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BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudanç...

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

"Poder, dinheiro e violência em Campo Maior"

Artigo postado no Portal A Voz do Jenipapo.

" A eleição para prefeito é só no próximo ano, mas o clima de disputa já toma conta de Campo Maior. Os concorrentes tradicionais se apresentam com os mesmos costumes e práticas  da política rasteira e imunda que tem dominado o município, há anos.
        O discurso de ódio, de intolerância e da crítica meramente pessoal, toma conta do cenário.Medalhões da política local incentivam seus comandados a forçar uma disputa de grupos, como se a eleição fosse apenas um jogo de futebol com torcida organizada.
       É por esse comportamento infantil entre os comandantes que a cidade paga um preço caro, entre os comandados.
       O que querem todos os campomaiorenses? O que verdadeiramente deseja a maioria da população? A responsabilidade  não pode recair apenas nos ombros dos grupos imperialistas. A cidade se divide de forma odienta e perde o seu maior potencial, aquele que está no nosso hino, " da terra altaneira, orgulho dos filhos teus".
       A divisão, a briga meramente pessoal tem endereço certo: a preservação do modelo perverso que não aceita renovação de valores e comportamento.
       O discurso que nos falta é de união, de cumplicidade, de uma gente unida em torno do seu amor à terra querida. "

Postagem de Arnaldo Ribeiro

BAIRRO DE FLORES TERÁ CRAS EM AÇÃO


segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Prefeitura de Campo Maior implanta revisão Enem Rural


A Prefeitura de Campo Maior implantou, no final de semana passado, o projeto piloto 'Enem Para Todos', onde os estudantes da zona Rural de Campo Maior passam a recebem revisão do conteúdo da prova ENEM, (Exame Nacional do Ensino Médio), preparando-se com a mesma intensidade dos demais alunos da cidade.  

O prefeito Professor Ribinha foi ao encontro dos alunos e explicou que a Prefeitura Municipal fica responsável pelo material didático e pelos professores, restando aos alunos apenas estudar e colher resultados.
“As revisões para a zona Rural é uma  forma de equilibrar a preparação para os alunos da rede pública que moram em comunidades e tem dificuldade de está na cidade recebendo as orientações para a prova”, destaca Ribinha.
Professor Ribinha foi pioneiro em preparatórios para vestibulares para alunos carentes em Campo Maior, montando varias turmas para os chamados Cursinhos Populares, na UESPI, conquistando muitas aprovações em vestibulares no Piauí e em ouros estados.    

domingo, 22 de setembro de 2019

O triste fim de Jair Messias Bolsonaro

Esse nosso espaço é dedicado às múltiplas leituras. Os gêneros, os mais diversos, procuram levar entretenimento e reflexão.

O texto abaixo, do escritor angolano José Eduardo Agualusa, publicado em uma conceituada revista portuguesa, dá-nos o tamanho da imagem maculada do Brasil nos últimos nove meses. Apenas nove meses,e o caos se instala na Nação Verde-Amarela.

Vale a pena conferir e fazer uma reflexão.

Jair acordou a meio da noite. Mandara colocar uma cama dentro do closet e era ali que dormia. Durante o dia tirava a cama, instalava uma secretária e recebia os filhos, os ministros e os assessores militares mais próximos.

Alguns estranhavam. Entravam tensos e desconfiados no armário, esforçando-se para que os seus gestos não traíssem nenhum nervosismo. Interrogado a respeito pela Folha de São Paulo, o deputado Major Olimpio, que chegou a ser muito próximo de Jair, tentou brincar: “Não estou sabendo, mas não vou entrar em armário nenhum. Isso não é hétero.” Michelle, que também se recusava a entrar no armário, fosse de dia ou de noite, optou por dormir num outro quarto do Palácio da Alvorada.

