Postagem em destaque

BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudanç...

Mostrando postagens com marcador rede pública de ensino. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador rede pública de ensino. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Alunos do Patronato Nossa Senhora de Lurdes podem ser prejudicados com decisão da USP

A celeuma provocada com a decisão da USP (Universidade de São Paulo), uma das mais conceituadas Instituições de Ensino Superior do país, em não aceitar o sistema de cotas para alunos oriundos de Escolas Militares, abre um precedente muito perigoso para os estudantes de escolas confessionais e comunitárias, como no caso do Patronato Nossa Senhora de Lourdes, em Campo Maior.

Segundo a USP, estudantes dos Colégios Militares não se enquadram no Artigo 20 da Lei 9.394/96 (Lei das Diretrizes e Base da Educação) LDB. Aplica-se, aí, também, a instituições de ensino como o Patronato em Campo Maior.

Certamente a notícia pegou a todos de surpresa. O Instituto Federal de Educação do Piauí (IFPI) exige dos matriculandos em seus cursos, que concorreram a vaga pelo sistema de cotas, uma série de documentos, inclusive declaração que cursou o Ensino Médio em instituição pública.

Embora com todo o corpo docente, gestão, administrativos e agentes de portaria pagos pelo estado, além de um aluguel de R$ 10.000,00 (dez mil reais) pelo prédio, as decisões que as escolas públicas devem acatar do governo estadual, não afetam em todo a administração do Patronato, vez que este não se enquadra em escolas públicas da Rede Estadual de Ensino. 

Com esse precedente, caso algum estudante de escolas regulares da rede pública sinta-se prejudicado, quanto ao preenchimento da vaga pelo sistema de cotas, pode recorrer à justiça alegando tal reflexão.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Rede municipal de educação de Campo Maior dá início ao período letivo 2019


A rede pública municipal de ensino de Campo Maior deu início na manhã desta segunda-feira, (11.02) o período letivo19.1 nas escolas das zonas urbana e rural. Em algumas unidades de ensino a recepção aos alunos foi feita pelo prefeito Professor Ribinha, que juntamente com a secretária de Educação Conceição Lima desde a semana passada se reuniram com diretores, coordenadores, supervisores e outros profissionais da rede garantindo o retorno dos alunos com as condições necessárias para um ensino de qualidade.
"Eu pararabenizo aos professores pelo empenho em terem ornamentado as salas de aulas para receber os alunos, para mim é uma alegria está passando nas escolas para dar as boas vindas no início do ano letivo. A nossa visita é para ver a motivação dos alunos, dos profissionais e das famílias" , destacou o prefeito, ressaltando que não tem dúvida, que o maior investimento que é preciso fazer numa gestão é na educação. "Por isto estamos satisfeitos", falou O prefeito.
A secretária também percorreu algumas escolas nesta segunda. Na Unidade Escola Mariema Paz ela se encontrou com o padre Celso que foi dar as bençãos no primeiro dia de aula. Na semana passada, para motivar os professores e dar condições a eles de aproveitar a ultima semana de férias o prefeito liberou antecipadamente o pagamento de todos, já com o aumento de 4.17% estabelecido pelo MEC como diferença salarial do ano. O município possui 26 escolas e 10.056,000 (dez mil e cinquenta e seis alunos matriculados). 

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Pega na mentira - escolas particulares mascaram resultados do ENEM

Algumas pessoas já me perguntaram o que tenho contra determinadas escolas. De pronto, respondo que repercuto apenas o que considero ser mentira, e, por isso, deve-se denunciar.

Certa vez entrei em pânico quando vi ranqueado que a escola que mais aprovava no vestibular (até então a modalidade)  quer na Federal, quanto na Estadual, era o CEJA Mulata Lima. Um pouco de investigação do porquê do fenômeno, logo encontrei a resposta.

Alunos de escolas particulares, recorriam ao CEJA para concluírem o ensino médio e adquirir um certificado de escola pública. 

A sacada é apenas para ter direito aos benefícios dados aos estudantes das escolas pública.

Agora, deparo-me com o artigo que convido você a ler:

Escolas que “não existem” representam 80% dos primeiros lugares no ENEM

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

São Paulo tem educação abaixo da média do País segundo dados do Pisa

Temos aqui no nosso blog, trazido postagens de especialistas quanto aos problemas da educação brasileira e, em especial, a do Piauí. Nosso interesse é tão somente provocar discussões junto aos profissionais da educação, no sentido de colaborar com ações - individuais - que possam melhorar o triste quadro desse importante setor.

Não existe país desenvolvido, estado em crescimento, que prescinda da educação. 

A matéria abaixo, postada no Estadão, é uma dessas notícias que devem provocar nossa reflexão.


Apenas quatro redes de ensino estaduais brasileiras têm resultados superiores à média geral do Brasil, de acordo com dados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, na sigla em inglês) de 2012. A rede de São Paulo, o Estado mais rico do País, fica abaixo do Brasil na média das áreas avaliadas.


Os dados desagregados pelas redes de cada Estado são do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), que trabalha com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) na realização do Pisa. A OCDE realiza a avaliação nos 34 países considerados de primeiro mundo e em outros convidados, como o Brasil.

Nesta última edição, o País ocupou 57.º lugar entre os 65 países participantes. O Brasil está entre os que mais cresceram em pontuação desde 2000, quando a prova foi criada, mas ainda não conseguiu sair das últimas posições. O índice geral leva em consideração as redes particular e pública. Quando separadas apenas as redes estaduais (que concentram 85% das matrículas do ensino médio, fase em que está a maioria dos alunos avaliados no Pisa), o cenário é mais preocupante. 

Até a rede estadual mais bem colocada no Pisa, a de Santa Catarina, com 422 pontos, ainda fica a 75 pontos de distância da média dos países ricos. A pontuação equivale a quase dois anos de aprendizado