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BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?
Fotos crédito: Redes Sociais A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudanç...
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sexta-feira, 6 de junho de 2025
Crescimento das Religiões de Matriz Africana no Brasil: Entre o Reconhecimento e a Intolerância
O cenário religioso brasileiro tem passado por transformações significativas nas últimas décadas. Dados do Censo de 2022, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que as religiões de matriz africana, como o candomblé e a umbanda, cresceram de 0,3% para 1% da população brasileira. Embora ainda representem uma minoria, esse aumento indica uma maior visibilidade e reconhecimento dessas tradições religiosas no país.
No entanto, esse crescimento tem sido acompanhado por um aumento alarmante nos casos de intolerância religiosa. Em 2024, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania registrou 2.472 casos de intolerância religiosa pelo Disque 100, representando um aumento de 66,8% em relação a 2023. As religiões de matriz africana foram as mais afetadas, com praticantes de umbanda e candomblé somando 289 dos casos reportados.
Especialistas apontam que esse fenômeno está enraizado no racismo estrutural presente na sociedade brasileira. O preconceito contra as religiões afro-brasileiras é alimentado por fatores como a demonização dessas práticas por outras religiões, a falta de conhecimento sobre suas tradições e a associação racista com a população negra.
Em resposta à crescente violência, líderes religiosos de matriz africana têm buscado maior representatividade política. Um estudo realizado pelo grupo de pesquisa Ginga, da Universidade Federal Fluminense (UFF), identificou 284 candidaturas associadas a crenças de matriz africana nas eleições municipais de 2024. Esse movimento é visto como uma reação à violência enfrentada pelos terreiros e uma forma de lutar por direitos e reconhecimento.
A situação evidencia a necessidade urgente de políticas públicas que promovam o respeito à diversidade religiosa e combatam o racismo religioso. É fundamental que a sociedade brasileira reconheça e valorize as tradições de matriz africana como parte integrante de sua identidade cultural e religiosa.
Movimentações no Piauí: Rota do Axé e Enfrentamento ao Preconceito
No Piauí, o Povo do Axé tem se mobilizado para promover a valorização e o respeito às religiões de matriz africana. Uma das iniciativas é a criação da "Rota do Axé", um projeto que visa integrar terreiros de candomblé e umbanda ao circuito turístico do estado. A proposta é que esses espaços recebam visitantes interessados em conhecer e vivenciar as tradições afro-brasileiras, fortalecendo economicamente os terreiros e promovendo o combate à intolerância religiosa. Municípios como Teresina, Amarante, Floriano, Campo Maior, Pedro II, Piripiri e Parnaíba estão incluídos no projeto.
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sábado, 26 de abril de 2025
Campo Maior se comove e protesta contra feminicídio após a morte de Alice Borges
A cidade de Campo Maior viveu momentos de profunda comoção nesta sexta-feira (25), durante a missa de sétimo dia da jovem Alice Borges, vítima de feminicídio. Realizada na Igreja Nossa Senhora das Mercês, no bairro São João, a cerimônia religiosa se transformou em um emocionante protesto contra a violência que tirou a vida de Alice e que, cada vez mais, assola famílias brasileiras.
Vestindo camisetas com a frase "A maior epidemia do Brasil é o feminicídio", familiares, amigos e membros da comunidade expressaram sua dor e indignação, clamando por justiça e mais proteção para as mulheres. O sentimento de revolta tomou conta da população campomaiorense, que se vê abalada diante de mais uma tragédia motivada pelo ódio de gênero.
O principal suspeito pelo crime é Darlan Sousa, ex-companheiro de Alice, que já havia sido denunciado pela jovem por violência doméstica. Segundo a delegada Emylle Kaynar, Darlan teria, inclusive, tentado afogá-la anteriormente no mesmo rio onde seu corpo foi encontrado, o Surubim. Ele foi transferido nesta quinta-feira (24) para a Penitenciária José de Arimateia Barbosa Leite, em Campo Maior.
O caso de Alice Borges escancarou o medo e a dor vividos por tantas mulheres e acendeu ainda mais o debate sobre a urgência de medidas eficazes de proteção. Campo Maior, consternada, pede justiça — e que outras vidas não sejam interrompidas pela violência.
