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BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudanç...

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domingo, 17 de agosto de 2025

A ponta do iceberg: prisões isoladas não salvam a infância perdida

 

Todos sabiam, mas ninguém tomou providência
Hytalo Santos - Foto Instagram 


    Até quando seguiremos fechando os olhos para os absurdos que acontecem diante de nós? A prisão de Hytalo Santos é apenas a ponta de um iceberg que revela uma realidade dolorosa e de extrema complexidade. A cada dia, crianças são exploradas sexualmente, adultizadas precocemente ou submetidas a violências diversas. E nós, enquanto sociedade, permanecemos calados, muitas vezes fingindo não ver o que está diante de nossos olhos.
    No nosso município, a situação é ainda mais alarmante. As políticas públicas que deveriam proteger a infância são frágeis, acanhadas, burocratizadas e, por vezes, reduzidas a meros registros fotográficos em redes sociais, sem efetividade real. Quantas campanhas de prevenção são de fato realizadas ao longo do ano? Quantas orientações chegam até as famílias, as escolas, as igrejas e os demais espaços coletivos?
    A omissão também se estende a órgãos que deveriam atuar de forma incisiva. Onde está o Conselho Tutelar, que deveria ser a linha de frente na defesa dos direitos das crianças? Onde está o Ministério Público, que tem a obrigação legal de cobrar providências e fiscalizar a execução das políticas públicas?
    A verdade é que vivemos em uma rede de silêncios. Silêncio das autoridades, silêncio das instituições, silêncio de uma sociedade que prefere não se incomodar. Enquanto isso, vítimas inocentes crescem marcadas por traumas irreparáveis.
    Não basta prender um ou outro acusado. É necessário um enfrentamento coletivo, sério e constante. Precisamos de campanhas permanentes, de políticas públicas efetivas e de instituições que funcionem de fato. A infância não pode continuar sendo negligenciada. O futuro exige coragem — e coragem começa pelo fim da omissão.

sábado, 21 de junho de 2025

Machismo entre os jovens: um problema que a gente precisa encarar

Em poucos minutos, jovens entre 14 e 20 anos tem acesso a mensagens
misógenas em redes sociais.


    Você já parou pra pensar como o machismo ainda tá presente no dia a dia dos jovens brasileiros? Pois é, mesmo vivendo numa era de memes, redes sociais e liberdade, ainda tem muita gente jovem reproduzindo ideias ultrapassadas. De acordo com pesquisas recentes, 96% dos jovens reconhecem que o machismo existe no Brasil. Até aí, ponto positivo. Mas o problema é que boa parte deles ainda concorda com atitudes machistas. Demonstração encontrada com folga nas redes sociais.
    Por exemplo: muitos acham que a mulher tem que "se dar ao respeito" na forma de se vestir e que é errado ela ter muitos parceiros. E mais — cerca de 27% dos rapazes entre 18 e 24 anos acham que homens e mulheres não deveriam ter os mesmos direitos. Em pleno 2025!
    O ambiente virtual também reflete esse cenário. Um estudo revelou que 77% das meninas entre 15 e 25 anos já sofreram assédio online. E pior: 32% relataram controle digital por parte dos parceiros, tipo exigência de senhas, ciúmes de amigos, e até invasão de privacidade.
    Essas atitudes nascem em casa, na escola, nos grupos de amigos. E se espalham nas redes, onde discursos misóginos ganham força em comunidades “red pill” e afins. É como se uma parte dos jovens ainda estivesse agarrada a uma ideia de masculinidade tóxica, onde homem de verdade é aquele que manda, que controla, que não pode mostrar emoção.
    Mas calma, nem tudo está perdido. Tem muita gente boa — meninos e meninas — discutindo gênero, ouvindo, aprendendo e tentando mudar essa história. O caminho é educação, respeito e empatia. Porque machismo não combina com futuro. E o futuro é da nossa geração.