Aliás, o edifício já não se chamava mais Palácio da Alvorada. Jair oficializara a mudança de nome: “Alvorada é coisa de comunista!” — Esbravejara: “Certamente foi ideia desse Niemeyer, um esquerdopata sem vergonha.”

O edifício passara então a chamar-se Palácio do Crepúsculo. O Presidente tinha certa dificuldade em pronunciar a palavra, umas vezes saía-lhe grupúsculo, outras prepúcio, mas achava-a sólida, máscula, marcial. Ninguém se opôs.

Naquela noite, pois, Jair Messias Bolsonaro despertou dentro de um closet, no Palácio do Crepúsculo, com uma gargalhada escura rompendo das sombras. Sentou-se na cama e com as mãos trêmulas procurou a glock 19, que sempre deixava sob o travesseiro.

— Largue a pistola, não vale a pena!

A voz era rouca, trocista, com um leve sotaque baiano. Jair segurou a glock com ambas as mãos, apontando-a para o intenso abismo à sua frente:

— Quem está aí?

Viu então surgir um imenso veado albino, com uma armação incandescente e uns largos olhos vermelhos, que se fixaram nos dele como uma condenação. Jair fechou os olhos. Malditos pesadelos.

Vinha tendo pesadelos há meses, embora fosse a primeira vez que lhe aparecia um veado com os cornos em brasa. Voltou a abrir os olhos. O veado desaparecera. Agora estava um índio velho à sua frente, com os mesmos olhos vermelhos e acusadores:

— Porra! Quem é você?

— Tenho muitos nomes. — Disse o velho. — Mas pode me chamar Anhangá.

— Você não é real!

— Não?

— Não! É a porra de um sonho! Um sonho mau!

O índio sorriu. Era um sorriso bonito, porém nada tranquilizador. Havia tristeza nele. Mas também ira. Uma luz escura escapava-lhe pelas comissuras dos lábios:

— Em todo o caso, sou seu sonho mau. Vim para levar você.

— Levar para onde, ô paraíba? Não saio daqui, não vou para lugar nenhum.

— Vou levar você para a floresta.

— Já entendi. Michelle me explicou esse negócio dos pesadelos. Você é meu inconsciente querendo me sacanear. Quer saber mesmo o que acho da Amazónia?! Quero que aquela merda arda toda! Aquilo é só árvore inútil, não tem serventia. Mas no subsolo há muito nióbio. Você sabe o que é nióbio? Não sabe porque você é índio, e índio é burro, é preguiçoso. O pessoal faz cordãozinho de nióbio. As vantagens em relação ao ouro são as cores, e não tem reacção alérgica. Nióbio é muito mais valioso que o ouro.

O índio sacudiu a cabeça, e agora já não era um índio, não era um veado — era uma onça enfurecida, lançando-se contra o presidente:

— Acabou!

Anhangá colocou um laço no pescoço de Jair, e no instante seguinte estavam ambos sobre uma pedra larga, cercados pelo alto clamor da floresta em chamas. Jair ergueu-se, aterrorizado, os piscos olhos incrédulos, enquanto o incêndio avançava sobre a pedra:

— Você não pode me deixar aqui. Sou o presidente do Brasil!

— Era. — Rugiu Anhangá, e foi-se embora.

Na manhã seguinte, o ajudante de ordens entrou no closet e não encontrou o presidente. Não havia sinais dele. “Cheira a onça”, assegurou um capitão, que nascera e crescera numa fazenda do Pantanal. Ninguém o levou a sério.

Ao saber do misterioso desaparecimento do marido, Michelle soltou um fundo suspiro de alívio.

Os generais soltaram um fundo suspiro de alívio. Os políticos (quase todos) soltaram um fundo suspiro de alívio.

Os artistas e escritores soltaram um fundo suspiro de alívio. Os gramáticos e outros zeladores do idioma, na solidão dos respetivos escritórios, soltaram um fundo suspiro de alívio.

Os cientistas soltaram um fundo suspiro de alívio. Os grandes fazendeiros soltaram um fundo suspiro de alívio.

