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Medo da verdade? Justiça vira escudo para esconder denúncias em Campo Maior

Imagem IA O prefeito de Campo Maior, João Félix de Andrade , aparece no centro de mais um episódio que preocupa quem acredita em democracia ...

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Medo da verdade? Justiça vira escudo para esconder denúncias em Campo Maior

Imagem IA

O prefeito de Campo Maior, João Félix de Andrade, aparece no centro de mais um episódio que preocupa quem acredita em democracia e liberdade de expressão. Em vez de responder às denúncias que vêm sendo feitas contra sua administração, a reação foi tentar calar o crítico usando a Justiça. Isso não soa como defesa da honra, mas como intimidação. Gestor público tem obrigação de dar explicações ao povo, não de criar medo para silenciar vozes incômodas.

A decisão que impede o influenciador Sérgio Pereira e o cumprimento de mandadto de busca e a apreensão do aparelho celular, de se aproximar do prefeito, da prefeitura e até da rua onde ele mora parece mais um teatro político do que uma medida necessária. Enquanto se discute distância em metros, ninguém responde ao que realmente interessa. A estratégia parece clara: tirar o foco das denúncias e jogar a atenção da população para uma polêmica fabricada, cheia de barulho e “lacração”.

E denúncias não faltam. Nepotismo, terceirização no lugar de concurso público, uso de máquinas da prefeitura em propriedade particular, falta de transparência nas emendas PIX, contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas, desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal e suspensão de processos seletivos. Para piorar, a Câmara de Vereadores segue em silêncio absoluto, e a imprensa local recebe altos valores, mas pouco questiona ou cobra explicações.

O povo também tem o direito de perguntar: existe ou não influência sobre membros da polícia piauiense sendo usada para sustentar esse tipo de ação? Essa dúvida nasce justamente da falta de clareza. Protestar contra esse tipo de intimidação é defender o direito de denunciar e fiscalizar. Quem governa deve satisfação ao povo. Campo Maior merece verdade, respeito e transparência — não medo, silêncio e cortina de fumaça.

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Pelas Beiradas do Poder: A Manobra do Prefeito João Félix que Racha o MDB e Mira o Espaço Petista

Imagem IA

O MDB de Campo Maior volta ao centro de uma crise política ruidosa e estratégica, marcada por movimentos que soam mais como imposição do que como construção coletiva. A provável entrega do diretório municipal ao filho do prefeito — bolsonarista convicto e figura sem trânsito em campos democráticos — expõe uma guinada que afronta a história do partido e amplia as fissuras internas.

Nos bastidores, é público e notório que o prefeito mantém ligação direta com o senador Ciro Nogueira, o que reforça a desconfiança generalizada sobre qualquer alinhamento real ao governador Rafael Fonteles. Poucos acreditam em voto ou apoio sincero ao projeto estadual petista. Impedido de acessar o PT pela porta da frente, o prefeito adota a velha tática de ocupar espaços pelas beiradas, infiltrando-se em áreas mdbistas, petistas e de aliados, com o objetivo claro de hegemonizar o poder local a qualquer custo.

Nesse cenário, lideranças tradicionais e emergentes do MDB vivem um momento de incerteza. A vereadora Jacinta Bandeira, com o jovem Dr. Ribamar Bandeira iniciando trajetória política; Raimundo Parente, Paiva, Marcos Paulo, Sérgio Pereira, Klinsmann, Júnior Lustosa, Fernando Miranda, Cristina da Saúde e outros quadros históricos observam, com cautela, a descaracterização do partido e a perda de protagonismo coletivo.