Professor Jorge Câmara
#EducaçãoComConsciência #JuventudeSemMachismo

domingo, 18 de maio de 2025

Falta de sinalização na BR-343 em Campo Maior segue provocando acidentes e revolta moradores

Imagem: redes sociais

    A falta de sinalização na BR-343, especialmente no trecho urbano de Campo Maior, continua colocando em risco a vida de motoristas e pedestres. Os principais pontos de acesso, como a Avenida Demerval Lobão, a Praça da Bandeira e, principalmente, a entrada do Bairro Santa Cruz, seguem sem sinalização adequada, resultando em inúmeros acidentes diários.
    Na manhã desta sexta-feira, 16, mais um acidente foi registrado no cruzamento da BR-343 com a Avenida Demerval Lobão, envolvendo o ex-vereador de Jatobá do Piauí, Branco Oliveira. Felizmente, não houve vítimas fatais, mas o caso reforça a urgência de medidas preventivas.
    A população já não aguenta mais cobrar providências. Em todas as campanhas eleitorais, promessas de instalação de sinalização luminosa são feitas, mas nenhuma é cumprida. Enquanto isso, motoristas e moradores seguem contando com a sorte em um trânsito cada vez mais perigoso.
    “É um descaso com a vida das pessoas”, afirma um morador indignado. O sentimento de revolta é generalizado, e cresce a pressão por soluções urgentes antes que mais vidas sejam perdidas por pura negligência do poder público.

sábado, 26 de abril de 2025

Campo Maior se comove e protesta contra feminicídio após a morte de Alice Borges

A cidade de Campo Maior viveu momentos de profunda comoção nesta sexta-feira (25), durante a missa de sétimo dia da jovem Alice Borges, vítima de feminicídio. Realizada na Igreja Nossa Senhora das Mercês, no bairro São João, a cerimônia religiosa se transformou em um emocionante protesto contra a violência que tirou a vida de Alice e que, cada vez mais, assola famílias brasileiras.

Vestindo camisetas com a frase "A maior epidemia do Brasil é o feminicídio", familiares, amigos e membros da comunidade expressaram sua dor e indignação, clamando por justiça e mais proteção para as mulheres. O sentimento de revolta tomou conta da população campomaiorense, que se vê abalada diante de mais uma tragédia motivada pelo ódio de gênero.

O principal suspeito pelo crime é Darlan Sousa, ex-companheiro de Alice, que já havia sido denunciado pela jovem por violência doméstica. Segundo a delegada Emylle Kaynar, Darlan teria, inclusive, tentado afogá-la anteriormente no mesmo rio onde seu corpo foi encontrado, o Surubim. Ele foi transferido nesta quinta-feira (24) para a Penitenciária José de Arimateia Barbosa Leite, em Campo Maior.

O caso de Alice Borges escancarou o medo e a dor vividos por tantas mulheres e acendeu ainda mais o debate sobre a urgência de medidas eficazes de proteção. Campo Maior, consternada, pede justiça — e que outras vidas não sejam interrompidas pela violência.


segunda-feira, 28 de outubro de 2024

Homem flagra esposa fazendo sexo com o irmão dele, ataca os dois e é preso


        David McCulloch, de 41 anos, foi condenado a três anos de prisão na Austrália após um ataque agressivo com uma pá ao flagrar a esposa fazendo sexo com o irmão dele, Jamie, no banco de trás de um carro, enquanto a mãe dos dois estava sentada na frente.
    Desconfiado do comportamento da esposa, Jacinta King, com quem estava casado há seis anos, David decidiu rastreá-la após ela não atender ao telefone.
    Indicado pelo rastreador, lá, ele a encontrou dentro de um veículo, estacionado perto do edifício em que irmão dele mora com a mãe. Enfurecido com a cena, começou a socar o irmão, antes de golpear a esposa na cabeça com uma pá várias vezes.
    O traído, então, pegou uma pá e começou a espancar a dupla com a ferramenta, afirmando que iria “matar todos eles”. Com a força, a pá se partiu em duas, segundo o Tribunal de Burnie. A mãe dele tentou intervir, mas acabou sendo empurrada.
       O irmão e a esposa de David foram hospitalizados com ferimentos leves.



quinta-feira, 9 de maio de 2019

Estudantes terão livros trocados por armas

Foto de divulgação
Não se espante se daqui a alguns meses seus filhos chegarem trazendo na mochila uma arma. O desmonte que o governo vem promovendo na Educação é algo impensável para um país civilizado. Os cortes de recursos para as universidades e, agora, o corte nas bolsas de pesquisadores é de fazer qualquer um se arrepiar.