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quarta-feira, 2 de abril de 2025
Dia Mundial de Conscientização do Autismo: Reflexão e Inclusão
O Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado em 2 de abril, é uma data fundamental para ampliar o debate sobre a inclusão e os desafios enfrentados por pessoas no espectro autista. Infelizmente, o preconceito e a desinformação ainda dificultam a vida dessas pessoas, limitando seu acesso à educação, ao trabalho e ao convívio social.
A sociedade precisa compreender que o autismo não é uma doença, mas uma condição neurodivergente que exige respeito e adaptações para garantir qualidade de vida. O diagnóstico precoce e o acompanhamento adequado são essenciais para o desenvolvimento das habilidades individuais, permitindo que cada pessoa autista alcance seu potencial.
Além disso, é necessário que escolas, empresas e instituições públicas adotem políticas inclusivas, garantindo acessibilidade e apoio especializado. O desconhecimento sobre o tema gera barreiras que poderiam ser evitadas com informação e empatia.
Portanto, o Dia Mundial de Conscientização do Autismo deve ir além das campanhas pontuais: deve ser um momento para repensarmos nossas atitudes e lutarmos por uma sociedade mais justa e inclusiva para todos.
terça-feira, 7 de janeiro de 2025
A quantas andam o seu racismo?
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| Enfermeira se passa por juíza e agride fundionária de "pet" em Salvador. Hospital a demitiu assim que tomou conhecimento |
O Brasil se orgulha de ser um país miscigenado, mas as recentes manifestações racistas que viralizam nas redes sociais expõem uma dura realidade: o preconceito persiste, muitas vezes velado, outras vezes escancarado. Casos de discriminação em escolas, estádios e espaços públicos revelam o quanto o racismo ainda estrutura nossa sociedade.
As reações são alarmantes. Vídeos mostram insultos, agressões verbais e até ameaças contra pessoas negras. Em paralelo, nas redes sociais, comentários tentam justificar o injustificável, negando o racismo evidente. Esse cenário é reflexo de uma sociedade que, apesar dos avanços, ainda nega o problema e se recusa a enfrentá-lo de forma contundente.
É urgente que o combate ao racismo seja mais do que discurso. Leis precisam ser aplicadas e a educação deve assumir o protagonismo na desconstrução de estereótipos. Mas também é imprescindível que cada indivíduo reflita: a quantas anda o meu racismo? Reconhecer o preconceito é o primeiro passo para transformá-lo.
O silêncio diante de atitudes racistas é conivência. Se queremos um futuro verdadeiramente inclusivo, é preciso agir agora, com coragem e determinação. Afinal, a luta contra o racismo não é apenas de quem o sofre, mas de toda a sociedade.
quarta-feira, 18 de dezembro de 2024
O racismo institucional
Todos os dias, vemos nas manchetes dos noticiosos brasileiros, uma verdadeira onda de racismo. São agentes públicos de toda natureza - desde vereadores, desembargadores e a maioria policial - aumentando significativamente o número de denúncia a esse crime, que deixa transparecer o quanto temos que evoluir e a quantos andam o nosso sentimento ao próximo.
Com o aumento das denúncias de racismo e injúria racial, muitos dos que viviam à sombra do preconceito que golpeia a nossa sociedade, hoje se acham encorajados, até mesmo por força de mandatos eleitorais, a apresentarem as garras contra a maioria da população brasileira.
Combatido exaustivamente por grupos que lutam pelas liberdades individuais e o respeito à diversidade brasileiras, já se evoluiu muito com relação a tão horrenda violação dos direitos fundamentais do cidadão. O racismo tem origem em construções sociais e históricas que hierarquizaram grupos humanos com base em características físicas, como a cor da pele. Ele se consolidou durante a colonização europeia, que justificava a exploração e escravização de povos africanos e indígenas por meio de teorias pseudocientíficas. Essas ideias se perpetuaram em instituições e práticas culturais, reforçando desigualdades ao longo do tempo.
E pasmem, tramita na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara, Projeto de Lei 254/22, que pode desencorajar denúncias de racismo.
O texto, proposto pela deputada Bia Kicis (PL-DF) e outros parlamentares bolsonaristas, tenta incluir na Lei Caó (7.716) — que define o que é racismo —- o crime de "falsa acusação de nazismo". Se aprovado, acusar alguém falsamente de ser nazista será crime punível com reclusão de dois a cinco anos e multa.
