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BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudanç...

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segunda-feira, 14 de julho de 2025

Quando a Solidão Vira Problema de Saúde Pública

Foto divulgação


    Você já se sentiu sozinho mesmo estando rodeado de gente? Esse sentimento, tão comum e muitas vezes silencioso, está afetando uma em cada seis pessoas no mundo, segundo um relatório recente da Organização Mundial da Saúde (OMS). E mais: a cada hora, cem pessoas morrem por causas relacionadas à solidão — um número assustador que ultrapassa 871 mil mortes por ano.
    Mas não estamos falando apenas de tristeza passageira. A solidão, como define a OMS, é uma dor emocional provocada pela distância entre as conexões sociais que desejamos e aquelas que realmente temos. Já o isolamento social é mais prático: é a falta objetiva dessas conexões. Ambos são perigosos.
    O relatório mostra que os mais afetados estão em países de baixa e média renda, especialmente adolescentes e jovens entre 13 e 29 anos. Em alguns lugares, até 24% dessa faixa etária relata sentir-se solitária — mais do que o dobro dos índices em países mais ricos.
    E não para por aí. Grupos como idosos, pessoas com deficiência, LGBTQIA+, indígenas e refugiados enfrentam mais obstáculos para criar vínculos sociais. As causas? Saúde frágil, baixa escolaridade, viver só, falta de políticas públicas e até o uso excessivo das redes sociais.
    As consequências são graves: além da tristeza, a solidão pode aumentar o risco de AVC, diabetes, depressão, ansiedade e até morte precoce. E o custo não é apenas humano — a sociedade também paga a conta em saúde, educação e emprego.
    Em tempos de hiperconectividade, repensar nossas conexões reais talvez seja mais urgente do que nunca.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Jorge Câmara - Estamos criando uma sociedade de alcólatras

A questão do consumo de álcool tem preocupado cada vez mais estudiosos do assunto. Conforme pesquisa, 40% dos adolescentes brasileiros experimenta-o pela primeira vez entre os 12-13 anos. Por conta dessa ingestão precoce, o álcool representa a principal causa da morte de jovens entre 15 e 24 anos de idade em todo o mundo.

É comum em Campo Maior, nos inúmeros eventos realizados em praças públicas ou em ambientes privados, vermos CRIANÇAS consumindo álcool como se estivessem tomando refrigerante. Sob o olhar de autoridades encarregadas da fiscalização, há até uma certa aprovação da ilegalidade. 

Grandes empresa, pequenos comerciantes, ambulantes, que sabem da proibição de se vender bebidas alcoólicas para menores, não têm o menor pudor em praticar a venda ilegal. É como se fosse a coisa mais comum do mundo.

O grande vigilante, a família - que ao longo das últimas décadas perde o seu poder de controle e educação -, às vezes é a própria incentivadora desse consumo que preocupa os estudiosos. Vê-se em locais públicos, crianças desde idade muito tenras, serem incentivadas, já que os pais ficam com seus filhos em rodas de consumo. Um péssimo exemplo; "se papai e mamãe podem, por que eu não posso também?". Claro que podem...

O Carnaval é o período do "tudo posso". Aí temos o consumo de álcool acentuado perigosamente. Os olhares do Estado, através de suas instituições como Polícia e Conselho Tutelar, não são capazes do enfrentamento. Argumentam não terem estrutura para tal...

Os médicos ressaltam que quanto menor a idade de início da ingestão de bebida alcoólica, maiores as possibilidades de se tornar um usuário dependente ao longo da vida. De acordo com pesquisas, o consumo antes dos 16 anos aumenta significativamente o risco de beber em excesso na idade adulta. Muitos estudos indicam que o álcool é a porta de entrada para outras drogas.

Quantas vidas precisam ser ceifadas para que tomemos uma posição séria? 

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

"Para combater o machismo, educação em casa é essencial"

foto> www.expressomt.com.br

Olá!!!!!