Como se não bastasse tantos desmandos, o Brasil se vê numa encruzilhada demoníaca: bandidos poderão portar armas. Assim, o governo trata o cidadão de bem como algo descartável. Qualquer país que estuda os vieses da violência, sabe que armas nas mãos do cidadão comum é um chamariz para o aumento da violência.


segunda-feira, 1 de abril de 2019

Para que educar para a paz

Vivemos momentos insuportáveis de violência. Para todos os lados que nos voltamos, deparamo-nos com toda espécie de agressão. Trânsito, seio familiar, trabalho e, principalmente, as escolas. Há poucos dias a chacina de Suzano deixou o mundo boquiaberto. O último reduto da paz e da confiança foi invadido pelo ódio e pelo despreparo das instituições escolares em enfrentar tema de importância vital para todos.

Uma educação voltada para acultura da paz já não é sem tempo. Ainda podemos salvar esse espaço importante para o desenvolvimento das pessoas e do Brasil. Ficar de braços cruzados, receosos, esperando que a qualquer momento o mundo desabe sobre a cabeça de todos, parece, não ser uma atitude sensata.

Muitos conceitos sobre educação precisam ser revisto, reconstruídos. A Cultura da Paz deve ocupar espaços significativos nas práticas pedagógicas, no calendário escolar, nas ações governamentais e, principalmente, no seio da família. Não se pode "esperar que o ladrão roube para se fechar a porta".

Educar para a paz passa pelo exemplo de cada um. 

Precisamos, como adultos e educadores, contribuir para uma formação que valorize o respeito, a cidadania, o bem ao próximo. Afinal, as crianças aprendem pelo exemplo. Durante a primeira infância (0-6 anos) o aprendizado acontece essencialmente por imitação: pais que jogam lixo na rua, que gritam, batem e falam palavrões estão educando seus filhos para uma cultura de violência, que hoje predomina no mundo e precisa ser combatida com urgência.

"A educação é um direito de todos e dever do Estado". Não são apenas as letras constitucionais que irão garantir que todos possam ser educados. O engajamento de todos é fator preponderante para garantir uma sociedade em que a violência seja apenas matéria do passado. 

Utopia? Não! Quando todos nós colaboramos  para melhorar o nosso meio, certamente que o sonho se torna realidade. 

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Violência pode estar novamente no tema da redação ENEM 2017

Olá,

No momento que retornamos a oferecer às nossas leitoras e leitores, aproveitamos para fazer um pouco de reflexão sobre a possibilidade de alguns temas na Redação ENEM 2017. Sistematicamente, alertamos em nossas aulas da possibilidade da violência ser mais uma vez a reflexão do exame.

Vários sites que trazem postagens sobre o Enem dão esse tema como possível. Em 2015, o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) trouxe à tona em sua proposta de redação uma problemática bastante pungente em nossa sociedade: o aumento dos casos de violência contra a mulher. Na última década, o #Governo já havia tomado algumas atitudes com relação ao tema, tais como a criação de um disque denúncia, uma delegacia da mulher e a própria instituição da Lei Maria da Penha. Porém, as estatísticas com relação às incidências de feminicídio, violência física e moral apenas aumentaram. 

Em 2016, foi a vez de duas temáticas surgirem, já que foram realizados dois exames, devido a algumas escolas públicas estarem em manifestação. Os preconceitos religioso e racial subiram ao palco do exame como problemas que nos levam à violência da intolerância. A especulação de que novamente o tema possa estar no cenário da violência vem do fato de uma análise sóbria a respeito das estatísticas anuais. Em sua coletânea de textos que servirão de apoio ao candidato, é uma tradição do #ENEM trazer uma série de informações numéricas que denotam uma realidade mais enfática do problema que está sendo abordado. Quando os números reveladores de um fator negativo à sociedade revelam um aumento, soa um alarme aos elaboradores da prova.