A Promotora de Justiça Lívia S'Antana Vaz, uma das vozes mais experientes de combate ao racismo no Brasil, diz que: “Em dez anos, eu nunca tive um caso em que um réu diz: 'sim, eu sou racista' ou 'eu tive a intenção de discriminar'. É sempre 'a minha intenção nunca foi ofender ninguém'.
O discurso de ódio, que tem fundamentado várias discriminações, é apontado como 'exercício da liberdade de expressão' — liberdade de expressão essa que não é um direito absoluto, mas um direito que precisa ser harmonizado com os outros. O que a gente precisa é usar a proteção constitucional, os direitos fundamentais, os argumentos e valores democráticos que estão na Constituição para defendê-la efetivamente, não com distorção de sentido.
Esse projeto de lei vai se utilizar dos nossos argumentos constitucionais, dos mesmos argumentos utilizados para defender direitos fundamentais, para defender práticas antidemocráticas. Essas pessoas já estão protegidas pela ordem jurídica de possíveis acusações falsas. Já existem, pelo menos, dois tipos penais específicos para essa proteção. Trazer uma proteção, ainda mais específica, tratando da falsa imputação de nazismo para a lei pode ser um mecanismo de inibição.”
Confira no nosso blog:
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quarta-feira, 20 de novembro de 2024
Dia da Consciência Negra. Que consciência?
Com certeza hoje é um dia mais que especial: refletir sobre a ancestralidade do povo brasileiro. Conquistas, legado, lutas, enfrentamentos, tudo isso na busca de condições decentes de vida e reconhecimento por tudo que foi construído ao longo dos mais de 350 ano de escravidão e encobrimento.
A ancestralidade africana no Brasil é um dos pilares da formação cultural, social e histórica do país. Desde a chegada forçada de milhões de africanos escravizados, suas tradições, línguas, religiões e modos de vida influenciaram profundamente a música, a culinária, a linguagem e as manifestações artísticas brasileiras. Elementos como o samba, a capoeira e o candomblé são exemplos de legados preservados e reinventados ao longo dos séculos.
Confira as principais notícia do Blog do Professor Jorge Câmara sobre as lutas nacional, estadual e local de importante data:
Os links acima são apenas algumas das inúmeras matéria que trazemos aos nossos leitores e leitoras, com o objetivo de ajudar na conscientização que é preciso combater o preconceito.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2020
Instituto Dom Barreto discrimina "meninos" e "meninas" através de profissões
| Fachada do Instituto Dom Barreto Foto: arquivo internet |
Uma das mais bem conceituadas escolas particulares de Teresina, o Instituto Dom Barreto, foi alvo de matéria no site Seleções.com por conta de um material inusitado para as crianças do "infantário" (bebês a partir de um ano de idade): estojo de médico para meninos e estojo de cozinha para meninas.
A lista cruel, de tão importante escola, causou enorme discussão entre os pais de alunos do D. Barreto. Muitos foram os protestos de indignação que circularam nas redes sociais. Após a repercussão negativa da "lista", a escola retirou a exigência do "kit cozinha para as meninas".
Segundo a matéria do site, uma das vozes mais discordantes foi a o Desembargador do TRT Francisco Meton, afirmando que "a escola deve evitar a divisão por sexo. A escolha da profissão independe de gênero. Haveria impedimento para eu ser cozinheiro? Por que não médica, bombeira, mecânica? Não vejo motivo para separar". Ele citou ainda que até a CLT (Consolidações das Leis do Trabalho) revogou itens que separavam trabalho para mulheres e para homens.
A diretora-geral do Dom Barreto, Stela Rangel, disse que a escola atende cerca de 80 bebês no infantário, que a divisão de sexo é para garantir a diversidade de itens em cada sala e que os kits são de uso coletivo para ambos os sexos.
"O objetivo não é estimular ou segregar uma profissão em detrimento de outra, tampouco reproduzir uma percepção caduca de atividades específicas e distintas para meninas e meninos."
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
Pastor ex-gay é contra sindicato de homossexuais. Intolerância, loucura ou NA?
