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BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudanç...

quarta-feira, 13 de dezembro de 2023

Justiça condena evangélico por racismo religioso


A Justiça paulista condenou, após quatro anos, o evangélico Adriano Cássio Bordin por racismo religioso. O homem de 42 anos, em 2019 invadiu um terreiro de candomblé e fez todo tipo de ofensa ao presente no recinto. Adriano afirmava que os membros da 
Axé Egbe Oia Bale eram de satanás, enquanto ele congregava e era de Deus. Além das ameças, o homem condenado agrediu uma mulher que estava presente no centro.

O agressor recorreu da Sentença, porém a 12ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de São Paulo manteve a sentença. Adriano foi condenado a 1 ano e quyatro meses de pena em regime semiaberto e ainda terá que pagar uma indenização de R$ 1.500,00 à mulher pelas agressões físicas sofridas.


quinta-feira, 20 de julho de 2023

Chega de tanta violência contra a mulher.

Não importa se é mulher ou menina. O Brasil continua sendo um país que mais violenta sua mulheres. 


O Brasil hoje viu estarrecido a publicação do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2023 e com ele os dados que a violência contra a mulher cresce vertiginosamente, independentemente da leis que as protegem. E o que mais preocupa que essa violência, em sua maioria - mais de 61,0%,, atinge meninas com até 13 anos. Um verdadeiro terror para a nossa sociedade.

O estupro é o maior índice da violência sexual contra as mulheres. Foram mais de 74.000 mulheres vitimadas, em grande parte, por seus companheiros. E esse tipo de violência aumentou 8,0% em apenas um ano.

“Os números são escandalosos e chocantes, mas a gente também está falando de dados que talvez não traduzem a total massa do problema. A gente lida com um crime que é muito subnotificado. Primeiro, a gente precisa lidar com essa fragilidade, que é a dificuldade de se denunciar um crime como esse”, avalia Juliana Brandão, pesquisadora-sênior do FBSP.

Os técnicos avaliam que a legislação é falha e que por se tratar de um crime que ocorre dentro de casa é mais difícil de ser punido.

Para a Ministra da Mulher, Cida Gonçalves, o aumento da violência contra a mulher se dá pelo aumento do ódio e o corte de recursos para o enfrentamento dos casos.

Confira mais informações no site: Anuário Brasileiro de Segurança

segunda-feira, 17 de julho de 2023

Intolerância religiosa dentro de escola é inadmissível

Com o aumento do discurso de ódio tão bem propagado nos últimos anos, temos visto que a intolerância religiosa contra praticantes de religiões de matriz africana tem sido o alvo preferencial, principalmente daqueles que se dizem "evangélicos". E quando essa turma tem algum tipo de poder, o massacre toma proporções ainda maiores.

Incito você a ler a matéria abaixo, do site G1 de Rondônia, para tomar consciência de até que ponto chegamos. Uma escola deve ter o condão de aperfeiçoar a educação através do debate e reconhecimento de que somos um Estado laico e multicultural, incluindo-se, aí, as questões religiosas e sua multiplicidade de formas como são desenvolvidas.

Mãe denuncia funcionárias de escola por intolerância religiosa em RO: ‘chamaram minha filha de macumbeirinha’

Entendo a escola como um espaço de exercício da democracia e um espaço de segurança absoluta, onde todos devem ser tratados com igualdade, independentemente de suas particularidades econômicas, sociais, étnicas e religiosas. Mas quando esses pilares não são observados e que ferem mortalmente a formação de uma criança, deve ser crime inafiançável.

Precisamos frequentemente analisar como estamos recebendo tantas informações e de que forma elas interferem em nosso cotidiano enquanto pessoas sociáveis e enquanto profissionais, principalmente educadores. Como os discursos de ódio de cunho religioso-conservador têm afetado as nossas vidas e as nossas vivências.


 

domingo, 16 de julho de 2023

Vereadora MIszarlea realiza 4ª Edição do Ação Solidária MISZARLEA E AMIGOS

A Vereadora Miszarlea Almeida, Vice-presidente da Câmara de Campo Maior, realizou na manhã da última sexta-feira (14 de julho), na área social da Igreja de Nossa Senhora das Dores, no bairro Fripisa, em Campo Maior, a 4ª Edição Ação Social MISZARLEA E AMIGOS, como forma de comemorar seu aniversário.

Anualmente, um dos bairros de Campo Maior é escolhido pela vereadora para comemorar o aniversário. Segundo Miszarlea, é uma forma de comemorar com a população que sempre está ao lado dela.

Além de inúmeros voluntários, participaram da ação social como Odonto Company, Ótica Diniz, Clínica Maior, Casa dos Cosméticos (Téo), Barbearia Social, Dental Campo Maior, Massa Fina Industrial, Jupi Alimentos, Deputado Federal Jadyel Alencar, Clínica Equilíbrio e Saúde, Escola de Enfermagem Ana Nery, Governo Do Estado do Piauí, Prefeitura Municipal de Campo Maior, Compunet.