Outro ponto sensível é o atropelamento político do líder Humberto Filho, que alimentava a pretensão legítima de compor como vice na chapa de Paulo Martins nas eleições de 2024. Alijado do processo, Humberto foi direto ao afirmar que não acompanha as atuais pretensões do MDB, evidenciando o racha interno. Enquanto isso, o ex-vereador Antônio Wilson Andrade, que ainda manda de fato no partido, perde fôlego após a derrota eleitoral. O resultado é um MDB fragilizado, usado como instrumento de um projeto pessoal que mira, sem disfarces, a ocupação do espaço petista em Campo Maior.

sábado, 17 de janeiro de 2026

A pior imagem da semana nas redes sociais

Foto: Julio César - Redes Sociais
Onde a natureza pede respeito,
o ser humano responde com abandono.

A imagem registrada no topo da Serra de Santo Antônio, em Campo Maior, causa náuseas e revolta. O que deveria ser um espaço de contemplação e respeito à natureza transforma-se em cenário de descaso e irresponsabilidade. O lixo espalhado revela uma prática inaceitável, capaz de estarrecer qualquer visitante de bom senso e comprometer a beleza e o valor simbólico desse patrimônio natural.

Fica a pergunta inevitável: qual o interesse de alguém em abandonar, no ponto mais alto da serra, o lixo que produziu? Esse gesto vai além da falta de educação ambiental; é um ataque direto à memória, à identidade e à história coletiva do povo campomaiorense. Preservar a Serra de Santo Antônio não é opção, é dever moral e cívico de todos que usufruem desse espaço.

Diante desse cenário, é urgente que a preservação deixe de ser apenas discurso. Educação ambiental, fiscalização efetiva e investimento em infraestrutura precisam caminhar juntos. A instalação de câmeras de segurança surge como medida necessária para coibir, identificar e responsabilizar quem degrada. Nosso patrimônio exige respeito hoje, para que continue existindo amanhã.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Você Sabe Que As Contas de 2022, 2023 e 2024 Da Gestão João Féliz Foram Reprovadas Pelo TCE?

Arquivo Redes Sociais

A reprovação da prestação de contas dos anos de 2022, 2023 e 2024 da administração João Félix de Andrade Filho não é um mero detalhe técnico: é a prova concreta de uma gestão marcada pela irresponsabilidade, pela afronta à lei e pelo completo descompromisso com o dinheiro público. Ignorar limites fiscais, descumprir obrigações constitucionais e acumular irregularidades não pode ser tratado como erro administrativo, mas como negligência deliberada, que compromete a credibilidade institucional do município.

Os principais motivos são:  Despesas com pessoal acima do limite permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (59,11 % da receita corrente líquida); Descumprimento da aplicação mínima obrigatória em educação, incluindo a não compensação de valores não aplicados em exercícios anteriores. Não aplicação do percentual mínimo de recursos do FUNDEB em despesas de capital. Descumprimento de metas fiscais previstas na Lei de Diretrizes Orçamentárias. Deficiências na governança previdenciária e falta de recursos suficientes para honrar obrigações do RPPS.

O mais revoltante é o deboche com que a legislação parece ter sido tratada, como se os órgãos de controle fossem figurantes e não fiscalizadores. A repetição das falhas, a demora no envio de informações e o desprezo pelas normas revelam uma gestão que zombou da legalidade e subestimou a inteligência da população, apostando na impunidade. O resultado é um rastro de desordem administrativa que envergonha o município e penaliza diretamente o cidadão.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Raimundo Pereira: Um Ano de Saudade e Legado na História Política de Campo Maior

um ano, Campo Maior e o norte do Piauí se despediam de Raimundo Pereira, líder político que deixou um legado marcante na história da região. Foi um dos responsáveis pela introdução do Partido dos Trabalhadores no norte do estado, com atuação decisiva em Campo Maior, onde ajudou a consolidar as bases do partido.

Dedicado, conciliador e comprometido com o diálogo, Raimundo Pereira teve papel fundamental na organização e na estruturação do PT em Campo Maior. Sua liderança foi marcada pela capacidade de unir pessoas, formar quadros políticos e fortalecer a militância, sempre guiado por princípios democráticos e sociais.