"Puta, endemoniada, louca", foram os adjetivos que o deputado-pastor-policial usou em um vídeo contra Daniela. O parlamentar divino teria se irritado com a cantora que teria afirmado ser Jesus gay. O deputado afirma que a cantora está com "problema de psiquiatra" e desrespeita os símbolos sagrados ao dizer que Jesus é gay, fazendo "sindicato da viadagem".
O controverso político não poupou adjetivos contra Mercury. Em um vídeo de um pouco mais de três minutos, Isidório "mete a lenha" num ataque "celestial". O ataque teria sido motivado pelas críticas feitas por Daniela Mercury dias antes pelo cancelamento, pelo governo de Pernambuco, da apresentação da peça "O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu", no Festival de Inverno de Garanhuns, onde Jesus seria interpretado por uma atriz transexual. Em show no mesmo evento, em 21 de julho, ela classificou a decisão de censura e "ignorância absurda".
A cantora nega ainda que tenha dito que Jesus é gay e alega que foram feitas montagens com o vídeo de suas críticas para forjar a comparação. "Não era uma manifestação religiosa e sim uma fala indignada contra a censura artística de uma peça teatral."
O advogado criminalista Ricardo Sidi, que representa a cantora, apresentou a queixa no último dia 1º, na 1ª Vara do Sistema dos Juizados Especiais Criminais do Fórum de Nazaré, na Bahia. O documento alega injúria com causa de aumento de pena por ter sido praticada na internet, o que leva a atingir mais pessoas.
Segundo Daniela, o vídeo repercutiu nas redes sociais do pastor e de apoiadores dele, além de canais do YouTube. "Hoje, mais de 3 meses depois da divulgação, ainda sou agredida diariamente pela situação que ele criou. As pessoas não vão procurar a verdade. Acreditam no que chega no WhatsApp delas. E o que chegou e se propagou foi a fala do deputado porque foi produzida para tal fim."
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segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Variação Linguística pode ser o tema da Redação do Enem 2018
A menos de um mês para o ENEM 2018, é grande a expectativa quanto ao tema da Redação. "Pesadelo" para muitos estudantes que aguardam ansiosos essa "prova de fogo".
Treinos diários, leitura de revistas, jornais, artigos, e muito telejornal, podem ajudar no incremento de uma das partes mais importantes da redação: os argumentos que devem ser desenvolvidos na sustentação da tese.
Muitas são as opiniões quanto ao tema. Cyberbullying e bullying nas escolas brasileiras, aumento das DST's, situação da população de rua, fake news, obesidade, esporte como inclusão social, maternidade precoce... são várias as apostas relacionadas em centenas de sites especializados quanto ao que poderá ser o escolhido dos elaboradores.
Os assuntos mais debatidos ao longo do ano, sem dúvida, são boas apostas, mas agora surgiu uma nova possibilidade aos olhos dos internautas: pistas que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (Inep) estaria deixando em seu perfil no Instagram.
As publicações abordam claramente a questão da variação linguística – os usos e pronúncias do português em cada região do Brasil, bem como diferenças geracionais, uso de gírias, etc. Mesmo que tais usos sejam considerados fora do português padrão, exercem uma função essencial na linguagem, especialmente na fala. É importante que o estudante saiba diferenciar esses usos na comparação com a gramática formal e também reconheça o papel da variação linguística para a constituição da cultura brasileira.
Nesses dias de acirramento de sentimentos não tão nobres e das várias manifestações de preconceitos étnico, racial religioso, de gênero e tantos outros, o preconceito linguístico pode ser um esteio fácil de se desenvolver. Carlos Bagno pode ser uma boa pedida para sustentar tal argumento, inclusive o mito de que "português é muito difícil".
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segunda-feira, 28 de agosto de 2017
Senadora Regina recebe homenagens e pede a implantação da cultura de paz no Brasil
No final de semana a senadora Regina Sousa (PT) visitou quatro municípios da região norte do Piauí e recebeu o apoio, carinho, solidariedade e homenagens dos moradores e de companheiros do partido. E ela pediu a todos que usem as redes sociais para o bem e implantem a cultura de paz no Brasil, pois o racismo e o preconceito estão crescendo e as pessoas usam as redes sociais para disseminar o ódio às chamadas minorias sociais.
Em Piripiri, a 160km de Teresina, a parlamentar recebeu homenagem de um grupo de mulheres da Federação das Associações de Moradores e Conselhos Comunitários (Famcc) que entregou flores, elogiou a luta em prol das minorias sociais e pediu apoio para a conclusão do Residencial Antônia Flor, cujas obras estão paradas. O empreendimento vai beneficiar 300 famílias.
