiros, os homens no geral”, disse Diego.

A apresentação promovida pela Fundação Restaurar em parceria com a Prefeitura Municipal de Campo Maior se desenrola entorno da história da personagem Maria Silva. A costureira apaixonada por música sertaneja entra pelas madrugadas trabalhando para atender a demanda dos clientes. Um rádio é seu fiel companheiro. Nele, ela acompanha todos os dias seu programa preferido.

Do tipo de ouvinte que dialoga, concorda e discorda do apresentador, Maria é encantada com a voz do locutor e sua simpatia. Músicas, novelas e histórias de amor compõem o programa favorito da personagem. Até que certo programa a costureira desperta para a quantidade de violências que as mulheres sofrem diariamente nos mais diversos locais e que ela mesma foi vítima.

A atriz Juliana Bebé revelou que essa foi a primeira vez que o espetáculo é apresentado em local aberto e numa festa junina. A primeira experiência surpreendeu a atriz baiana. “Estou super feliz de estar pela segunda vez aqui. Eu já sabia que ia ser um desafio essa segunda vez por ser numa festa junina e numa área aberta. Mas fiquei super encantada porque eles (público) continuaram concentrados”, expressou. 

Assessoria Fundação Restaurar

domingo, 12 de junho de 2016

Circuito Surubim de Ciclismo atrai competidores de todo país

Resistência e muita velocidade marcaram o I Circuito Surubim de Ciclismo na tarde desde sábado (11) em Campo Maior. Com atletas de várias regiões do país, a prova teve 1h: 30min de duração e atraiu um grande público. Na última volta do percurso oito ciclistas lutavam pelo primeiro lugar. Lucas Melo de Carvalho, 22 anos, pedalou mais rápido e cruzou a linha de chegada na primeira colocação.

Prefeito Paulo Martins e Secretário Ulisses Raulino, do Esporte e Cultura, entregam a premiação
“Um sentimento de realização. É um sinal que os treinos estão dando resultado. Fizemos um belo trabalho de equipe e conseguimos o lugar mais alto do pódio. A organização está de parabéns. Uma prova bem organização e boa premiação”, disse o campeão. Lucas já disputou quatro competições de ciclismo no município e essa é a segunda vez que fatura o título. O atleta embolsou uma premiação de R$ 1.900,00, troféu e medalha.

A boa quantia em dinheiro atraiu competidores de todo Brasil. Piauí, Ceará, Maranhão, Amapá, Espírito Santo e São Paulo foram os estados que tiveram representantes no circuito. O desafio entre a distância do estado de origem e Campo Maior não chegou perto do duelo sobre duas rodas.

Ciclistas de muitas partes do país prestigiaram a competição 
Ao todo, 47 ciclistas largaram na prova. Alguns ficaram para trás, outros sofreram com problemas mecânicos enquanto alguns desistiram pelo cansaço devido ao forte calor. Logo um pelotão se destacou e seguiu unido até o final da prova. Restando poucos minutos para o término do trajeto dois competidores ganharam distância, mas foram alcançados por Lucas Melo (1º lugar), Leandro Rabelo (2º lugar) e Alex Fábio (3ºlugar).

O prefeito Paulo Martins acompanhou o evento e falou da satisfação em receber atletas de todo país em Campo Maior. “Ficamos muito satisfeito com a presença de todos vocês. Parabéns a organização e vocês que fizeram essa bonita corrida”. O Circuito de Ciclismos teve apoio da Prefeitura Municipal, Fundação Restaurar e Fundação de Esportes do Piauí (Fundespi). 

Assessoria Fundação Restaurar

E viva a água


SAAE faz novos investimentos em Poço Tubular no Bairro Cidade Nova

Para acompanhar o crescimento habitacional que Campo Maior vivencia nos últimos cinco anos, o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) está investindo em novos serviços para atender a demanda de água em toda a cidade.

No bairro Cidade Nova, considerado um local de planície elevada que enfrenta constantes interrupções no sistema de água, o SAAE está trabalhando na recuperação do Poço Tubular – 32. As medidas já tomadas foram o alargamento de 6” para 8”  e o aprofundamento que chegou aos 224 metros de profundidade.

O diretor do SAAE João Lima e o vereador Fernando Miranda estiveram na sexta-feira (10/06), acompanhando os últimos trabalhos de aprofundamento do Poço. Informaram que ainda serão instalados dentro dos próximos dias, equipamentos que irá aumentar a vazão da água.  

De acordo com o diretor, o nosso principal objetivo é aumentar a vazão que poderá chegar aproximadamente aos 30 mil/litros por hora ou até mais com a instalação de novos equipamentos, e também trabalhar uma forma em relação à rede de distribuição da água para que seja destinada somente para o bairro Cidade Nova, além de investirmos na construção de novas redes.  

"Com essas melhorias o sistema de água no bairro Cidade Nova irá melhorar consideravelmente, também estamos trabalhando a importância do uso do reservatório nas residências, algumas famílias já estão cadastradas por assistentes sociais que fazem parte do projeto desenvolvido pelo SAAE" afirmou João Lima.
Fonte: Assessoria de Comunicação SAAW

"O massacre da Previdência, segundo O Dia"

Foto O Dia - Warley só aceita negociar se Ministério da Previdência for recriado. Já Paulinho da Força diz que há tempo para discutir a idade mínima

Foto: João Laet (30.7.2010) | Divulgação / EBC

Sinto-me na obrigação, enquanto trabalhador da educação e ativista dos movimentos sindicais, levar ao conhecimento dos leitores do nosso blog, informações importantes para a prática da necessidade de reflexão quanto ao que está por vir no nosso país.