Mais do que dirigente partidário, Raimundo foi uma referência humana e política. Sua trajetória foi marcada pela coerência, pela defesa das causas populares e pela crença na política como instrumento de transformação e justiça social, permanecendo viva na memória de todos que com ele conviveram.

Em memória de sua vida e de sua contribuição histórica, será celebrada a missa de um ano de falecimento neste dia 15, às 19 horas, na Catedral de Santo Antônio, reunindo familiares, amigos e companheiros de luta.

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Mais um sucesso no Vivenda

 


No próximo sábado mais um grande evento no Vivenda Bar e Bistrô com a assinatura do promotor de eventos Pablo Yure, que está surpreendendo com.mais essa grande atração.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Silêncio comprado: Câmara vira cercadinho da Prefeitura e empurra impostos goela abaixo do contribuinte

Sessão silenciosa no cercadinho da Prefeitura:
decisões que pesam no bolso do povo aprovadas sem debate

A Câmara Municipal de Campo Maior já não é mais a Casa do Povo, mas um verdadeiro cercadinho da Prefeitura, onde tudo entra e sai com autorização do Executivo. Em vez de debate, silêncio. Em vez de fiscalização, obediência. Enquanto a população enfrenta dificuldades, os vereadores parecem mais preocupados em não contrariar o poder de plantão.

Na calada da noite, projetos que mexem diretamente no bolso do contribuinte são aprovados sem explicação e sem transparência. Alterações no Código Tributário passam como se fossem detalhes técnicos, quando, na prática, significam mais cobrança e menos fôlego para o cidadão comum. O povo paga, mas não é ouvido.

Quando o assunto é benefício para quem ocupa mandato, a agilidade impressiona. A chamada verba de suporte parlamentar foi aprovada sem debate, sem constrangimento e sem qualquer esforço para justificar a prioridade. No cercadinho da Prefeitura, a unanimidade surge rápido quando o interesse é próprio.

Esse comportamento revela uma Câmara submissa, que abdica do papel de fiscalizar para atuar como extensão do Executivo. Quem deveria defender o contribuinte prefere proteger privilégios. E assim, Campo Maior segue com um Legislativo calado, cercado e distante do povo que diz representar.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Muito Dinheiro, Pouca Educação: Os R$ 70 Milhões que Não Chegam à Sala de Aula

“Enquanto mais de R$ 70 milhões do FUNDEB entram nos cofres do município, o prefeito e a secretária de Educação seguem sob questionamentos sobre a aplicação dos recursos e a falta de fiscalização efetiva.”

Os números do FUNDEB em Campo Maior são expressivos e inquietantes. Em 2025, o município recebeu R$ 70.531.823,11, com meses que ultrapassaram a marca dos R$ 10 milhões, como fevereiro (R$ 11.659.803,04) e março (R$ 10.788.400,27). Diante de valores tão elevados, qualquer discurso de falta de recursos soa frágil e pouco convincente.

Mesmo com esse volume financeiro, os problemas estruturais da educação persistem, indicando desperdício e prioridades distorcidas. Com mais de setenta milhões de reais, seria possível promover avanços reais na valorização dos profissionais, na infraestrutura escolar e na qualidade do ensino. A distância entre o dinheiro recebido e os resultados percebidos escancara falhas graves na gestão.

Nesse cenário, a postura do Conselho Municipal do FUNDEB é preocupante. Criado para fiscalizar, o órgão permanece silencioso diante de cifras milionárias. A ausência de posicionamentos públicos firmes enfraquece o controle social e alimenta a sensação de que ninguém está olhando com rigor para a aplicação desses recursos.

Também chama atenção a inércia do sindicato que representa os trabalhadores em educação. Diante de repasses tão vultosos e de demandas históricas não atendidas, o silêncio é ensurdecedor. Quando milhões circulam sem fiscalização efetiva e sem pressão institucional, quem perde é a escola pública e a sociedade. Em Campo Maior, os valores são claros; a responsabilidade, nem tanto.