Período eleitoral. Pouco tempo para garimpar na Grande Rede matérias que possam atrair a atenção de nossas leitoras e leitores. 

Um tempinho roubado das atividades que ora realizo em prol da campanha do Professor Ribinha - 13, vice Dra. Liége e Vereadora Ynaiara Sousa 18.777, não posso esquecer uma de nossas maires bandeiras no blog: o combate à violência contra as mulheres.

Neste post, convido nossos leitores e leitoras a promover a análise de um tema bastante excitante e intimamente ligado à galopante violência contra as mulheres: o MACHISMO. É, essa nossa cultura de usar o possessivo MEU arde em nossas almas e deixa cicatrizes profundas.

Para combater o machismo, educação em casa é essencial 

domingo, 13 de dezembro de 2015

Educação. Mimar os filhos pode se voltar contra os pais

A pesquisadora Tania Zagury entrevistou mais de cem pessoas para o livro

Para a pesquisa que resultou em livro, a professora Tania Zagury, da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), realizou 102 entrevistas com pessoas idosas e familiares. Parte dos entrevistados já atravessa a quarta idade. “O foco é mostrar a quem está criando os filhos agora o quanto é importante ter consciência de que a forma pela qual a educação no presente tem grande influência nas atitudes do futuro, incluindo em relação aos próprios pais”, explica.

Uma das entrevistas, médica aposentada, de 63 anos, entristeceu-se ao perceber que os filhos adultos não atendem suas ligações. “Canso de ligar, ligar e ligar e sempre cai na caixa postal”, disse em depoimento à pesquisadora.

“De maneira geral, parte da geração que hoje tem de cerca de 55 a 69 anos recebeu dos pais uma educação mais dura e restrita. E eles deram mais liberdade aos filhos, atendendo a todos os desejos possíveis. Foi uma geração que colocou a criança no centro das prioridades, com menos hierarquia e com bastante espaço aos filhos”, comenta Tania.

Segundo a professora, foram comuns os relatos entre os idosos de que os filhos vão visitá-los somente em datas comemorativas. E são raras as ligações para saber como estão os pais. “Muitos filhos apenas ligam para os idosos quando precisam de ajuda — que fique com os netos, por exemplo”.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Especialista defende controle dos pais sobre acesso à internet

   
Heloiza Prado: a maior parte das ações devem ser voltadas aos familiares
       Ainda sobre as tecnologias tão fáceis e agradáveis aos nossos jovens - e até mesmo à idades mais avançadas - por mais que elas sejam úteis e necessárias nos dias atuais, não podemos deixar de analisar o lado negativo que ela traz em seu bojo.

     Muitas são as crianças, adolescentes e jovens, que diariamente sofrem algum tipo de agressão sexual através das redes sociais e aplicativos maliciosos. Quantos não são os casos noticiados diariamente sobre estupros e mortes de crianças que foram aliciadas através desses adoráveis aparelhos conectados ao mundo e à pessoas de má índole?

Confira AQUI matéria na íntegra da discussão sobre o assunto.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

UNESCO pede para mudar a abordagem convencional da alfabetização



Cerca de 781 milhões de adultos do mundo não sabem ler nem escrever, e dois terços deles são mulheres, alertou nesta segunda-feira a diretora geral da UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura -, em uma mensagem pelo Dia Internacional da Alfabetização.

Irina Bokova também considerou inaceitável que existam 250 milhões de crianças que não são capazes de decifrar uma só frase, ainda mais quando a metade desses menores passaram quatro anos na escola.

Bakova pediu que se mude o enfoque convencional dos programas de alfabetização para que abordem competências amplas sobre o consumo e sobre modos de vida mais sustentáveis, tais como a proteção à biodiversidade, a redução da pobreza e dos riscos de desastres.
Além disso, pediu que promovam a participação cidadã.