Quando ocorrem mudanças no regime geral da Previdência Social, por tabela, os regimes estaduais e municipais também devem se adaptar às mudanças ocorridas.

É importante que estejamos atentos. Retrucar, baixar a cabeça no momento ou fazer de contas que não nos afeta, pode ser um caminho doloroso.

Leia matéria do portal Tijolaço.com com uma análise da publicação do Odia.ig.com:


domingo, 5 de junho de 2016

ESCÂNDALO: por ano, mais de um bilhão de crianças no mundo sofrem algum tipo de violência


Temos dedicado esse espaço como forma de combate a quaisquer tipos de violência ou injustiça. Não desejamos agradar a quem quer que seja. Nossa postura é uma só: desmascarar a pseudo moral que afeta significativa parcela da nossa sociedade.

É inadmissível que em pleno século XXI ainda vivamos às voltas com algo tão deplorável quanto à violência contra a criança.

Importante denúncia foi formulada pelo Comissariado da ONU sobre o assunto.

Compartilhamos matéria do Brasil 24/7 por considerá-la de suma importância aos que desejam extirpar essa chaga da nossa sociedade.

OPINIÃO: A CAMA DE FERRO DA INTOLERÂNCIA*

Ensinamento marcante pode ser extraído da mitologia grega, mais precisamente do lendário Procusto, bandido que, vivendo, oculto, na serra de Elêusis, à margem da estrada que ligava Mégara a Atenas, tinha em sua casa uma cama de ferro para a qual convidava os viajantes a se deitarem. Os hóspedes de altura superior ao comprimento da cama tinham, enquanto dormiam, as pernas amputadas a machadadas. Os de altura inferior eram esticados, com cordas e roldanas, até que se igualassem ao comprimento da cama.  O reinado de horror do tirânico Procusto chegou ao fim quando o herói ateniense Teseu o capturou e fê-lo deitar em sua própria cama onde teve a cabeça e pés decepados.  Teseu aplicou a Procusto o mesmo suplício que infligia aos seus hóspedes, incautos. A lógica doentia de Procusto era a padronização, isto é, todos deveriam caber na sua medida, na sua régua. Os que estivessem fora da medida única seriam enquadrados, subjugados. Embora Teseu tenha aniquilado o monstro da mitologia grega, seu espírito intolerante até hoje faz estragos pelo mundo afora, inclusive no Brasil. Aliás, a medida única de Procusto, representada por sua cama de ferro, metaforiza cabalmente o sentido da intolerância de uns em relação a outros. Mesmo sem a crueldade dos métodos de Procusto, frequentemente queremos enquadrar as pessoas na nossa régua de comportamento, nos padrões que julgamos ideias, ajustando-as aos conceitos de como deveriam ser. Vezes sem conta o espírito de Procusto se interpõe à história da humanidade. Exemplos de singular relevo são o holocausto e escravidão negra, onde os que se julgavam seres superiores acharam-se no direito de subjugar os que eram “diferentes”. Na inquisição usou-se até o nome de Deus para enquadrar os “diferentes”.  As cenas comuns de homofobia e ataques a homossexuais não são outra coisa senão reminiscências despertadas da cama de ferro de Procusto.  “Mas, não é a diversidade uma característica de homens e mulheres? Então,  por que insistir em obrigar homens e mulheres a viverem segundo os mesmos padrões e ideais, forçando-os a ajustar suas vidas aos conceitos pré-estabelecidos?”
Acautelemo-nos: o espírito, à solta, do crudelíssimo bandido mitológico ainda não encontrou a quietude do melhor sono; ressurge impondo a sua régua mutiladora, ora fisicamente, ora psicologicamente. Visível ou invisivelmente, a cama de Procusto pervaga por diversos ambientes inclusive nas escolas. “Alunos “diferentes” têm sido mutilados em suas características em nome do padrão social”. Muitos são os que tentam adequar os outros aos seus imperativos, forçando-os a entrarem nas suas medidas.
Que não sejamos acometidos da odiosidade que faz apertar o gatilho contra os que são “diferentes” ou pensam de modo diverso. A diferença entre pessoas é da essência do mosaico de povos. Que Deus abençoe a todos, sobremaneira os que, por serem “diferentes” são molestados pelos procustianos, simpatizantes da cama de ferro da intolerância, dentre os quais conhecidos apóstolos da intransigência: figuras da política, célebres redatores, etc.

* Jacob Fortes

sábado, 4 de junho de 2016

Gravidez na adolescência: tema de permanentes debates

Um tema que incomoda pais, autoridades em saúde pública, educação e segurança, a gravidez na adolescência está cada vez mais próxima a nós. Estarrece professores ao adentrar na sala de aula e ver crianças ostentando uma gravidez quando mal saiu dos cueiros.

Caso toda a sociedade não se mobilize, especialmente os segmentos que estejam mais próximos a essas crianças, certamente, iremos ter uma avalanche de problemas que não conseguiremos mensurar o tamanho.

Educadores são uma parte sensível, vez estarem grande parte do dia na convivência com essa realidade. E o que podemos e devemos fazer? Problema nosso ou da família? Como intervir em sala de aula? Pelo menos são esses questionamentos que me faço diariamente.

A situação é tão alarmante e grave que as Procuradorias da Mulher no Senado e na Câmara dos Deputados, promoveram debate no intuito de buscar como aquelas duas casas legislativas podem se inserir no combate ao que se pode considerar "um mal irremediável".

Vale a pena conferir matéria publicada no sítio da Senadora Regina Sousa sobre o tema.