Os quilombolas também agradeceram a senadora pelo apoio. O Grupo Dandara apresentou a dança “Sorriso Negro”. As meninas fazem parte da comunidade Sussuapara que juntamente com Marinheiro e Vaquejador receberam a certificação de remanescentes quilombolas pela Fundação Palmares. Esse reconhecimento vai facilitar o acesso às políticas públicas pelas famílias das três comunidades de Piripiri.
A professora Maria das Dores fez uma homenagem diferente à senadora. Ela e mais 12 pessoas de categorias e comunidades diversas entregaram um coco babaçu, lembrando que a parlamentar foi quebradeira de coco. A professora disse que a palmeira é um símbolo de resistência, assim como a senadora que representa a todos por sua coragem e luta em favor dos trabalhadores.
A parlamentar pediu que todos implantem uma cultura de paz, usando as redes sociais para disseminar a paz. “As redes sociais podem ser usadas para o bem e para o mal.” Disse que as pessoas estão usando as redes sociais para disseminar o ódio e que o racismo e o preconceito estão aumentando. “As pessoas não têm mais vergonha de dizerem que são racistas.” E citou o caso da miss Brasil, Monalysa Alcântara que foi atacada por ser negra, piauiense e politizada.” As pessoas esperavam que ela fosse apenas uma mulher bonita e com frases feitas, mas ela se mostrou politizada e luta pelo empoderamento da mulher. E isso muitos não aceitam.”
O apoio é por causa das ofensas feitas por uma bloqueira no ano passado durante a votação que impediu a ex-presidenta Dilma Rousseff de continuar governando. A blogueira xingou a senadora e uma decisão da Justiça havia retirado o vídeo do YouTube, mas na semana passada desembargadores do Tribunal de Justiça do Distrito Federal resolveram manter o vídeo alegando liberdade de imprensa.
Senadora Regina Sousa esteve ainda em Pedro II, Milton Brandão e Domingos Mourão para falar sobre a atual conjuntura e os efeitos das reformas trabalhista, já aprovada no Congresso Nacional; política, em discussão na Câmara dos Deputados e a previdenciária que ainda será discutida pelos deputados federais este ano.
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
Rica e preconceituosa
Quem disse que a nossa elite não é preconceituosa com relação às bases sociais?
Compartilhar o espaço, antes ocupado apenas por ela, com as classes que, historicamente foram servis aos interesses obtusos dos mandatários, é algo sem "rumo". Por isso, olha só com o que nos deparamos:
Crédito da matéria: UOL
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segunda-feira, 25 de julho de 2016
25 de Julho - Dia da Mulher Negra
Minha linha editorial nos programas jornalísticos que apresento ao longo dos últimos 20 anos, tem sido a da defesa dos direitos humanos, da luta contra o preconceito e, especialmente, a divulgação de matérias que tratem da necessidade de pormos um fim na violência contra a mulher.
É impensável para uma sociedade dizer que é evoluída se a mulher é massacrada, vilipendiada e agredida diariamente aos montes. E essa violência agrava-se quando a mulher é negra e, historicamente, relegada à escória da sociedade.
Precisamos neste momento refletir sobre as mais diferentes vertentes da violência as quais submetemos nossas mulheres, namoradas, amantes, filhas... Todas as que diariamente são tão necessárias e imprescindíveis à nossas vidas.
Convido a você, que diariamente busca encontrar no nosso blog elementos para discussões construtivas sobre os passos necessários a uma sociedade mais justa, a assistir o vídeo da filósofa Djamila Ribeiro sobre as múltiplas violações impostas às mulheres negras pelo racismo patriarcal.
sábado, 25 de junho de 2016
Preto, pobre, prostituta...
O título provocou um choque em você? Creio que sim! Eu também, ao ler o título em matéria publicada no site Brasil 247, tomei um susto.
Que é isso? Perguntei atônito. Em pleno século XXI um post com tanto resquício do pensamento corrente do Brasil dos séculos XV ao XIX?
Convido a você ler o que causou espanto...
Ainda só preto, pobre, prostituta...