Este ano, o Dia Internacional se dedica a ressaltar o vínculo entre a alfabetização e o desenvolvimento sustentável, e para lembrar que esta opção pode mudar e salvar a vida. A UNESCO destacou que este é um dos meios mais eficazes para ajudar a reduzir a pobreza, conseguir emprego, ganhar um salário mais vantajoso e melhorar a saúde das mães e de seus filhos.


segunda-feira, 9 de setembro de 2013

QUANDO DEVEMOS DAR UM NÃO AOS NOSSOS FILHOS

 Bem interessante matéria publicada no site http://www.bonde.com.br quanto ao NÃO dado às nossas crianças. Nem sempre temos tido a noção de limite, o que pode estragar todos os que estão à nossa volta.
Vale a pena conferir.

 
Educação: quando o "não" é uma forma de amor
Redação Bonde*


Reprodução
Quando pensamos em educação dos filhos, parece que é uma coisa simples e fácil, que desenvolvemos na prática do dia a dia, mas infelizmente não é assim que funciona.

A responsabilidade que temos em relação à educação de uma criança é um grande desafio. Ela tem início já na gestação e nos primeiros meses depois do nascimento. O cuidado com alimentação, higiene, saúde, sono e outros fatores fazem parte da educação, pois desde então estamos ensinando aos nossos filhos amor, ética, responsabilidades e valores.

Conforme a criança cresce, além de todos os cuidados que devemos ter, é função dos pais e/ou responsáveis impor limites. Com isso, entra em cena o temido "NÃO". Uma palavra tão pequena, de apenas três letras, mas como é difícil dizê-la; mais difícil ainda é manter-se firme na decisão negativa!

Em razão de trabalhos e afazeres diários, muitos pais não veem seus filhos praticamente o dia todo e, como forma de suprir essa ausência, permitem a eles fazer o que quiserem, pois se sentem culpados por não participar da rotina das crianças. Isso sem contar com o receio que pais muitos têm de serem tachados de "autoritários", "conservadores", com medo de reproduzir a educação repressiva que receberam. Com isso, acreditam que estão educando adequadamente.

Portanto, o não às vezes é necessário, mas alguns cuidados são necessários. Pense bem antes de negar algo ao seu filho. Uma vez decidida, a imposição deve ser mantida. Ceder ao choro ou à chantagem fortalece ainda mais a criança, que cada vez mais irá insistir, chorar, fazer birra, pois ela sabe que, ao final, conseguirá o que deseja. Ela está te testando. Ceder é a fórmula para a criança crescer achando que as pessoas estão no mundo para realizar seus desejos.
Outra coisa importante: pai e mãe devem sempre estar de acordo em relação às decisões sobre os filhos. Quando não houver consenso, o casal não deve discutir na frente da criança. Se ela perceber que os pais não estão se entendendo sobre determinada situação, ganha ainda mais força para aquilo que deseja, pois percebe a vulnerabilidade deles.

A maior dificuldade nisso tudo é que fazer a criança entender que, enquanto ela ainda é pequena, pode ter (alguns) de seus desejos satisfeitos, mas que, na escola e, futuramente, no trabalho, as coisas não serão assim.

Na escola, a criança se socializa mais rapidamente e acaba aprendendo que existem outras crianças no mesmo espaço e que regras e limites são necessários. Devemos lembrar que a escola é um aliado, e não uma substituição dos pais.

Lembre-se: o "não" também é uma forma de amor! Dizer não aos filhos é um modo de demonstrar amor e carinho, além de ensiná-los que a vida impõe limites o tempo todo, querendo eles ou não. Com isso, eles serão poupados de maiores sofrimentos por serem "mimados" ou "imaturos" e, nos momentos de decepções e frustrações que surgirão ao longo de suas vidas, saberão como lidar e conduzir da melhor forma essas situações.

E você, está sabendo impor limite aos seus filhos?

*Por Daniele Vilela Leite (daniele.leite@vitaebrasil.com.br) é orientadora educacional na empresa Planeta Educação (www.planetaeducacao.com.br).