Vários serviços foram oferecidos, desde a produção de beleza, a cuidados médicos, orientação jurídica e muitos brinquedos para a criançada, além de lanche e almoço.

Confira as fotos do evento.




























quinta-feira, 13 de julho de 2023

Atenção agressores de mulheres: ALEPI aprova Lei que pune agressores com multa


 
Todos dizem que "quando se mexe no bolso as pessoas sentem a pancada". Talvez tenha sido essa a ideia da Assembleia Legislativa do Piauí que aprovou Projeto de Lei de autoria do Deputado Fábio Novo (PT) onde os agressores de mulheres devem ressarcir todas as despesas com atendimento à mulher vítima de violência. Além do ressarcimento, o agressor será multado em valores que vão de R$ 500,00 até R$ 5.000,00.

Para o autor da proposta, deve-se punir os infratores com outras medidas, já que parece que as medidas atuais são insuficientes para coibir as agressões sofridas diariamente por dezenas de mulheres piauienses.

O dinehiro arrecadado com o pagamento das multas serão destinados aos programas de combate à violência, prevenção, assistência e amparo às vítimas, garantindo que o agressor seja responsável também pela sociedade e não apenas à vítima.

sexta-feira, 26 de maio de 2023

Até quando seremos intolerantes?

     O crescimento de casos de intolerância religiosa acendeu o sinal amarelo das autoridades de segurança de todo o território brasileiro. Os crimes de incompreensão mais que dobraram em um ano, chamando à necessidade de se combater essa expressão de ódio.

    As manifestações de intolerância religiosa se refletem das "piadas" com ar de humor caricato, da invasão de templos (católicos, protestantes, de matriz africana...), agressões físicas e até assassinatos. Já não é mais velada as manifestação contrárias de extremistas. Reflexo de uma sociedade doente? De pessoas que se mantiveram no anonimato ou nas sombras e agora encontram respaldo para ações bizarras?

     Muitos acusam as plataformas de relações sociais na Internet como o grande meio de propagação de pensamentos mesquinhos, doentios. Sem o menor pudor, as pessoas são bombardeadas com toda sorte de informações - sem cunho de nenhuma veracidade - e, sem perceberem, tornam-se propagadoras de discursos inadmissíveis em pleno século da comunicação.

     Alvo frequente de manifestações de intolerância religiosa, estão as religiões de matriz africana -  candomblé, umbanda, jurema, catimbó, terecô, xangô e ainda outras mais - aparecem no topo das perseguições. Composta em sua maioria por pessoas pobres, pouco letradas, negras, seguem na incompreensão histórica da importância que têm os adeptos  em suas raízes, na sua ancestralidade.

     Sem menos importância, encontram-se nessa esteira a invasão de templos católicos, com os ícones da sua História - as imagens - destruídas. Lideranças e adeptos de religiões protestantes sofrendo ataques verbais. Uma verdadeira Torre de Babel.

     A questão da intolerância reverbera em todos os cantos. 

     Embora o Estado brasileiro traga em sua Lei Maior a laicidade, não é isso que se observa na prática. A coisa pública tem sido tratada como questões religiosas, os exemplos não faltam. Bancada católica, bancada evangélica (tem até a da bala) são demonstrações que não há nada de laico e cada uma dessas bancadas tentam impor suas convicções, suas doutrinas. União, estados e municípios estão longe de cumprirem suas determinações legais.

     Resta às pessoas de bom senso, que respeitam o próximo, terem a sensibilidade da propagação de ideias capazes de dirimirem ações voltadas pera o bem estar de todos.

     


 

segunda-feira, 13 de março de 2023

Redpill: grupos de ódio simbolizam grave ameaça aos direitos da mulher


Replicar informações sobre o crescimento da violência contra a mulher é necessário e importante, principalmente para estudantes que enfrentarão o Enem 2023 e precisam enriquecer o repertório sócio-cultural.

Matéria do Portal Metrópoles traz importantes informações quanto aos grupos organizados que pregam o retorno da "masculinidade" e, consequentemente, a pregação de atos de violência contra a mulher. Com análise bem fundamentada, a reportagem desnuda o que tem de verdade nas entrelinhas de movimentos misóginos que povoam a Internet, a famosa "machosfera digital" e seus efeitos práticos na vida da sociedade: o aumento da violência contra a mulher.

"Ganhou visibilidade, nas últimas semanas, a existência de grupos que incitam a violência e o ódio contra mulheres. Encabeçados por homens que buscam recuperar sua “masculinidade“, conforme eles mesmos justificam, esse movimento é acompanhado de outro problema: o aumento dos crimes de gênero contra elas.

De acordo com pesquisa divulgada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, todas as formas de violência contra a mulher tiveram aumento em 2022. “As pessoas me perguntam se isso pode representar aumento da denúncia ou aumento dos casos e, nesse caso, a violência realmente aumentou”, explica Luciana Terra, diretora do movimento Me Too Brasil.

Vale a pena a leitura da matéria e o aprofundamento de tema tão caro nos dias atuais.

Confira a matéria do Portal Metrópoles