Existe na prova de redação um critério de análise obrigatório há mais de 10 anos, a criação de uma proposta de intervenção social para o problema apresentado, em que o candidato deverá apresentar soluções cabíveis para sanar ou até solucionar o problema.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

DE OLHO NO ENEM: UNESCO defende educação sexual e de gênero nas escolas para prevenir violência contra mulheres


Nestes dias de proximidade do ENEM, nada melhor do que avaliar algumas informações sobre tema de tantas discussões: QUESTÃO DE GÊNERO.

A ONU-BR, em seu sítio oficial, publicou no último dia 10 (segunda-feira), recomendações quanto a necessidade de revisão da legislação brasileira, bem como a implantação da educação sexual no conteúdo das escolas brasileiras.  

Para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil, aprofundar o debate sobre sexualidade e gênero contribui para uma educação mais inclusiva, equitativa e de qualidade, não restando dúvida sobre a necessidade de a legislação brasileira e os planos de educação incorporarem perspectivas de educação em sexualidade e gênero

sábado, 10 de setembro de 2016

Educação é o caminho

Hoje tirei o dia para atualizar minhas informações acerca do que está ocorrendo na área da educação.

Sou apaixonado pelo tema e sempre defendo a ideia que é através dela que se pode mudar radicalmente a nossa sociedade. Pena que a maioria das pessoas que têm a função de melhorar as condições de vida - em todas as esferas parlamentares e de governo - só busquem o assunto quando das campanhas eleitorais.

Deparei-me com um estudo que não me causa nenhuma surpresa ou traz dados novos: a violência está intrinsecamente ligada aos problemas da educação. É o diz o estudo Trajetórias Individuais, Criminalidade e o Papel da Educação, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), numa patente maneira da necessidade de voltarmos os nossos olhares para essa área tão massacrada e mascarada.

Festeja-se dados insignificantes. Mascara-se a educação com programas que estão longe da nossa realidade. A solução pode estar em ações concretas de uma simplicidade enorme: escolas em tempo integral.

LEIA:

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Opinião

Temos tido aqui neste espaço, a preocupação em valorizar determinados temas. Entendo que a minha missão é fazer repercutir e refletir temas como educação, violência contra a mulher, direitos humanos e outros temas de envergadura.

Quando analiso determinados dados e olhos para os lados e vejo a inércia de determinados atores - entes do poder público, educadores, formadores de opinião, dentre outros - como se as coisas ruins não pudessem nos acontecer, sinto um arrepio percorrer minha espinha.

Creio ser dever de todos, analisar, divulgar, refletir e compartilhar informações que possam engrandecer nossa sociedade, uma vez que o que vemos hoje é uma verdadeira bestialização de nossos atos.

Transcrevo na íntegra matéria publicada no Jornal O Dia, de Teresina, sobre um tema que nos ronda em nossos ambiente de trabalho, em nossas relações de amizades e em pessoas bem próximas a nós.

"A droga está associada a todo tipo de crime", pontua comandante

No Piauí, a maior parte dos homicídios está ligada, de forma direta ou indireta, ao tráfico de entorpecentes.