Os pobres, nos morros do Rio de Janeiro, nas ruas cruéis de São Paulo, nas palafitas do Recife, soltaram um fundo suspiro de alívio.

As mães de santo, nos terreiros, soltaram um fundo suspiro de alívio.

Os gays, em toda a parte, soltaram um fundo suspiro de alívio.

Os índios, nas florestas, soltaram um fundo suspiro de alívio.

As aves, nas matas, e os peixes, nos rios e no mar, soltaram um fundo suspiro de alívio.

O Brasil, enfim, soltou um fundo suspiro de alívio — e a vida recomeçou, como se nunca, à superfície do planeta Terra, tivesse existido uma doença chamada Jair Messias Bolsonaro.

Publicado originalmente na revista “Visão” de Portugal. Reproduzido no blog do Juca Kfouri e no site Brasil 247

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Revista Nordeste revela detalhes da morte de Alípio Ribeiro em Campo Maior



A Justiça de de Campo Maior, aceitou aditamento de denúncia oferecida pelo Ministério Público, através do promotor Luciano Lopes Nogueira, contra o ex-prefeito de Campo Maior Joãozinho Félix, e mais cinco pessoas acusadas de envolvimento no assassinato de Alípio Ribeiro dos Santos, ocorrido em 2009.

Agora os réus são oficialmente citados no processo e nenhum dos acusados não poderá concorrer a qualquer cargo público.

A Constituição Federal prevê às autoridades o chamado foro por prerrogativa de função, o que lhes dá um órgão diferente de julgamento daquele aplicado ao cidadão comum, normalmente julgado por um juiz de primeira instância. A previsão de julgamento dos prefeitos pelos Tribunais de Justiça está expressa no Artigo 29, inciso X da Carta Magna. Por tratar-se de crimes contra a vida, neste caso, Joãozinho será levado ao Tribunal Popular do Júri.

Alípio Ribeiro dos Santos, irmão do apresentador da Antena 10 Arnaldo Ribeiro, era vice-prefeito de Jatobá do Piauí . O crime teria sido encomendado por R$ 150 mil, e previa também a morte de Arnaldo, que na época como radialista, fazia duras críticas à gestão de Joãozinho. Insatisfeito, Félix teria, por intermédio de Rosa Silva Freitas, outro nome a aparecer no aditamento, contratado um grupo especialista em pistolagem para por fim à vida dos dois irmãos.

Na reportagem publicada no 180, quando do oferecimento da denúncia, o jornalista Rômulo Rocha, ao mencionar o texto do promotor Luciano Lopes, diz que “primeiro seria assassinado o vice-prefeito de Jatobá – e assim foi feito -, para causar dor no irmão, e depois seria assassinado o próprio radialista”.

“Em razão de ser inimigo de Arnaldo Ribeiro , por volta do mês de junho de 2009, o denunciado João Félix de Andrade Filho procurou a denunciada Rosa Maria Silva Freitas e solicitou que está contratasse alguém para matar a vítima Alípio Ribeiro dos Santos em razão do motivo torpe por ser irmão do jornalista Arnaldo Ribeiro dos Santos para que a morte da vítima atingisse o jornalista, bem como a morte de Arnaldo Ribeiro dos Santos”, acrescenta.

Segue o Ministério Público: “A denunciada Rosa Maria Silva Freitas entrou em contato com o Marcos Gago que vem a ser o Marco Aurélio Pereira Araújo e contratou este pelo valor de R$ 150.000,00 para matar Alípio Ribeiro dos Santos e Arnaldo Ribeiro dos Santos”.