Que é isso? Perguntei atônito. Em pleno século XXI um post com tanto resquício do pensamento corrente do Brasil dos séculos XV ao XIX?
Convido a você ler o que causou espanto...
Ainda só preto, pobre, prostituta...
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terça-feira, 12 de abril de 2016
Regina Sousa: críticas à presidente Dilma mostram preconceito contra as mulheres
A senadora Regina Sousa (PT-PI) discursou nesta segunda-feira (11/4), no Plenário do Senado, sobre a misoginia, a intimidação e o machismo que os favoráveis ao golpe têm imposto às mulheres que estão na política, principalmente à presidenta Dilma Roussef.
“Ainda existe muito machismo presente no nosso cotidiano. Eu quero falar de como a imprensa tem tratado a Presidenta Dilma. Precisamos, como mulheres, prestar atenção a isso, porque não é só ela. Já faz tempo que nós mulheres com mandato enfrentamos diuturnamente a chamada misoginia, que é o ódio às mulheres, é mostrar as mulheres como incapazes. Ela aparece em apartes, em conversas, em brincadeiras. A grande maioria masculina se utiliza disso e, às vezes, mulheres também”, disse Regina Sousa.
Para a senadora, os ataques machistas e misóginos feitos pela revista IstoÉ, contra a presidente Dilma, são criminosos. “O que a IstoÉ fez com a Presidenta na semana passada, na sua edição passada, é crime, mas houve a intenção de passar a mulher – não a Presidenta Dilma, mas a mulher – como desequilibrada, como nervosa, como destemperada”.
Regina Sousa lembrou que jornalistas, coletivos e grupos feministas imediatamente saíram em defesa da Presidenta, criticando a revista por reforçar esteriótipos machistas nos quais as mulheres são descontroladas emocionalmente e, por isso, inadequadas ao exercício do poder. Segundo a senadora piauiense, temos de ter orgulho de ter uma presidente mulher, “de termos chegado à Presidência da República. E precisamos ficar atentos”.
“É o que eu falei: mulher tem TPM, sim; tem menopausa, sim, mas é inerente à nossa situação. Não é por isso que temos de ser desrespeitadas, consideradas incapazes. Eu acho que precisamos, junto com todo esse debate do impeachment/golpe, estar debatendo também esse assunto, porque ele está subjacente. Passou qualquer coisa de sim ou de não, essas coisas vão valer, porque já estão introjetadas nos corações e mentes das pessoas que leem essa revista, que veem essas reportagens do mau jornalismo”, concluiu a senadora.
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domingo, 28 de fevereiro de 2016
Chega de preconceitos
Um dos nossos olhares é quanto ao preconceito que de forma tão rápida se propaga e dissemina em lugares inimagináveis.
Vive-se em uma sociedade contaminada de velhos valores sociais; apregoa-se a igualdade, quando na verdade escarnecemos aqueles que não são iguais a nós; fala-se em liberdade, quando enveredamos pelos tortuosos caminhos do preconceito da cor, preferências, ideologias, gêneros, etc, etc, etc,...
Vivi recentemente uma situação inusitada: quando da culminância da semana da Consciência Negra - onde trabalhou-se a importância sócio-econômica-religiosa-cultural da presença do negro no Brasil - ao adentrar na escola uma Mãe de Santo alguns educadores se retiraram por pura intolerância religiosa (irmã gêmea do preconceito).
"Viraliza" nas redes sociais, vídeo de uma estudante universitária vítima de preconceito por conta do cabelo afro. Nossa!, que coisa terrível. Um espaço que, presume-se 'universal' às todas as matizes, demonstra ser um antro de preconceito.
Acompanhe a resposta da universitária Brunielly Keyth quanto às pessoas que a achincalham por conta das beleisímas madeixas.
https://www.facebook.com/brunielly.keith/videos/1002344123192428/
Vive-se em uma sociedade contaminada de velhos valores sociais; apregoa-se a igualdade, quando na verdade escarnecemos aqueles que não são iguais a nós; fala-se em liberdade, quando enveredamos pelos tortuosos caminhos do preconceito da cor, preferências, ideologias, gêneros, etc, etc, etc,...
Vivi recentemente uma situação inusitada: quando da culminância da semana da Consciência Negra - onde trabalhou-se a importância sócio-econômica-religiosa-cultural da presença do negro no Brasil - ao adentrar na escola uma Mãe de Santo alguns educadores se retiraram por pura intolerância religiosa (irmã gêmea do preconceito).