Hoje (20) é comemorado o Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo. A  data visa conscientizar a população brasileira sobre os riscos e consequências do consumo desse tipo de substâncias. Muito além da saúde, o consumo de entorpecentes também traz consequências não apenas para a vida do usuário, mas para vários setores da sociedade.
Já é consenso entre as autoridades de Segurança Pública que o tráfico de drogas tem relação direta com os índices de crimes violentos em todo o país; não apenas nas comunidades de baixa renda, mas em todos as classes sociais e econômicas.
Em parte dos casos, o vício faz com que o dependente  químico, ao não encontrar alternativas de sustentá-lo, cometa crimes, como assaltos e furtos. Uma realidade que é cada vez mais presente, inclusive no Piauí. De acordo com o comandante de Policiamento da Capital, coronel Wagner Torres, a maior parte dos homicídios no Estado está ligada, de forma direta ou indireta, ao tráfico de entorpecentes.
“A droga está associada a todo tipo de crime, principalmente homicídios, roubos e assaltos. O sujeito, quando está roubando, pega o celular ou relógio, para trocar na boca de fuma. É um problema presente em todo o mundo”, pontua. 
Fotos: Folhapress
Violência doméstica têm relação com drogas
Pelo menos 70 % dos crimes envolvendo violência doméstica têm relação, direta ou indireta, com o consumo de álcool e outros tipos de drogas. A estimativa é da titular da Delegacia de Proteção dos Direitos da Mulher, delegada Vilma Alves, que afirma atender diariamente esse tipo de ocorrência. Para a delegada, referência no combate à violência contra a mulher, o avanço do consumo de entorpecentes influencia no número de casos de violência registrados no Estado.
“É como se fosse um motivador. O álcool e as drogas funcionam como motivação para a violência doméstica e agressão física. Além do machismo, pelo menos 70% desses casos são ligados ao consumo de algum tipo de droga”, pontua.
O crack, segundo a delegada Vilma Alves, é o que causa os efeitos mais devastadores. “Com a presença do crack, os índices tiveram um aumento muito maior. Ele é destruidor, não só para o usuário, mas para toda família. O consumo do crack faz com que a violência se torne maior”, afirma a delegada.
A união de forças é a solução apontada por Vilma Alves para reduzir os índices de crimes ligados ao consumo de entorpecentes. Para ela, todas as esferas da sociedade devem estar empenhadas nessa luta.
“A droga é devastadora. Tudo parte de uma questão de educação. As famílias devem se envolver mais, o Estado deve fazer mais políticas públicas, as igrejas, e demais instituições também devem estar empenhadas. Assim como estamos mobilizados contra a dengue, temos que estar empenhados no combate às drogas”, pondera. 
Consumo também agrava acidentes de trânsito
O consumo de álcool e entorpecentes também está diretamente ligado ao número de acidentes de trânsito na Capital. Segundo o diretor técnico do Hospital de Urgência de Teresina (HUT), Fábio Marcos de Sousa, pelo menos 80% das ocorrências envolvendo motocicletas têm alguma ligação com o consumo de bebidas alcoólicas.
“Infelizmente, a maior causa dos acidentes motociclísticos é o consumo de bebida alcoólica, atrelado ao não uso do capacete. Os acidentes de moto estão li gados ao consumo de álcool em mais de 90% dos casos”, afirma.
Além dos acidentes, diariamente o Hospital de Urgência de Teresina também atende casos de complicações relacionadas ao consumo de álcool. Entre os mais frequentes estão o coma alcoólico e as crises hepáticas. “Habitualmente, esses pacientes chegam ao HUT em coma alcoólico e, até mesmo, em crises de convulsão. Eles chegam aqui descompensados, com alterações exageradas na função do fígado, muitas vezes de forma ir reversível”, pontua.
Os atendimentos relacionados ao consumo de bebidas e outros entorpecentes acabam gerando uma maior demanda para o Hospital, o que dificulta o acesso dos demais pacientes ao serviço de saúde. “Realizamos mais de 45 cirurgias por dia, 90% dessas cirurgias são ortopédicas, a grande maioria, devido a acidentes de motos. A partir daí, dá para ter uma noção da imprudência e do risco que causa ao próprio indivíduo”, afirma.
Por: Natanael Souza - Jornal O Dia

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Deputado Silas Freire coloca sua natureza violenta a serviço da bancada da bala

Sete dos dez deputados federais piauienses são contra o novo estatuto das armas, é o que mostra pesquisa realizada por importante jornal de Teresina. O texto que flexibiliza a compra e porte de armas, redução da idade mínima  para compra de armas, aprovado recentemente em comissão da Câmara, tem gerado descontentamento em toda sociedade.

São contra as mudanças os deputados Assis Carvalho (PT), Átila Lira (PSB), Iracema Portella (PP), , Maia Filho (SD), Julio César (PSD), Flávio Nogueira (PDT) e Rodrigo Martins (PSB).

Pelo levantamento do Jornal Diário do Povo, o único deputado piauiense a ter simpatia pelo novo estatuto é Silas Freire do PR. 
Demonstrando sua natureza violenta, desde que fazia programas policias, ele disse que vota a favor do cidadão, que tem o direito de se defender, o que contraria a opinião pública brasileira, já que estudos apontam que o controle de armas é fundamental para a redução dos altos índices de violência.