“O denunciado Marco Aurélio Pereira Araújo (Marco Gago) procurou os acusados Francisco Teixeira Dantas e Francisco Teixeira Dantas Júnior para encomendar o assassinato da vítima e de Arnaldo Ribeiro dos Santos – sendo que o acusado Marco Aurélio Pereira Araújo (Marco Gago) era proprietário de uma parte do Hotel Colonial localizado em Teresina (PI) e vendeu a sua parte para Dede Macedo que repassou para o acusado Francisco Teixeira Dantas (…), sendo que o réu Marco Aurélio Pereira Araújo (Marcos Gago) conhecia o acusado Francisco Pereira Dantas”.

“Os denunciados Francisco Teixeira Dantas e Francisco Teixeira Dantas Júnior contrataram os acusados Raimundo Carneiro da Silva e João Batista da Silva Reis para executarem a vítima Alípio Ribeiro dos Santos e posteriormente Arnaldo Ribeiro dos Santos”.

“Os réus Raimundo Carneiro da Silva e João Batista da Silva Reis saíram de Teresina e na manhã de 22 de junho de 2009 chegaram numa motocicleta, sendo que um com capacete e o outro sem capacete, e de forma inesperada e sem chance de defesa do ofendido deram quatro tiros na vítima Alípio Ribeiro dos Santos que estava no pátio da Secretaria Municipal da Saúde, Campo Maior, com o intuito de matá-lo, sendo que os tiros causaram a morte do ofendido em razão da ação perfuro-contundente dos projeteis que atingiram a vítima”.

“Os denunciados Raimundo Carneiro da Silva e João Batista da Silva somente não mataram em outra data posterior a vítima Arnaldo Ribeiro dos Santos a mando dos acusados Francisco Teixeira Dantas e Francisco Teixeira Dantas Júnior porque o acusado João Félix de Andrade Filho não pagou o valor contratado".

fonte : Revista Nordeste

terça-feira, 17 de setembro de 2019

Estudantes da rede estadual serão mobilizados para a prova SAEB

Se Liga no Saeb”, é a proposta do Governo do Estado que deve nortear as escolas, Gerências Regionais de Educação (GREs) e a equipe da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) sobre como trabalhar, mobilizar e engajar todos os atores que farão parte do processo de avaliação do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Na oportunidade, escolas da rede pública estadual de ensino foram homenageadas pelo desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2017. 

O Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) permite produzir indicadores educacionais para o Brasil, regiões e unidades da federação. Dessa forma, os diversos níveis governamentais podem avaliar a qualidade da educação praticada no país, de modo a oferecer subsídios para a elaboração, o monitoramento e o aprimoramento de políticas com base em evidências para melhorar o ensino e aprendizagem dos alunos. As médias de desempenho do Saeb e os dados sobre aprovação obtidos no Censo Escolar compõem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). 

Várias ações ajudarão os alunos da rede a se habituarem com o sistema de avaliações do Saeb. Ações como a Hora do Saeb, que tem o Quiz Saeb e Café-Aula serão utilizadas como forma de estímulo para os alunos, de modo que eles não se confundam com os questionários, além da Blitz Saeb, na qual equipes da Seduc e das GREs visitarão as escolas para conversar com alunos, professores e diretores sobre a avaliação, explicando sobre a metodologia utilizada e como a preparação dos alunos contribui para a aprendizagem e o avanço dos resultados do estado em relação à média nacional. 

Neste ano, pela primeira vez, serão feitas a avaliação das instituições que oferecem educação infantil, em caráter de estudo piloto, e a avaliação dos estudantes do 2º ano do ensino fundamental. O exame é um dos indicadores utilizados para gerar o Ideb. A partir do resultado dessa avaliação, o governo pode criar estratégias para melhorar o ensino e aprendizagem na rede pública estadual. Em 2019, as aplicações serão entre os dias 21 de outubro e 1º de novembro de 2019.