"Viraliza" nas redes sociais, vídeo de uma estudante universitária vítima de preconceito por conta do cabelo afro. Nossa!, que coisa terrível. Um espaço que, presume-se 'universal' às todas as matizes, demonstra ser um antro de preconceito.
Acompanhe a resposta da universitária Brunielly Keyth quanto às pessoas que a achincalham por conta das beleisímas madeixas.
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terça-feira, 5 de maio de 2015
Professor 'psicopata' tenta bater em aluna dentro da sala de aula
Muito se pode esperar de um professor: inteligência, dignidade, retidão de caráter, sabedoria, equilíbrio emocional e tantos outros predicativos necessários a mister tão importante na sociedade contemporânea. Quando esse professor é universitário, espera-se tudo isso e muito mais, já que ele é um formador de opinião e de vidas.
Estarrecido, acompanhei um episódio simplesmente brutal de um professor da UniRio (importante Universidade brasileira). Sem o menor preparo emocional, vomita - aliás, como muitos que conheço aqui nestas plagas - ideias reacionárias pelo ódio que a elite vem nutrindo contra os trabalhadores.
Acompanhe, a matéria:
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segunda-feira, 13 de abril de 2015
MACHISMO: Equidade de gênero no mercado de trabalho deve demorar 80 anos, indica estudo Os dados têm sido tema de vários debates no cenário internacional
Créditos: Divulgação/Internet
Mulheres no mercado de trabalho
Mulheres no mercado de trabalho
Um estudo publicado pelo
Fórum Econômico Mundial mostra que a proporção
entre homens e mulheres no mercado de trabalho
pode levar até 80 anos para se igualar. A informação
consta no Relatório Global de Equidade de Gênero.
Os dados têm sido tema de vários debates no cenário
internacional.
Fórum Econômico Mundial mostra que a proporção
entre homens e mulheres no mercado de trabalho
pode levar até 80 anos para se igualar. A informação
consta no Relatório Global de Equidade de Gênero.
Os dados têm sido tema de vários debates no cenário
internacional.
Mesmo após o aumento do número de mulheres no
mercado de trabalho, o ambiente corporativo ainda é
predominante masculino. Para tentar reduzir o tempo estimado pelo estudo,
líderes de 400 empresas ao redor do mundo chegaram a três medidas prioritárias
que podem ser adotadas. Todas relacionadas ao engajamento da corporação na
estratégia.
mercado de trabalho, o ambiente corporativo ainda é
predominante masculino. Para tentar reduzir o tempo estimado pelo estudo,
líderes de 400 empresas ao redor do mundo chegaram a três medidas prioritárias
que podem ser adotadas. Todas relacionadas ao engajamento da corporação na
estratégia.
As medidas fazem parte do levantamento Women Fast Forward elaborado pela
consultoria Ernest & Young (EY). O trabalho indica como prioridade: “Iluminar o
caminho para a liderança feminina, acelerar a mudança na cultura empresarial com
políticas corporativas progressistas e construir um ambiente de apoio”, alicerçado
no combate ao preconceito “consciente e inconsciente”, para aumentar o ritmo das
empresas rumo à equidade.
consultoria Ernest & Young (EY). O trabalho indica como prioridade: “Iluminar o
caminho para a liderança feminina, acelerar a mudança na cultura empresarial com
políticas corporativas progressistas e construir um ambiente de apoio”, alicerçado
no combate ao preconceito “consciente e inconsciente”, para aumentar o ritmo das
empresas rumo à equidade.
Especialistas da EY apontam que uma das principais vantagens da paridade é o
ganho financeiro. Entre as empresas pesquisadas, 64% daquelas com melhores
resultados econômicos encorajam suas funcionárias. Isso se deve, segundo ela,
ao aumento da participação na tomada de decisões.
ganho financeiro. Entre as empresas pesquisadas, 64% daquelas com melhores
resultados econômicos encorajam suas funcionárias. Isso se deve, segundo ela,
ao aumento da participação na tomada de decisões.
Outro ponto de destaque do trabalho é a definição de oportunidades de progresso
na carreira. As mulheres precisam ser incentivadas a ocupar os cargos mais elevados.
na carreira. As mulheres precisam ser incentivadas a ocupar os cargos mais elevados.