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Governador discute com cineastas produção de filme sobre Batalha do Jenipapo

Governador com Tizuka Yamazaki
Governador Wellington Dias e a cineasta Tizuca Yamazaki
O governador Wellington Dias esteve, nesta sexta-feira (13), em reunião com a deputada federal Rejane Dias, o deputado estadual Fábio Novo, a secretária de Estado da Cultura, Bid Lima, e os cineastas Ricardo Favilla e Tizuka Yamasaki. Eles vieram ao Piauí para a realização de um workshop voltado para profissionais da área do cinema/TV, fotografia, alunos dos cursos de Cinema, Comunicação Social e profissionais independentes da área.
Durante a reunião, foi discutida a possibilidade de produção de um documentário-drama sobre a Batalha do Jenipapo ocorrida no dia 13 de março de 1823, às margens do rio de mesmo nome na vila de Campo Maior, Piauí. A batalha foi um dos confrontos mais sangrentos pela Independência do Brasil.
Wellington falou sobre o projeto apresentado pelos cineastas. “Estou bastante animado com o que os cineastas Ricardo Favilla e a Tizuka Yamasaki apresentaram aqui hoje, que é de trabalhar um roteiro para um documentário-drama sobre a Batalha do Jenipapo em um modelo que possa ir para TVs, como também escolas ou universidades. Esse projeto é muito importante para que o país possa conhecer a nossa participação na história da Independência do Brasil”, destacou Dias.
A cineasta Tizuka Yamasaki ressaltou que a ideia de criar o documentário sobre a Batalha do Jenipapo veio de um projeto que já existe, chamado de “Histórias Esquecidas”. "A gente, há 3 anos, começou um projeto de criar uma série de histórias do Brasil esquecidas ou desconhecidas e já nessa espoca nós fizemos o 1817- A Revolução Esquecida, que é uma história fantástica lá de Pernambuco sobre a independência que o estado viveu. Depois teve um outro projeto sobre Maria da Gloria, que é filha de Dom Pedro I, mas ninguém conhece que virou rainha de Portugal. A gente tinha entre esses projetos a Batalha do Jenipapo que nos chamou a atenção porque nunca tínhamos ouvido falar sobre isso e aí, a partir de então, começamos a ler um pouco a respeito. Tivemos essa ideia até que conhecemos um grupo aqui de Teresina e começamos a amadurecer a ideia. Também viemos aqui para um workshop até que chegamos ao governador que se encantou pelo projeto”, explica Yamasaki.
Segundo Ricardo Favilla, o projeto agora precisa ser estudado para que posso ser produzido. “Tivemos um apoio aqui do governador do Estado e da Secretaria da Cultura e agora vamos estudar a história, conhecer mais sobre a batalha e buscar parcerias que podem ser do governo e também de empresas privadas ou outros órgãos para realizarmos esse projeto”, comenta o cineasta.
Autoria: Aline Medeiros e Marina Ribeiro

domingo, 15 de setembro de 2019

Sancionada lei que proíbe mulher ganhar menos nas premiações esportivas de Teresina

O Prefeito Firmino Filho sancionou a Lei 5.419 que proíbe o tratamento diferenciado entre homens e mulheres em premiações de eventos e qualquer tipo de competição, campeonato, torneio esportivos realizados em Teresina.

Qualquer pessoa pode denunciar situações de infração dessa lei junto à Prefeitura de Teresina, que é responsável por fiscalizar o seu cumprimento.

As penalidades para o não cumprimento da legislação serão aplicadas gradativamente e consistem em: advertência, com notificação para regularização no prazo máximo de 30 dias; multa de 10 vezes o valor da diferença entre os prêmios dos homens e das mulheres, com pagamento em dobro no caso de reincidência; suspensão das atividades do infrator, por tempo determinado; e por último, cassação do alvará.

O infrator terá um prazo de 10 dias desde o recebimento da notificação para apresentar uma resposta. No caso de indeferimento, o infrator será notificado para pagar multa no prazo de 15 dias. O dinheiro arrecadado com a aplicação das multas deverá ser utilizado na realização de programas e ações esportivas ou sociais.

A lei é de autoria dos vereadores Deolindo Moura e Ítalo Barros.