Fonte: CNM
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sábado, 10 de janeiro de 2015
Jovens negros correm mais riscos de morrer do que os brancos
Muito se fala que o Brasil não é um país preconceituoso. Parece que a premissa não é verdadeira. Os dados da violência no Brasil demonstram que a realidade para jovens negros é bastante cruel.
A Agência Brasil divulgou hoje interessante matéria sobre o assunto em sua editoria de Direitos Humanos.
"Dados comprovam que morrem mais negros do que brancos no Brasil. Segundo
o Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência e Desigualdade, os
jovens negros têm 2,6 mais chances de morrer do que os brancos. Os dados
da pesquisa foram atualizados em 2014 para incluir a desigualdade
racial, e o resultado foi que o risco de os adolescentes e jovens de 12
anos a 29 anos sofrerem violência aumenta quando esse fator é levado em
conta. A média se refere a 2012, último ano em que há dados
consolidados, e mostra pequeno aumento em relação há cinco anos. Em
2007, o risco nacional era 2,3."
A matéria completa você acessa AQUI!!!!!!!
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sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Regina Casé é criticada pela mãe do dançarino DG
O quebra-pau entre a mãe do dançarino DG - morto pela polícia - e a apresentadora do Esquenta (TV Globo) Regina Casé foi grande. A mãe de DG, entre outras pérolas, chamou Regina de farsante, mentirosa e cretina.
Segundo Fátima, Regina a teria proibido de falar mal da polícia carioca que covardemente matou o dançarino. Ela, Fátima, afirma que a apresentadora se esquece de um dado alarmante quando tenta tratar o caso com panos mornos: . em 2012, 56 mil pessoas foram mortas no país. Destas, 30 mil são jovens entre 15 a 29 anos e, desse total, 77% são negros.
Entenda o caso na matéria do Diário do Centro do Mundo:
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segunda-feira, 6 de outubro de 2014
Vitória de Dilma no Nordeste gera preconceito contra nordestinos em redes sociais
Como se São Paulo não fosse Brasil e a economia daquele estado não dependesse em sua maioria dos nordestinos que por lá estão, os constantes ataques - de cunho racista - à presidente Dilma chamou a atenção de alguns jornalistas. Com quase 60% dos votos válidos, o Nordeste demonstra o carinho e a confiança que tem em Dilma Roussef. Esse carinho eleitoral vem provocando uma série de ataques
preconceituosos contra nordestinos na internet. A coluna #hashtag,
publicada pelo jornalista Ygor Salles na Folha de S.Paulo, levantou
nesta terça-feira (6) alguns exemplos de posts criminosos publicados nas
redes sociais.
O usuário Bruno (@brunosantiagoz), por exemplo,
afirmou que "esses nordestinos desgraçados parecem que não sabem que a
culpa da falta de água [em São Paulo] é da lazarenta da Dilma".
Outra internauta identificada como Júlia Colonetti (@juliacolonetti)
disse que o "preconceito contra o Nordeste é do Sul mesmo e tô nem aí,
quero que se f* sozinhos pq não tenho culpa da burrice deles".
Diante da grande quantidade de manifestações de preconceito na web, foi
criado um Tumblr intitulado "Esses Nordestinos" para reunir os casos
mais polêmicos. A página da web critica e ironiza a postura dos
internautas que usaram o racismo para reclamar dos resultados.
O
jornalista da Folha lembra que situação parecida aconteceu em 2010,
quando Dilma foi eleita presidente. Na ocasião, a estudante de direito
Mayara Petruso postou um tuíte que dizia: "Nordestino não é gente, faça
um favor a Sp, mate um nordestino afogado". Ela foi denunciada e
condenada a 1 ano, 5 meses e 15 dias de prisão pelo crime de racismo, e a
pena foi convertida em serviços comunitários. Além disso, perdeu o
estágio em um escritório de advocacia.
O racismo é crime
inafiançável, previsto na Lei nº. 7.716/89, que pune a prática e a
incitação de discriminação de raça, cor, religião e também procedência
nacional. A pena varia de dois a cinco anos de prisão e multa.
Reprodução/Twitter
Usuário do Twitter parte para o preconceito após resultados do 1º turno

Fonte: UOL
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